A Garagem das Motas

moto com rodinhas

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     Era uma vez um Senhor chamado Alberto e ele gostava muito de andar de mota.

     Num belo dia, Alberto recebeu um clente que se chamava Zé. Mas o Zé, quando chegou lá, viu o Alberto muito triste. Então tentou ajudá-lo, mas o Alberto estava sempre a esconder alguma coisa.

     O Zé perguntou-lhe:

    – Alberto, estás bem?

     E Alberto respondeu:

     – Não, não estou! É que, tu sabes que eu já fui um grande corredor de motas! E como agora estou velho, fico muito triste de estar a vender as minhas motas, porque… andar de mota é a minha vida.

     Então o Zé foi para casa e não conseguia parar de pensar no Alberto; teve uma grande ideia e ficou uma noite inteira a fazer essa ideia genial!

      Num dia lindo de morrer, o Zé foi ter com o Alberto e deu-lhe essa ideia genial. Sabem o que era?

      Uma mota com rodinhas! Alberto chorou imenso por aquela mota e foi radical para sempre!

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Os Quatro Amigos – III

 os quatro elementos do Universo
   V
    Um aluno bem conhecido de todos,  mas que tinha uma espécie de identidade falsa, mostrou ao Rodrigo e ao Salvador um compartimento que ficava num café abandonado ao pé da escola. Era acessível a partir de uma conduta. 
 
     Esse aluno confidenciou-lhes que queria conquistar o Mundo e fazer deles os seus companheiros e, do resto do Mundo, os seus escravos. 
    
     Mas tinha um inimigo e precisava deles para o derrotar. 
 
    Explicou-lhes como se tinham tornado possuidores dos seus poderes.
     
      O Salvador, quando tocou naquela bola, ganhou o poder do fogo. Ela tinha sido criada por uma ancião sábio. Depois, ele escondeu-a na sua própria casa que,  a partir da sua morte , ficou abandonada, para não se tornar perigosa.
   
     Passados anos, foi encontrada por acaso, por um explorador que a considerou como uma relíquia de família ou um objeto decorativo. Decidiu levá-la ao mercado para a vender. 
     
     Foi no mercado que o Salvador a tocou, e, nesse momento, o espírito de fogo que lá estava contido, entrou dentro dele, tirando o poder à bola. 
    O pai do Rodrigo, antes de se casar, tinha colocado no dedo um anel poderoso que transformou o seu poder de procriar: assim, o filho nasceu com o poder do Vento.
(Continua)
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Os Quatro Amigos – II

os quatro elementos do Universo

Flickr.comAtribution: 2.0Generic

III

      Nicolau era um jovem que sentia medo em muitas situações. Mas quando queria tornava-se um bom conselheiro para os amigos que se sentiam em baixo.

      Estava muito vento e, com um simples gesto, ele parou o vento.

IV

      O Rodrigo era arrogante, tinha o seu Grupinho e achava-se superior a todos. Ainda por cima era bilionário.

     Um dia, ele estava no seu jato particular, e, ao aterrarem, aconteceu um sismo.  Assim que aterrou, o sismo parou.

V

     Por acaso, todos eram da mesma escola. Um dia em que estavam no recreio, um colega desconhecido, surgiu diante do David e do Nicolau e disse:

     – Venham comigo e mostro-vos um segredo.

     Nicolau e David ficaram um bocadinho surpreendidos, mas concordaram.

      Ele levou-os até a uma parte do Colégio em que nunca ninguém tinha reparado.

       Abriu uma porta e os dois amigos ficaram fascinados ao verem a alta tecnologia que enchia a sala.

       Guiou-os para lhes mostrar as outras salas. Apresentou-se e disse que o seu nome era X. Explicou o que tinha acontecido a ambos durante aqueles eventos estranhos.

      A mãe do David pertencia a uma espécie Atlanta, que era meio humana meio peixe; tinha casado com o seu pai e o filho resultou ser um humano com os poderes da água.

      O Nicolau, quando era bebé, tinha caído num balde com uma poção mágica que lhe transmitiu os poderes do ar.

      O  colega desconhecido acrescentou que tinha o poder do Espaço e, juntos, tinham de salvar o Mundo da maior ameaça que o mundo já tinha visto.

      Ficaram petrificados de espanto, os amigos, quando se  aperceberam que tinham de salvar o Mundo.

(Continua)

(Em parte ditado) MM7A

Os Quatro Amigos

os quatro elementos do UniversoFlickr.com  Atribution: Non-Commercial 2.0 Generic

I

      Era uma vez o David, que era introvertido e tinha poucos amigos. No entanto, era criativo e um prodígio nas notas : só tinha 100 e era cuidadoso.

      O David, antes de nascer, perdera a Mãe, sem conhecer nem um bocadinho da sua vida. Um dia, foi sozinho ao mercado e, quando foi à praia lá perto, mergulhou…e, conseguiu respirar!

      – Como é que eu respiro e falo debaixo de água? É incrível. Oh não, uma onda!
        Mergulhei e não senti a onda. Extraordinário!
       Já que consigo respirar debaixo de água, vou explorar. 

II

      O seu melhor amigo, o Salvador era extrovertido, aventureiro, ágil e astuto. No entanto, não era tão esperto nem tão cuidadoso.

     Salvador foi a uma feira popular, com muitas barraquinhas. Aí viu uma espécie de bola, como há nos filmes, em que têm algo de sombrio, são feitas de vidro, mas dentro algo está a mexer.

    Quando tocou na superfície da bola, lisa, cálida e obscura, sentiu um estranho arrepio e não conseguiu perceber essa reação.

    Assim que se aproximou da lareira de uma barraquinha de pão, sentiu que estava frio, em contraste com a sua proximidade da lareira.

(Continua)

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O Que Eu Gosto

ciclista erguendo as rodas de trás

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      Olá, eu sou o Lu!

     Gosto muito de bicicleta e de Hoverboard!

     A Família é  muito gira. Temos uma cidade enorme de Lego e tínhamos uma mota. O Pai vendeu-a no dia dos seus anos.

    Este Natal ganhei uma bicicleta cor de laranja fluorescente, desportiva. Costumo andar com os meus amigos da Escola antiga, a levantar as rodas da frente e as de trás.

      Gosto de passear pelo país todo: um dos sítios que mais apreciei foi Bragança: fui a uma Festa de Lego: havia imensas casas e cidades feitas por adultos: vendem-se, compram-se, recebem e gastam…

      Gosto muito de estar na minha escola e de estar com as “Ineses” e os meus amigos, como o C, o Z…

     Uma amizade vale toda a vida, porque toda a vida nunca nos vamos esquecer dos nossos colegas de Escola e ainda vamos poder continuar a tê-los.

     Continuaremos muito tempo juntos e até mesmo para o resto da vida!

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Valorizar Amizades Verdadeiras

duas amigas de costas, numa paisagem campestre com os braços erguidos

   Photo by rawpixel on Unsplash

     Muitas vezes as pessoas pensam que têm muito poucos amigos, mas esses amigos valem muito mais do que mil amigos, pois são verdadeiros. 

      Um amigo verdadeiro apoia-nos nos momentos mais difíceis. Um amigo verdadeiro permite que possamos partilhar segredos que não partilhamos com mais ninguém.

      Um verdadeiro amigo faria coisas de que não gostasse só para ser agradável, para agradar o outro: isso é ser um verdadeiro amigo: pôr os outros à nossa frente. Se tiver um amigo assim, deve-se dar por uma pessoa sortuda.

      Alguma vez pensou que poderia nunca ter conhecido esse amigo? Ele é uma prenda que lhe foi dada, pois nós não escolhemos todas as coisas boas que acontecem, elas são um boa coincidência que nos aconteceu. 

      Um amigo não é perfeito, tal como nós também não somos, Saber aceitar os erros uns dos outros, bem como os nossos pontos frágeis, é um dom magnífico que só os verdadeiros amigos desenvolvem.


“Quem encontra um Amigo, encontra um Tesouro”

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Nem Sei o que Admiro mais Nela

3 cavalos a galope

     Photo by Florin-Alin Beudean on Unsplash

     Adoro a minha amiga: ela é muito especial: bonita, carinhosa e muito mais maravilhas .

    O seu cabelo é curto e fino como uma pena, de um lindo tom de castanho. 

    Os seus olhos são de uma castanho muito claro, com uma expressão engraçada. 

     Não sei o que aprecio mais na sua maneira de ser, porque aprecio toda a a sua personalidade tão querida.

     Nós as duas temos um grande defeito: somos muito gulosas: Comemos imenso chocolate, pastilhas e muito mais guloseimas.

     Ela é muito aventureira, engraçada, um pouco medrosa, mas também  corajosa …

     No futuro, ela quer muito montar um cavalo, e ser professora de equitação.

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Livres na Amizade

Rapariga e Rapaz conversando face a face sentados num pórtico

       Flickr.com Atribuição: CC Share Alike 2.0 

      O à vontade é uma sensação incrível. Podermos estar à vontade é muito bom, pois sentimo-nos livres e, poder estar livre com as pessoas de quem mais gostamos, é ótimo: podes ser quem tu  realmente és, sem estar com a preocupação de ouvir comentários destrutivos sobre ti.

      Há quem não se liberte, nem com os amigos mais chegados, porque têm medo que eles não gostem de si. Mas, se não gostam de ti como tu és, é porque não são realmente teus amigos.

      Claro que não és perfeito, porque ninguém é perfeito, cada um tem os seus defeitos. Mas não têm de ter medo de ser quem realmente são. Não mudes a tua maneira de ser para agradar os outros.

      Muitas pessoas dizem que os amigos rapazes são sempre falsos, mas eu acho exatamente o contrário; por vezes, os rapazes são até mais fiéis do que algumas raparigas.

     Ter um melhor amigo rapaz a quem podes contar tudo e confiar é muito bom, pois é importante ver o ponto de vista dos rapazes também.

      Mas ainda há igualmente raparigas muito fiéis; algumas até acabam por se tornar como uma irmã para nós.

      Das qualidades que mais aprecio nos meus amigos são                a sinceridade, o carinho que me dão, o apoio, e muitas outras maneiras de ser que eu admiro.

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O Nosso Grupo é Único e Diferente

5 amigos deitados na relva formando uma estrelaPixaBay Atribuição CC0

      Eu tenho muitos amigos, gosto muito deles todos e acho que eles também gostam de mim.

     Fazemos imensas coisas juntos: partilhamos comida, ideias , até sentimentos.

     Todos fazemos tantas patetices! Quando um de nós é apanhado nunca pode culpar os outros, só se eles admitirem.

     Divertimo-nos imenso! Vamos a casa uns dos outros, damos presentes no Natal…

     E somos imensos! Somos 13 amigos, rapazes e raparigas, todos do 6ºA, que “é o melhor que há”.

      Existem 3 paixonetas, todas muito fofas.

  Adoro-os a todos, se algum se fosse embora, chorava e lamentava…

       O nosso grupo é único e diferente, vamos manter-nos unidos para sempre!

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A Amizade Transbordante

quatro bonequinhas na árvore de NatalPxphere.com Atribuição: CC0 Public Domain

CMUm bom momento deste novo ciclo foi conhecer os novos colegas. São muito divertidos.

BLPara mim foi quando soube que fiquei com a Carolina e com a Lara na mesma Turma. A Carolina é a minha “Best Friend” – estávamos a rezar para ficarmos juntas! E a Lara é uma menina fantástica e uma boa pessoa!

L(Convidada) – O meu melhor momento foi quando fomos à Visita de Estudo e comecei a dar-me  com a Bárbara e a Carolina. Ficamos no mesmo lugar, na camioneta. E comprei-lhes um gelado!

BL – Pois foi! Esquecemo-nos do dinheiro e ela deu-nos!

L (Convidada) – O Natal não é só o Pai Natal e os presentes: é o Nascimento de Jesus Cristo.

BL – Estou muito ansiosa porque sei qual vai ser a prenda do meu irmão Vasco: ele tem o telemóvel todo partido e um vidrinho entrou na câmara. Os Pais vão-lhe comprar um que é um bocado melhor. Eles disseram-lhe que era muito caro e não iam comprar, só para ele não saber. Ele ficou triste, coitado, mas, no Natal vai ser uma surpresa!

L (Convidada) – Vou receber um dispositivo que se põe atrás dos óculos de natação e se carrega com música do computador. Vou comprar na Decathlon com a minha avó.

CM – Este Natal, queria que a minha Família ficasse feliz e que, no Mundo, transbordasse a Amizade.

Conversas na Oficina CM, BL e L convidada

Os Amigos são Parte do Coração

   desenhos de pessoas por detrás de coração multicor

Pixabay CC0

     Há diferentes formas de entender a palavra “Coração”; os sentimentos que nós vivemos: por exemplo, quando vejo uma pessoa que é amiga, que está zangada com a outra, vou ajudá-la.

     Eu psso descobrir o que quero para ser mais “Eu”: ser acompanhada, ser amada, ser amigável.

     Uma das coisas que já me fez feliz, foi quando eu vivia num Condomínio; tinha um monte de amigos que adoravam brincar comigo.

     Mas um dia, tive uma surpresa inesperada, que foi muito triste: quando a minha Avó  me estava a levar para a minha casa nova, nós tínhamos que passar pelo Condomínio onde eu antes vivia. E eu disse à minha Avó: 

    – Avó, nós acabamos de passar pela minha casa!

    E quando a minha Avó parou à frente de uma casa nova, eu disse:

  – Avó, eu ainda não entendi! Era para os meus amigos virem cantar-me os Parabéns!

     E a minha Avó disse-me:

     – Esta é a tua nova casa.

     Só digo que foi triste, porque eu não gostei da casa nova, por ser longe dos meus amigos que sempre foram como parte do meu coração.

CR6a