Projetos de Páscoa

   Em Abril, vou de férias para Madrid. Nesta viagem, vou com o meu Pai e a minha Madrasta.

    Estou muito feliz, pois é a primeira vez que vou lá. Acho que vai ser um lugar lindo! Vamos alugar uma casa, em vez de comprar, pois assim ficava muito cara e a casa alugada é a mais barata.

     Os meus planos para estas Férias da Páscoa são: 

      • Ir às lojas com saldos.

corte inglêsWikimedia Commons

      • Ir ver museus lindos, como o Museu do Prado.

Condessa espanholaFederico de Madrazo – Wikipedia Commons

      • Fazer um passeio nos Jardins de Madrid.

jardins de madridImage par Carabo Spain de Pixabay

      • Tirar fotos nos lugares mais maravilhosos de Madrid.

AlmudenaImage par ddzphoto de Pixabay 

     Estou ansiosa para fazer estas coisas durante estes 4 dias em Madrid! Também gosto de jogar ao Uno, nos tempos livres podia fazer isso…

CM6C

Quando o Tempo Para e o Ladrão Rouba

ladrão ao luarImage par mohamed Hassan de Pixabay

     Há 6 anos, em 2014, havia um homem chamado “Batata Italiana”. Então, por ter esse nome, todos gozavam com ele; mas também não era só por isso, era porque ele também era muito desastrado.

     Houve uma vez em que ele estava no Karaté e ia dar o seu maior pontapé, mas não deu balanço suficiente… Então, lá foi ele bater com a cabeça no chão!

    Hoje em dia, esse homem continua a ser desastrado. Só que ele começou a roubar; mas não a uma hora qualquer, nem num lugar qualquer.

     Ele ia sempre roubar à meia-noite, na cidade de Oz. Ora, a cidade de Oz era mágica. Então, à meia-noite, o tempo parava …

anúncio do capítulo 2

MF5B

O Que Me Faz Voar

   Menino esvoaçando com balões   Image par Silvio Zimmermann de Pixabay 

     O que mais gosto é de jogar futebol, brincar com o meu irmão e fazer aulas de EF.

   O Futebol é um jogo interessante, porque nos divertimos quando fazemos um golo; também podemos correr ao ar livre e corremos em equipa. 
   Eu gosto de brincar com o meu irmão de 4 anos, porue ele é muito engraçado e fala Inglês de uma forma diferente. 
   Jogamos às escondidas e descubro logo onde ele está, mete-se sempre no armário e nos lugares onde eu também me escondo.
 
   As aulas de EF são divertidas, porque jogamos e fazemos desporto. Assim, podemos conviver entre rapazes e raparigas para fazer amigos. 
    Existem ainda muito mais situações e convívios que me fazem voar!
OA5B

Gratidão pelo Passado, Esperança de Futuro

ponte, estruturaImage by moritz320 from Pixabay

    O meu dia especial é quando faço anos, porque é quando posso começar uma vida nova.  Está sempre calor, pois faço anos a 13 de Junho.

   O ano passado, esse dia foi muito bom, porque pude convidar amigos. Fomos ao Paintball, disparamos bolas de tintas e, ao fim da festa, eu e dois amigos meus ficamos no Playbowling a brincar, enquanto as mães conversavam.

     No meu aniversário, celebro a minha mãe ter-me dado à luz, vivo, há tantos anos. 

    Também celebro a minha história até ao meu dia atual; ela tem sido boa, pois não tive nenhum acidente grave até hoje.

    Além disso, ainda celebro a minha esperança de futuro, que é ser Agricultor ou, mais recentemente, Armador de Ferro.

    O meu tio constrói pilares de prédios e de vivendas.Às vezes vou com ele; tem alguns empregados, como o João, que é pedreiro e cimenta os blocos.

    Primeiro constrói-se o muro, deixa-se um espacinho no meio e na ponta do muro; depois põem-se  tábuas à volta do buraco, enfia-se o pilar de ferro e pomos massa à volta para encher o buraco. As tábuas impedem a massa de sair fora. Uma máquina que vibra ajuda a consolidar a massa. Deixa-se secar e retiram-se as tábuas.

TS6D

Em Festa com os Amigos

balões Image by Prawny from Pixabay 

     Neste fim de semana, quando houver a pausa letiva, vou fazer uma festa em que os meus amigos vêm dormir a minha casa.

     Quando eu fiz anos, tinha já feito uma festa destas, mas agora vai ser mais fixe.

    Na Festa dos meus anos, ficamos toda a noite a ver televisão e a jogar telemóvel no meu quarto!  Divertimo-nos a fazer “pranks” ou “trollagens” a noite inteira…

    Acho que nesta festa de Amigos, vamos dormir para a sala,  nos sofás, e vamos ver toda a noite, Netflix e jogar no telmóvel, sempre às escuras.

    Umas horas antes de os meus amigos chegarem, o meu Pai e eu vamos fazer uns folhados muito bons. 

   O sentido da diversão é fazer-nos felizes. Nesta felicidade é fundamental a presença dos amigos, pois eu não sou totalmente eu sem os meus amigos, porque eles me ajudam em tudo e eu a eles.

DJ6D

A Coelha Mágica

coelhinhoImagem de Simona Robová por Pixabay

     Era uma vez uma Coelha mágica, chamada Milly; ela adorava brincar, saltar, cantar, dançar, pintar, abraçar e de receber festas.

     Esta Coelha não era uma coelha normal, era uma coelha Mágica, sobretudo, e também era uma boneca que estava numa loja cheia de objetos estranhos e antigos, com mais de 200 anos, numa caixa cor de rosa, com um laço à volta e flores.

     Dentro dessa caixa estava Milly; ela estava desligada, já durante dias à espera que alguém a adotasse.

     Um dia, uma menina chamada Isabel, andava pela loja, à procura de algo muito adorável, talvez um peluche fofo como Milly.

     Então, Isabel começou a mexer em prateleiras para ver se encontrava algo e… BUM!

    Assustada, Isabel foi ver o que tinha caído: uma caixa cor de rosa! Isabel, curiosa, foi ver o que era; mal abriu a caixa, fez uma cara feliz, dizendo:

     – Oh, meu Deus! Que coisa adorável! É uma coelha com pelo branco e de olhos fechados!

     Isabel tentava tirá-la da caixa, mas não conseguia. Então resolveu levá-la para casa. Ao chegar, gritou:

    – Mãe, já encontrei o meu presente de anos!

(Continua) –  CR7A

A Lenda das Bolachas de Canela

canela e limão<a href=”https://pixnio.com/”>free images</a>

     Eu não sei se já ouviram falar, mas na minha aldeia, existe a Lenda das Bolachas de Canela do Continente. Onde eu vivo não há Continente, por isso, à minha volta, ninguém sabe se a Lenda é real.

     A Lenda conta que quem comer uma dessas bolachas fica com o espírito de criança dentro dela para o resto da vida.

    Também já ouvi falar de pessoas que ficavam engraçadas para sempre, que tinham uma vida maravilhosa, com trabalhos e emprego.

    Mas, por outro lado, também já ouvi falar de pessoas bebés e infantis que não conseguiram trabalhar nunca.

     Eu não sei bem, mas acho que esta Lenda não é verdadeira, pois a minha Mãe está sempre a dizer:

    – Não faças isso, pareces um bebé! Mas eu tenho que estar sempre a dizer para não fazeres isso?

    E tu, acreditavas nesta lenda?

  E se pudesses comer uma dessas bolachas de Canela do Continente, comias?

   Eu não sei bem.

BF7A

O Meu Amigo Panda Vermelho

panda vermelho comendo bambuImagem de kaz turner por Pixabay

     O habitat deste Panda era uma floresta na China, à beira de um lago cheio de nenúfares que largavam pólen para todo o lado, com suas pétalas voando e dançando  ao som do vento.

     Era uma manhã luminosa de Outono. Despertando de um sono delicioso, o Panda vermelho acordou com a cócega leve de uma pétala no focinho. 

     Mal acordou, esticou-se e abanou a barriga macia, peluda e gordinha. Todas as manhãs ele ia à caça de comida saborosa, como as tenras folhas de bambu.

     Nessa manhã, o Panda foi a casa de uma menina pequenina que vivia com os pais. Na mesa, havia panquecas, recheadas de manteiga, com um molho delicioso decorado com frutos vermelhos.

     O Panda chegou-se à bancada e tentou roubar as panquecas, mas não foi a tempo, porque a menina chegou à cozinha.

   O Panda tinha entrado pela janela da cozinha,  mas a menina, rapidamente, fechou-a: o Panda queria fugir, mas não conseguiu; então, escondeu-se debaixo da mesa.

     Quando a menina tirou a caneca do micro-ondas, deixou cair o chocolate quente e as bolachas! Ela ficou com uma cara!

     Entretanto, debaixo da mesa, ele estava a preparar-se para fazer das bolachas os seus alvos inocentes.

(Continua)

CR7A

Querida Neta

   carta e floresImage par Pezibear de Pixabay

              Olá Querida Neta,

     Sou a tua Avó e estou a escrever-te uma carta ainda com 11 anos. Ainda não sei o teu nome, mas aposto que vai ser um belíssimo nome! Quero aconselhar-te sobre imensas questões, a começar por:

RAPAZES

     Há os rapazes parvos, que não nos ligam nenhuma, e os rapazes amigos, que estão sempre ao nosso lado quando é preciso.

     Há os rapazes que também são ótimos  durante o jantar, mas depois da sobremesa ficam totós.

     E pronto; para além do tema “rapazes”, também temos de lidar com:

IRMÃOS ou IRMÃS

      Os irmãos mais velhos, tu respeitas, mas se for algo injusto, não respeites. Quanto aos mais novos, é igual; não sejas injusta, mas eles têm de te respeitar.

     Os meus irmãos não são assim … Continuando: quando vocês se zangam, não lhes batas. Ignora-os, esse é o segredo. Os teus irmãos só te querem irritar, mas, como não conseguem, calam-se logo!

      É só pensares bem.

       BULLYING

           Há muitos tipos de Bullying: 

        • O Agressivo; 
        • O de gozar – que é de falar e de insultar; 
        • E ainda o Bullying de mandar e de te manipular.

      Em qualquer dos casos, tu tens de falar sempre com alguém.

    Eu só sofri com uma espécie de Bullying: o de tentarem manipular. Livrei-me desse Bullying a mudar de Escola!

     Quando te acontecer alguma coisa, vem falar comigo.

      Sê uma menina feliz!

Beijinhos da

tua Avó

recado para a netaImagem: Cadescrita

MM6D

Nasci com a Natureza

paisagemImage par Larisa Koshkina de Pixabay 

      A Natureza, para mim, é a nossa Vida, onde temos Paz.

     O mar também é formado pela Natureza: eu gosto tanto do Mar!

     Dá para surfar, mergulhar, nadar e andar de barco. Eu aprendi a andar de Optimist em S. Martinho do Porto, com o meu irmão e a minha prima.

    Posso ajudar a Natureza evitando a poluição e usando os ecopontos. 

     Tenho um quintal enorme, com pinheiros, uma figueira e outras árvores, um relvado e uma piscina com relva á volta, um pátio, uma mata e um terreno.

     Os meus cães, Noite e Vaquinha, passeiam por todo o lado, até entram e saem á vontade. 

      Eu nasci com a Natureza e vivo com ela.

DC5A

Para Lá da Montanha – IV

pradaria florida e montanhaImage par adege de Pixabay

     Durante a caminhada, para a Vera supreendentemente fácil, ela apercebeu-se de que nem sequer tinha utilizado os seus materiais peculiares; pois é, nem sequer os lápis coloridos.

    A Vera sentiu-se ainda mais desapontada com ela mesma e sentiu que o seu plano, ao início tão bem estruturado, era um falhanço.

    E continuou a descer e a descer, a ver-se a si mesma, como se fosse no passado, a correr cheia de esperança de alcançar o seu objetivo.

    Mal ela sabia que depois de ter subido tudo aquilo, ia voltar a descer, mas não com entusiasmo de dizer aos amigos, o que estava para lá da Montanha, mas sim com vergonha de dizer-lhes que não conseguira. 

   A mãe da Vera conseguia vê-la a regressar, à distância, com muita preocupação. A Vera conseguia ver a mãe á distância, com esperança que ela não estivesse preocupada. 

   Ai, meu Deus, como é que estas duas se vão entender?

   Vera e sua mãe estavam cada vez mais perto.

  E chega o momento de as duas se encontrarem. Talvez para a Vera a emoção era um pouco diferente da que tinha sentido quando tinha colocado o pé  direito na rocha, na primeira vez.

(Continua) – CC9B

Para Lá da Montanha – III

pradaria florida e montanhaImage par adege de Pixabay

     A Vera apercebeu-se de que estava muito, muito alto, quando uma águia lhe passou ao lado e quase a derrubou, mas apareceu um cogumelo falante que a agarrou com as suas mãozinhas pegajosas. 

   Vera agradeceu-lhe, sem pensar duas vezes, e apercebeu-se de que ainda tinha o líquido pegajoso nas mãos.

   Porém, sem reparar no que estava a fazer, quando se foi agarrar a outra rocha para subir, escorregou, pela gosma do cogumelo nas suas mãos, e caiu, vendo o seu destino mais e mais pequenino e com o vento a passar-lhe pelos cabelos.

   Como uma pena caiu, curiosamente, com leveza, ao lado do sopé da montanha. Quando acordou do seu longo, mas não grave desmaio, o seu primeiro sentimento foi de raiva, por ter confiado naquele cogumelo pequenino mas traiçoeiro.

   (Ai, coitadinho do cogumelo, nem tem culpa, e de certeza que não o fez por mal, acho que a Vera está a ser um pouquinho injusta.)

    Sabia que não conseguia subir a montanha outra vez; então fez a escolha mais fácil: a de voltar e deixar para trás o seu sonho de descobrir o que está para lá da Montanha.

   E lá foi ela, de volta para casa, com a sua mochila e o seu lanchinho saboroso, à espera de um castigo e de um abraço de sua mãe.

(Continua) – CC9B

Para Lá da Montanha – II

pradaria florida e montanhaImage par adege de Pixabay

    Então, lá foi ela com a sua mochilinha e o seu lanchinho saboroso, cheia de vontade de desvendar os mistérios do que está para lá da montanha.

    Depois de uma longa caminhada, Vera chegou ao sopé da montanha; olhou para cima e a primeira coisa que pensou foi voltar para trás, mas também não o conseguiu fazer; então, ficou sentada no chão a tentar ganhar coragem de subir ou voltar.

     Com o medo do desconhecido, Vera ficou parada, a pensar que já não era aventureira  como as pessoas da Vila a chamavam, mas sim uma medricas.

    Foi nesse momento que apareceu a Lara, uma Fada; a Vera gritou de surpresa, pois não sabia que as fadas existiam. A Fadinha era tão pequenina e delicada que teve de chegar pertinho da Vera para falar com ela. Então, sussurrou-lhe ao ouvido: 

    – Não resistas, tu consegues, sobe!

   Sem saber muito bem o que estava a acontecer, e antes de analisar melhor este fenómeno único, a Fadinha desapareceu, deixando-a com aquela frase reflexiva.

   Mas sem pensar muito, com todas as suas forças, Vera pôs o pé direito na rocha e, com as pernas fininhas a tremer, subiu mais e mais, mas sem olhar para trás.

(Continua) – CC9B

Aprendizagem Sócio-Emocional – II

Flickr.com Atribution:  CC BY -NC-ND 2.0 Author: Salzburg Global Seminar

                                        Apontamentos da Formação dada por Teresa Cabaço e Sara Simões

     No novo enfoque que reabilita a centralidade da qualidade das relações humanas no ecossistema da aula, o professor concebe-se ainda como um líder.

     Agora, ele deve gerir e dinamizar, para além do processo cognitivo de aprendizagem, outras três dimensões. Elas revelam -se como condições necessárias do êxito dessa mesma aprendizagem: o ambiente comum, as relações humanas e as tarefas em curso.     

          O AMBIENTE 

      O professor deve estabelecer as condições que permitam  deixar emergir um sentimento de segurança, de pertença e de acolhimento recíprocos entre todos os alunos.

    Esta primazia dada ao estabelecimento de um ambiente favorável à aprendizagem deriva do pressuposto de que  a energia para mobilizar as funções executivas da cognição brota da qualidade das relações entre os intervenientes no processo.

            Se os alunos se sentirem aceites, acolhidos e protegidos e a diversidade das expressões for valorizada, nenhum aluno se sentirá estranho à aventura comum de aprender e cada um se poderá sentir motivado a contribuir com o seu melhor.

           Na segunda Formação sobre Aprendizagem Sócio-Emocional seremos iniciados nas várias estratégias a que o Professor pode recorrer para instilar no ecossistema da aula esta atmosfera positiva e inspiradora para todos. 

Aprendizagem Sócio-Emocional – Formação do SPO

Para Lá da Montanha – I

pradaria florida e montanhaImage par adege de Pixabay

        Era uma vez, numa planície quase infinita, tão verde como um tapete a cobri-la e sempre com um pozinho mágico a vaguear pelos delicados sopros de vento de verão, uma rapariga tão inocente como aquela planície, mas com sonhos ainda mais bonitos.

    A menina chamava-se Vera e trazia sempre uma florzinha da cor do céu, que contrastava com as suas bochechas rosadas e sardentas, para não falar dos seus lindos cabelos longos e ruivos.

    A Vera era uma menina muito curiosa e aventureira; um dos seus sonhos era escalar a maior montanha do mundo e desvendar os mitos e mistéiros que a rodeavam.

    Depois de uma longa sexta-feira, Vera saltitou, cantando uma uma melodia sonhadora, até ao quarto da mãe e pediu-lhe que lhe preparasse um lanchinho saboroso e que não fizesse perguntas.

     A mãe, achando que era mais uma das traquinices da Vera, aceitou, com um doce sorriso nos lábios.

     A Vera, com seu longo e estruturado plano na cabeça, foi ao seu quarto fazer uma malinha de coisas de que poderia precisar, como: uma corda, uma tesoura, fita-cola e lápis coloridos.

    Pois, não sei bem onde ela vai usar esses materiais todos, mas mas ela parece muito segura do seu plano.

(Continua) – CC9B 

O Fogo de 2020

fogo de artificio e 2020Image by Linus Schütz from Pixabay 

     Passei o Ano Novo no barco do meu Tio, no rio Tejo, em Lisboa. No barco, estava muita gente: toda a minha Família, uma Amiga da nossa idade e dois Tios emprestados.

     Fui avisando que horas eram a cada minuto que passava. Sentia como é giro experimentar uma coisa nova e como foi bom voltar a andar de barco.

     Quase à meia-noite, disse para toda a gente, até para as outras pessoas do barco vizinho: “- Já são 23h 59!” E preparei o telemóvel para filmar.

     Quando começou o fogo de artíficio estava um pouco escuro, só se viam as luzes de navegação e das casas.

    O fogo estava cheio de cor e vida; nós estávamos mesmo por baixo: cada forma ia em diferentes cores: às vezes como estrelas brancas, com riscas verdes e azuis. Outras vezes, o fogo parecia dizer “2020” numa explosão de cores!

     Quando acabou o fogo de artifício, estávamos todos contentes por ter começado um Novo Ano, uma Nova Década! Começamos a festejar, demos trocas de Abraços, fizemos votos de Alegria e eu berrei:

“2020” 

BB5B

A Menina Gozada por Todos

máscara, serpentinas e confetisImage by Thanks for your Like • donations welcome from Pixabay 

     Era uma vez uma menina chamada Carolina; ela era gozada por toda a gente, porque lhe chamavam de “Feia” e “Gorda”.

      Até que chegou o dia que, para ela, iria ser um dia horrível, mas, na verdade, vai ser o melhor dia da vida dela:  será o dia em que vão parar de gozar com ela!

     Esse dia calhou no Carnaval, por isso desde aí, ela começou a AMAR o Carnaval.    

     Ela foi vestida de Gótica, toda de preto e até chegou a pôr um piercing falso. Quando ela entrou na escola, toda a gente estava  a rir: ” – Ah ah ah…”

     Até chegar o momento inesperado: o desfile das máscaras!

     Com muita coragem, ela  conseguiu desfilar calmamente e com um sorriso brilhante na cara! Passado algum tempo, ela descobriu que tinha ganho: o juri dera-lhe a mais alta pontuação!

    Toda a gente ficou de boca aberta!

   A partir desse momento, em vez de se rirem dela, até imploravam que lhes perdoasse e lhes desse um autógrafo!

    Com isto sabemos que cada pessoa é linda à sua maneira.

SS6D

A Natureza é Vida

por do solImage by kordula vahle from Pixabay 

     Para mim, a Natureza é Vida, que podemos usar para acabar com o Stress, em momentos em que podemos descontrair.

    O meu estudo de Ciências é aplicado em minha casa, a reciclar os quatro materiais: plástico, vidro, papel e metais.

  Posso ajudar a Natureza de maneiras diferentes, como por exemplo: não poluindo, começando a reciclar regularmente, parando a vandalização. 

   Eu vivo mais intensamente a Natureza quando estou no mar. Adoro uma paisagem quando vejo o pôr do sol atrás do mar.

  Quando olhamos para o mar, ao pôr do sol, sentimo-nos maravilhados; quando ficamos com os olhos fitos, às vezes parece que estamos a tirar uma fotografia, de modo que depois, conseguimos lembrar-nos, no futuro.

AB6B

Relações Vivas

bicicleta floridaImage by JL G from Pixabay 

     As minhas Férias de Natal foram mesmo boas! O melhor momento foi quando estive com a Madalena C, que é a minha melhor amiga e vive em Londres.

      Nós estivemos a ver a minha casa nova e demos uma volta de bicicleta e paramos num bar para comer panquecas com Nutella.

      Uma das atitudes que eu apreciei, foi quando eu caí da bicicleta: ela riu-se e eu fiquei espantada porque ela se riu de mim. Mas depois comecei a rir-me com ela.

          Uma situação que valorizei foi durante o jantar de Natal dos Morões e dos Mendonças:  eu corei tanto de Felicidade, eu Adorei!

          Uma das conversas mais interessantes foi quando estávamos a falar dos nossos amigos de Portugal e de Londres.

          Uma questão difícil que coloco a mim própria é: por que sou uma pessoa e não um tigre ou outra coisa?

         Uma pessoa única é a Madalena C: eu adoro-a, ela é leal, posso confiar nela; é uma pessoa desportiva, adora dar passeios de bicicleta a conversar comigo.

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Aprendizagem Sócio-Emocional – I

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Salzburg Global Seminar  CCBYNCND2.0 Flickr.com

                                                Apontamentos da Formação dada                                            por Teresa Cabaço e Sara Simões

     No passado dia 16 de Outubro,  a comunidade de Educadores do CAD acolheu a primeira partilha de uma série de Formações oferecidas pelas nossas colegas da Unidade de Serviços de Psicologia,  sobre a centralidade de que se reveste a Aprendizagem Sócio-emocional,  para um sistema educativo que, nos nossos dias, entrou em profunda renovação. 

       O papel do Professor, neste novo contexto, é entendido como o de um líder, mas não apenas um líder na sua especialidade académica, que deve continuar a dominar com rigor e maestria.

     Agora, esta liderança é aprofundada e  alargada a outros aspetos que estruturam  a vida de uma Escola, na medida em que esta se entende, em primeiro lugar, como uma Comunidade de Pessoas que se orientam por Valores comuns.

         Tais valores, consignados no nosso Projeto Educativo e diretamente inspirados no Ideário das Escolas Amor de Deus, harmonizam-se, na sua essência, com o reconhecimento das Pedagogias atuais de que a qualidade do relacionamento humano permanece a pedra de toque do sucesso efetivo da “Aventura Educativa”. 

       Tentaremos acompanhar de perto, bem como partilhar com os nossos alunos, o enriquecimento que esta reflexão inspiradora e  prática virá trazendo à construção empenhada de um aperfeiçoamento –  sempre a caminho –  das nossas aprendizagens e do nosso viver em comum. 

Aprendizagem Sócio-Emocional – Formação do SPO