Querida Neta

   carta e floresImage par Pezibear de Pixabay

              Olá Querida Neta,

     Sou a tua Avó e estou a escrever-te uma carta ainda com 11 anos. Ainda não sei o teu nome, mas aposto que vai ser um belíssimo nome! Quero aconselhar-te sobre imensas questões, a começar por:

RAPAZES

     Há os rapazes parvos, que não nos ligam nenhuma, e os rapazes amigos, que estão sempre ao nosso lado quando é preciso.

     Há os rapazes que também são ótimos  durante o jantar, mas depois da sobremesa ficam totós.

     E pronto; para além do tema “rapazes”, também temos de lidar com:

IRMÃOS ou IRMÃS

      Os irmãos mais velhos, tu respeitas, mas se for algo injusto, não respeites. Quanto aos mais novos, é igual; não sejas injusta, mas eles têm de te respeitar.

     Os meus irmãos não são assim … Continuando: quando vocês se zangam, não lhes batas. Ignora-os, esse é o segredo. Os teus irmãos só te querem irritar, mas, como não conseguem, calam-se logo!

      É só pensares bem.

      Na próxima carta falo-te do Bullying.

Beijinhos da

tua Avó

MM6D

Nasci com a Natureza

paisagemImage par Larisa Koshkina de Pixabay 

      A Natureza, para mim, é a nossa Vida, onde temos Paz.

     O mar também é formado pela Natureza: eu gosto tanto do Mar!

     Dá para surfar, mergulhar, nadar e andar de barco. Eu aprendi a andar de Optimist em S. Martinho do Porto, com o meu irmão e a minha prima.

    Posso ajudar a Natureza evitando a poluição e usando os ecopontos. 

     Tenho um quintal enorme, com pinheiros, uma figueira e outras árvores, um relvado e uma piscina com relva á volta, um pátio, uma mata e um terreno.

     Os meus cães, Noite e Vaquinha, passeiam por todo o lado, até entram e saem á vontade. 

      Eu nasci com a Natureza e vivo com ela.

DC5A

Para Lá da Montanha – IV

pradaria florida e montanhaImage par adege de Pixabay

     Durante a caminhada, para a Vera supreendentemente fácil, ela apercebeu-se de que nem sequer tinha utilizado os seus materiais peculiares; pois é, nem sequer os lápis coloridos.

    A Vera sentiu-se ainda mais desapontada com ela mesma e sentiu que o seu plano, ao início tão bem estruturado, era um falhanço.

    E continuou a descer e a descer, a ver-se a si mesma, como se fosse no passado, a correr cheia de esperança de alcançar o seu objetivo.

    Mal ela sabia que depois de ter subido tudo aquilo, ia voltar a descer, mas não com entusiasmo de dizer aos amigos, o que estava para lá da Montanha, mas sim com vergonha de dizer-lhes que não conseguira. 

   A mãe da Vera conseguia vê-la a regressar, à distância, com muita preocupação. A Vera conseguia ver a mãe á distância, com esperança que ela não estivesse preocupada. 

   Ai, meu Deus, como é que estas duas se vão entender?

   Vera e sua mãe estavam cada vez mais perto.

  E chega o momento de as duas se encontrarem. Talvez para a Vera a emoção era um pouco diferente da que tinha sentido quando tinha colocado o pé  direito na rocha, na primeira vez.

(Continua) – CC9B

Para Lá da Montanha – III

pradaria florida e montanhaImage par adege de Pixabay

     A Vera apercebeu-se de que estava muito, muito alto, quando uma águia lhe passou ao lado e quase a derrubou, mas apareceu um cogumelo falante que a agarrou com as suas mãozinhas pegajosas. 

   Vera agradeceu-lhe, sem pensar duas vezes, e apercebeu-se de que ainda tinha o líquido pegajoso nas mãos.

   Porém, sem reparar no que estava a fazer, quando se foi agarrar a outra rocha para subir, escorregou, pela gosma do cogumelo nas suas mãos, e caiu, vendo o seu destino mais e mais pequenino e com o vento a passar-lhe pelos cabelos.

   Como uma pena caiu, curiosamente, com leveza, ao lado do sopé da montanha. Quando acordou do seu longo, mas não grave desmaio, o seu primeiro sentimento foi de raiva, por ter confiado naquele cogumelo pequenino mas traiçoeiro.

   (Ai, coitadinho do cogumelo, nem tem culpa, e de certeza que não o fez por mal, acho que a Vera está a ser um pouquinho injusta.)

    Sabia que não conseguia subir a montanha outra vez; então fez a escolha mais fácil: a de voltar e deixar para trás o seu sonho de descobrir o que está para lá da Montanha.

   E lá foi ela, de volta para casa, com a sua mochila e o seu lanchinho saboroso, à espera de um castigo e de um abraço de sua mãe.

(Continua) – CC9B

Para Lá da Montanha – II

pradaria florida e montanhaImage par adege de Pixabay

    Então, lá foi ela com a sua mochilinha e o seu lanchinho saboroso, cheia de vontade de desvendar os mistérios do que está para lá da montanha.

    Depois de uma longa caminhada, Vera chegou ao sopé da montanha; olhou para cima e a primeira coisa que pensou foi voltar para trás, mas também não o conseguiu fazer; então, ficou sentada no chão a tentar ganhar coragem de subir ou voltar.

     Com o medo do desconhecido, Vera ficou parada, a pensar que já não era aventureira  como as pessoas da Vila a chamavam, mas sim uma medricas.

    Foi nesse momento que apareceu a Lara, uma Fada; a Vera gritou de surpresa, pois não sabia que as fadas existiam. A Fadinha era tão pequenina e delicada que teve de chegar pertinho da Vera para falar com ela. Então, sussurrou-lhe ao ouvido: 

    – Não resistas, tu consegues, sobe!

   Sem saber muito bem o que estava a acontecer, e antes de analisar melhor este fenómeno único, a Fadinha desapareceu, deixando-a com aquela frase reflexiva.

   Mas sem pensar muito, com todas as suas forças, Vera pôs o pé direito na rocha e, com as pernas fininhas a tremer, subiu mais e mais, mas sem olhar para trás.

(Continua) – CC9B

Aprendizagem Sócio-Emocional – II

Flickr.com Atribution:  CC BY -NC-ND 2.0 Author: Salzburg Global Seminar

                                        Apontamentos da Formação dada por Teresa Cabaço e Sara Simões

     No novo enfoque que reabilita a centralidade da qualidade das relações humanas no ecossistema da aula, o professor concebe-se ainda como um líder.

     Agora, ele deve gerir e dinamizar, para além do processo cognitivo de aprendizagem, outras três dimensões. Elas revelam -se como condições necessárias do êxito dessa mesma aprendizagem: o ambiente comum, as relações humanas e as tarefas em curso.     

          O AMBIENTE 

      O professor deve estabelecer as condições que permitam  deixar emergir um sentimento de segurança, de pertença e de acolhimento recíprocos entre todos os alunos.

    Esta primazia dada ao estabelecimento de um ambiente favorável à aprendizagem deriva do pressuposto de que  a energia para mobilizar as funções executivas da cognição brota da qualidade das relações entre os intervenientes no processo.

            Se os alunos se sentirem aceites, acolhidos e protegidos e a diversidade das expressões for valorizada, nenhum aluno se sentirá estranho à aventura comum de aprender e cada um se poderá sentir motivado a contribuir com o seu melhor.

           Na segunda Formação sobre Aprendizagem Sócio-Emocional seremos iniciados nas várias estratégias a que o Professor pode recorrer para instilar no ecossistema da aula esta atmosfera positiva e inspiradora para todos. 

Aprendizagem Sócio-Emocional – Formação do SPO

Para Lá da Montanha – I

pradaria florida e montanhaImage par adege de Pixabay

        Era uma vez, numa planície quase infinita, tão verde como um tapete a cobri-la e sempre com um pozinho mágico a vaguear pelos delicados sopros de vento de verão, uma rapariga tão inocente como aquela planície, mas com sonhos ainda mais bonitos.

    A menina chamava-se Vera e trazia sempre uma florzinha da cor do céu, que contrastava com as suas bochechas rosadas e sardentas, para não falar dos seus lindos cabelos longos e ruivos.

    A Vera era uma menina muito curiosa e aventureira; um dos seus sonhos era escalar a maior montanha do mundo e desvendar os mitos e mistéiros que a rodeavam.

    Depois de uma longa sexta-feira, Vera saltitou, cantando uma uma melodia sonhadora, até ao quarto da mãe e pediu-lhe que lhe preparasse um lanchinho saboroso e que não fizesse perguntas.

     A mãe, achando que era mais uma das traquinices da Vera, aceitou, com um doce sorriso nos lábios.

     A Vera, com seu longo e estruturado plano na cabeça, foi ao seu quarto fazer uma malinha de coisas de que poderia precisar, como: uma corda, uma tesoura, fita-cola e lápis coloridos.

    Pois, não sei bem onde ela vai usar esses materiais todos, mas mas ela parece muito segura do seu plano.

(Continua) – CC9B 

O Fogo de 2020

fogo de artificio e 2020Image by Linus Schütz from Pixabay 

     Passei o Ano Novo no barco do meu Tio, no rio Tejo, em Lisboa. No barco, estava muita gente: toda a minha Família, uma Amiga da nossa idade e dois Tios emprestados.

     Fui avisando que horas eram a cada minuto que passava. Sentia como é giro experimentar uma coisa nova e como foi bom voltar a andar de barco.

     Quase à meia-noite, disse para toda a gente, até para as outras pessoas do barco vizinho: “- Já são 23h 59!” E preparei o telemóvel para filmar.

     Quando começou o fogo de artíficio estava um pouco escuro, só se viam as luzes de navegação e das casas.

    O fogo estava cheio de cor e vida; nós estávamos mesmo por baixo: cada forma ia em diferentes cores: às vezes como estrelas brancas, com riscas verdes e azuis. Outras vezes, o fogo parecia dizer “2020” numa explosão de cores!

     Quando acabou o fogo de artifício, estávamos todos contentes por ter começado um Novo Ano, uma Nova Década! Começamos a festejar, demos trocas de Abraços, fizemos votos de Alegria e eu berrei:

“2020” 

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A Menina Gozada por Todos

máscara, serpentinas e confetisImage by Thanks for your Like • donations welcome from Pixabay 

     Era uma vez uma menina chamada Carolina; ela era gozada por toda a gente, porque lhe chamavam de “Feia” e “Gorda”.

      Até que chegou o dia que, para ela, iria ser um dia horrível, mas, na verdade, vai ser o melhor dia da vida dela:  será o dia em que vão parar de gozar com ela!

     Esse dia calhou no Carnaval, por isso desde aí, ela começou a AMAR o Carnaval.    

     Ela foi vestida de Gótica, toda de preto e até chegou a pôr um piercing falso. Quando ela entrou na escola, toda a gente estava  a rir: ” – Ah ah ah…”

     Até chegar o momento inesperado: o desfile das máscaras!

     Com muita coragem, ela  conseguiu desfilar calmamente e com um sorriso brilhante na cara! Passado algum tempo, ela descobriu que tinha ganho: o juri dera-lhe a mais alta pontuação!

    Toda a gente ficou de boca aberta!

   A partir desse momento, em vez de se rirem dela, até imploravam que lhes perdoasse e lhes desse um autógrafo!

    Com isto sabemos que cada pessoa é linda à sua maneira.

SS6D

A Natureza é Vida

por do solImage by kordula vahle from Pixabay 

     Para mim, a Natureza é Vida, que podemos usar para acabar com o Stress, em momentos em que podemos descontrair.

    O meu estudo de Ciências é aplicado em minha casa, a reciclar os quatro materiais: plástico, vidro, papel e metais.

  Posso ajudar a Natureza de maneiras diferentes, como por exemplo: não poluindo, começando a reciclar regularmente, parando a vandalização. 

   Eu vivo mais intensamente a Natureza quando estou no mar. Adoro uma paisagem quando vejo o pôr do sol atrás do mar.

  Quando olhamos para o mar, ao pôr do sol, sentimo-nos maravilhados; quando ficamos com os olhos fitos, às vezes parece que estamos a tirar uma fotografia, de modo que depois, conseguimos lembrar-nos, no futuro.

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Relações Vivas

bicicleta floridaImage by JL G from Pixabay 

     As minhas Férias de Natal foram mesmo boas! O melhor momento foi quando estive com a Madalena C, que é a minha melhor amiga e vive em Londres.

      Nós estivemos a ver a minha casa nova e demos uma volta de bicicleta e paramos num bar para comer panquecas com Nutella.

      Uma das atitudes que eu apreciei, foi quando eu caí da bicicleta: ela riu-se e eu fiquei espantada porque ela se riu de mim. Mas depois comecei a rir-me com ela.

          Uma situação que valorizei foi durante o jantar de Natal dos Morões e dos Mendonças:  eu corei tanto de Felicidade, eu Adorei!

          Uma das conversas mais interessantes foi quando estávamos a falar dos nossos amigos de Portugal e de Londres.

          Uma questão difícil que coloco a mim própria é: por que sou uma pessoa e não um tigre ou outra coisa?

         Uma pessoa única é a Madalena C: eu adoro-a, ela é leal, posso confiar nela; é uma pessoa desportiva, adora dar passeios de bicicleta a conversar comigo.

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Aprendizagem Sócio-Emocional – I

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Salzburg Global Seminar  CCBYNCND2.0 Flickr.com

                                                Apontamentos da Formação dada                                            por Teresa Cabaço e Sara Simões

     No passado dia 16 de Outubro,  a comunidade de Educadores do CAD acolheu a primeira partilha de uma série de Formações oferecidas pelas nossas colegas da Unidade de Serviços de Psicologia,  sobre a centralidade de que se reveste a Aprendizagem Sócio-emocional,  para um sistema educativo que, nos nossos dias, entrou em profunda renovação. 

       O papel do Professor, neste novo contexto, é entendido como o de um líder, mas não apenas um líder na sua especialidade académica, que deve continuar a dominar com rigor e maestria.

     Agora, esta liderança é aprofundada e  alargada a outros aspetos que estruturam  a vida de uma Escola, na medida em que esta se entende, em primeiro lugar, como uma Comunidade de Pessoas que se orientam por Valores comuns.

         Tais valores, consignados no nosso Projeto Educativo e diretamente inspirados no Ideário das Escolas Amor de Deus, harmonizam-se, na sua essência, com o reconhecimento das Pedagogias atuais de que a qualidade do relacionamento humano permanece a pedra de toque do sucesso efetivo da “Aventura Educativa”. 

       Tentaremos acompanhar de perto, bem como partilhar com os nossos alunos, o enriquecimento que esta reflexão inspiradora e  prática virá trazendo à construção empenhada de um aperfeiçoamento –  sempre a caminho –  das nossas aprendizagens e do nosso viver em comum. 

Aprendizagem Sócio-Emocional – Formação do SPO

Um Dia Tão Especial

balões de festaImage par Prawny de Pixabay 

     Fiz anos no dia 7 de Janeiro, terça-feira; estava ansiosa e, ao mesmo tempo, nervosa, mas correu muito bem. O meu bolo estava enfeitado com uma banda coreana chamada Black Pink.

     O presente de que eu mais gostei foi um microfone que , ao mesmo tempo é uma coluna. A minha madrasta deu-me esse microfone porque eu canto muitas vezes.

     Marquei a minha festa no dia 25 de Janeiro, porque estou com gesso na minha mão esquerda e se fizesse no dia 11, não tinha piada. A minha festa vai ser na Micolândia, em Sintra, Têm vários programas e eu decidi fazer aquele em que se dorme lá!

     Agora pergunto…

Porque celebramos este dia tão especial para nós?

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O Canto de Viver

silhueta em baloiçoImagem de Marta Cuesta por Pixabay

     Causa-me espanto ver como a minha irmã já está tão crescida! Já tem os dentinhos de leite; quando nasceu, começou a morder muito cedo, aos 3 meses já gostava de morder; com um ano, qualquer coisa que via, imagine-se, um autocolante, punha logo à boca. 

     Sinto-me agradecida ao ver como os meus Pais tomam conta de mim, ao saber como me adoram.

     Como gosto muito de cantar, gostaria de  – mesmo que não venha a acontecer – queria cantar para um programa chamado “The Voice – Kids”.

     Eu canto todos os dias: na rua, no supermercado, no meu jardim. Aí tenho uma mesa que ninguém usa, só eu, para fazer os meus desenhos; fico em cima da mesa que é de pedra  – fico ali e finjo que estou a dar um concerto. 

    Sinto-me feliz, agradecida e curiosa sobre o que vai acontecer no Futuro. Podemos estar a pensar numa coisa e encontrar outra; tudo o que é novo é interessante.

Conversa e Escrita na Oficina – LS5B

Aprendizagem Sócio-Emocional – III

 

salzburgo-sel

 Flickr.com Salzburg Global Seminar Atribution: CC-BY – NC – ND 2.0 Author: Wolfgang Irber

A Relação Professor-Aluno

                                     Apontamentos da Formação dada por Teresa Cabaço e Sara Simões

   A Presença Pedagógica refere-se à Relação Professor-Aluno: aprender é aprender com o outro. As interações estão no foco para favorecer a aprendizagem, com um clima de tranquilidade que se deve à Presença Pedagógica do professor.

     A aprendizagem é relacional e afetiva: há que reconhecer a singularidade de cada um. O vínculo é essencial. Espera-se uma atitude inclusiva e persistente, há que fornecer feedback e reforço apropriado.

     Envolver o aluno: promover uma atitude consciente e responsável. Só procurar conhecê-los já lhes dá autoestima. O professor não desiste de nenhum aluno. Quando a avaliação está quase no 3, dar um encorajamento.

     Envolver o aluno é trabalhar a responsabilidade do aluno. Às vezes têm capacidade cognitiva, mas pensam que não são competentes na escola.

“Aprendizagem Sócio-Emocional” – Formação do SPO

Dirigindo o Nosso Barco – II

veleiro ao poente no mar altoImage par Gerhard Gellinger de Pixaba

     Este semestre gostei de ter ganho o interturmas, na modalidade de “Mata”.

    O meu método de estudo preferido é fazer apontamentos: leio a matéria, passo os tutoriais: são as partes mais importantes, que normalmente significam mais, estão a negrito.

   O meu melhor amigo merece um grande Obrigado, porque, quando fui a casa dele, diverti-me imenso!

     Para a última etapa deste semestre, os meus objetivos são: ter o melhor Natal possível, divertir-me imenso nas férias e tirar o maior proveito delas.

   Em termos académicos, espero melhorar as notas de Ciências Naturais para setenta, pelo menos; a Matemática, queria puxar para 80%, a Inglês, tenho tirado 57 – 60, queria subir para um 70%. E era isto!

     Não sou muito apreciador de paisagens, ligo mais ao que faço ali nos sítios e ao que me divirto. Prefiro uma manhã de Surf, porque o Surf é o meu segundo desporto favorito.

     Um projeto para aumentar o ambiente de Paz e bom convívio entre todos, ao nível da Turma, poderia ser:

      • Organizar uma festa com amigos secretos;
      • Acampar na Serra de Sintra;
      • Cada quatro alunos formar um Grupo de Estudo para cada teste. 

 Balanço do Semestre – ZD5A

Alguém Toca um Sino…

sino natalImage par Ольга Бережна de Pixabay 

     Este Natal decorei a minha casa com a árvore de Natal e com luzes à volta da casa.

     Na escola, na minha turma, estamos a fazer um cabaz de Natal, para onde dei muitos alimentos e artigos de higiene.

     Este Natal desejo, para a minha Família, muito amor; para os meus amigos, desejo um Bom Natal. A mensagem que enviaria para o mundo seria: “Sejam Felizes. Tenham Boas Festas”.

     No dia 29 vou jantar a casa dos meus Avós paternos e com os Primos. Primeiro, jantamos e, depois, à meia-noite, levam-nos para o quarto com a minha Avó.

    Ela começa a fazer-nos perguntas sobre o Natal, enquanto os meus Pais e Tios põem as prendas na sala. Depois, alguém toca um sino; então, nós saímos do quarto, começamos a abrir as prendas e a sala fica uma confusão!

     No dia 25, vou almoçar a casa da mnha Avó materna; abrimos as prendas e é sempre muito mágico. Ao jantar, vou para casa do meu Avô materno; depois do jantar, o meu Avô dá um presente a cada um e ficamos muito felizes. 

     Este ano, sou eu que vou fazer algumas perguntas à minha Avó materna, sobre a sua vida no Brasil, as suas grandes recordações, as suas expectativas de futuro.

CA7A

Inspirações de Vida

bailarina e lua cheiaImagem de DarkWorkX por Pixabay 

     Eu adoro escrever. De noite, podia escrever mil textos!

     Além do canto, a escrita, e ainda falta uma: a dança!

   Comecei a cantar desde os meus 3 anos. Não escolho um momento para cantar, eu canto e pronto.

    O meu irmão tem aulas de guitarra, não aqui na escola. Vai aprender a música preferida da minha bisavó. A mãe da minha avó morreu há pouco tempo e nós cantamos a música preferida dela no Natal.

    A dança representa, para mim, a Alegria. Quando estou triste ou contente, faz-me desanuviar e esticar um pouco, faz com que eu me sinta bem.

   O que gosto mais de dançar são dois tipos de dança: HipHop e outro que é mesmo dança clássica, ballet. Danço por instinto. Aos quatro anos inscrevi-me no ballet e saí aos seis anos, então sei os passos.

   Nas outras atividades favoritas, participo no coro do Colégio e escrevo muito.

Conversas na Oficina – LS5B

Viver a Natureza

poente no desertoImage par Pezibear de Pixabay 

     A Natureza, para mim, é mais ou menos a Biosfera; a paisagem que mais gosto é quando o céu está cor de laranja.

    A geosfera, com os seus diferentes solos e rochas; eu aprecio o solo arenoso, como o do deserto: sempre quente.

    Pode-se fazer ski nas altas areias que são  montanhas de areia como se fosse neve. 

     A Atmosfera, com o céu azul e frio, pequenino, pois só depois do céu é que começa o Espaço, até ao Infinito.

    À noite conseguimos ver estrelas brilhantes, como uma parte do Universo.

    A Hidrosfera, com seus inúmeros seres vivos nadando no Oceano, no mar, nos lagos e nos rios…

    Aprecio nadar nas piscinas interiores, em que os mosaicos verdes do fundo dão um tom esverdeado ao azul das águas.

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Inspirações Noturnas

barco no mar noturnoImage par Johannes Plenio de Pixabay

     Leio livros à noite, outras vezes escrevo. Numa noite, passei da página 64 à 152: gosto muito de ler, faltam-me 5 páginas para terminar; é o Diário de um Banana, I. Já li todos os livros do Harry Potter, depois de ter visto os filmes.

    Já copiei um livro de 60 páginas – não só numa noite, porque isso demora –  resumi-o só com 3 folhas muito grandes, consegui copiar o livro, mas isso demora noites.

    O meu estilo de escrita é, por vezes, de fantasia, mas isso depende se estou com ideias ou não.

    Umas vezes penso de olhos abertos, para observar o que está à minha volta e ter ideias. Outras vezes, fecho os olhos para ver o que está na minha mente, mais ou menos.

     Por exemplo, agora estou a olhar para aquele rádio, não quer dizer que vá escrever sobre um rádio. Mas posso criar um a história, por exemplo, assim:

     “Era uma vez uma menina que encontrou um rádio velho na rua. Ela ficou feliz porque gostava muito de cantar e dançar,  mas o rádio não funcionava. O seu pai era construtor e ajudou-a a concertar o rádio. Ela começou a dançar. E como  a Família era um pouco pobre, ela começou a dançar para arranjar dinheiro  para ajudar a Família.”

     Adoro escrita criativa…

Conversas na Oficina – LS5B