70 Anos CAD – O Poder da Leitura (2012)

readingImage by SvetlanaKv from Pixabay 

    O meu livro preferido é Alice no País das Maravilhas, porque é uma história emocionante e o País é País encantador.

     Eu adoro ler, pois aprendo mais e ler é sempre muito bom. O meu tipo de livros é livros de ação e de muita aventura, mas eu, que me lembre, nunca odiei um livro. 

      Agora, os livros para a minha idade são todos muito giros.

     O primeiro livro que li foi do “Ruca”, mas ainda era muito pequenina. Os meus pais ou os adultos nunca me liam livros; eu, a pouco e pouco, comecei a ler com a minha mãe.

     Quando comecei a ler muito bem, o poder que senti foi que já não tinha vergonha para ler à frente de toda a gente.

Este texto foi escrito por Mariana C, 5B 2011/2012

70 Anos CAD – Os Olhos Mais Lindos Que Eu Já Vi – (2013)

green eyesImage par Robert Ruggiero de Pixabay 

    A minha Mãe é uma das pessoas com menos paciência que eu já vi, mas também é a Mãe mais gira e carinhosa do mundo!

     A minha Mãe é de estatura média, tem o nariz pequeno e bonito como o meu. Os olhos da minha Mãe são os olhos mais lindos que eu já vi: eles são verdes; a boca é pequena e rosada, os lábios são finos. O seu cabelo parece castanho, é curto e liso.

    A minha Mãe é linda de morrer: é forte, magra e super flexível, porque faz yoga e corre. Adoro quando a minha Mãe usa um vestido cheio de flores!

    Não consigo me esquecer que a minha Mãe gastou quase o seu dinheiro todo só para nos levar para Itália. E foi muito giro!

    Não sei quais os seus projetos de futuro, mas sei que eu, no futuro, pretendo passar mais tempo com ela.

     Eu adoro a minha Mãe, aconteça o que acontecer. Eu daria a minha vida pela minha Mãe.

Teste Sumativo de Maio 2013 – Mell O. 5C em 2013

 Finalista do 12º em 2020

70 Anos CAD – Ser Pobre É Melhor Que Ser Rico – (2011)

jewel

Image par laminaria-vest de Pixabay

   Era uma vez uma família muito pobre, que nem dinheiro para comida tinha. Essa família era constituída por quatro pessoas.

     O Pai, era alto e simpático, de cabelo curto e escuro, olhos castanhos e tristes.

     A Mãe, alta e elegante, de olhos azuis e cabelo loiro, liso e curto,  usava um vestido agora rasgado.

     A Filha era bonita, loira, de cabelo comprido e ondulado, de olhos azuis como o mar, muito simpática e corajosa.

     O Filho era baixo e resmungão; de cabelo preto e curto, olhos cor de terra, vestia uma camisola de manga curta e umas calças de ganga.

     Apenas há uma semana eram pobres, pois um tremor de terra tinha destruído a sua casa e os bens que lá estavam.

     Os problemas eram grandes, estavam sem comida, sem água, sem casa, sem nada, pensavam eles, mas, na verdade, tinham algo muito mais especial, tinham amor.

     Rita, a filha mais velha, julgava que se não fizesse nada, ficariam naquelas condições para sempre, por isso, um dia, partiu em busca de riquezas   para fazer a sua família feliz.

    Arranjando maneira de entrar no metro sem ser vista, Rita partiu para Clesford, a cidade mais rica do mundo!

     Depois de passar horas sentada, chegou finalmente ao seu destino; estando cansada e cheia de sede, Rita aproximou-se do Poço mais próximo, mas não era um poço, era uma entrada para uma mina disfarçada!

     Rita não perdeu tempo: saltou lá para dentro e começou a apanhar diamantes, rubis, esmeraldas e outras pedras preciosas! Assim que encheu as mãos e os bolsos, subiu, deliciada com o que encontrara.

     Mas o que ela não esperava é que estivesse rodeada de seguranças que a queriam agarrar; com um ágil movimento, Rita viu-se livre dos homens que, um a um, acordavam e perguntavam –se onde estavam!

      Voltando para casa, sentia-se bastante satisfeita, mas quando lá chegou, a reação dos pais não era a que esperava: ao chegar, os seus pais atiraram as pedras preciosas para o chão, dizendo:

     – Não há pedra mais preciosa do que tu! – Disseram entre lágrimas .– Nenhum diamante te poderia trazer de volta.

     Então a família dividiu o dinheiro entre todos os pobres da cidade, e foram viver como uma família normal e muito feliz.

INESQUECÍVEIS ALUNOS – Vera 5C 2011

70 Anos CAD – Como uma Deusa Grega (2013)

       

   Wikimedia.commons.org Autor: Perugini

     A minha Mãe tem uma estatura elegante, como a de uma Santa.

     É bonita e linda como uma flor.

    Tem cabelo castanho como a madeira e é um bocado magra como uma Tulipa.

    Tem corpo de desportista, é rápida como uma chita, é energética como um Maio e é forte, bem mais forte do que eu.

     Gosta de vestir roupas leves, como uma deusa grega.

     Adoro quando ela nos faz surpresas e quando ela cozinha. Adora dançar, cantar, jogar, brincar, correr e fazer desporto.

     Ela é ótima a jogar Cluedo e também a cozinhar. Sempre que a vejo, torna-se um dia inesquecível.

     Todos os anos, a minha Mãe, pela altura do Natal, faz-­nos sempre umas surpresas que costumam ser perfeitas.

     Eu acho que não podia ter mais sorte do que tenho por ter esta Mãe que não existe melhor à face da Terra.

Francisco S 5C em 2013

no Teste de Maio de 2013

Finalista do 12º em 2020

70 Anos CAD – Saudades… (Antiga Aluna e Atual Mãe)

um novo amanhecerPhoto by Sabbir Ahmed on Unsplash
Saudades…
Sentimentos que nos corroem a alma…
A fragilidade e a incerteza de um novo amanhecer… sem saber…
Mas eu digo para ti que estás aflita…
De corpo e alma…
Acalma-te
A distância jamais será esquecida!
E minha Alma…
Será eternamente agradecida!
Saudades de tempos de outrora…
O cheiro do Orvalho-da-aurora…
Invadia-me e propagava-se por todo o meu ser,
E as minhas forças eram a certeza de um novo amanhecer!
Mas agora… embora minha Alma esteja enfraquecida…
sigo confiantePhoto by Sabbir Ahmed on Unsplash
70 Anos CAD – Festa das Mães 2020 –  Joana Ferreira
Inesquecível Aluna e Mãe de 4 Alunos: LR6A e + 3

70 Anos CAD – A VIDA (2015)

o sonho é a chaveImage par S. Hermann & F. Richter de Pixabay 

O mundo é um sonho que varia,
Varia por entre a multidão sombria e obscura,
Que só na noite se encontra.

Varia no arco-íris colorido e no diamante que cintila,
À espera que alguém os encontre.

Varia a indiferença no presente sentimento de dor
Por toda a parte,
Desprezando a felicidade e permanecendo o tormento.

Varia na bondade que é transmitida
Por aqueles que acreditam na mudança,
Têm um coração alegre,
Contentamento e esperança.

A vida depende do sonho que queremos ter.

A.Clara R. – 14 de Maio 2015  

70 Anos CAD – Finalista do 12º em 2020

70-Anos-CAD – “Quando Eu Gosto de Montar a Cavalo”(2013)

     cavalo

   Flickr Saparevo

     Eu gosto muito de montar a cavalo. Montar a cavalo é o meu divertimento, mas o desporto é muito caro e ter um cavalo é uma responsabilidade. Eu monto na Quinta da Marinha, com uma professora chamada Sofia Carvalhaes, que é muito querida; eu gosto muito dela!

     Quando saio da Escola, às segundas, terças e quintas, vou toda contente, porque é nesses dias que vou montar. A Sofia, como tem os filhos cá na Escola, vou com ela às terças e quintas, nas segundas é a Mãe que me leva e também leva o Pedro e a Carlota (os filhos da Sofia).

     A parte mais gira de montar é o galope, mas antes do galope é saltar. Eu gosto muito de saltar com todo o tipo de cavalos e, nos concursos também. Nos concursos fico sempre muito nervosa e, no campo de aquecimento, faço sempre “porcaria”, mas depois, na prova, acaba sempre por correr bem.

     Imagem: Oficina de Escrita
     Para montar, visto a camisa branca, as calças, a casaca que a Carlota me deu, as botas pretas, o toc, o stick e os esporins.

     As aulas também são divertidas: às vezes saltamos e às vezes não. Primeiro andamos a passo, depois trotamos e, finalmente, galopamos.

     Eu também gosto muito dos estágios que a Sofia faz: os mais giros são os de verão, porque vamos para a Marinha às nove da manhã, depois montamos, logo a seguir vamos à praia e depois voltamos a montar. Os meus cavalos preferidos são o PJ e o Grand’Oro, gosto muito deles!

     Quando comecei a montar, tinha 7 anos; comecei também com a Sofia, mas no D.Carlos, fiz dois anos de volteio e depois fartei-me, porque queria passar logo, sem ser a volteio e não passava; então desisti, mas, como já contei, voltei.

     Quando for grande ainda não sei o que quero ser, mas não quero largar os cavalos!

70 Anos CAD – T R de P 5A Dezembro de 2013

A Magia do Ténis

ténisFlickr.com Max Elman

    Se pudesse, eu inventava a magia: isto seria, claro, nos desportos, mais no Ténis. O Ténis é o meu Desporto preferido.

    Se me dissessem para eu escolher uma magia, eu iria escolher a magia do Ténis: no Ténis, jogavam todos muito bem, mas eu ficava com uma magia que ganhava a toda a gente.

     Como eu jogava bem, dava sempre os passos que eram precisos para bater na bola, levava a raquete sempre até onde já não pudesse.

    Tinha muita técnica: amortis, uma bola curta, bola comprida, fazê-la correr, meter sempre a bola onde eu queria e os serviços fabulosos!

     A Portuguesa Michelle Brito ganhou à Maria Sharapova, que é a melhor do mundo! E eu, se lutar, posso ganhar a muita gente!

    Já fui a torneios internacionais e nacionais, A, B e C: o C é torneios nacionais em Lisboa; B – torneios nacionais mais perto de Cascais; A – torneios nacionais longe, como no Porto, por exemplo. Nos Internacionais, ainda só consigo jogar C, como ir a Madrid.

    Há algum tempo, fui a Madrid; perdi na primeira ronda contra uma holandesa; fui depois ao quadro B e perdi com uma espanhola nas meias finais. O quadro B significa que, quando uma pessoa perde a primeira ronda, tem uma segunda oportunidade para jogar e até pode chegar a ganhar taças.

    Lembro-me de uma jogada fabulosa que até me surpreendeu: um smash contra o Francisco B!

Adoro Ténis.

70 Anos CAD – Criação Oral de Texto LR de P, 6B 2013/14

70 Anos CAD – “Nós Somos Agora, Seremos Amanhã” -(2007)

mãos uniãoImagem: Oficina de Escrita 2007

Novos Colegas, Novos Professores…

     Com um pouco de receio, entrei para outra face nova da minha vida.

     Comecei por saber que iria ter novos colegas e novos professores, muitas disciplinas para aprender e algumas para recordar. Tenho pensado muito: tenho de ser menos criança e ter mais um pouco de liberdade.

     Agora tenho um recreio muito maior, onde posso fazer muito mais jogos; não tenho de usar bata, coisa com que fiquei muito contente e nem tenho de comer sopa.

     Mas, por outro lado, também tenho muitas saudades da minha professora Graciette; foi ela que me acompanhou estes quatro anos e teve muita paciência para me aturar no 1º Ciclo.

     Também tenho saudades dos jogos que fazíamos no 4º ano, e do meu grupo completo: a professora dizia que éramos um grupo muito unido.

     Vai ficar para sempre na nossa memória o passeio de finalistas!

     O meu maior desejo para estes dois anos é que haja alegria, felicidade e que todos passem de ano!

     Por último, queria escrever a canção que a professora Graciette nos ensinou no primeiro dia de aulas e que cantámos no último dia:

canção da professora

70 Anos CAD – Filipa R, 5ºB -2007

70 anos CAD – Conhecer a Natureza – (2005)

poenteImage par RÜŞTÜ BOZKUŞ de Pixabay

     A Juventude pode conhecer a Natureza de longe, viver na cidade e olhar pela janela, vendo apenas prédios e, lá ao fundo,  um monte com poucas árvores.

   Ou então, a juventude pode ler livros sobre o mundo que nos rodeia – isso é conhecer a Natureza, mas de uma forma que não é a melhor, pois não estamos em cima dos acontecimentos.

    Uma planta que nasce, uma flor que se abre pela manhã, são uma alegria, porque também são estes pequenos gestos que fizeram, ao longo dos anos, as grandes florestas do mundo.

   Ir ao jardim, e conhecer o nome de cada árvore, de cada flor, e sentir-se em casa ao pé delas, é outra maneira de conhecer a Natureza, uma maneira com mais amor e carinho. 

70 anos CADCatarina, nº6 –  6ºB –  2005

Questão de resposta longa no teste de Abril de 2005

70 Anos CAD – A Vida Real Somos Nós – (2013)

Nota prévia da Oficina de Escrita: Esta breve e poética reflexão resultou da junção de dois exercícios de Escrita Criativa, propostos no livro de Margarida Fonseca Santos e  inventados de improviso, pelo Autor, em Setembro de 2013.

O nosso  inesquecível Aluno, filho de outra inesquecível Aluna, vive atualmente na Irlanda, com a sua Família,  tendo feito 18 anos ontem, 18 de Abril.

PARABÉNS DUARTE!

só o corajoso é rebeldeImage par Oberholster Venita de Pixabay 

    A Beleza é uma parte da pessoa ou de uma  coisa e que define se ela “É” mais ou não.

   A Beleza está em tudo de formas diferentes.

   Tem inúmeros sentidos, sendo impossível determinar algo profundo, de forma a, talvez, desvendarmos outro algo, que não é a vida real.

    Porque a Vida Real somos Nós, não o que os outros dizem.

   A Partilha é algo que põe os outros felizes, com a Ajuda, que nos vai marcar para a Vida, e nos dará Alegria, pela qual nós queremos estar lá – na Liberdade da Vida  –  que permite também a tristeza, quando nos sentimos sozinhos.

   Mas a Rebeldia é a Ajuda que nos protege, porque só o Corajoso é Rebelde.

70 Anos CAD – Duarte P –  6ºC – 2013

70 Anos CAD – Em Defesa de uma Causa -1 – 2012

cão abandonadowallpaperflare.com

     Eu (TM) nunca defendi nenhuma causa, mas ia adorar se pudesse defender uma causa, que seria contra o maltrato de animais. 

     Mas como não posso, publico no facebook aquelas fotos de maltrato de animais que dizem para partilhar a quem está contra isto. 

     Também publico fotos de animais perdidos, para que, se os encontrarem, os darem aos donos, ou quando é para adotar. 

     Se criasse um grupo de amigos seria para defender esta causa: o maltrato dos animais. 

     Juro pela minha vida que a única coisa que não me deixa lutar por esta causa é ser ainda pequeno e ter 10 anos.

     Eu gostava de ter até sugestões viáveis para defender a causa e poder expandir o Grupo, pois, ao ter sugestões viáveis saberia que o Grupo não falharia. 

    Por esta causa, eu arriscaria a vida, porque se fosse crescido e tivesse um grupo de amigos a defender esta causa e encotnrasse um daqueles grupos de lutas de cães, eu e os meus amigos chamávamos a Polícia.

    Entretanto, ajudaríamos a arranjar um lar para os cães, ou então ajudaríamos a devolvê-los, se tivessem roubado os cães,para  não gastar dinheiro, que é o mais provável.

    Mas acredito que se pudesse criar o Grupo, ficava feliz.

70 Anos CAD – TM  nº 32 – 5C – 2012 (Atualmente no 12º Ano)

(5º Ano Direção de Turma da Prof. Paula Xavier)

70 Anos CAD – A Peste do AMOR – 2014

tristeza do amorFlickr.com Patrick Mc Donald

      O que é isto?

     É uma coisa que nos agarra e não nos deixa sair por mais que queiramos.

O que é isto…

 Que sempre que um certa pessoa passa ou fala connosco,

     Faz o nosso coração palpitar com tanta força que parece que vai rebentar.

   O que é isto…

   Que me dá vontade de ficar a dançar com essa pessoa até à madrugada?

O que é isto…

   Que não me quer largar?

     Que vai contagiando cada vez mais e mais pessoas.

     Como pará-lo?

     Simplesmente não dá.

     Acho que faz parte de nós.

   O que é isto… que nos possui?

 

70 Anos CADMM, 7A 2014

No 12º ano em 2020

70 Anos CAD – Noite Estrelada (2012)

 noite estrelada

  Imagem: Gentileza da Autora

     Eu pintei um quadro chamado “Noite Estrelada”, em que o artista desse quadro chama-se Van Ghog.

      Esse quadro inspirou-me muito, sobretudo a forma como ele fez as combinações de cores no vento.

    Quando pintava o maravilhoso quadro, sentia-me cada vez mais dentro dele e imaginava-me naquela linda paisagem.

      Eu tenho uma grande paixão pela pintura e tenciono não deixar de pintar. Um conselho que vos dou é não deixar de fazer o que gostamos.

70 Anos CAD – ACR 5C –  2012

(Direção de Turma da Prof P.Xavier)

70 Anos CAD – O Que Vejo da Janela Do Meu Quarto (200)

paisagem pinturaFlickr.com Wonderlaine

     Há algum tempo que vivo aqui e só hoje é que reparei na vista que tinha da minha janela. Não é muita, mas é alguma. De repente, veio-me à cabeça a quantidade de vida que existe neste local.

    À minha frente vejo plantas floridas e abelhas a fazer comércio. Vejo também moscas a fazer corridas de um lado para o outro, a ver quem é a mais rápida.

     À minha esquerda, vejo o limoeiro da vizinha e, finalmente, à minha direita, vejo as minhas tartarugas a apanhar banhos de sol.

    Do céu, os raios de Sol entram pelo meu quintal fora e fazem concurso a ver quem consegue iluminar mais coisas.

    Vejo pardalecos a brincar à apanhada. O meu papagaio passa as tardes a ladrar e a miar, a assobiar, a cantar os parabéns e até a chamar-me.  Os meus periquitos estão sempre a namorar, como duas pessoas e a entrar dentro dos seus ninhos e a cuidarem dos seus ovos.

    Quando o meu cão vai ao quintal e as moscas se põem de volta dele, ele tenta trincá-las.

    Nos dias de Sol, o quinta cheira a harmonia e sente-se que os seres vivos falam uns com os outros.

     Quando anoitece, toda esta magia que está no meu quintal desaparece e fica tudo calmo e silencioso.

    Quando o dia nasce, repete-se tudo. E todos os dias isso acontece.

70 Anos CAD – PA6B – 2000

Publicado in “Boletim Informativo Colégio Amor de Deus” – 2000