Gentileza de Dalle 3
Dia um de Novembro, 1755, em Portugal, nomeadamente, Lisboa, a grande capital. Relatos dizem que entre as nove e as dez horas da manhã, Portugal foi surpreendido por tremores inexplicáveis e com uma força desconhecida, mais, acredita-se que teve à volta de 9º de magnitude.
Como era dia um de Novembro – dia de Todos os Santos – estavam acesas muitas velas pelas ruas e, entretanto, nos mercados/feiras, os animais começavam a ficar muito agitados, muito inquietos. Ninguém entendia o que queriam dizer; a maioria das pessoas estava nas Igrejas.
Passado algum tempo, as pessoas começaram a sentir um tremor, mas a princípio não ligaram muito, acharam que um coche pesado estava a passar na rua.
Entretanto, o tremor ficou cada vez mais forte, até que se tornou tão grande que começou a abalar casas, tetos de igrejas, edifícios; o chão das ruas estava a abrir fendas, e as pessoas ficaram desesperadas, correram para espaços mais abertos.
Ah, quase que me esqueci! Quando o sismo começou, as velas caíram e, em poucos minutos, devoraram quase toda a cidade em chamas.
A maioria das pessoas fugiu para o Terreiro do Paço – mais conhecido por Praça do Comércio. Vinte e cinco minutos depois de terem chegado, as águas do rio Tejo começaram a recuar, parecia que não iam mais voltar, mas ao fundo viu-se uma onda gigantesca com mais de trinta metros – um tsunami.
Questões para Pensar – Improviso sobre História – EP6A25-26