Que Rica Vida!

arranha céus fantasiaPixaBay PixaBay License

     Era uma vez uma menina chamada Maria, que era órfã, que vivia na parte mais pobre do Brasil. Um dia, ela e uns amigos foram dar um passeio pelas redondezas, mas Maria perdeu-se já numa zona que não conhecia.

     Reparou que ali só havia mansões grandiosas. Subitamente, do nada, abriu-se uma janela, ouviu-se um tiro. Ela sentiu uma dor aguda no pé direito e perdeu os sentidos.

     Algum tempo depois, acordou numa cama confortável. Abriu-se a porta do quarto: entrou um homem vestido a rigor que lhe disse que ela iria viajar, para um sítio espantoso, e que a partir de agora, ela iria ter dignidade humana perante a sua própria pessoa, iria ter uma vida melhor.

    Maria escutou e adormeceu novamente.

    Passado um dia, vestiu-se, e foi a caminho do Aeroporto, numa Limusina, a caminho da grande cidade que o homem tinha referido.

     Passadas quatro horas, olhou pela janela do Avião e logo viu que se tratava de Dubai. Mal saiu do jato privado, viu 12 seguranças e dois carros do Exército, um à frente e outro atrás, a Limusine no meio. Foi para um hotel de 7 estrelas, para descansar um pouco e para melhorar o pé que ainda estava ferido, embora já tratado.

    Do terraço do Hotel, embarcou para uma viagem deslumbrante, contornando os píncaros dos arranha-céus.

    Passadas algumas horas, voltou para o seu hotel. De seguida, pediu aos guardas que ligassem ao seu patrão, porque queria ter uma conversa a sós com ele.

     Depois da conversa, Maria ficou uns dias, a conhecer esta nova cidade.

     Numa bela tarde, recebeu uma chamada inesperada, para se dirigir ao Quartel General do Exército de Dubai.

(Continua)

SG5B

O Poder Secreto

porta secreta rodeada de estantes de livrosImage parReinhardi de Pixabay PixaBay License

      Era uma vez um rapaz de 10 anos chamado Jack. Tinha os olhos castanhos, cabelo preto e peso normal para a sua idade.

      O seu irmão mais velho irritava-o constantemente.

      Numa tarde solarenga, o seu irmão começou a desafiá-lo: pôs-se a partir os jogos e brinquedos que ele mais gostava.

      Jack passou-se completamente e, de repente, para espanto dos dois, os objetos preferidos do irmão começaram a rebentar.

     Jack começou a sentir-se diferente: o seu olho direito começou a brilhar e a mudar de cor. Imediatamente, o seu irmão exclamou:

     – O que está a acontecer? Porquê?

    – Chama-se “karma”, meu irmão. – Respondeu Jack com uma voz severa e irritada. 

      – Pai, Mãe! – Gritou o irmão, muito assustado.

     Quando os Pais  chegaram, também ficaram surpreendidos. Jack parou a sua transformação e voltou à normalidade.

     A Mãe foi ao escritório, trouxe de lá o seu Diário antigo e mostrou a Jack um código que permitia abrir uma porta escondida por baixo da sua Escola.

(Continua)

TF5B

A Invasão dos Aliens

invasão de naves espaciaisXavier Rodriguez Pixabay – PixaBay License

     Um dia de semana, numa quinta-feira, estava eu na Escola a brincar com o meu amigo Tiago, quando começou a ficar tudo escuro.

    Então, eu e o Tiago escondemo-nos dentro de um carro.                  Passados uns minutos, já não víamos ninguém.

   Decidimos sair e começou a loucura: pegamos em armas para nos defendermos, e eu, de tão entusiasmado, peguei no carro e comecei a atropelar os Aliens.

   Eles tinham 50 olhos, eram alaranjados e com duas bocas que davam um som de duas colunas. Tinham um ar assustador e sombrio e vinham para dominar toda a Galáxia, inclusive a Terra e o Sol. Vinham de outra dimensão desconhecida dos humanos.

     Eu assustei-me quando eles saltaram para a Nave. Corremos para mansões seguras, para nos protegermos. Entramos numa mansão e, logo que pusemos os pés no chão, caímos numa sala secreta cheia de tecnologia de ponta.

     O Tiago entusiasmou-se e clicou num dos botões: surgiu um círculo que nos protegia de tudo à face da Terra.

  (Continua)

SG5B

A História de Pi

os saltimbancos de gustave doré

     Wikimedia.Org Atribuição Public Domain 

      Olá, chamo-me Pierrot, mas os meus amigos chamam-me Pi.

      Quando nasci , eu era um menino muito abastado, mas os meus pais sempre rígidos e nunca estavam comigo. Isso ainda piorou quando a minha irmã nasceu: aqueles olhares frios e nunca se importarem comigo.

    Então, com apenas os meus 12 anos de idade, decidi fugir, só com uma mochila cheia de lápis e folhas. Ai, ai, onde tinha eu a cabeça nessa altura?

     A minha sorte foi ter sido acolhido por um Grupo de Artistas de rua: eles passaram a ser a minha única e verdadeira Família.

     Bem, mas todos lá faziam alguma coisa e, mesmo não sendo obrigado, eu peguei nos lápis e comecei a desenhar as pessoas que iam passando.

     Nesse exato momento, eu descobri o meu grande dom do desenho!

      Passaram-se anos e anos desde essa altura. A Mãe Rosita e o tio Lasco diziam que eu era cada vez mais um homenzinho…

     Esperem, ainda não vos falei da minha Família de Artistas de Rua: a minha Mãe Rosita era a mais alta e a mais magrinha; ela tinha cabelos curtos, de cor preta e uns olhos verdes como a relva; vestia um vestido cheio de remendos e tinha uma voz de veludo que se ouvia nos quatro cantos do mundo.

      Já  o meu Tio Lasco era o maior ilusionista de todos os tempos. O meu número favorito era quando ele fazia surgir,de dentro da sua longa cartola, o nosso coelho albino.

      Também havia a Margarita, irmã da Mãe; era uma violinista estupenda. Já os meus irmãos adoptivos, Gas e Louslu, eram os maiores palhaços de todo o Globo: eles faziam desde acrobacias, malabarismos, e palhaçadas.

     Enquanto eles faziam todos os seus incríveis números, eu ia treinando…

MS8B