As Invasões Napoleónicas

      

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    O exército Francês serviu um dos impérios mais poderosos da Europa. A França era inimiga da Inglaterra, por isso, Napoleão Bonaparte exigiu um “bloqueio continental”, e todos os países da Europa se voltaram contra a Inglaterra e fizeram o bloqueio marítimo contra ela, também não fazendo mais trocas comerciais nem negócios com os Ingleses.

    Mas Portugal era aliado de Inglaterra há muitos anos e, por isso, Portugal negou o bloqueio continental.

    Napoleão Bonaparte, como se achava o mais poderoso, disse: “- Ai é? Então, se os Portugueses não querem fazer o Bloqueio Continental, vão ver o que é bom para a tosse!”

    Enfurecido, e com 100% de confiança em esmagar os Portugueses, Napoleão nomeou Junot como General Comandante para liderar uma invasão a Lisboa, a capital de Portugal, dando início às invasões napoleónicas.

     “- Agora é que Portugal se vai arrepender, de certeza!”  – exclamou Napoleão com confiança.

(Continua)

Narrativas de Liderança – Improvisos sobre História – EP6A25-26

O Terramoto de 1755

Gentileza de Dalle 3

       Dia um de Novembro, 1755, em Portugal, nomeadamente, Lisboa, a grande capital. Relatos dizem que entre as nove e as dez horas da manhã, Portugal foi surpreendido por tremores inexplicáveis e com uma força desconhecida, mais, acredita-se que teve à volta de 9º de magnitude.

     Como era dia um de Novembro – dia de Todos os Santos – estavam acesas muitas velas pelas ruas e, entretanto, nos mercados/feiras, os animais começavam a ficar muito agitados, muito inquietos. Ninguém entendia o que queriam dizer; a maioria das pessoas estava nas Igrejas.

     Passado algum tempo, as pessoas começaram a sentir um tremor, mas a princípio não ligaram muito, acharam que um coche pesado estava a passar na rua.

      Entretanto, o tremor ficou cada vez mais forte, até que se tornou tão grande que começou a abalar casas, tetos de igrejas, edifícios; o chão das ruas estava a abrir fendas, e as pessoas ficaram desesperadas, correram para espaços mais abertos.

      Ah, quase que me esqueci! Quando o sismo começou, as velas caíram e, em poucos minutos, devoraram quase toda a cidade em chamas.

   A maioria das pessoas fugiu para o Terreiro do Paço – mais conhecido por Praça do Comércio. Vinte e cinco minutos depois de terem chegado, as águas do rio Tejo começaram a recuar, parecia que não iam mais voltar, mas ao fundo viu-se uma onda gigantesca com mais de trinta metros – um tsunami.

Questões para Pensar – Improviso sobre HistóriaEP6A25-26

A Viagem dos Bandeirantes – II

Gentileza de Dalle 3

     No dia dois, continuaram o caminho até que, de repente, ouviram músicas e cantos: eram índios de uma tribo a fazer um ritual; os Bandeirantes interromperam o ritual para perguntar onde ficava Mato Grosso, porque estavam perdidos.

(Continua)

Ação e Aventura – Improviso sobre História RZ6A25-26

A Viagem dos Bandeirantes

Gentileza de Dalle-3

     Em 1561, um grupo de bandeirantes tinha a missão de encontrar minas de outro no interior do Brasil. O Grupo era composto por seis homens muito fortes e aventureiros; quem comandava era o Gonçalo Ferreira e ous outros chamavam-se João, Bartolomeu, Sebastião, Nuno e Manuel. 

      Em Portugal, o rei D. João V chamou alguns homens para irem ao Brasil a fim de procurar ouro para construções e para a coroa. O rei tinha a esperança de formar um grupo de 240 homens, infelizmente a maior parte deles rejeitou a missão. Os únicos aventureiros que aceitaram foram Gonçalo – o líder, João – o cozinheiro, Bartolomeu – o lenhador, Sebastião – caçador e recoletor de comida, Nuno – sentinela – e Manuel  – o guia; todos eles estavam armados com mosquetes e facas de mato. 

     No dia marcado, os corajosos Bandeirantes partiram numa caravela pequena e foram para o Brasil. Uns meses mais tarde, chegaram ao seu destino, que era Mato Grosso, por isso tinha sido uma grande viagem. 

      Gonçalo, montado a cavalo, pediu ao Manuel para pegar num mapa e dizer onde ficava Mato Grosso: ele disse que ficava no Nordeste do Brasil. Quando o sol se pôs, montaram as tendas e dormiram durante a noite. 

(Continua)

Ação e Aventura – Improviso sobre História – RZ6A25-26

A Vida na Idade Média

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     Os Nobres

      Os nobres eram o grupo mais privilegiado, por isso o rei dava-lhes territórios, mas não todo o território, porque o rei ainda era a pessoa mais privilegiada do reino, enquanto os nobres iam batalhar nas batalhas. O Senhorio era uma área doada pelo rei aos nobres; a reserva era uma área onde se encontrava o castelo, explorada diretamente pelo senhor, através dos servos e dos camponeses.

Os Camponeses

     A vida dos camponeses era que eles sempre trabalhavam e tinham de pagar impostos. Os seus alimentos do dia a dia eram pão e vinho e, nas festas, peixe e carne.

O Clero

     Os membros do clero viviam no mosteiro; a parte mais importante de um mosteiro era a igreja, porque era onde faziam as missas, os casamentos, os funerais e os batizados. O claustro era um pátio usado para as freiras ou os frades que lá viviam conseguirem apanhar ar. O scriptorium era onde eles escreviam livros e livros; quem usava o scriptorium eram as únicas pessoas que sabiam ler. A Albergaria era um lugar onde os mendigos ou outras pessoas dormir, era uma espécie de hotel.

Cuidamos dos Nossos Estudos – Prática de Recordar – Improviso sobre História FT5B24-25

A Fundação da Dinastia de Avis

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   Em 1383-85 houve uma crise: D. Fernando morreu sem filho varão. A sua filha, Dª Beatriz, estava casada com D. João, Rei de Castela. D. Leonor Teles, já viúva, gostava do Conde Andeiro e queira unir Portugal com Castela. O povo e a burguesia revoltaram-se. D. Leonor mandou proclamar D. Beatriz como rainha e pediu ajuda a D. João de Castela para invadir Portual.

   Ele foi vencido na Batalha dos Aloleiros. Em seguida, voltou e cercou Lisboa por cinco a seis 6 meses, até que a peste nNegra o obrigou a desistir. As cortes de Coimbra reuniram-se para ele ger o novo rei. D. João das Regras convenceu as cortes a escolher D. João Mestre de Avis. O novo rei preparou o reino   para nova invasão, nomeou D. Nuno Álvares Pereira chefe Supremo dos Exércitos.

   Deu-se então a grande Batalha de Aljubarrota, em que se aplicaram as táticas das covas de Lobo e da formação em quadrado. A Batalha durou só cinquenta minutos! Como gratidão pela vitória, construiu-se o Mosteiro de Nossa Senhora das Vitórias ou da Batalha.

Criação Oral de Texto – Prática de Recordar – Tertúlias de Estudo – Improviso sobre História – FT5B24-25 e MC5B24-25

CAD em Isolamento – As Pandemias na História -II

5 – Gripe Espanhola

segunda onda

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   Também conhecida como a “Mãe das Pandemias” – a peste negra é o pai, o filho é o corona, o irmão é a quantidade de gripes que existem.

    Tudo começou nos EUA, no Estado do Kansas, quando o exército americano se preparava para instalar-se na Europa. O capitão Joe MacCarter disse: “ É apenas uma constipação” – pensava que dentro de umas semanas iria ficar bem, o que não foi o esperado e a doença provocou mais de 30 milhões de mortos.

    Os encarregados do lixo transportavam os cadáveres que eram deixados ao pé do lixo. Nos EUA, as casas construídas em madeira favorecem o contacto do vírus. Tudo piorou quando, no regresso dos soldados vindos da Guerra, os casos começam a disparar.

    Os Espanhóis é que avisaram o mundo de que havia um vírus desconhecido a provocar mortes. A guerra poderia ter-se prolongado por mais tempo, se a Espanha não tivesse avisado o mundo.

4 – Gripe de Hong Kong

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     Além de outras 2 Gripes que assolaram a Europa: gripe asiática, durou dois anos, fez 15 milhões de mortos, afetou principalmente China, índia, EUA.

    Causou um milhão de mortos, ainda hoje não se sabe ao certo quais são os sintomas: grande emagrecimento, febre, tosse seca.

3 – SARS

   sars

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    Esta foi uma doença muito grave, mas nem mil mortos chegou a provocar – estou afalar da Síndrome Respiratória Aguda Grave.

   Causou apenas cerca de 813 mortes, o que significa que não foi uma pandemia grave.

2 – A Gripe das Aves

   gripe das aves

wikimedia commons Virus da gripe aviaria

     Descoberta em 14 de Agosto de 2009, no México,  causou muitas mortes, cerca de 300 mil mortes; embora muito mortífera, a taxa de contágio era muito menor que o coronavírus.

Improviso Oral do Aluno com base nas sua pesquisa pessoal – FM5C