Conversas no Jardim – 3

 Gentileza de Copilot

 Questões que vivem em nós: 

       Uma coisa que sempre me perguntei, desde os meus 3 anos – é um pouco pesado -, por que existe a morte? O universo tem um equilíbrio entre opostos: com a saúde vem a doença. 

       Outra coisa, que é uma pergunta muito grande: Deus quer que o mundo seja perfeito, mas por que ele não é? Acho que sei porquê – é difícil de expressar -: Adão e Eva, os primeiros seres humanos que existiram, comeram o fruto proibido; uma cobra, que, tecnicamente, na Bíblia, é o diabo, disse que lhes daria a imortalidade. 

   Aos meus quatro anos, o meu Pai encontrou uma nova companheira, que me daria algo que é uma benção: o privilégio da escola. Acredito que o homem foi evoluindo dos primatas como os répteis foram evoluindo de animais marinhos.

Sugestões para uma Escola mais viva: 

    Nesta escola já vi muitas coisas, sejam boas ou más; por exemplo, pessoas do 6º ano atiraram um pássaro para o telhado, sem saber se estava morto ou vivo. 

    Esta escola cristã pode vir a ser um lugar de felicidade. Podemos diminuir a maldade – há pessoas que podem ser expulsas – , podemos diminuir o bullying – a escola merece; podemos ter áreas específicas para o que os alunos queiram aprender; fazer uma visita de estudo uma vez por mês – a imaginação torna-se fluida quando se está em movimento.

Um sonho de futuro

que possa contribuir para um mundo melhor:

     Podemos alcançar a Paz; a partir dos 6, 7 anos, começar a ver como o mundo é, na verdade; antes dessa época, aos meus 3 anos, eu não sabia o que era a morte, a guerra, a doença; mas aos meus 6 anos começaram a haver mais guerras, como, por exemplo, a guerra da Ucrânia, a guerra de Israel; soube que havia bombas nucleares, comecei a ver coisas na tv. A guerra do Irão começou por causa dos judeus, mas as guerras religiosas são absurdas, nunca vão resultar, é como pregar pregos com a mão. 

   Quero alcançar a Paz, pela diplomacia, não de mãos armadas, mas de mãos abertas. Vou participar em manifestações com os meus amigos, escrever artigos.

   Quero alcançar a saúde; podemos encontrar a cura de algumas doenças; o meu Pai estuda medicina porque participa na criação de medicamentos. 

Liderar na Verdade, no Bem e no Amor – Conversas na Oficina – PS5C25-26

 

 

Conversas no Jardim – 2

Gentileza de Copilot

Questões que vivem em nós: 

JPC5A – Por que existem pessoas que não se preocupam com esta vida?

MC5C – Por que existe o mundo? Por que existem pessoas?

Projetos para um Mundo melhor: 

JPC5A – Se eu fosse presidente, quem não melhorasse o estado da Terra, mas o piorasse, ia preso. Criava uma projeto em que as pessoas aprendiam como não poluir.

MC5C – Podíamos inventar algo para não poluir – as fábricas poluem o ar, mas se fosse a terra, seria pior do que poluir o ar. Podíamos inventar uma planta que tenha os mesmos nutrientes que a carne; podíamos criar um spray que limpe o ar. 

Sugestões para uma Escola mais viva: 

JPC5A – Podíamos organizar um projeto de estudo para que as disciplinas fiquem mais vivas, mais expressivas: por exemplo, a maior parte das pessoas não sabiam por que é que o Espaço é escuro. 

MC5C – As salas podiam ser maiores, para que os Alunos parassem de falar; todos os dias, na hora de almoço, os refeitórios dos Alunos que comem de casa e dos que comem da escola  podiam ser juntos, pois tenho muitas Amigas lá. 

Um Bom Projeto para o Verão 2026

MC5C – Podemos recolher comida para as pessoas que não têm. Já fui com a minha Mãe recolher comida para doar, ao Pingo Doce.

Liderar na Verdade, no Bem e no Amor – Conversas na Oficina – MC5C25-26 e JPC5A25-26

Conversas no Jardim – 1

Gentileza de Copilot 

Dizer um “Obrigada” a Alguém:

   JT – Quero dizer um grande “Obrigada” à minha Mãe, por me ajudar sempre a fazer tudo: a estudar, a arrumar a roupa… às vezes, deixa de fazer as suas tarefas só para me vir ajudar!

     Assuntos para aperfeiçoar:

      JT – Às vezes, faz-me confusão como é que as pessoas podem ser tão ruins umas com as outras; às vezes ofendem-se mutuamente por coisas que não fazem sentido. É só conversarem um bocadinho que chegam a um acordo. Noto isto na minha Turma; é preciso falarmos destes problemas em grupos pequenos; se começam a sofrer assim na escola, as pessoas deixam de querer vir para a escola. 

      Perguntas que nos habitam: 

     MAM – Como é que isto … existe? Isto: tudo o que existe!     

      JT– Às vezes penso: como é que isto tudo foi construído? Como é que o primeiro homem construiu algo? Às vezes é estranho pensar como é que há tantas pessoas? Se nascemos todos da barriga da nossa mãe, a primeira pessoa nasceu por quem?

    Algo que hoje nos surpreende:

    – Os nossos pais não tiveram IAs e Robôs como as pessoas têm agora e já não podem passar sem eles. Nos Estados Unidos e na China já há aqueles robôs que fazem tudo por nós. 

    – Nos EUA andei num Uber sem condutor; isso é bom, mas é assustador ao mesmo tempo. Noutro dia, os meus pais viram uma notícia de que há robôs que fazem o que as pessoas fazem, como lavar a loiça; mas o problema é que as pessoas não podem estar em casa sem fazer nada, também têm de agir!

    – A natureza é muito bonita, mas as pessoas andam a destruir para construir casas, hospitais, prédios…onde estava tudo cheio de flores –  desaparece o campo. Na aldeia dos meus avós – Cidadelhe -,  mais acima da casa deles, fica um pinhal.  

     Sugestões para tornar a Escola mais viva: 

    – Em Português, temos 5 aulas; podíamos ter 2, 3 ou 4, pois ficamos cansados; em HGP, o professor traz vídeos e não cansa tanto; se cada professor tiver uma ideia original para as suas aulas, todas elas vão ficar diferentes – isso é importante para os alunos não terem só de escrever no caderno e estar 50m só a ouvir. 

    – Todas as escolas têm este problema. O ideal seria mudar de salas, por exemplo; uma vez por semana estarmos no jardim ou na sala mais pequena; as salas com metade do grupo são ideais, são calmas; se diminuíssemos o tamanho das salas de aula…

     JT – A Escola é para aprender outras coisas, não só Português e Matemática; podemos aprender a não ser tão ruins, a viver em comunidade… Podemos aplicar métodos novos de estudar só o que nós gostamos; eu prefiro Português, Artes e Matemática. A escolha de Matemática tem a ver com eu tirar boas notas: parece que gosto mais. Às vezes perdemos algum tempo com os professores a zangarem-se com os alunos. Os alunos têm tantas formas de saber estudar e parece que não aproveitam!

     Às vezes, também, os professores podem perder um pouco de tempo de matéria para falar, para tentar ajudar. Alguns professores pensam que não podem perder tempo, porque têm de dar a matéria, mas o ano é longo, dá tempo e os alunos portam-se melhor com o que os professores lhes dizem.

   MAM – O Jardim Usera pode ser mais aberto aos mais novos, como o 2º Ciclo; podemos desenvolver a horta biológica.

 Projetos de Futuro para um Mundo melhor

   JT – Gostava de ser locutora de rádio em programas de escolher músicas, gostava de falar com as pessoas, de estudar comunicação , de conversar com os ouvintes. Isto parece ser livre, uma profissão em que se gosta de estar.

     MAM – Quero estudar Ginástica, EV, ET, Matemática, História da Arquitetura. Em Matemática, prefiro a geometria. Gostava de ser Arquiteta, adoro escolher e decidir como vão ser as casas, como se vão construir. A minha Mãe é arquiteta e a minha irmã também vai para Arquitetura. Já construí máquinas de Dumplings: puxa-se um pauzinho e cai um squishy, vêm dentro de uma caixinha. Fiz esta máquina com um cartão que era uma caixa de cereais, fiz um corte no meio, para caber o pauzinho, colei-o a uma tábua dentro da caixa, para o Dumpling não cair do lado de dentro.

     JT – Também gostava de ser atriz – fazer novelas de TV, como vejo à noite; acho as histórias interessantes, acabam sempre num momento de suspense, temos de esperar até ao outro dia e, muitas vezes, não é nada demais. Antes a Mãe via comigo, mas agora está com a Mana pequenina. 

Liderar no Bem, na Verdade e no Amor – Conversas no Jardim Usera 1 – JT5D25-26 e MAM5D25-26

Enquanto Nado, Penso no Futuro

   quando nado penso no futuro

   Imagem de David Mark por Pixabay 

     Em EV participei num Projeto de um Animal: Era um gato – como a gata Ticha,  preta. Tem de se pôr a cabeça do animal ligada com o nosso corpo. Eu pus-me numa pose de Judo, embora eu não goste muito de Judo.

     Gosto muito de Natação, porque nos tornamos mais rápidos e porque gosto de mudar de elemento. 

       Estava a fazer uma prova de costas, cheguei em primeiro lugar, mas não sei se toquei numa corda;  alguns começaram a fazer “Buuu” e o Professor disse que ia reiniciar a contagem do tempo.

       Enquanto nado, penso no Futuro.

     Espero que no Futuro haja uns carros e umas motas menos poluentes, ou que andem sozinhos, sem o condutor.

    Espero que não haja guerras. A Paz é um processo difícil: obriga a que as pessoas não morram, a que os animais não se extingam. 

     A minha Bisavó e o meu Bisavô morreram, mas a Páscoa, que é quando Jesus morreu – significa que eles estão lá no Céu. Creio que nos acompanham e inspiram.

     Eu acho maravilhoso as plantas, as nuvens e o Sol…

Conversas na Oficina – DR5C