Dragões Versus Dinossauros – I

Gentileza de Dalle-3

     I

Uma Amizade Imprevista

     Os Dragões viviam nas Montanhas Voadoras e os Dinossauros viviam na Floresta Mágica.

   Havia dois amigos, um dragão e o outro dinossauro, mas um dia, o Dinossauro traiu o Dragão e começou uma guerra. Os combates deles eram muito diferentes: os dragões tinham o poder do Fogo e os dinossauros tinham o poder da Terra; então eles faziam uma guerra sem fim.

   Mas um dia, havia um Dinossauro que se chamava Dinorex e um Dragão que se chamava Doni. O Dinorex estava a passear, quando encontrou um dragão deitado no chão; o Dinorex ajudou o Dragão.

   O Dinorex voltou para casa; ele estava ansioso para contar ao pai sobre o salvamento, mas lembrou-se de que o pai lhe tinha dito:

    – Dinorex, quando vires um dragão, foge e avisa-me, para eu tratar dele. Então, o jovem não disse ao pai; quando chegou a casa, o pai perguntou: 

     – Dinorex, o que andaste a fazer?

     – Nada, estive a passear – respondeu o Dinorex. 

     – Então vem para dentro – pediu o pai.

      E foram os dois para dentro.

   Na manhã seguinte, ele voltou a ver o dragão; estava num local com muitas árvores que rodeavam uma clareira com relva e flores silvestres. Eles conversaram: 

    – O meu nome é Doni – apresentou-se o dragão, feliz. 

  – O meu nome é Dinorex – respondeu o jovem dinossauro.

   Então eles, todos os dias, viam-se, conversavam, brincavam.

(Continua)

Ação e Aventura – Valores em Ação – SB5A25-26

Descobrir a Vida numa Ilha

Gentileza de Dalle-3

      Se eu encontrasse uma ilha a que ninguém tivesse chegado antes, ficaria feliz e animada para brincar na ilha.

    Eu não ia saber como construir um abrigo lá, mas, se acontecesse de verdade, eu tentava encontrar madeira e construía-o só com madeira.

    A minha forma de habitar a ilha seria construindo um castelo de areia. Adoraria estar mesmo nessa ilha, porque poderia brincar e construir o que eu quisesse.

    Eu resistia na ilha, até conseguir aguentar a fome e o frio. Se tivesse de regressar a casa, eu encontrava um telemóvel e ligava para uma pessoa, para vir-me buscar com um barco ou um avião.

Ser Líder de Si Próprio – Texto Narrativo – BT6B25-26

A Transformação da Floresta

Gentileza de Dalle-3

    Um Dia, duas meninas – uma chamada Bobi e outra chamada Dino – foram passear a uma floresta. A Bobi era loira, com o cabelo encaracolado pelos ombros, magra, mas muito forte; a Dino também tinha o cabelo pelos ombros, mas era castanho e ondulado; era magra, frágil mas cuidadosa.  

    Quando chegaram, viram que a floresta estava sem folhas nas árvores, não havia lama nem água, estava tudo seco, não parecia haver animais e não estava vento nenhum.

    Começaram a andar e, quanto mais andavam, mais barulhos de animais ouviam. Quando se aperceberam estavam rodeadas de centenas de animais que pareciam esfomeados.

    Na verdade, eles só queriam ajuda, porque a floresta estava toda destruída, devido a uma tempestade devastadora. A Bobi sentiu muito pânico, mas a sorte é que a Dino era farmacêutica; então, ela percebeu que os animais estavam a pedir ajuda e a Dino explicou à Bobi como se falava a língua dos animais.

     Quando elas terminaram, foram ajudar os animais e, claro que eles também colaboraram. Terminaram o trabalho em menos de uma hora e ficou incrível: a floresta ficou cheia de folhas nas árvores, tinha um bocadinho de lama, a relva estava verdinha e fofinha.

      Os animais tinham pedido ajuda por serem os anos do Rei da Selva, o Leão.

Texto Narrativo – Conto de Fantasia – MAM5D

Uma Avozinha Maluca

     

Gentileza de Copilot

   Era uma vez uma avozinha muito engraçada e divertida; ela era meia maluca, mas nunca se tinha descoberto que ela tinha feito algo de estranho.

   Certo dia, a avozinha saiu à noite; como ela vivia em casa do seu filho, ele ouviu a porta a bater; achou muito estranho, mas continuou a dormir. 

    A avozinha foi roubar – antigamente ela roubava também, mas não se sabia – coisas perdidas numa festa, ou seja, foi surripiar o que pudesse; os donos da discoteca onde tinha sido a festa, deixaram uma janela aberta, por onde ela entrou bem, porque andava no ginásio. Ela ficou com telemóveis, malas de senhora e óculos!

    Como ela não tinha pedido a ninguém para entrar, o alarme começou a tocar: ela saiu a correr, mas estavam cerca de cem polícias atrás dela; por cada rua em que ela fosse, encontrava polícias!

    Então, ela começou a subir pelas escadas de emergência de um prédio, mas havia polícias lá em cima; então ela deu um salto gigante e chegou à asa de um avião! Ela tentou partir a janela de um avião, mas não conseguiu e, por isso, de repente, voou!

     Quando voou, a avozinha foi parar a um estádio de futebol e ficou às cavalitas de um senhor, que estava a lutar Karaté e ela apanhou um soco na cara!  

     Enquanto isso, os seus conhecidos andavam à procura dela.

(Continua)

Ação e Aventura  – Inspirado em “A Avozinha Gangster” – JT5D25-26

A Guerra dos Peluches

     

Gentileza de Dalle-3

     Era uma vez um cientista Ucraniano que, como o seu país estava em guerra, fez uma invenção muito esquisita, que foi a construção de uma fábrica de peluches, mas esses peluches tinham vida!

      Então, para substituir os soldados, mas para não aceitarem comércio com o país inimigo, deu-os à Alemanha, para os peluches serem vendidos lá.

       Passaram-se dias e os lotes acabaram. Uma noite, os peluches acordaram e foram logo até à maior base militar na Rússia; aí roubaram todas as armas e esconderam-nas nas casas dos seus donos Alemães.

     Aí foi o momento perfeito para os soldados Ucranianos atacarem e os peluches dominarem as ruas.

        Depois de alguns dias, os peluches já tinham feito um Império em todas as ruas do país inimigo, mas como ainda existiam soldados desse país, ergueram uma muralha com bombas; se alguém a fosse quebrar, explodia!

Narrativas de Liderança – Ação e Aventura – MA6B25-26

O Amor do Inverno

Gentileza de Dalle-3

       Num dia de outono, todos já estavam preparados para o frio; faltava um dia para acabar o outono e começar o inverno. Todos estavam tristes, uns mais e uns menos, quase ninguém queria congelar.

     Passou um dia e o desastre começou; ouviam-se os bebés a chorar de frio e as crianças a reclamar, os pais não aguentavam mais. De repente, o frio aumentou e só se ouviam as crianças a gritar. Passou um dia e ninguém aguentava mais.

     Algumas pessoas tiveram que acordar cedo para ir trabalhar e, quando abriram a porta, a neve entrou e gritaram para a família vir ver a neve.

     Todos felizes por ver neve! Nunca tinham visto neve naquela aldeia. Alguns usavam guarda-chuva para não usar neve no cabelo.

      Passaram dois meses e faltava um dia para acabar o inverno. Todos choravam de tristeza, ninguém queria que acabasse o inverno. Pensavam que um ano era muito tempo para chegar outra vez o inverno.

      Contavam os meses, os dias, os minutos e até os segundos!

  • Texto Narrativo – Histórias Baralhadas – BT6B25-26 

Amizade Inquebrável

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    Dois amigos meus foram à África do Sul ver jogos do Mundial de Futebol 2012. 

    Depois de chegarem, uma coisa aconteceu: eles passaram de melhores amigos para inimigos, porque havia dois jogos o Fred queria ir a um e o Joel queria ir a outro e lá foram cada um para o seu jogo.

   No dia seguinte, encontraram-se num novo jogo de futebol; nesse dia estava sol e muito calor. Sentaram-se um ao lado do outro. Depois disso, voltaram a ser hiper-mega-amigos, não voltaram a “chatear-se” e vão ao Euro 2027!

Liderar entre Pares – Texto Narrativo – JPC5A25-26

A Mística Jornada – II

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      (Continuação de I)

Então, o jovem recém transformado olhou em volta e viu uma vila na distância; resolveu ir lá; chegando, viu uma barraca com comida; como estava com fome, entrou e aí encontrou um Goblin.

    Perguntou-lhe onde estava e o Goblin disse-lhe que estava na cidade da magia, onde as bençãos definem o nosso futuro.

  No mesmo instante, apareceu-lhe uma espécie de placa flutuante com um escrito a dizer que ele tinha ganho a benção da réplica.

    Então o Goblin perguntou o seu nome e pediu-lhe para identificar a sua benção. O jovem respondeu que se chamava Whind e que tinha recebido a benção da réplica.

      O Goblin ficou pálido e disse que se ele olhasse para alguém, conseguiria copiar e armazenar todas as suas habilidades.

       Whind ficou feliz, porque compreendeu que agora poderia vingar a sua Mãe.

(Continua)

Narrativas de Liderança – Ação e Aventura- MA6B25-26

A Mística Jornada I

Image par Arayro de Pixabay

     Era uma vez, numa aldeia, um miúdo, que estava a passear. Porém, quando estava a ir para o supermercado, do meio do nada, um helicóptero desceu à sua frente e de lá de dentro saiu um senhor que disse que ali perto iam construir uma usina nuclear.

    Passaram-se anos e o miúdo foi crescendo, até que no seu décimo quinto aniversário, inventou de ir à usina; quando chegou uma pessoa desconhecida empurrou-o para uma poça de um líquido misterioso e aí ficou paralisado.

    Passaram semanas sem ninguém saber dele, mas um dia o seu pai conseguiu encontrá-lo. Então regressaram a casa, mas, quando chegaram um homem desconhecido estava a tirar a vida da sua Mãe.

     Aí, ele, do nada, viu a imagem de um animal místico a dizer-lhe para nunca desistir. Quando deu por si, estava à beira do rio de onde costumava tirar água para levar à sua vila.

    O que ele não sabia é que o animal místico o tinha levado para outro mundo, parecido com o dele, mas também diferente, mais mágico, com mais vida e onde os seres tinham poderes místicos.

   Então ele levantou-se, viu-se refletido numa poça e percebeu que estava diferente: passou de ser um rapaz gordinho para ser um rapaz mais magro, de moreno tinha passado a ser louro. Foi aí que começou a jornada de encontrar quem tinha matado a sua Mãe.

(Continua aqui)

Narrativas de Liderança – Ação e Aventura- MA6B25-26

A Viagem dos Bandeirantes

Gentileza de Dalle-3

     Em 1561, um grupo de bandeirantes tinha a missão de encontrar minas de outro no interior do Brasil. O Grupo era composto por seis homens muito fortes e aventureiros; quem comandava era o Gonçalo Ferreira e ous outros chamavam-se João, Bartolomeu, Sebastião, Nuno e Manuel. 

      Em Portugal, o rei D. João V chamou alguns homens para irem ao Brasil a fim de procurar ouro para construções e para a coroa. O rei tinha a esperança de formar um grupo de 240 homens, infelizmente a maior parte deles rejeitou a missão. Os únicos aventureiros que aceitaram foram Gonçalo – o líder, João – o cozinheiro, Bartolomeu – o lenhador, Sebastião – caçador e recoletor de comida, Nuno – sentinela – e Manuel  – o guia; todos eles estavam armados com mosquetes e facas de mato. 

     No dia marcado, os corajosos Bandeirantes partiram numa caravela pequena e foram para o Brasil. Uns meses mais tarde, chegaram ao seu destino, que era Mato Grosso, por isso tinha sido uma grande viagem. 

      Gonçalo, montado a cavalo, pediu ao Manuel para pegar num mapa e dizer onde ficava Mato Grosso: ele disse que ficava no Nordeste do Brasil. Quando o sol se pôs, montaram as tendas e dormiram durante a noite. 

(Continua)

Ação e Aventura – Improviso sobre História – RZ6A25-26

Maria e o Concurso de Bicicletas

     Num dia de primavera, havia uma menina a praticar para o concurso de bicicletas; chamava-se Maria, tinha doze anos, o cabelo castanho e comprido e os olhos castanhos e brilhantes; ela gostava muito de andar de bicicleta e de ler aventuras; nas rampas, ela dava saltos e cambalhotas!

      Nesse dia, a menina estava no seu concurso, andou de bicicleta e foi a mais rápida de todos! A Maria ficou muito feliz e ganhou o concurso. Toda a sua Família se sentiu muito feliz e fizeram uma festa para comemorar; a Maria também convidou todos os seus amigos, que também estavam a concorrer na corrida.

Ser Líder de Si Próprio – Texto Narrativo – SB5A25-26

O Tesouro do Samurai – I

Gentileza de Copilot

           I 

     Há vários anos atrás, um grande Samurai estava navegando num magnífico barco que continha um fabuloso tesouro japonês. 

     Passados alguns anos, um rapazinho chamado Garfield, descobriu em sua casa, uma armadura de Samurai, na qual estava inscrito: 

“Bonsai”

     Este menino era muito curioso e esperto, tinha cabelos pretos, olhos castanhos e era muito magrito.

     O Garfield ficou muito impressionado com a sua descoberta; ele explorou mais a sua casa e encontrou um livro que estava escrito em Japonês. Ele tentou ler, mas não sabia japonês, pois era chinês, mas ele pediu ajuda à mãe e a mãe disse:  

     – Eu nunca vi este livro na minha vida!

     Como a mãe era japonesa, disse ao seu filho o que estava lá escrito.

     No livro estava escrito que havia um Samurai chamado António Martins e, ao mesmo tempo, a sua família tinha o nome Martins; então, eles descobriram que o Samurai era um parente da sua família.  

     Garfield ficou impressionado, e avistou um mapa que tinha um X vermelho sobre uma certa ilha.

(Continua Aqui)

Texto Narrativo – Ação e Aventura – GE5B25-26

A Carta Nunca Enviada 1 – II

Gentileza de Dalle 3

II

O Combate com o Glitch

(I Parte aqui)

     Pedro, sem acreditar, mas os guardas ouviram e prenderam-no. Pedro ficou paralisado por saber que tinha poderes sobrenaturais, mas logo ficou desanimado, por ter de escapar da prisão “Light”, onde o Agente Rogers trabalhava. O Pedro lembrava-se do Agente Rogers, pois ele era muito amigo dos seus pais.

     Depois de duas horas, o Rogers apareceu e perguntou o que é que o Pedro estava a fazer ali. Pedro disse que sabia de tudo o que o Agente escondia; o agente não acreditou no que ouviu, depois abriu a porta e saiu a correr com ele pela mão!

     Disse que o Pedro não estava protegido, pegou na sua nave e foram parar á Área 51, onde encontraram tudo destruído, só descobriram uma criatura não identificada; parecia um ser algo “bugado” e foram tentar fugir dela, mas a criatura não estava de bom humor e fez com que o Agente desaparecesse e, então sim, apresentou-se:

      – Olá Vítima, eu sou o Glitch, o ser mais poderoso da Terra! – disse, com uma voz “bugada”.

      Pedro, ciente do que estava na carta, partiu para cima do Glitch, lembrando-se de tudo o que já lhe tinham falado sobre ele, com toda a sua fúria. Sem se aperceber, transformou-se numa criatura mística: um Tigre mensageiro dos deuses. Só com uma patada, o adversário foi “debased” – morreu.

   Com isto, Pedro foi reconhecido como um santo salvador e tudo ficou bem até agora.

Narrativas de Liderança – Ação e Aventura –  – FT6B25-26

O Tesouro do Samurai – II

Gentileza de Copilot

II

     20 anos depois, Garfield mudou-se para o Japão e tinha um emprego que é ser explorador de artefactos históricos. O Garfield lembrou-se do mapa e decidiu investigar outra vez, ele viu que o X vermelho ficava na ilha de Truchima, mas perto do castelo em ruínas. 

      Ele decidiu chamar os seus colegas de trabalho e amigos para irem finalmente explorar essa ilha. Três colegas queriam ir com ele e conseguiram; um deles era médico e chamava-se Leandro, outro chamava-se Augusto e era professor de química e história; finalmente, o outro chamava-se David e era poeta. 

     Garfield, o arqueólogo, arrendou um avião e foi até à ilha mencionada; chegou à ilha com os seus colegas, explorou-a, viu a floresta dourada e decidiram abrigar-se lá; no dia seguinte, continuaram a sua jornada.

(Continua Aqui)

Texto Narrativo – Ação e Aventura – GE5B25-26

A Carta Nunca Enviada – 1

Gentileza de Dalle 3

I

     Numa velha aldeia do século XV, vivia uma brava criança, chamada Pedro, com 12 anos.

     No dia 15 de dezembro de 1415, o Pedro estava alegre, pois sabia que era quase Natal, com a aldeia toda entusiasmada, mas logo de manhã, o Pedro tinha acabado de acordar com um barulho alto de tambores e tinha gritado: “- Calem-se!”.

    Os homens não ouviram e continuaram. Então o Pedro lembrou-se que esse dia era o Dia Mundial da Paz! Alegre por não haver aulas, foi a correr para fora, mas viu um cavaleiro a dirigir-se para um beco escuro. 

    Com curiosidade, seguiu-o e descobriu que era um beco sagrado! Aí, o Pedro lembrou-se de uma lenda sobre “uma carta nunca enviada”; desceu rapidamente umas escadas e escondeu-se num baú; viu ali uma carta e leu-a; estava escrito:

      Pedro leu para quem era a carta e não acreditou no que viu: a carta era para os seus Pais!

(Continua aqui)

Narrativas de Liderança – Ação e Aventura –   FT6B25-26

Batman, o Super Herói

Image par Imluizgomes de Pixabay

    Era uma vez um Super Herói chamado Batman; ele lutava com os ladrões, à noite, em Washington DC.

    Uma noite, uma organização chamada VEX746 conseguiu descobrir uma bactéria chamada “Death Plague”, que, se se espalhasse, a cidade iria sofrer uma crise! Em Live TV, o Grupo Vex746 apareceu, todos os seus elementos usando máscaras, e disseram:

      – Nós temos uma bactéria, chamada “Death Plague”, quando libertada no ar, a população de toda a cidade irá morrer e têm três dias para se preparar.

     Quando o Batman ouviu a notícia, foi rapidamente investigar quem estava a participar no grupo Vex746.

     Na noite seguinte, Batman estava triste, porque não tinha conseguido encontrar quem participava no Vez746; quando estava a ir para casa, viu uma pessoa vestida de preto e o Batman foi investigar o que ele estava a fazer.

      Entrou numa base secreta que tinha escrito, por cima da porta de entrada: “Vex 746”. Olhou pela janela e viu o Joker e quatro outros ladrões. O Batman tirou uma foto deles, atirou uma bomba lá para dentro e conseguiu matar quatro dos ladrões, mas o Joker sobreviveu à explosão.

      Então, o Batman saltou pela janela e lutou com o Joker. Por fim, o Batman venceu e chamou a Polícia. Foi assim que Batman salvou a cidade.

Texto Narrativo – Ação e Aventura – SL6A25-26

Aventura na Ilha – I

Image par davidcmiller de Pixabay

     Era uma vez, num grande dia de verão,a Família Liver foi viajar até à República Dominicana, porém, depois de já estarem no meio da viagem, o avião caiu, porque ao pé da cabine, um bebé começou aos berros, o que distraiu os pilotos, fazendo acontecer o desastre.

    Já em pleno mar, a Família Liver agarrou-se a um destroço flutuante que a corrente marítima foi arrastando até uma ilha.

    Chegando, a Família viu que a ilha tinha diversidade: uma praia superlarga cercada de árvores gigantes, cheias de frutos tropicais onde saltavam macacos.

(Continua)

Texto Narrativo – Ação e Aventura – MA6B25-26

Os Simpsons em Outro Universo – II

Gentileza de Dalle-3

II – O Recomeço

      Ao acordar, Bart começou a entrar em pânico; depois de algum tempo, acalmou-se; viu aproximar-se uma criatura feia que lhe deu uma papa estranha.

     Bart, cheio de fome, começou a comer mas, ao mesmo tempo que comia, vomitava de nojo; ao terminar, começou a gritar em voz alta: 

       – Que nojo!

       Os Aliens ouviram e vieram logo a correr para a prisão, mas foi aí que o Bart ouviu um estrondo e viu que eram os seus amigos, o Agente Rogers, o Pedro e o Miguel, mas, ao vê-los, da sala da prisão, apercebeu-se de uma coisa e perguntou ao Pedro, num tom sarcástico:

     – Pedro, o que aconteceu contigo? Pareces um pouco fraco.

     O Pedro respondeu: 

    – É que eu, agora, sou mensageiro dos deuses.

(Continua aqui)

 Ação e Aventura Aventuras dos SimpsonsFT6B25-26

Sugestões de Escrita: “A Jornada do Herói”

Genitileza de Dalle -3

Plano para Texto Narrativo

Assunto

     Escrever uma história fictícia sobre um jovem que se torna líder ao servir a verdade, o bem ou o amor.  

       Introdução

       1.1. Apresenta a personagem principal:

       1.1.1. Descreve a personagem num breve retrato físico:

        • estatura,
        • feições do rosto,
        • expressão do olhar.

       1.1.2. Descreve-a também no seu retrato psicológico

        • personalidade,
        • caráter,
        • projeto de vida.

       1.1.3. Descreve o ambiente que o rodeia, o seu contexto de vida.

        • Aqui podes introduzir personagens secundárias
        • ou figurantes.

       Situação Inicial

       1.2. Desafio: relata um problema que exige liderança, dentro do contexto em que a personagem se integra.  

      Desenvolvimento

      2.1. Ação:

        • Mostra como a personagem decide agir  pelo bem dos outros.  

      2.2. Clímax:

        • Narra, com pormenor, o momento da ação em que a verdade, o bem ou o amor fazem a diferença.  

     Conclusão

       3. Acrescenta, ao objetivo realizado, uma lição aprendida sobre Liderança.

    Liderar na Verdade, no Bem e no Amor – Sugestões de Escrita – Perplexity IA e OE  

O Segredo do Jovem Guia

Image par Mohamed Hassan de Pixabay

     Cria um breve texto narrativo:

    1 – Conta a história de uma criança ou adolescente que descobre que tem o poder de dizer sempre a verdade, mesmo quando é difícil.

     1.1. Retrata o jovem guia física e psicologicamente.

    1.3. Como é que ele costuma utilizar esse dom para ajudar os seus amigos?

     1.4. Inventa um momento de aventura, em que ele guia o seu Grupo num lugar perigoso.

      1.5. Descreve a paisagem por onde o jovem guia os seus amigos.

       1.6. Mostra como a sua sinceridade é que consegue salvar a situação.

Liderança – Sugestões de Escrita – Co-autoria de Claude AI da Anthropic e OE.