Carta à Terra – Sem Ti Não Conseguíamos Viver

Photo by Bobby Johnson on Unsplash

Cascais, 28 de abril de 2020

           Olá Terra!!

      Queria agradecer por nos agarrares com a tua grande vontade. 

    Obrigado por nos aqueceres com o teu núcleo, por nos protegeres com a tua camada de ozono.

     Sem ti não conseguíamos viver, para além de nos proporcionares o ar que respiramos, ainda nos consegues surpreender todos os dias, com paisagens novas, com os sons dos diferentes animais, com os rios, os mares, as montanhas, as praias… e tanto mais.

     Seremos eternamente gratos pela tua existência, apesar de tudo o que fazemos, e que te adoece de dia para dia.

Obrigada!!

Trabalho de Português da Prof Laura Almeida 

MF7C

Carta à Terra -“Unirmo-nos Todos para Viver em Harmonia”

Image par mohamed Hassan de Pixabay 

                                                                                          Cascais, 27 de abril de 2020

     Querida Terra, 

     Há muito tempo que queria falar contigo, dizer-te o quanto te agradeço por morar neste planeta maravilhoso.

    Temos de te respeitar e preservar, mas isso não é o que andamos a fazer nestes últimos tempos: não temos protegido os teus oceanos, mares e rios, que estão cheios de lixo.

    Não estamos a controlar a nossa produção e os gases libertados pelos carros e fábricas fazem com que o aquecimento global aumente.

    Temos de mudar a nossa atitude: ser mais sustentáveis, reciclar, preservar os animais e os seus habitats, porque senão te tratarmos bem, podemos perder-te de vez.

     Temos de proteger o nosso presente e o nosso futuro, unirmo-nos todos para viver em paz e harmonia e para arranjarmos novas formas de te manter saudável e continuares a ser a nossa casa.

    És muito importante para mim e para todas as pessoas do mundo, escreve-me o mais rápido possível para saber o que mais posso fazer por ti.

Muitos beijinhos,

                                                                       MC7 – Junho 2020

Trabalho de Português da Prof Laura Almeida 

CAD em Isolamento – Um Mundo Azul à Minha Volta

flowers  Photo by Zbynek Burival on Unsplash 

     Nas próximas férias depois desta prisão, eu vou para o Algarve 13 dias, com a Elisa, o Pai e o João Maria, que tem 15 anos.

    Vamos alugar uma casa com piscina num lugar solitário, como “no meio do nada”: à volta só se veem montanhas e árvores.

     Vou fazer churrasco para o almoço e jogar UNO com todos. Depois, vamos à piscina porque deve estar muito calor.

    Quando o meu corpo entra na água, sinto leveza e um mundo azul à minha volta; quando eu regresso à superfície, sinto o calor a dançar sobre mim.

     Quando entro em casa, vejo uma paisagem linda, cheia de flores pelo jardim fora e também muitas laranjeiras e flores cor de rosa.

      Fora de casa, há muitas árvores verdes, cores da Natureza; de manhã, dançam as nuvens perante nós.

   Quando escurece, um mundo escuro aparece, a piscina fica assustadora, mas muito bonita, o jardim fica sombrio e ouvem-se os grilos.

CM6C

As Minhas Férias de Verão Inesquecíveis

     

       Flickr.com Autor: Vítor Oliveira

      Eu, o meu pai, o meu amigo e os dois cães, partimos dia 27 de Junho. 

     Eu e o meu Pai já planeamos algumas atividades: por exemplo, vamos com duas redes apanhar caranguejos, mas bem cedo.

    Depois de os apanharmos, devolvemo-los ao mar, mas antes de os devolvermos à lagoa, nós pegamos no balde onde estão, despejamos na areia, eles começam a correr e nós fazemos apostas a ver quem chega primeiro ao mar, mas os cães acabam por torturar os caranguejos: ou pisam-nos com as patas ou agarram-nos com a boca e atiram-nos para onde eles quiserem.

    Também vai haver Praia, todos os dias, muito cedo de manhã, vamos para a praia; para não apanharmos muita gente, instalamo-nos nas dunas com as nossas coisas: toalhas, guarda-sol, etc.

    O meu Pai vai levar só um dos cães de cada vez para a praia, enquanto eu e o meu amigo vamos apanhar ondas nas nossas pranchas de bodyboard.

   Vão ser momentos muito divertidos e inesquecíveis, porque, quando estamos dentro da onda, não nos apetece sair de lá, pois é calmo.

     Quando acabarmos, vamos relaxar para a piscina com as nossas boias, a apanhar sol; também vamos jogar golfe e vai ser formidável, porque já não jogamos há muito tempo.

     Vamos andar de Buggy pelo jardim inteiro da casa que é enorme, com relva, algumas palmeiras e figueiras; vou apanhar figos para a minha Mãe.

     Mais à noite, cansados, vamos ver filmes na Netflix, de terror, de aventura e ação, de comédia, com os cães deitados ao pé do sofá.

    E o melhor de tudo, vamos dormir com os nossos cães nos nossos quartos! Vamos usá-los como peluches; o Jungle, que é o pastor alemão, tem mais cara de ir dormir ao nosso lado, enquanto o Stark, tem cara de ir refastelar-se em cima de nós e mexe-se imenso até adormecer!

TB6A

CAD em Isolamento – Fazem-me Sentir Livre

galopeImage par ArtTower de Pixabay 

      Os cavalos são muito lindos e têm várias raças.

    Eu admiro-os porque eles, quando estão a correr, fazem-me sentir que sou livre e posso fazer o que eu quiser.

    Estive num Campo de Férias, na Quinta da Bicuda, onde se podia cuidar, lavar, andar, fazer aulas com os cavalos. Era muito divertido!  Lá também havia cães de guarda: dois pequenos e um grande e meigo.

     Havia um cavalo que se chamava Bacaton, que eu montava, e outro que se chamava El-Dorado, que eu não montava, mas era muito lindo. 

    O Bacaton era castanho escuro e olhos claros, mas tinha um defeito: era cego de um olho, mas eu adorava montá-lo e nunca me deixava cair.

    O El-Dorado tinha pêlo branco, e crina dourada. Gostava dele porque era bonito e gostava de montá-lo.

Gentileza da Autora

     No primeiro dia, em que fui para o Campo de Férias, estava muito nervosa, não sabia fazer nada, escovava com a escova errada, não sabia pôr a sela, não sabia levar o cavalo para picadeiro…  Mas no último Dia, já sabia tudo!

     Às quintas feiras sempre fazíamos jogos com os cavalos – por exemplo, com uma égua chamada Penélope e uma taça no meio do picadeiro, cheia de rebuçados, nós tínhamos de montar sem sela – eu não sabia, estava muito nervosa; uma menina ajudou-me e tínhamos de agarrar nos rebuçados com um pau que tinha uma tacinha na ponta, e voltar a trepar.

     Também fazíamos uma Festa de Pijama no picadeiro: comíamos uma ceia, montávamos as tendas no picadeiro, ficavam cheias de areia e dormíamos lá!

   Havia um cavalo chamado Chocolate, que náo deixava fazer nada: cada vez que eu ia tentar tirar a terra dos cascos, com a ferramenta que tem um bico não muito afiado, ele não deixava. 

     O meu cavalo ideal seria de pelo preto ou castanho, olhos claros, crinas de médio comprimento, um pouco mais claras que o pêlo e muito meigo.

    Quando os cavalos selvagens correm, eu sinto que posso fazer tudo e penso que cada cavalo tem o seu jeito de ser. É tal como acontece com os humanos.

CM6C

No Paraíso de Vale de Vargo

brasão

      Meu irmão e eu vamos ficar separados: os meus pais acham que é bom; ele vai duas semanas ao Alentejo e depois trocamos.

    No Alentejo dou passeios de bicicleta; vamos de bicicleta pelos caminhos de uns terrenos, com oliveiras, que são do meu avô.

    À noite vejo netflix e com a minha avó também vejo filmes, é muito melhor ver filmes em família. Comemos Gaspacho e açorda à Alentejana!

    O meu outro avô, lá na sua pequenina aldeia pouco conhecida, tem “a baixa”, com um banco onde os homens se reúnem para conversar. Vou a pé entre as duas casas dos meus avós.

     Nos meus avós paternos é que existe um terreno gigante, só tem uma galinha pois o meu cão comeu-as. Cultivam nêsperas, tomate, fruta e legumes.

    O meu avô materno, o avô das olivieiras, tem um limoeiro e  ainda lhe pôs uma pernada de tangerineira e agora a árvore dá limões e tangerinas! Ele tem também uma pequena oliveira que tem o tronco todo entrançado.

   O meu cão é um pastor Alemão e teve de ir viver com o meu avô paterno por ser muito grande. Quando estamos de férias e vamos lá, ele conhece o barulho do carro, empina-se no portão assim que nos ouve. Aquele cão come tudo, empina-se à árvore que é uma nespereira e come nêsperas. Come nozes, quando eu lhas parto. Não pode sair do quintal pois ataca outros cães.

    Se passa um cão na rua ele vai logo ao portão e ladra, ladra, ladra até o cão desaparecer. A minha avó é que o vai acalmar. Mas com as pessoas é simpático.

     A vida na aldeia é mais calma, algumas pessoas trabalham muito, o meu avô acorda às seis da manhã e passa o dia todo no quintal. Os dois avós passam lá o dia todo, têm sempre muito que fazer lá fora.

     Uma vez, nós, lá no quintal, apanhamos um piriquito que andava à solta. Pusemos numa gaiola durante uns dias, e o meu avô disse:  – Coitado do Animal! – E soltou-o. O Piriquito não saía de lá, ficava sempre no jardim. Porque sabia que na gaiola havia sempre comida, então entrava e saía pela porta aberta.

   Todos os dias, ele estava do lado dos cães; há um terreno com terra lavrada, depois um terreno separado por muro onde estão os cães. O piriquito estava do lado dos cães, e todos os dias ia comer dentro da gaiola.

    O pastor alemão – o Jaguar –  dá-se bem com os outros cães: o Terréu, – este nome é porque os pais do meu avô tinham um cão chamado assim; há um muito velhinho que é surdo, é pequenino; e no nosso lado, temos ainda uma fêmea, pequenina, muito minha amiga: tem muito pelo e é amarelado, chama-se “Minie” .

     Havia ainda um labrador que morreu, porque um carro lhe bateu e desde aí ficou mal; o meu pai e o meu avô não me deixavam tocar nele.

    Os meus primos que vivem em França também vão lá, pois têm lá a sua avó que é a irmã do meu avô paterno. Encontramo-nos numa parte do verão, porque lá em França as férias são diferentes.

Conversas na Oficina  – AS6C

CAD em Isolamento – A Verdadeira Vida na Aldeia

   boi com franja

Imagem de Pexels por Pixabay 

     É bom viver na Aldeia, na situação da Covid-19, porque há ar puro e muito espaço livre.

   A Aldeia dá-nos liberdade e alimento. A liberdade de fazer piqueniques no nosso terreno, brincar e correr.

ovelha e cordeiro

   Imagem de 272447 por Pixabay 

     Os animais, no campo, como porcos, coelhos, galinhas, ovelhas, estão ao ar livre, a correr, também podemos caçar javalis, perdizes e lebres;  aquilo que criamos, ou vendemos ou comemos.

  Na Agricultura, tem de se trabalhar no duro para sobreviver; também fazer as nossas próprias cabanas e engenhocas.

cebolasImagem de Couleur por Pixabay 

  Já plantei feijão, tomate, pepino, abóbora, melancia, batata, cenouras, alface  couves e alho.

   No ritmo dos dias na Aldeia, o trabalho é intenso, mas tranquilo porque se ouvem os pássaros a cantar e às vezes, temos que acordar ás sete e despegar às sete da tarde ou oito da noite, já com o sol a pôr-se numas nuvens laranja.

hortaMuséum de Toulouse

  Na Aldeia há muito convívio, como por exemplo, se alguém nos ajudar, nós, em troca, damos almoço, lenha ou outros mantimentos.

   Também se conhecem uns aos outros exceto os mais pequeninos. 

   Por isso é que as Aldeias têm que ser respeitadas e estimadas.

TS6D

CAD em Isolamento – As Maravilhas Únicas do Mar

waveGood Free PHotos Public Domain

     O Mar representa para mim uma experiência única.

    Admiro as ondas, o seu perfume e os seres que lá vivem.

   Gosto de apanhar ondas e de mergulhar no fundo para procurar conchas.

   Um dia, vi uma concha debaixo de água. Mergulhei e logo a seguir fui apanhado e empurrado com força por uma onda. Comecei a ser enrolado, tentei resistir, mas não consegui e vim até à areia.

   O Mar existe porque Jesus pensou que tínhamos de ter água. Daí o nosso Mar.

CAD em Isolamento – TB6A

CAD em Isolamento – Amiga Terra

Photo by Elena Mozhvilo on Unsplash

Num dos teus órgãos, 2020

     Olá minha Amiga Terra,

     Talvez o Universo vá chegar alguma vez à quarta dimensão…

     Então, como é que vai a Lua? Ouvi dizer que ela e o Sol não se estão a dar muito bem. Também ouvi dizer que eles estão num eclipse.

     Ah, posso saber como estão os meus tios? Isto é, se conseguires virar os olhos 180 graus.

     Não te espantes se tiveres nódoas negras, com tantas pessoas a pisarem em ti.

    Vou estar sempre a olhar para ti, literalmente.

   De uma das tuas várias células, chamada:

                                  “V.E.”

     PS – Deves estar a levantar peso, com tantas pessoas em cima de ti…

VE7C

CAD em Isolamento – Como Um Pintor Vê O Seu Mundo

 

dia da terra

         Gentileza da Autora

    Quando, por exemplo, nós estamos num bairro, e estão várias pessoas, nós chegamos e pensamos logo que podíamos desenhá-las.

     Já experimentei desenhar colegas à vista e também outros desenhos de pessoas e figuras dos desenhos animados.

     As cores que eu prefiro são roxo e preto.

   Vejo esses tons no céu, ao fim do dia, e,quando está um bocadinho a escurecer, já vejo o preto.

sapinhoGentileza da Autora

     A vontade de pintar vem de dentro.

    Agora estou a pintar inspirada num Questionário em homenagem ao dia da terra, one vinha uma lista que tem várias possibilidades sobre o que conseguimos fazer para mudar o mundo.

   O tema é uma chamada de atenção a não gastarmos água. O desenho, em tons de azul e verde, mostra uma torneira que deita uma gota que afinal é o mundo.

    Se não tivermos água não conseguimos viver, temos de a poupar, pois não é infinita. A água salgada pode-se beber mas ficamos ainda com mais sede.

     Até hoje, o que mais gostei foi de ter desenhado um olho verde, porque ele parecia mesmo um olho de uma pessoa e gosto de coisas realistas.

CAD em Isolamento – CM6C

CAD em Isolamento – O Que Vejo da Janela do Meu Quarto (2020)

janela

Imagem de Jill Wellington por Pixabay 

   Quando eu olho pela janela, o meu Tio mora em frente, um muro divide as nossas casas; a casa dele é creme clarinha e a minha casa, branca. A maior parte da nossa Família vive ao pé de nós, é só caminhar… É como se fosse “a rua da Família”.

    Também moram outras pessoas: o vizinho da minha Tia que tem uma laranjeira que, neste momento, está cheia de laranjas.

       Um pouco mais longe, avisto um moinho, outras casas e copas de árvores que têm sempre folhas verdinhas todo o ano.

     Na linha do horizonte, a maravilhosa Serra de Sintra com o palácio da Pena.    

    Consigo apreciar o pôr-do-sol ao fim da tarde, quando o Sol vai baixando e o céu, por vezes, fica em tons de roxo, azul, laranja, e dourado.

    Por cima de nós, para lá de uma espessa camada de nuvens, um avião corta o Céu azul, num Universo glorioso.

CAD em Isolamento  – Criação Oral de TextoCM6C

Nasci com a Natureza

paisagemImage par Larisa Koshkina de Pixabay 

      A Natureza, para mim, é a nossa Vida, onde temos Paz.

     O mar também é formado pela Natureza: eu gosto tanto do Mar!

     Dá para surfar, mergulhar, nadar e andar de barco. Eu aprendi a andar de Optimist em S. Martinho do Porto, com o meu irmão e a minha prima.

    Posso ajudar a Natureza evitando a poluição e usando os ecopontos. 

     Tenho um quintal enorme, com pinheiros, uma figueira e outras árvores, um relvado e uma piscina com relva á volta, um pátio, uma mata e um terreno.

     Os meus cães, Noite e Vaquinha, passeiam por todo o lado, até entram e saem á vontade. 

      Eu nasci com a Natureza e vivo com ela.

DC5A

A Natureza é Vida

por do solImage by kordula vahle from Pixabay 

     Para mim, a Natureza é Vida, que podemos usar para acabar com o Stress, em momentos em que podemos descontrair.

    O meu estudo de Ciências é aplicado em minha casa, a reciclar os quatro materiais: plástico, vidro, papel e metais.

  Posso ajudar a Natureza de maneiras diferentes, como por exemplo: não poluindo, começando a reciclar regularmente, parando a vandalização. 

   Eu vivo mais intensamente a Natureza quando estou no mar. Adoro uma paisagem quando vejo o pôr do sol atrás do mar.

  Quando olhamos para o mar, ao pôr do sol, sentimo-nos maravilhados; quando ficamos com os olhos fitos, às vezes parece que estamos a tirar uma fotografia, de modo que depois, conseguimos lembrar-nos, no futuro.

AB6B

Viver a Natureza

poente no desertoImage par Pezibear de Pixabay 

     A Natureza, para mim, é mais ou menos a Biosfera; a paisagem que mais gosto é quando o céu está cor de laranja.

    A geosfera, com os seus diferentes solos e rochas; eu aprecio o solo arenoso, como o do deserto: sempre quente.

    Pode-se fazer ski nas altas areias que são  montanhas de areia como se fosse neve. 

     A Atmosfera, com o céu azul e frio, pequenino, pois só depois do céu é que começa o Espaço, até ao Infinito.

    À noite conseguimos ver estrelas brilhantes, como uma parte do Universo.

    A Hidrosfera, com seus inúmeros seres vivos nadando no Oceano, no mar, nos lagos e nos rios…

    Aprecio nadar nas piscinas interiores, em que os mosaicos verdes do fundo dão um tom esverdeado ao azul das águas.

OA5B

Uma Festa Inédita

Image by Free-Photos from Pixabay 

     Se eu criasse uma Festa nova, eu chamava-a “O Dia dos Amigos”.

     Seria no dia 11 de Setembro. Às 10 da manhã iríamos todos para o Parque da Gandarinha e, depois, para o Cascais Shopping.

     À noite, íamos dormir todos para a Praia, em tendas, e tínhamos uma fogueira acesa.

     Ficávamos todos a falar. Comíamos marshmellows e dávamos imensas risadas!

     Sentados na areia, à volta da fogueira, com o céu escuro mas cheio de estrelas, sempre lindo.

     Estava calor, o mar liso e calmo, tão bom! E nós tranquilos, a ouvir o mar e a conversar sem fim!

MM6D

Trabalhar na Natureza

campos cultivadosImage by Schwoaze from Pixabay 

     Para mim, a Natureza é uma zona de conforto, porque estamos em harmonia com ela a ouvir o som dos pássaros. 

     Os momentos em que vivo a Natureza mais intensamente são quando estamos a tratar do gado, a andar de trator, a fazer a vindima…

     Diferentes maneiras de desenvolver a Natureza são fazer a reciclagem, poupar energia, não fazer a desflorestação e não poluir os Oceanos.

     O estudo de Ciências Naturais pode servir para apoiarmos a Natureza, por exemplo, cultivando mais a nossa horta Biológica, não usando nela produtos químicos…

    Em ET-Projeto a nossa proposta foi construirmos tartarugas marinhas com plásticos e outros materiais que possam causar poluição, pois as tartarugas sofrem com o plástico.

    Uma experiência em que a Natureza me envolveu foi quando agarrei um carneiro para levá-lo ao matadouro, pois a profissão que eu amo é ser Agricultor e Criador de Gado.

TS6D

Viver a Natureza

peixe no marAutor: Aluno do 2º Ciclo – CAD

    A Natureza, para mim, é uma zona de conforto, um sítio bonito. No verão, na praia, no mar, viver a Natureza é espetacular!

     Podemos ajudar a Natureza a reciclar, a apagar as luzes em casa, isto só para começar.

     Este ano, no Colégio, reciclamos nas nossas salas de aula. Os sextos anos têm feito projetos para apoiar o Ambiente. Levamos sacos para todos os locais da Escola, a recolher materiais recicláveis.

     Gosto de ir à praia, da areia quente, mas o que gosto mais são as ondas gigantes: adoro, é emocionante! Mergulho quando elas chegam, vou contra elas ou então deixo-me ir com elas e sou bué rápido!

     No inverno, gosto de acender marshmellows na lareira. As chamas vermelhas e laranja atraem o olhar.

DJ6D

 

Férias no Campo

campo de abóborasPexel.com

     Na minha primeira semana de verão estive a ajudar os meus avós a tratar do Gado, a regar a horta, a carregar lenha do moinho, a carregar sacas de farinha de 30kg, a cozer o pão.

     Nas duas semanas seguintes, estive a trabalhar para a minha madrinha e o meu padrinho.

     Primeiro, estive a cortar erva para os bois: apanhamos um reboque cheio.

     Fomos plantar abóboras e beterrabas, carregar farinha para cozer pão, lavar os parques do bois: eu estava lá dentro dos parques com o pau a enxotá-los para não saírem enquanto a máquina limpava o esterco.

     Nas melhores noites no campo, andava no trator à noite, trabalhava à noite, por exemplo: “esparrar”, porque está fresco. Ou ia brincar com os primos às apanhadas e passear até S. Martinho; à noite ia à feira de S. Bernardo.

    Ser agricultor é ter uma vida ocupada e bonita, temos muito espaço para brincar e ganhamos muito dinheiro, o ar é mais puro, temos  muitas tarefas para fazer e nunca paramos, só à noite, às vezes às 9 h 30 ou 10h 45.

TS6D

Enquanto Nado, Penso no Futuro

   quando nado penso no futuro

   Imagem de David Mark por Pixabay 

     Em EV participei num Projeto de um Animal: Era um gato – como a gata Ticha,  preta. Tem de se pôr a cabeça do animal ligada com o nosso corpo. Eu pus-me numa pose de Judo, embora eu não goste muito de Judo.

     Gosto muito de Natação, porque nos tornamos mais rápidos e porque gosto de mudar de elemento. 

       Estava a fazer uma prova de costas, cheguei em primeiro lugar, mas não sei se toquei numa corda;  alguns começaram a fazer “Buuu” e o Professor disse que ia reiniciar a contagem do tempo.

       Enquanto nado, penso no Futuro.

     Espero que no Futuro haja uns carros e umas motas menos poluentes, ou que andem sozinhos, sem o condutor.

    Espero que não haja guerras. A Paz é um processo difícil: obriga a que as pessoas não morram, a que os animais não se extingam. 

     A minha Bisavó e o meu Bisavô morreram, mas a Páscoa, que é quando Jesus morreu – significa que eles estão lá no Céu. Creio que nos acompanham e inspiram.

     Eu acho maravilhoso as plantas, as nuvens e o Sol…

Conversas na Oficina – DR5C