CAD em Isolamento – Aventura no Deserto

Image by Patricia Alexandre from Pixabay 

     Eles viviam no Deserto e as suas casas eram de palha; eram o Omar e o Zeid.

     Desejavam um sítio melhor para viver e já há anos que o procuravam.

    Até que um dia, encontraram alguém que se chamava Ruby: era uma cachorra esperta, mas não conseguia falar. Ficaram com ela e levaram-na.

     Outro dia, encontraram uma miragem, pois estavam cheios de calor!

    Aí, encontraram um rato do deserto escondido numa toca de areia, mas veio uma tempestade de areia que os fez flutuar até uma floresta cheia de mamíferos.

    Um morcego gigante e carinhoso levou-os até ao Iraque cheio de guerra, mas encontraram  uma Senhora muito simpática que os levou a um sítio muito seguro, sem guerra.

    Ficaram a viver naquele sítio pacífico para sempre.

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CAD Em Isolamento – A Lenda da Espada – III

a lenda da espada

     Imagem: Wikipedia

     Nesse momento, Artur esqueceu-se que receberia as suas memórias se usasse as duas mãos e matou toda a gente em quatro segundos.

     Assim, a discípula do Merlin conseguiu viver.

     Entretanto, um dos seus colegas mais próximos tinha ficado ferido. Foram andando para o esconderijo ao pé dos barcos. O colega que estava ferido ficou ali a descansar. Pediu para levarem o seu filho com eles.

     Quando saíram para entrarem no barco, o seu filho voltou para trás para ajudar o pai, mas o Rei entrou no esconderijo e viu que o colega estava ferido. Nesse momento, o filho entrou também. Então o Rei disse-lhe se não se importava de tirar uma orelha ao que estava ferido.

     O filho, que era inteligente,  sabia que se ele dissesse que se importava, o Rei tirava mesmo a orelha. O Rei avançou e o filho disse para ele parar. Mas o Rei era malvado. Então riu-se e cortou-lhe a orelha.

     Pegou na orelha e perguntou:

    – Onde é que eles vão?

     Mas o homem ferido não respondeu. Então ia massacrar o filho, para ele falar.

    De seguida, o Artur pegou na criança e levou-a para que o Rei não a apanhasse.

    O Rei sabia que não ia conseguir o que queria e então matou o ferido.

    A criança gritou, a dizer:

    – NÃO!

    Foram então para uma ilha pequena. A criança estava muito triste por o Pai ter morrido.

    O Rei Artur também estava triste, mas levantou a cabeça e preparou-se para a Guerra.

   Ele foi treinar e lavar-se.

   Enquanto isso, o Rei pegou na magia e usou-a.

   Nessa magia, falou pela cabeça do Rei Artur a dizer que ele, Rei, estaria na torre do castelo às sete horas da noite.

   Antes disso, tinha estado na sala do trono. Enquanto isso, a criança foi levada e então o Rei disse:

 – Se queres que eu poupe a criança, dá-me a espada e entrega-te.

Reconto Oral de Filme – LB5A

CAD em Isolamento – O Rapto do Dono do Panqueca II

cão e gato

Flickr.com   IgRVV

     O Panqueca foi à delegacia mais próxima e começou a latir para os polícias e a apontar com a cabeça na direção do Armazém.  

    O polícia percebeu que o Panqueca queria dizer algo, o Panqueca começou a correr para o Armazém e o Polícia foi atrás dele.

   Quando o Panqueca e o Polícia chegaram ao Armazém, estava em chamas e dava para ouvir miados fracos que vinham do Armazém 21.

    O Panqueca foi com o Polícia atrás dos miados; quando chegaram a Batatinha desmaiou com a fumaça tóxica. O Polícia chamou os bombeiros e mais reforço.

       Conseguiram salvar a Batatinha e apagaram o incêndio.

     O Panqueca foi às cegas farejar os três meliantes, que estavam a ser comandados pela Milk, e os reforços chegaram!

    Prenderam os três meliantes e a Milk foi para um veterinário. O Dono, que tinha estado amarrado a uma cadeira, foi solto pela Polícia e  foi ao encontro do Panqueca e abraçou-o!

     A Batatinha recuperou-se rapidamente. O Dono regressou à sua Família com o Panqueca.

     Com a colaboração do Panqueca conseguiram encontrar os 3 meliantes, o Dono e a Milk! 

    O Panqueca agradeceu muito a ajuda da Batatinha. O Panqueca entrou para o corpo da Polícia.

    Todos os amigos celebraram o grande final desta Aventura!

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CAD em Isolamento – O Rapto do Dono do Panqueca -I

     cão e gato

Flickr.com   IgRVV

    Um dia, o dono do cão chamado Panqueca, foi roubado por três meliantes, quando passeava no Parque. O primeiro era barbudo e forte, e o segundo era o mais fraco e mais inteligente e o terceiro era mais – ágil e magro.

   Os três meliantes roubaram e sequestraram o dono do Panqueca e pediram uma enorme quantia de dinheiro:  1 trilião de euros!

  Mas a família do dono do Panqueca era bem pobre. Então, o Panqueca foi à procura do dono.

   Tentou pedir ajuda, mas as pessoas não entendem a linguagem nativa do Panqueca que era “cãonês” do Sul.

      O Panqueca teve a ideia de chamar os seus antigos amigos, mas descobriu que cinco dos sete amigos tinham morrido.

   O Coki morreu por overdose de chocolate;   o Caramelo, o mais velho,  morreu com 16 anos de idade, foi por causas naturais;

   A amiga Milk foi abandonada e nunca mais foi vista e a irmã dela, foi numa expedição à procura da sua irmã e nunca mais retornou.

O rato Riki tinha morrido pelos humanos, por causa de uma praga

    A Iguana Jorge tinha sido afetada por um infeção grave (1).

    E a única amiga que restou foi a gata mais corajosa, a  “Batatinha”. Ah, mas nem todos se reuniram…O primeiro foi ao sítio onde aconteceu o sequestro do dono.

     Encontraram uma luva de lã com o mesmo cheiro do primeiro meliante.

    O Panqueca usou o seu grande olfato e foi até um imenso armazém abandonado, onde encontrou os três meliantes à espera do dinheiro!

    Os três meliantes aperceberam-se dos dois. A Batatinha foi confrontá-los a fim de arranjar tempo para o Panqueca pedir ajuda.

(Fim da I Parte)

 (1) – Quando as iguanas mudam de pele, se não trocarem totalmente, os resíduos de pele podem acumular bactérias que vão fazer uma infeção grave que obriga a ser amputada; senão vai consumindo o corpo da Iguana e de outros répteis. 

CAD em Isolamento – ZH6D 

CAD em Isolamento – A Lenda da Espada – II

    a lenda da espada

     Imagem Wikipedia

     Como o Artur era inteligente, sabia que o Rei ia sair do Mar, vindo de barco, naquela altura.

     Assim, ele pediu ao seu melhor atirador para matar o Rei, quando ele saísse do barco.

     O Rei também era inteligente, então pôs uma pessoa para o substituir, enquanto o Rei ficou no barco, à espera.

     O atirador era esperto e reconheceu o senhor, mas lembrou-se que tinha de ajustar contas com ele; então matou-o.

     Depois, claro, houve pânico, os amigos e o Artur saíram duma casa secreta onde estavam escondidos para matar o Rei.

    Quando atiraram uma flecha, saíram a correr, pois os cavaleiros do Rei tinham mais ou menos uma pistola que deitava fumo, e dispararam para o ar, para marcar o sítio de onde o atirador tinha assassinado.

     O Artur sabia que, se usasse as duas mãos na espada, teria um poder imenso, capaz de praticamente estalar os dedos e Camelot desapareceria.

     O Artur, se usasse as duas mãos, lembrar-se-ia de quando o seu Pai tinha morrido.

     Então, enquanto estavam a fugir para ir para o barco, um dos seus colegas levou com uma flecha na barriga e foi mais difícil.

    No momento em que iam saltar o muro para chegar ao esconderijo, o cavaleiro que estava ferido olhou para trás e viu imensos cavaleiros a avançar. Queria que os seus companheiros vivessem,  então sacrificou-se para eles conseguirem sair.

     Eles conseguiram chegar ao esconderijo. Só que o Rei pediu para os cavaleiros seguirem o Artur e os seus colegas.

     A discípula do Merlin também estava aí, a ajudar o Artur.

     Os cavaleiros dispararam um tiro para o ar, para marcar o local e os cavaleiros irem todos para ali.

     Conseguiram abrir a porta, mas toda a gente, basicamente, estava decidida a morrer. O Rei Artur abriu as portas e começou a matar os cavaleiros com a sua Espada.

     Os cavaleiros também retribuíam o favor e começaram a matar os outros.

     O Artur olhou para trás e viu que a discípula do Merlin estava quase a morrer…

(Fim da II Parte)

CAD em Isolamento – Reconto Oral de Filme LB5A

O Autocarro da Aventura

busImage par Peggy und Marco Lachmann-Anke de Pixabay 

    recado do Pedro

   Image par ChrisFiedler de Pixabay 

     Assim, o Pedro saiu da Escola e foi para a paragem de Autocarro. Ficou à espera: esperou 10 minutos, e chegou o Autocarro. Agora, como alguns são grátis, podia sentar-se.

    Algum tempo depois, o Autocarro bateu contra uma árvore.

   O Pedro não sabia onde estava e não tinha telemóvel, por isso perguntou a um Senhor onde estavam. O Senhor não disse nada. Então, o Pedro perguntou a todas as pessoas que tinham vindo com ele, mas ninguém respondeu.

     O Pedro esperou, mas o Autocarro não andava; percebeu que não estava a funcionar e saiu. Começou a chover; o Pedro não sabia o que fazer, por isso rezou uma Ave Maria, numa rua ao lado de um café.

    Foi andando para onde Deus lhe dizia com o sinal de uma pomba. Seguiu a pomba até que chegou ao Lidl.

    O Pedro entrou e perguntou onde era o Cascais Shopping. O Senhor deu-lhe um mapa a dizer onde ficava. O Pedro tinha uma bússola, saiu do Lidl e foi para o Cascais Shopping; então o Pedro reconheceu o caminho de casa e dirigiu-se para lá.

   A meio do caminho estava com fome, mas tinha um suminho e umas bolachas. Quando o Pedro acabou de comer, parou de chover, e disse:

     – Aleluia! Finalmente parou a chuva!

     Pedro continuou o caminho. De repente, um cão mordeu-o na perna e foi-se embora.

      Pedro magoou-se na perna, mas ele já estava habituado porque o seu cão já o tinha arranhado nas pernas; estava a doer-lhe muito, mas, corajosamente, continuou.

    Ao chegar a casa, viu a Mãe a chorar. Pedro chegou, deu um grande abraço à Mãe e disse:

  – Vês, Mãe, como sei andar de Autocarro?

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Um Sonho dentro de uma Fantasia

cama floridaImage par SilviaP_Design de Pixabay 

     Era uma vez uma menina chamada Joana; tinha o cabelo loiro, os olhos verdes e vestia uma saia azul e uma t-shirt com uma boneca estampada.

    Joana  tinha um mapa debaixo da cama. Ela estava a brincar com bonecas e viu uma luz debaixo da cama. Foi ver o que era, mas, de repente, entrou no mapa e caiu.

     Ela não sabia o que estava a acontecer: viu um monstro que estava a chorar, aproximou-se e começaram a falar; depois tornaram-se amigos e, enquanto falavam, iam andando; o monstro explicou-lhe o porquê de estar a chorar.

     A Joana e o monstro foram para a cidade dele: estava toda destruída, porque uns estranhos tinham destruído a cidade para  terem todo o ouro que ali havia.

     Passado uns dias, eles conseguiram construir tudo de novo. A Joana saiu da cidade e subiu a uma montanha, onde  – ela não sabia – mas viviam lá os estranhos.

      Ela gritou e um dos estranhos foi ver o que se passava: viu-a e queria agarrá-la. Enquanto o estranho tentava agarrá-la, alguém disse: 

     – Maria, acorda, senão vais-te atrasar!

       Então ela reparou que tudo aquilo tinha sido um simples sonho.

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A Organização do Olho Secreto

o olho secretoImage par janjf93 de Pixabay 

      Era uma vez uma rapaz chamado João que não fazia nada. 

     Um dia, deitou-se na cama e começou a pensar; enquanto estava assim, viu um olho desenhado na parede.

     – E se eu pudesse fazer uma organização Secreta com este símbolo?

    O João ligou aos amigos a perguntar se era uma boa ideia; eles aceitaram, mas perguntaram o porquê de fazer tal essa organização. Conversaram todos entre si e decidiram que iriam fundá-la para apagar os incêndios. Todos eles fizeram a tatuagem de um olho na perna.

    Passaram nove anos, já estavam mais velhos e, quando repararam, havia cada vez mais incêndios. E porquê? Eles não sabiam; só um elemento do Grupo sabia, porque quem os tinha causado era ele.

    Estava farto da Organização. Usava uma lanterna especial que todos tinham para detetar incêndios. O Sol apontava para o vidro da lanterna e ele provocava o fogo. O João começou a desconfiar dele.

    Numa noite, foi a casa dele e perguntou à Mãe onde ele estava.  – Saiu de casa, foi ter com uns amigos.

   Perguntou então à Mãe se podia entrar no quarto dele para ir buscar um livro. Viu, na secretária, o Mapa onde estavam marcados os locais onde tinha havido incêndios e onde iriam haver.

    Levou o Mapa consigo, ligou aos outros elementos de todo o Grupo a dizer que tinha encontrado quem causava os incêndios. Como viram no Mapa qual o incêndio seguinte, foram lá ter, mas o rapaz não estava.

     Então o João e os amigos voltaram para casa. Na manhã seguinte, todos se juntaram e falaram com ele para sair da Organização. […]

   A Organização do Olho Secreto permaneceu durante anos e anos.

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As Férias Incríveis do Piano Sonhador – I

piano mágicoImage par MasterTux de Pixabay 

     Num mundo misterioso, vivia um piano; pela sua cidade era conhecido como “Piano Sonhador”, pois estava sempre a sonhar com várias ideias, algumas até reais. 

   Um dia, o seu Pai disse-lhe: 

   – Filho, amanhã vamos de Férias.

    Sem saber o que se passava, perguntou-lhe: 

    – Vamos de Férias? Para onde?

    – Para uma casa que aluguei. Fica na praia e tem piscina. Quando soube da notícia, ficou muito feliz e começou logo a fazer as malas.

    No dia seguinte, eles foram de Férias para uma casa lá na sua cidade, quando lá chegaram, começou a explorar e depois foi o jantar. Depois de jantar, o seu Pai mostrou-lhe o quarto…

  Enquanto dormia, sentiu alguma coisa no quarto. Decidiu investigar e encontrou uma Máquina do Tempo.

(Continua)

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O Túnel Secreto

     túnel secreto

     Image par Prettysleepy de Pixabay

     Um túnel secreto é um sítio escondido e muito longo. Este túnel situava-se numa casa cheia de catos e ligava a velha biblioteca a uma outra diensão.

     O homem que construiu uo túnel foi o DT. MRS queria ler um livro sobre “Como ser um bom Presidente”. Então, foi a casa do seu amigo que tinha a velha Biblioteca.

     Dirigiu-se a uma estante com livros sobre animais, e puxou de um livro de capa vermelha da coleção “Rei Leão”. Nesse mesmo momento, a estante abriu-se, deslizou e ele caiu num alçapão e foi parar ao túnel secreto.

     Então passou para outra dimensão, onde as pessoas eram como fantasmas, sem matéria.

    Ali, ele ficou a ajudar o DT a proteger a cidade dos fantasmas que estava em perigo de ser destruída por caçadores-fantasmas. MRS tentou fugir, mas não conseguiu.

     Foi aí o Presidente da cidade que o deixou, pois já tinha cumprido a sua missão, vencendo os caçadores.

     Ele regressou à Biblioteca e pensou que tinha estado a sonhar.

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O Cavalo Corajoso

cavalo castanho pinturaImage par Vinson Tan ( 楊 祖 武 ) de Pixabay 

     Era uma vez um cavalo muito corajoso; chamava-se Erva. Ele vivia num campo, com muitos outros cavalos e era o líder.

  Um dia, estava tudo normal, mas, de repente, uns homens começaram a laçar os cavalos com cordas. Levaram imensos cavalos para os estábulos de uma quinta próxima.

   No dia seguinte, o Erva e mais alguns cavalos tiveram a ideia de os ir salvar; então eles foram, durante noite, silenciosamente, até aos estábulos. 

   Quando entraram, encontraram logo os outros cavalos. Depois, abriram os portões.

   Entretanto, os ladrões de cavalos, na casa da quinta, viram o que estava a acontecer e foram atrás dos cavalos. Estes começaram a fugir a galope seguindo o Erva.

   Quando os cavalos chegaram ao campo, esconderam-se atrás de arbustos e, quando os ladrões passaram, não os viram. Então, seguiram em frente.

   Quando o Erva já não os via, chamou os companheiros; eles saíram dos arbustos e foram ter com a sua manada selvagem que vivia livremente nas encostas das montanhas rochosas. 

CA8A 

Quando o Tempo Para e o Ladrão Rouba

ladrão ao luarImage par mohamed Hassan de Pixabay

     Há 6 anos, em 2014, havia um homem chamado “Batata Italiana”. Então, por ter esse nome, todos gozavam com ele; mas também não era só por isso, era porque ele também era muito desastrado.

     Houve uma vez em que ele estava no Karaté e ia dar o seu maior pontapé, mas não deu balanço suficiente… Então, lá foi ele bater com a cabeça no chão!

    Hoje em dia, esse homem continua a ser desastrado. Só que ele começou a roubar; mas não a uma hora qualquer, nem num lugar qualquer.

     Ele ia sempre roubar à meia-noite, na cidade de Oz. Ora, a cidade de Oz era mágica. Então, à meia-noite, o tempo parava …

anúncio do capítulo 2

MF5B

Aventuras de Onze Amigos – I

    a floresta húmida e sombria

    Image parSasin Tipchai de Pixabay 

     Num belo dia de sol, os onze amigos – Tiago, Martins, Martins 2, Sebastião, Filipe, Duarte, Tomás, Francisco, Laura, Teresa, Miguel – iam para o aeroporto apanhar o avião para dar a volta ao mundo.

     Esta viagem custou ao todo 900.00 euros. Quando os 11 amigos estavam já no avião, o piloto quis ir à casa de banho, mas esqueceu-se de pôr o piloto automático.

    O Tiago teve um pressentimento estranho e foi ver o que se passava com o copiloto. Mas não estava ninguém na cabine. Então gritou:

    – Piloto estúpido!

     Enquanto o avião estava a cair, o Tiago e o Martim continuavam a gritar. Passados uns momentos, o piloto decidiu aterrar na água e todos ficaram traumatizados.

    Quando o Martim e o Tiago souberam desta notícia, como eles estavam histéricos, gritaram:

     – Ooooohhh!

       E desataram a saltar e a sair do avião.

     Na selva onde caíram, havia seres maravilhosos, como por exemplo:

       Um riacho com peixes raros, umas cascatas limpinhas, animais incríveis e outras estranhas criaturas…

     Na selva passeavam animais fabulosos, como, por exemplo, um leão, uma chita, muitos antílopes.

     Os onze amigos ficaram superfelizes por estarem todos juntos na selva.

(Fim da I Parte)

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O Enigma

casa assombradaPixaBay PixaBay License

     Era uma vez dois meninos que se chamavam João e José.

     Um dia, com outros amigos que eram muito malucos, decididram todos ir a uma casa assombrada. 

     Resolveram entrar na cave e encontraram um mapa. Esse mapa mostrava a casa assombrada onde estavam; viram uma cruz no mapa; carregaram na cruz e caíram por um alçapão. Foram dar a um sítio que continha vários enigmas e emboscadas.

     Eles passaram por muitas armadilhas. Viram sereias que os encantavam, cães com 3 cabeças e um feiticeiro mau. Até que já estavam muito cansados e o último enigma era… um Ciclope!

    Demoraram 10 anos para derrotar o Ciclope! Derrotaram-no finalmente e voltaram para casa.

     Os seus pais estavam muito preocupados com eles porque tinham demorado dez anos naquela casa assombrada. Nem os estavam a reconhecer porque eles estavam com barba!

      E viveram barbudos para sempre.

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Os Piratas no Meio do Mar

barco pirata ao poente
          Max Pixel    Atribuição CC0

   O Capitão estava furioso e tão zangado que parecia que ia rebentar. Mas um dos marinheiros disse  o seguinte ao Capitão:

    – Eu vou aquecer a água e vou trazer o chá. 

E o Capitão respondeu:

   – Não, eu quero uma ilh ae tesouros!  E não quero mais nada, nem que digas um pio. Tu só dizes se encontrares uma ilha.

 O      marinheiro encontrou uma ilha, mas não era uma ilha qualquer: a ilha estava nas costas de uma baleia, mas a tripulação e o Capitão pensavam que era uma ilha e que tinha tesouros.

 O marinheiro disse ao Capitão:

  – Encontrei uma ilha com um tesouro que está ali ao fundo!

 E o Capitão disse:

 – Todos a bordo! Parece que vamos pegar a fundo até à ilha. 

  Eles estavam a andar muito, mas muito devagar, até demoraram 10 dias e 9 horas.  Onde estava o barco até à ilha, eram 100 quilómetros. 

   Eles estavam cansados, mas quando…

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