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Oficina de Escrita do CAD: CADESCRITA
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Querido Irmão,
Estou com muitas saudades!
Eu sempre gostei de ti, das tuas habilidades para jogar e conviver. Lembro-me quando tu e eu jogávamos Mário Kart e ríamos o tempo todo!
Tu és o melhor irmão de todos: tens sabedoria, és brincalhão, tratas os outros com igualdade, és sincero.
Esta Primavera, gostava de ver contigo “Como treinar o seu Dragão – III”. Quando tinhas 10 anos, gostavas de animais, como eu?
Somos parecidos no coração, pelo desenho e em eu ser tão apaixonado por animais como tu!
Meu querido irmão, eu sempre me lembro da tua simpatia. Quando fores velho, eu sempre te irei visitar.
Desejo-te uma vida saudável, amorosa e que possas criar uma relação feliz com outra pessoa.
André, eu tenho-te a ti e tu tens-me a mim!
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O ser mãe não é meramente um termo biológico, mas sim uma forma de afetividade que nos prepara para seguirmos rumo à luz.
Dar à luz não é só físico, é entregar aos corações de cada Mãe uma renovável experiência, sempre que acordam de manhã, com cheiro a verão, com a brisa a escorrer os seus cabelos brilhantes com a leveza do Sol.
O Sol que inunda o berço.
Raios luminosos, fortes, que afetam positivamente cada face de Mãe.
Mas… e como serão esses raios?
Verdes, azuis, vermelhos, ou normais e amarelos?
Não, nenhuma tonalidade tem o valor de ser Mãe.
Às vezes, esses raios afogados em radiância são mais frios, como no Outono, ou são mais fortes e quentes, como na Primavera, quando nasce a nova floração.
O Sol como resposta: ilumina a árvore que dará o fruto! Isto é ser Mãe!
AVis
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Tal como o meu colega disse ao apresentar este livro de Florbela Espanca, eu também sou uma pessoa que não consegue ver tudo perdido.
A Autora vê a vida de uma forma impressionantemente negativa, mas não faz disso uma queixa, mesmo sendo ela justificada.
Para mim, a vida não lhe correu nada bem e ela continuou a esforçar-se até que realizou que não ia encontrar um sentido de felicidade. Como não encontrou a felicidade cá, foi ver o que encontrava “lá”.
Florbela Espanca nasceu e morreu a 8 de Dezembro, suicidando-se aos 35 anos, após 3 casamentos em que não encontrou a felicidade.
A sua obra poética é marcada pela exaltação passional, tal como a de António Nobre e Sá Carneiro, por exemplo.
O primeiro soneto apresenta o seu próprio livro como um repositório de vivências profundamente tristes que a autora deseja partilhar com todos aqueles a quem a vida transformou pelo sofrimento.
A Poetisa interpela os seus leitores, considera-os como formando uma fraternidade de seres sofredores que podem encontrar, nos seus poemas, refrigério e conforto para a sua própria dor.
“Este livro é para vós, abençoados, os que o sentirem, sem ser bom, nem belo!”
No poema “Neurastenia”, entrelaça a sua íntima vivência de sofrimento e dor com os elementos da paisagem, que a tornam de certo modo hostil, mas espelhando fielmente o que a própria escritora sente.
A chuva, o vento e a neve personificam toda a amargura e miséria espiritual que a poetisa sofre.
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Então o João teve de dar abrigo a 3 Estrelas: a casa estava muito iluminada.
Os dias iam passando e a Pingo, a Violeta e o Pai da Pingo estavam a ficar cada vez mais sem luz.
– O que está a acontecer? – perguntou, assustada, Violeta.
– Não sei…- hesitou a Pingo.
– Nós temos de voltar para o Céu. – Alertou o Pai da Pingo.
Então, o João interveio e perguntou:
– Por que é que têm de ir para o Céu?
– Porque é onde estão as outras estrelas e temos de ir para lá para ganhar mais luz. – Explicou o Pai da Pingo.
No dia seguinte, eles saltaram para o Céu, já de noite, no jardim da casa do João, só que a Pingo não conseguia novamente.
Então, o João pegou na Pingo e estendeu os braços o mais alto que conseguia e depois a Pingo saltou – desta vez com sucesso.
Aí, o Pai e a Violeta foram atrás dela e, num abrir e fechar de olhos, já estavam no Céu.
Logo que chegaram, os Pais da Violeta abraçaram-na, cheios de Alegria e Saudade. O Pai e a Pingo também se abraçaram e ficaram outra vez cheios de luz.
Agora, a luz era diferente: a luz era a da Alegria de estar outra vez no Céu e de ter percorrido esta Aventura.
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Ninguém consegue substituir os irmãos, pois só temos uma vez estes parceiros de vida.
Mesmo que não estejamos de acordo com eles, podemos fazer um esforço. Assim como devemos fazer um esforço pelos nossos Pais, tal como eles fazem por nós.
Podemos ajudá-los no que eles precisam, assim como eles nos pagam a Escola, o Surf e, como é óbvio, também nos puseram na Terra.
Em comparação com os outros seres vivos, nós só nos tornamos autónomos muito tempo depois, enquanto que, por exemplo, as girafas, ao nascer, ficam logo de pé.
Mas, além disso, nós interrogamo-nos, por isso, não sabemos se nos “cumprimos” inteiramente, só nos interrogamos sempre mais.
Não sabemos se os animais se interrogam, pois não falamos a mesma língua.
“Cumprir-se” é viver ao máximo.
SCb6C
Mãe, tu és a melhor Mãe do mundo… não, da Galáxia, és a melhor Mãe de toda a Galáxia!
Mas isso tem uma razão: porque Tu estás sempre lá para me ajudar nos TPC; quando estou triste, tu fazes-me lembrar de todos os tempos felizes e como eu devo aproveitar tudo de bom em vez de ficar triste.
Também me ensinaste como cozinhar imensas coisas, levas-me a vários sítios, também me dás carinho, amor e muita paciência. És calma e arranjas sempre solução.
Além disso, ensinaste-me como andar a cavalo e dás-me muita liberdade. Se eu quiser sair de casa e ir andar de bicicleta, tu deixas-me ir para onde eu quiser, desde que eu saiba o caminho de volta e que não vá com pessoas desconhecidas.
Por isso é que eu te adoro e te amo para sempre!
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O meu animal preferido é o cão. Porque o cão, para mim, é o melhor amigo do homem.
O cão é muito divertido, porque é brincalhão: quando te lambe, te faz cócegas, e quando nós estamos sozinhos, ele vem ajudar.
O animal mais bonito é o flamingo, porque tem cores muito bonitas em tons de rosa. Mas os cães têm muito amor e há uma frase que comprova isso:
“Os cães nunca mentem quando falam de amor.”
EM6B
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EM6B
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Quando eu era pequenina, tive o meu primeiro melhor amigo: foi o Nico.
O Nico é um urso cor de rosa, com uma orelha grande e outra pequena, de olhos pequenos e castanhos, de braços caídos junto ao corpo mas que se podem mexer e a barriga redonda como o nariz.
Quando o recebi, não parava de gritar de felicidade, abracei-o logo e dei-lhe beijinhos.
Quando sentia medo, de noite, agarrava-me a ele.
Quando eu estava triste, a minha Mãe pegava nele, fingia que ele estava a falar e fazia-me rir.
Quando for adulta, ainda vou dormir com ele. Para mim, o Nico significa um urso que eu hei-de ter para toda a vida.
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Eu adorava ser um super-herói e, se fosse um, seria o melhor do mundo.
Eu ia ajudar todas as pessoas que precisassem de ajuda. Os meus superpoderes seriam voar, ter superforça, pois se um prédio estivesse a arder, eu ia a voar e conseguia levar todos.
O meu fato seria muito bonito, eu queria uma capa vermelha, uma saia banca e uma camisola azul O meu nome de superherói seria “Power Girl”.
Acho que na vida real deviam existir super-heróis, porque, por exemplo, se houvesse, as pessoas de Moçambique não estariam presas nas árvores.
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Vídeo da Celebração Gentileza de Hermanas del Amor de Dios.net
Hoje estamos de Parabéns com as Irmãs do Amor de Deus: Unidos a toda Família, por todo o mundo, vamos a Fátima: queremos agradecer os 155 anos de vida desta Congregação.
Festejamos o dom de uma forma de vida inteiramente empenhada numa missão que só se recebe do Amor. Esta vida oferece-se, com predileção, aos mais pobres, aos mais pequeninos e aos mais jovens.
No seu retiro de Griñon, em 1864, o nosso Fundador concebeu esta Família no carisma do “Amor de Deus”; contemplou, no silêncio, como este Amor forma “Sábios e Santos”.
E pediu para si, as suas irmãs e os seus leigos, pelos tempos a vir, que o mistério deste Amor divino abrisse, sempre, adiante de todos, a surpresa de novos horizontes, a descoberta de uma vida que, ao mesmo tempo que nos ampara, também nos desafia a deixar-nos levar cada vez para mais longe.
O Carisma que viveu concretamente, no seu coração, e que deu forma ao dom de si mesmo na ação solidária, tornou-se, depois da sua morte, um dom aberto, ilimitado e sempre presente para toda a Família.
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Gentileza de Amor de Dios.net
Este trimestre consegui alcançar os meus objetivos a Ciências, pois subi para 60%, quando antes tinha sempre negativas.
Esta melhoria deve-se à minha avó ter-me ajudado a estudar: fazendo-me perguntas, e eu, ao responder, ia decorando.
Um bom momento deste período foi receber estas notas e conviver com as minhas amigas.
Se o ano só tivesse dois semestres, seriam dois períodos longos para nos ensinarem e melhorarmos as notas. Mas eu prefiro os 3 períodos: nas férias sinto sempre a falta dos colegas, pois estou quase sempre sozinha em casa.
Se eu mandasse, ajudaria Moçambique enviando comida, cobertores – por causa do frio – medicamentos, água limpa e roupa. As pessoas também precisam de carinho, eu daria logo, mas não estou ali. Os meus pais enviam ajuda.
Também na Festa da Comunidade, os pais e as outras pessoas, vão gastar o máximo dinheiro que puderem – espero eu – nas atividades pagas, como nas rifas, nos pastéis, no algodão doce, e noutros Projetos, em favor da Campanha Solidária para Moçambique.
Nesta Primavera vou viver uma Páscoa criativa. A partir de 3ª feira, vou cinco dias para Londres, visitar os meus tios!
Vou cozinhar bolos com a minha avó: sei fazer gelatina e muitas outras receitas, porque a minha avó ensina-me sempre. É a minha avó que fala Inglês. Ela gosta de fazer receitas portuguesas. Eu já aprendi a fazer Cupcakes para ela.
Nunca falho um presente, estou sempre a trazer presentes; às vezes compro-os, outras vezes faço-os eu. Uma vez trouxe pastéis de nata ao professor de Matemática – sei que ele adora – pois eu já sabia quando ele fazia anos.
Conversas na Oficina – CR6A