A Segunda Família

jovens em fila abraçados de costas

     Photo by Duy Pham on Unsplash

      Há muita gente que acha que não precisa de amigos, colegas, companheiros…

      Mas eu acho que ter amigos com quem partilhar os bons ou maus momentos da nossa vida é uma das melhores sensações do mundo, pois sabe sempre bem ter alguém  com quem desabafar. 

      Por exemplo, quando estou triste, não me apetece falar sobre o que se passou, porque sei que, se falar, vou recordar o infeliz momento e vou chorar.  Mas, por vezes, chorar faz bem, alivia…

     Pelo menos eu, quando choro, parece que a tristeza vai desaparecendo…

     Na minha opinião, ter um ou  mais amigos com quem partilhar o que acontece na nossa vida, é uma ótima sensação; é um encanto vivo ter um amigo em quem confiar. 

     Para mim, os amigos são como uma segunda família. Eu adoro fazer amigos novos! Para mim, os amigos nunca são demais. 

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O Que Merece Continuar

ponte de madeira que avança sobre um lago em direção á lua no horizonte

   Stencil 

    De onde vem tudo? Será que Deus existe?

    Será que fomos criados para ter um único destino?

    Será que reencarnamos noutro Universo?

     As realidades que merecem continuar são novos Seres Vivos, a Evolução, a Alegria, a Riqueza – não de ser rico – a Paz e as Crenças.

    A Alegria, para sermos um Povo bom; a Riqueza, para haver igualdade; a Paz, para não haver conflitos e as pessoas serem simpáticas e bondosas.

    As Crenças, para se melhorar a inteligência. Se temos uma crença, temos de explicar por que é que temos essa crença. Por exemplo, se penso que o cancro existe por uma causa, devo explicar.

   Tenho amigos com crenças, enquanto eu tenho outras. Então podemos debater; temos curiosidade de compreender as crenças uns dos outros.

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Gratidão

jovem sentada num rochedo alto contemplando um lago rodeado de altas montanhas

       Photo by Nadi Whatisdelirium on Unsplash

     Era uma vez uma menina que estava sempre aborrecida com a vida, mas ninguém sabia porquê. A rapariga, chamada Isabel, achava que a vida só seria boa quando lhe ensinassem a viver.

     Ela sabia que para viver é preciso respirar, mas ela achava que devia existir algo mais. 

    A Isabel tinha um amigo que vivia ao extremo e que só se sentia vivo quando fazia uma coisa tão radical como saltar de pára quedas, surfar em ondas gigantes ou escalar os Himalaias. 

     A Isabel não gostava muito da maneira como ele vivia, porque achava que ele vivia a vida ao limite arriscando perdê-la.

     Isabel continuava a procurar o que lhe faltava, esquecendo.-se que a vida estava a passar sem ela perceber. 

     A Mãe da isabel dizia à sua filha para agradecer o que tinha e viver o presente, mas Isabel não percebia a mensagem que a mãe lhe tentava transmitir. 

     Isabel, acordou um dia de manhã, viu o nascer do sol e percebeu que o que ela estava à procura era de agradecer a vida que estava a deixar passar  aos seu lado; agradecer ao pôr do sol, ao nascer do sol, aos seus amigos e, principalmente, à sua Mãe, que lhe tentava dizer isso há muito tempo.

     Mas o que a Isabel precisava era de escutar a Mãe, a si mesma e de agradecer a vida que estava mesmo ao seu lado; ela só precisava de a agarrar!

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