Infinitos Universos…

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     A Felicidade está em termos Amigos e termos Família! Se vivêssemos num mundo perfeito, teríamos sempre 100, nem precisaríamos de ir à escola e teríamos as vacinas do Corona.

     Aqui para nós, o Ministério não precisava de por as aulas até às tantas. o 7º vai começar uma semana depois do 8º. Já passaram duas semanas depois que o 7º já foi para casa…

     Uma regra de vida para orientar a existência, seria: 

Oficina de Escrita

     O que devo fazer: tenho de ir à Escola e tenho de comer para sobreviver; o que gostava de fazer: gostava de comer porque sabe bem; por exemplo, hamburguer, pizza e sushi; o que quero ainda fazer: jogar videojogos, comer nas aulas, poder sair da escola nos recreios, ver a série do Loky da Marvel; o Loky é o deus da mentira, das ilusões, ele engana.

     Admiro o meu Pai; é inteligente como um relâmpago. Sabe quantas negas apanhou durante a vida dele? Apanhou uma nega! É forte e ensina bem. Quando fazemos algo mal, ensina-nos da pior maneira possível, e, às vezes resulta, como por exemplo: não podemos ir para casa sozinhos sem avisar.

      Consigo imaginar uma coisa impossível: ter poderes! Todos, mesmo: voar, lançar fogo, conseguir destruir o Universo com o dedo mindinho! O poder ABSOLUTO! Poder sobre o “Multiverso” – que são infinitos Universos paralelos uns aos outros e sobre o “Omniverso” – que são infinitos Multiversos paralelos uns aos outros!

Conversas na Oficina – Aluno Anónimo

“Caminhos de Encontro”

Cadescrita.org

     Sob o signo da Fraternidade se estreia o novo Ano Letivo para a nossa Comunidade.

   O primeiro pórtico que transpomos pretende abrir para  caminhos incomuns, sob a aparente banalidade da sua qualificação: com efeito, estes caminhos que podem abrir-se para nós, são todos “de encontro”, o que nos pode parecer familiar, e onde nos sentimos com alguma competência, pela experiência acumulada de partilha viva.

    Mas que “caminhos” são estes? E a que “encontro” nos conduzem?

     Estes “caminhos” são livres, isto é, podemos não seguir por eles; só se tornam acessíveis se os quisermos seguir; de outro modo permanecem ocultos no  entrançado dos labirintos quotidianos em que nos cruzamos constantemente sem nos ver, e que, afinal, não são “caminhos” e onde, afinal, não acontece “encontro”.

     Estes “caminhos” são múltiplos, isto é, variados, diferentes, plurais. Vias distintas por onde circulam companheiros de viagem, mas todos irmanados na viagem comum. 

     Ah, dissemos “companheiros”. Aqui, sim, o “encontro”: a presença irrecusável dos outros que povoam estes  caminhos prometidos, a transbordar de movimento e vida, de desafio e encanto.

    Encontro único de “Fraternidade” através de caminhos multiplicados: o capítulo sétimo da Carta do Papa fala da “formação de uma sociedade” inteiramente “nova”; afirma que “o valor de estarmos juntos” como pessoas “é superior” a qualquer outro laço humano; que “os processos da paz” são o somatório de pequenas “transformações artesanais” que cada pessoa improvisa no seu quotidiano; e ainda que, quando “se trata de recomeçar”, tem de ser sempre “a partir dos últimos”.

    Cada um de nós está, assim, confiado às surpresas inventivas da boa-vontade dos outros; cada um de nós fica, deste modo, desafiado a criar iniciativas de transformação ou a corresponder com uma retribuição inesperada, numa troca de atos de bondade e de coragem, todos eles “artesanais”.

     Tais pequenos atos generosos e atrevidos, que passam pela lentidão da escuta, da firmeza paciente do diálogo,  que geram o sentido da pertença mútua e nos surpreendem no seu alcance poderoso para desarmar inimizades,  serão os que a nossa fraterna fantasia imaginar e que o nosso  incansável  palmilhar de “caminhos” há-de tornar reais.

OE – Partilha de Inspirações  

As Cores Verdes do Mundo

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Até agora, quem teve mais influência na tua vida?

    A minha Mãe e o meu Pai, desde que nasci. Se às vezes estou mal, ou se tive um dia horrível na Escola, os meus Pais ajudam-me imenso.

Quais os 3 Valores que escolhes para transmitir à próxima Geração?

    Escolho Coragem, Paciência e Otimismo.

Podes inventar uma “Regra de Vida” que te oriente?

    “Sê Saudável e que Nada te aconteça de mal.”

Se o mundo Fosse Perfeito…

   Não haveria doenças nem guerras e o Mundo estaria de Cores Verdes.

O que torna a Vida digna de ser vivida?

    Sermos felizes e combatermos as nossas dificuldades. As pessoas às vezes, pensam negativo, mas depois acontece uma coisa positiva e as pessoas sentem Alegria.

Um momento Único do 5º Ano

Acabaram os Testes!

2 Sugestões para a Escola ser um lugar de mais Liberdade e Vida

    Acho que a Escola está perfeita. O que é preciso é os Alunos mal comportados serem mais bem comportados.

Projetos Ousados para o Verão

     Os avós ajudam a fazer a viagem de sonho dos meus Pais. Fiz tudo para que isso acontecesse, como um agradecimento, por tudo o que têm feito até agora!

Outro “Obrigado”

     Obrigada aos Amigos que me ajudaram quando eu estava em sarilhos na Escola!

O Que é a Felicidade?

     É o que nos deixa fazer tudo o que nós gostamos: divertir-nos, deixar-nos VIVER!

Educação Positiva – Conversas na Oficina – SR5A

Decrescimento: A Opção por “Desviar o Destino” – III

   

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   Terminamos aqui a partilha de apontamentos sobre a nossa iniciação ao conceito de “Decrescimento, a qual irá, certamente, dar o seu fruto, ao longo do novo Ano Letivo, no CAD. 

    Surge “uma nova ideia de Desenvolvimento”, o crescimento do Produto Interno Bruto a todo o custo perde o seu significado, mas torna-se essencial que as atividades humanas nutram e protejam a Natureza ao invés de delapidar os seus recursos finitos.

   Segundo os relatórios Altri […] os países da Europa são “responsáveis por 71% das impurezas dos Combustíveis fósseis”, dado que estes representam 71% da nossa energia bruta.

    Os especialistas sabiam “que a temperatura ia aumentar, mas, ao mesmo tempo, adiavam o momento de avisar que a redução no uso dos combustíveis era inevitável”.

    Porquê este adiamento? Segundo o Economista Gael Giraud, os 11 maiores bancos do mundo têm os seus fundos de investimento comprometidos na exploração dos combustíveis fósseis e podem implodir se a retirada for súbita.

     Entretanto, surgem formas mais humanas de conduzir a vida das sociedades: a Helena sublinhou que “em 16º lugar no Happiness Report 2021, a Costa Rica apresenta “A maior reserva ecológica”; há mais de 70 anos que “tomaram a decisão de não investir dinheiro público em armas: eis um País com a coragem de não ter um exército.”

  No entanto, uma Colega partilhou que, num Projeto “com um colega do Brasil que trabalha em Geologia e Biologia pré-Universitárias, os alunos diziam que não iam deixar a Fast Food e os Shoppings. O motivo seria: a dimensão é tão grande que não vale a pena sair do conforto da nossa consciência.”

    Assim, reconhecemos que “as poucas coisas que fazemos nas aulas de Cidadania não estão alinhadas com a mensagem da Cultura Geral que as Escolas refletem. Como ter uma vida boa?”

   Como mudar a cultura? Será preciso “Abrir espaços em que as lógicas sejam diferentes, em que se vivencie a comunidade, o serviço mútuo.”

    Recentemente, experimentamos alterações significativas no nosso modo de consumir: “Por exemplo, durante os confinamentos, as pessoas começaram a explorar as redondezas.” “Descobrem que pode haver outras coisas que sejam mais apelativas” que os bens materiais imediatos.

    Ana Poças, a jovem doutoranda, a especializar-se em “Consumo Sustentável”, partilhou entaõ as suas sugestões de boas práticas; a elas acrescentamos uma constatação que mostra a mudança de mentalidade partindo do próprio mundo das empresas e ainda algumas propostas, na linha da transição ecológica, do economista Gael Giraud:

1 – “Para as empresas: mudar o que for preciso para que o objetivo final da empresa já não seja o lucro.”

   Segundo o relatório Business Roundtable Report 2021– “Os Americanos merecem uma economia que permita a cada pessoa ter sucesso através de trabalho exigente e criativo, bem como a viver uma vida com significado e dignidade”, de tal modo que o objetivo de alcançar lucro a todo o custo já não tem qualquer exclusividade.

2 – Para as Instituições que compram materiais: “Reutilizar e não seguir as regras-padrão”; fabricar para a durabilidade; relocalizar as empresas e reindustrializar os países do Ocidente.

3 – Para as comunidades: procurar “Recursos Ocultos”.

   Aqui Ana Poças partilhou a descoberta que fez “um Grupo de Artistas na Holanda, que têm em vista a redução da pegada carbónica”; visitando uma Universidade, viram que, no Campus, vivia um rebanho de ovelhas. Souberam que a lã era exportada para a China, com o fim de se fabricarem feltros baratos.

    “Então, o Grupo de Artistas desviou o destino da lã;  fizeram um Projeto com os Alunos: trabalharam a lã e descobriram que, entre outras aplicações locais, podiam sintetizar Vitamina D da própria lã.” 

     “Desviar o destino” é como um apelo da realidade que muitos já escutam e se apressam a pôr em prática, recriando o seu quotidiano, reinventando no nosso hoje a vocação originária de viver em comunidades criativas – sejam elas urbanas ou rurais – no cuidado da Terra que as sustenta. 

(Apontamentos da sessão Zoom da Cátedra Geral da Unesco para a Paz Global e Sustentável a 28/07 de 2021)

Bibliografia: L’Économie à Venir– Gael Giraud e Felwine Sarr   

Só o Comum salva a modernidade

Gael Giraud, il futuro deve essere low tech

https://ideas4development.org/en/growth-is-no-longer-a-panacea/

https://usbeketrica.com/fr

 Institut Momentum

https://www.decrescimento.pt/

Degrouth 2021

La maison commune de la décroissance

Ideias como Pipocas Quentes

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Um Bom Momento

 Quando o Francisco foi contra a porta!

Desejo para o Verão

Ir à montanha de água no Acqua Show!

Para uma Escola mais Viva

Haver Tiroleses na Escola.

Alguém que Admiro

O meu primo mais novo, porque ele tem uma doença, tem muita dificuldade em fazer amigos e tenta.

Ele vive a vida como se fosse uma brincadeira que tem de se aproveitar.

Valores a Transmitir à  próxima Geração

Ser Amigo, ter sentido de Humor e ser Querido

Sugestões para a Associação de Estudantes

Podia-se comer Hamburgueres sem pagar e comer bolo ao pequeno almoço.

Conversas Telegráficas na Oficina – Anónimo do 5ºAno

Desejos ao Desafio

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       A Nossa Escola Podia:

      • Em vez dos cadernos CAD, vender bolinhos e chocolates CAD;
      • Oferecer atividades de graça;
      • Permitir cartões de saída com licença para todos irem ao jardim;
      • Expor a Escola em miniatura do tamanho desta mesa;
      • O espaço, cá fora, podia estar cheio de mesinhas para almoçarmos ao ar livre.
      • Podia-se anexar a Escola a Faculdades: assim ninguém se queria ir embora!
      • Poderia não haver farda para os mais novos;
      • Até se podia criar uma pequena praia;
      • Todos os materiais e a mochila serem oferecidos grátis;
      • Podíamos aprender de noite, com um “chipezinho” para brincar o dia inteiro!
      • Podia haver uma Pizzaria CAD;
      • Um bar sempre aberto;
      • Uma piscina de ondas;
      • Uma discoteca!
      • Podíamos ter mais Segurança, não haver mais “bips” obrigatórios e a “milha” também ser voluntária!

Conversas na Oficina – MC5C e VL5C

Reinventando a Escola

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Sugestões para uma Escola Fantástica: 

      • Criar um elevador só para crianças.
      • Instalar câmaras nas salas e na bibilioteca para se saber o que está a acontecer. Por exemplo, se alguém empurrar alguém ou tentar roubar algo.
      • Arranjar um sítio no Parque dos Pequenos onde possam jogar Basket. 
      • Dois dias por semana ter um tempo limitado de telemóvel. 
      • Nos almoços, haver verdadeiramente distanciamento social.
      • Estamos a compor uma música sobre igualdade e inclusão. Há pessoas que não se sentem seguras cá na Escola, pois há pessoas que fazem troça delas, ou por gostarem de rapazes ou raparigas, ou por terem nomes que se podem associar a palavras desagradáveis.
      • Fizemos 6m e 40 segundos na Milha. Os Alunos que saem cansados da Milha deviam ter um local com bombas de asma virgens para quem precisasse. Estar uma pessoa que perceba de asma, sentada, disponível, no canto das raquettes, o mais pequeno.
      • Pode haver uma aula em que se façam jogos sobre os conteúdos de estudo.
      • Deviam intercalar-se aulas teóricas com aulas para a vida: Defesa, Culinária, Costura, Relações Humanas… Há pessoas que querem ser polícias (como eu) ou cozinheiros e, assim, começavam já as suas carreiras aqui na Escola.
      • Devia haver uma aula em que os Professores ensinassem o que se deveria fazer em situações de terramoto, tsunami, ou apocalipse zoombie.
      • Devia haver mais tempo de intervalo: 5m não dá para comer, para brincar, para ir à casa de banho. “Tortura Para Crianças” não devia haver, até para os Professores pouparem o trabalho de os corrigir. Assim teríamos tempo de ver as nossas séries na Netflix como “Walking Deads”, Tic Toc, Youtube, “A Saga” de Filipe Neto, ou simplesmente Desenhar…

Conversas na Oficina – MF6B e LS6B

Amigos em Despedida

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Verão Aventuroso: Desejo e Recordação

DB – Gostava de ir ao Algarve, que o Covid acabasse, de ir à praia, ir até Espanha – é perto, posso ir com a minha Avó.

MP – Eu gostava de jogar Fortnite e de ir à praia do Guincho. No Algarve tive um problema: saltei numa onde em que me enrolei e saí da água quase desmaiado. 

DB – E eu estava a fazer Surf e caí. A prancha voou para cima e quando eu vim ao de cima, levei com a prancha na cabeça.

Para uma Escola mais Viva

DB – Alguns Colegas devem ter mais respeito por todos.

MP – Em relação ao Covid, eles tiram as máscaras e não nos ouvem. ” – Cala-te! Queres que eu morra?” – Dizem que não conseguem respirar.

Momentos Únicos no 5º Ano

MP – Os recreios e as aulas de EF são os melhores momentos! No recreio, posso brincar com os meus Amigos, posso fazer novos Amigos, podemos jogar aos jogos de que gostamos…

DB – Podemos andar por todo o lado do Colégio!

Pessoas Felizes

DB As Pessoas são felizes quando são respeitadas. Também termos uma Casa, Amigos e Família.

MP – As Pessoas são felizes mostrando respeito pelo que são, a mostrar o seu valor, a amar os que amam ele próprio.

Valores a Transmitir à próxima Geração

DB – Ter Carácter, Coragem e Solidariedade.

MP – Coragem, mostrar a eles o que é o Amor, o que são os Amigos, ensinar como se fazem as coisas, como se derrubam todos os “Trinturantes”  – os malvados.

Conversas na Oficina – DB5A e MP5A

Desafios da Alegria

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     Quando tenho uma aula ou lição de Equitação, sinto-me feliz. Sinto alegria, motivação, entusiasmo. Quando estamos felizes, até inventamos novos desafios.

   Admiro muito a L. D. Admiro esta pessoa porque ela salta um metro e sessenta a cavalo; tem cavalos muito bons e muito amor.

   Há pessoas que montam a cavalo sem Toc e um dia podem cair e aprendem a lição que se deve estar sempre com Toc.

   A minha Mãe transmitiu-me o amor pelos cavalos. Um dia, gostaria que os meus filhos montassem a cavalo, e, talvez, que jogassem futebol;  gostaria de transmitir-lhes a coragem, ter muitos amigos. É preciso ter amigos. Por isso, se calhar, é que somos diferentes.

     Os momentos únicos do meu 5º ano foram os furos entre as aulas! Só tive dois: a Inglês, que a Professora teve de ir ao médico, e a Cidadania.

    Este verão gostava de ir à praia “Verde”, no Algarve, para mergulhar nas ondas e ir jogar ténis em Vila Real de Sto António. Claro, também vou montar a cavalo, na Charneca, com o XS.

    Na Escola de Arte Equestre, os cavalos, nas boxes, têm tranças nas crinas, estão todos limpinhos a cheirar bem, tratam muito bem dos cavalos.

Conversas na Oficina – Verão 2021 – JM5A

Ensinar a VIDA

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Dois “Obrigadas” a pessoas que contribuíram para o encanto e a força desta Ano Letivo.

MB – No fundo, eu diria “Obrigada” a todas as pessoas que me rodeiam, quer dizer… quase todas, mas acho que até mesmo todas, porque  eu aprendo todos os dias um bocadinho com elas.

    Os professores ensinam mais coisas para a vida, ensinam-nas mais do que matérias. Por exemplo, contam alguns acontecimentos da vida deles, em que, para mim, são os momentos em que estou mais concentrada; contam-nos acontecimentos que viveram, como reagiram…

  O Prof A. está sempre a relacionar as matérias com  coisas da vida, ensinou-me a pensar de uma maneira mais filosófica.

   Por exemplo, ele diz: ” – Eu venho de comboio, de autocarro…” de mil e um transportes que possam existir ele vem; eu não começaria a andar de transportes, mas o professor mostrou indiretamente que eu poderia ter a liberdade dentro dos transportes.

   Ele  vai e consegue sempre sentir-se livre, então, eu  já não tenho mais esse preconceito; eu odiava andar de autocarro público, mas se calhar, agora  vejo que andar de autocarro pode mostrar uma maneira de ser mais autónoma e eu já andaria. 

    A Miss S. ajuda-me imenso, é a melhor professora que já tive; eu amo inglês, mas a Miss S não desiste de mim, não é aquela professora  que diz “tens dificuldades, ficas por aqui”, não,  posso sempre melhorar; a professora fala e eu percebo tudo o que a professora diz;  ela fala de tecnologia, da vida, da adolescência: eu comecei a aproveitar mais a vida! 

    O ano passado perdia mais tempo, do nono para o décimo passei uma parte do verão a ver net flix, mas eu percebi, graças a esse tema, que não aproveitei demasiadamente o Verão.

    Os professores ensinam mais a Vida do que matérias: com eles aprendi a organizar a minha vida e a aproveitar cada momento; e graças à Miss S. não vou passar já aquela quantidade de tempo em que eu podia ter combinado para estar com mais amigos.

Conversas na Oficina – MB10

Ao Sabor da Conversa…II

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LR – Uma Sugestão para a Escola ser mais viva, seria fazer desenhos livres nas Artes.

FV – A Escola pode pôr o que as crianças gostam: ter menos peso na mochila e um Tablet com Educação Visual e Internet.

LR – Ou pôr tudo num livro. Antes tínhamos de trazer muita coisa.

LR – Um momento único para mim foi quando estive com alguém amigo, a conversar nas mesas amarelas, na terça feira passada. 

FV – Eu gostaria de aprender melhor a desenhar à vista. Enquanto estava em casa, no confinamento e não tinha nada para fazer, então pus-me a desenhar…

LREu pegava num vídeo, escolhia uma imagem, pausava o vídeo e desenhava essa imagem. Tinha um livro só disso.

FV – Gosto mais de desenhar de imaginação e não à vista. Nunca fizemos desenho livre, lá em Artes.

LR – Os meus projetos para o Verão são ir à praia; o Estoril é perto da minha casa; divertir-me com a minha Família. Também quero aprender a cozinhar. Fico cansada quando estou a caminhar.

FV – Eu quero treinar mais o desenho e a corrida. Ir à praia da Adraga fazer Bodyboard com o meu Pai. Eu também gosto de cozinhar.

LR – Fico cansada quando estou a caminhar.

FV – L., tens que vir caminhar comigo. Com o meu Pai, subimos e descemos a Arriba!

Conversas na OficinaLR5B e FV5B

Ao Sabor da Conversa…

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LR – Vi na netflix um vírus que infetava as pessoas e, se tivessem filhos, eram metade animais, metade seres humanos.

FV – A propósito dos Habitats, isto são conhecimentos que o meu Pai me transmitiu. Como viverias se fosses outra pessoa?

LR – Não sabia quem era a pessoa. Depende das circunstâncias. Seria mais agressiva. Faria o que os rapazes fazem. Não gosto de bolas. 

FV – Se eu fosse outra pessoa, teria melhores condições de vida.

LR – Se pudesses ser um animal, qual serias?

FV – Seria um camaleão, se viessem os predadores, eu camuflava-me. Ou seria um pássaro migratório para ver as paisagens de todo o mundo.

LR – Adoro ver aquelas coisas na rua, tipo cartoons, nos grafitis, com muitas cores, um desenho abstrato, mas com muitas cores. Eu desenhava um grafiti, onde escondia uma mensagem, para as pessoas poderem encontrar um tesouro.

FV – Eu fazia um desenho com uma mensagem lá dentro; desenhava  o símbolo da Paz e escrevia uma frase: 

“Paz no mundo inteiro” 

FV – Se fosses um animal, que animal serias?

LR – Uma coruja…mas há muitos animais que gostaria de ser. Posso voar, acordo à noite e durmo de dia, algo de diferente… As pessoas que vêem o mundo de outra forma, são assim;  as corujas têm ar de mistério, de sabedoria, têm olhos grandes, parece que são muito sábias.

OE – A coruja é precisamente o animal que simboliza o curso de Filosofia. Ela abre os olhos à noite, isto é, tem a sua reflexão garantida para depois da ação.

LR – Eu fazia Filosofia muito bem. Penso assim quando está muito tranquilo: algo de mal está para a contecer, tens que estar sempre alerta.

FV – O meu Pai tirou um curso “Liberta a tua Mente”. O Pai, nesse curso, ensinou-me coisas que só ele e o professor dele é que sabiam, para ver o mundo de outra forma. Depois fez outro curso em que põe as mãos num ponto dorido do corpo, o calor vai descendo e tira as dores.

LR – É uma Meditação. O meu Pai diz para eu fazer respiração devagar, mas eu não gosto de ficar quieta, gosto de ter ideias. Não consigo fazer o “Bip” muito bem. Isto foi quando eu estava estressada, para a minha idade.

FV – Quando vou para casa dos meus Avós, fico até tarde com eles; tomo um medicamento “metinib” para um problema que tenho: “fibromatose”.

LR – Tenho ascendência indígena. O meu Pai viveu em França.

FV – Eu tenho costelas canadianas, o meu Pai deu-se muito bem com o Inglês.

LR – O meu Pai é bom a Inglês e a Tic.

FV – Ver o mundo de outra forma: o meu Pai ensina coisas boas, às vezes, em casa, faz coisas malucas.

Conversas na Oficina – LR5B e FV5B

“Uma Visão Outra do Mundo”

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O que torna as pessoas Felizes?

FV – O que torna as pessoas felizes é fazerem o que gostam.

L. R. – A Família e os Amigos tornam as pessoas Felizes.

Quem nos influencia? Como?

F.V. –  Quem mais me influencia é a minha Mãe e o meu Pai. Transmitem-me, conhecimentos de massagens, como se tratam as águas que vão para os rios, a ser educado, a ter um visão outra do mundo. Como estou a aprender música, todas as noites tenho uma pulsação: binário, ternário e quaternário. 

L.R. – Quem mais me influenciou foi a minha Mãe. Transmite-me inteligência, conhecimentos que eu não tinha, ser educada, paciente…

3 Valores a Transmitir aos Futuros Filhos

F.V. – Nunca desistir das coisas, ver como é o mundo por fora, ter conhecimentos, ser criativo.

L.R. – Ser criativo, ajudar os outros, ser amoroso.

Se vivêssemos num mundo perfeito…

LR As pessoas não seriam racistas, não poluiriam o planeta.

FV – As pessoas não seriam mal educadas, quando temos alguma doença pelo mundo, no habitat de todos os animais e nos nossos: estes conhecimentos todos são do meu Pai.

Conversas na Oficina – Educação Positiva – LR5B e FV5B

Felicidade e Admiração

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      C.R. Estar com os Amigos e com a Família faz-me sentir feliz e viva. Quando estou feliz sinto Paz, Saúde…sinto-me forte. Fico com energia, força e isso faz-me ser uma boa pessoa.

    V.G. – O que me torna feliz é montar, estar com os amigos, estar com o meu cão. Quando estou feliz sinto nervos,  entusiasmo e energia. 

    C.R.  – Admiro muito a minha Mãe. Ela conseguiu ter 5 Filhos, com dor e muito mais. Só que ela não desistiu. Mesmo quando ela está zangada ainda faz comidas ótimas e tudo o que ela faz, ela faz no seu máximo!

    V.G. – Admiro a minha Irmã, porque ela é esperta, tem muitos amigos e, principalmente, ensina-me muito. É muito Amiga e uma ótima Irmã.

C. R. – Aos meus filhos, quero passar-lhes um bom futuro, uma Boa vida, Amor, Força e Paz.

Educação Positiva – VG5B e CR5B

Consumo: o Efeito de “Passadeira Rolante”

Image par Gerd Altmann de Pixabay 

II

   Antes de escutarmos as sugestões que apontam as vias concretas de acesso às Alternativas desafiadoras escondidas no conceito de “Decrescimento”, cada um dos elementos do Grupo pôde deixar também o testemunho  do seu contributo para uma vivência comum mais responsável, mais cuidadora e mais compassiva, para além do horizonte estreito de uma “Cidadania” simplesmente correta.    

   Seguiu-se uma saborosa partilha, colorindo-se as sugestões com histórias de vida, nas quais se vem concretizando um consumo sensato e sóbrio, dentro do contexto real que ainda é o nosso.

    Como exemplo, para a Olga, trata-se de partilhar algo sempre que há uma nova aquisição e de conter o teor da oferta no âmbito do que é necessário: “damos os brinquedos; ao recebermos uma coisa nova, oferecemos uma antiga”; e os próximos “presentes” vão ser um cabaz de “coisas úteis”.

    Na mesma linha de sobriedade respeitadora dos outros e do ambiente, também a Ana insistiu sempre em levar “o carrinho velhinho pelas tournées na Península Ibérica em espetáculos musicais.”

   Além desta preocupação de equilíbrio no orçamento doméstico, reconhecemos também que “a pandemia, os confinamentos e as restrições de circulação nos trouxeram oportunidades de descobrir o que nos é essencial, materialmente.”

   “As pessoas têm dinheiro à ordem como nunca tiveram.  Ter de ficar em casa fez-nos perceber que podemos só comprar aquilo de que verdadeiramente precisamos.”

   Mas a Ana Poças veio recordar-nos que “é preciso levantar questões para além do nível em que pode evoluir um consumo individual consciente”,  pois “há ainda o consumo como produto de um sistema capitalista: que questões estruturais, por detrás, teremos de modificar?”

    A Prof Helena esclareceu-nos sobre o impacto da corrida ilimitada à aquisição de bens não essenciais: “Nas áreas do Bem-Estar, descobre-se que as pessoas mais materialistas são mais infelizes. Adaptamo-nos muito depressa ao que adquirimos de material: faz-nos o efeito de uma passadeira rolante.”

   E não apenas “os objetos sonhados dão um bem-estar transitório”, como ainda “a comparação social é detrimental para o nosso bem estar. O acesso aos bens é muito visível pelas redes sociais: mais um fator limitativo do bem-estar. Ao comparar, fazemos a experiência de andarmos na passadeira rolante.”

   Existe, assim, toda uma aprendizagem de um estilo de vida, afinal mais fiel ao humano, a fazer, e que a Prof Helena caracterizou: 

“Trata-se de preenchermos necessidades reais, não materiais: sentido de Comunidade, Autoestima, Alegria, Amor – uma Sociedade que encontra formas não materiais para saciar estas necessidades reais que identificou.”

“Estamos perante uma nova ideia de Desenvolvimento, há que pensar em outros termos estruturais.”

 Assim, podemos deixar-nos surpreender com o poder  transformador das investigações da  Psicologia Positiva, no sentido de ajudar a discernir os fins últimos que uma Economia humanizada deve servir: 

     “Um estudo a nível mundial hierarquizou a felicidade. Um Tink Tank do Reino Unido criou um índice novo que inclui a pegada ecológica; aí, a Costa Rica passa a ser o país com maior Bem Estar e Felicidade.”

Fim da II Parte

(Apontamentos da sessão Zoom da Cátedra Geral da Unesco para a Paz Global e Sustentável a 28/07 de 2021)

Celebrando Alegrias

Image par Susan Cipriano de Pixabay

Férias em Projeto

    MF –  Vou  ter o meu verão no Algarve, por isso vou andar de sofá! Estou a ver se consigo ir às Caraíbas ver os tubarões. 

    E ainda vem o meu aniversário no dia 2 de Agosto!

    Gostava de receber barro para moldar e pintar em casa…

   SS – Vou ficar na casa dos meus Avós o verão inteiro, na Roménia. É uma cidade com poucas pessoas e a minha Avó leva-me ao Aquapark.

M Convidado – Infelizmente, durante Julho e Agosto não vou poder ir à Equitação, que é a minha Paixão. Mas vou visitar o centro e o interior de Portugal. Na primeira semana de Setembro, vou para o Algarve, com os meus Avós. 

 Momentos Especiais

MF – Quando fui dormir 4 dias a casa da T. Fomos à Lagoa Azul e ficávamos acordadas até muito tarde, sempre a conversar!

Adorei o Confinamento: ganhei um Pastor-Alemão Bebé!

Já tem 8 meses e já tem 40kg…

SS – Quando a minha melhor Amiga foia minha casa passar o fim de semana. Estivemos no Condomínio todo a jogar “Among Us”, mas na vida real. O Martim calhava sempre como “Impostor”.

M Convidado –  Durante o Confinamento, que durou uns meses, fui a casa de uma amiga e fiquei lá a dormir. Jogávamos “Among Us” e calhava-me sempre o “Impostor.

 Oficina ao Ar LivreMA6A, SS6A M6A-Convidado

Introduzindo o Conceito de “Decrescimento”

Image par Gerd Altmann de Pixabay 

I

     A 26 de Julho,  a nossa Professora de Educação Positiva Helena Marujo, em conjunto com Ana Serrão,  investigadora em diversas áreas da Psicologia Positiva e responsável pela Cátedra da Unesco em Portugal, tiveram a gentileza de nos convidar para um Zoom patrocinado pela “Cátedra da Unesco para a Paz Global e Desenvolvimento Sustentável”, onde uma jovem doutoranda, Ana Poças Ribeiro, tinha sido convidada para nos falar sobre o atraente e enigmático conceito de “Decrescimento”.

    Este convite, que o Grupo de Educação Positiva aceitou com entusiasmo, não foi fortuito, mas, segundo a própria Prof. Helena, obedece a todo um projeto de “criar sinergias entre “Educação Positiva”, “Felicidade e Bem-Estar”, “Sustentabilidade e Paz Global”, todos eles viveiros de ideias e ações que se entrefecundam  e onde germinam os “Projetos de novos Modelos Económicos”.

    Ana Poças introduziu este conceito central como “um modelo a olhar e a atender, porque os nossos recursos são limitados. Nem sempre é o inverso do crescimento, mas também não é o não crescimento.”

    Convidando-nos a inscrever-nos no site Decrescimento.pt apresentou a metáfora que nos aproxima do conceito: “Um rio que transbordou e que regressa à sua forma original.”

wikiwand.pt Sustentabilidade

   No Diagrama que revela a área crítica de interseção entre Economia, Sociedade e Ambiente torna-se manifesta a centralidade e a urgência que afetam este tema delicado.

   Segundo Ana Poças, O Conceito de “Decrescimento inclui uma crítica do Crescimento, a oferta de Alternativas ao Consumo, formas criativas de Reduzir o Consumo e “Agência”, isto é, o que podemos fazer de concreto, individualmente, em Instituições e em comunidades.

    Ilustrou o caráter urgente da situação vivida por todos nós com uma imagem sobre a Crise Climática: como tem subido a temperatura desde 1850 a 2017.

  Em seguida recordou a extensão da Crise Ecológica: “Estamos no início da 6ª extinção em massa das espécies; 90% dos Peixes estão em perigo; em 2050 haverá mais plástico do que peixes.”

    “Os combustíveis fósseis formaram-se por processos naturais ao longo de milhões de anos; agora queimamo-los em poucas centenas de anos.”

     “Segundo o Acordo de Paris, em 2018, para limitar a 1,5º o aumento de temperatura, será preciso cortar quase completamente com os combustíveis fósseis”, apesar da dificuldade que representa o compromisso dos bancos mundiais, com seus investimentos profundos neste campo minado, ao mesmo tempo que tentam acelerar o investimento em energias alternativas.

By Thomasjam – This image is created based on free data from The World BankPreviously published: Not published elsewhere, CC0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=51473752

   E “Embora desde os anos 80 tenhamos essa noção, continua a aumentar o uso de carvão e de petróleo. Quem gasta mais? EU e US – gastam mais de 60%; a Ásia também gasta muito; a África – gasta muito pouco.”

   “1% das pessoas causa metade dos gases dos voos. 80% da População nunca andou de avião.”

  Os mais ricos são os mais poluidores: “há que mudar Estilos de Vida” – eis um dos conceitos centrais em torno de “O Decrescimento”.

    Também segundo esta abordagem da realidade que nós, seres humanos, criámos, o ideal de um “Crescimento perpétuo é um Erro”, pois “quanto mais aumenta o PIB, mais aumentam os materiais gastos; quanto mais aumenta o PIB, mais aumenta a hiper-competição e o individualismo.” 

    Ora, podemos hoje constatar cientificamente, através dos estudos lançados a nível mundial pela Psicologia Positiva, que “estes aumentos não são acompanhado por melhoria do Bem Estar da vida humana.”

   “Os 2153 bilionários do mundo possuem mais riqueza que 4,6 biliões ou 60% da População mundial.”

   Apesar desta extraordinária desigualdade de distribuição de recursos, a “Recessão” não é o “Decrescimento”; estamos como numa “bicicleta que não pode parar”.

    “Se reduzirmos o consumo, não podemos aumentar o PIB, no entanto há países onde o PIB per capita é inferior aos dos EUA,  mas com maior Esperança de Vida.”

   Assim, “O que está no cerne das crises é o Sistema Económico.”O Decrescimento” pretende diminuir “a produção e o consumo e, ao mesmo tempo, melhorar a qualidade de vida“.

     Estamos, pois, perante uma tríplice e incontornável ligação: “DemocratizaçãoSustentabilidade EcológicaRedistribuição e Solidariedade“.

     Veremos, na II parte, como encontrar as vias concretas de acesso às Alternativas desafiadoras que a hipótese plausível e fundamentada do “Decrescimento”, aqui representada na intervenção da Ana Poças, nos propõe.

Bibliografia indicada:

Donella Meadows – “Os Limites do Crescimento”

Limites ao Crescimento, Porque não?”

Fim da I Parte

Rumo à Felicidade

Image par Jan Alexander de Pixabay 

   SS – O que torna as pessoas felizes é a Família reunida.

  M Convidado – Uma pessoa sente-se feliz quando ganha uma coisa que se andou meses e meses a pedir, o que, felizmente, nunca aconteceu comigo. 

  MF A Liberdade torna as pessoas felizes. Na nossa idade (11 anos) a maior parte das pessoas já pode sair e ir a casa de amigos.

  SS – O meu Pai é um pouco mais restrito que os outros pais; tenho de fazer imensas coisas: ficar quieta, portar-me bem… A primeira vez que fui para casa de amigos foi no 5º ano.

     MF – As crianças não devem ser obrigadas a fazer o que não gostam. Toda a gente tem que fazer, mas as crianças deviam fazer menos.

    Por exemplo, toda a gente jovem tem de estar numa sala de aula, fechados, a escrever, a andar carregados como há 100 anos e ser proibido o telemóvel dentro das aulas, quando o telemóvel é fonte de conhecimento?

   SS – Em 8h na net pode-se aprender mais do que em 5 aulas!

   M. Convidado – O que deixa as crianças felizes é quando, finalmente, são ADOTADAS, como eu !

Oficina ao Ar LivreMF6A  SS6A e M6A