A Guerra dos Peluches

     

Gentileza de Dalle-3

     Era uma vez um cientista Ucraniano que, como o seu país estava em guerra, fez uma invenção muito esquisita, que foi a construção de uma fábrica de peluches, mas esses peluches tinham vida!

      Então, para substituir os soldados, mas para não aceitarem comércio com o país inimigo, deu-os à Alemanha, para os peluches serem vendidos lá.

       Passaram-se dias e os lotes acabaram. Uma noite, os peluches acordaram e foram logo até à maior base militar na Rússia; aí roubaram todas as armas e esconderam-nas nas casas dos seus donos Alemães.

     Aí foi o momento perfeito para os soldados Ucranianos atacarem e os peluches dominarem as ruas.

        Depois de alguns dias, os peluches já tinham feito um Império em todas as ruas do país inimigo, mas como ainda existiam soldados desse país, ergueram uma muralha com bombas; se alguém a fosse quebrar, explodia!

Narrativas de Liderança – Ação e Aventura – MA6B25-26

A Mística Jornada – II

     Image par Arayro de Pixabay

      (Continuação de I)

Então, o jovem recém transformado olhou em volta e viu uma vila na distância; resolveu ir lá; chegando, viu uma barraca com comida; como estava com fome, entrou e aí encontrou um Goblin.

    Perguntou-lhe onde estava e o Goblin disse-lhe que estava na cidade da magia, onde as bençãos definem o nosso futuro.

  No mesmo instante, apareceu-lhe uma espécie de placa flutuante com um escrito a dizer que ele tinha ganho a benção da réplica.

    Então o Goblin perguntou o seu nome e pediu-lhe para identificar a sua benção. O jovem respondeu que se chamava Whind e que tinha recebido a benção da réplica.

      O Goblin ficou pálido e disse que se ele olhasse para alguém, conseguiria copiar e armazenar todas as suas habilidades.

       Whind ficou feliz, porque compreendeu que agora poderia vingar a sua Mãe.

(Continua)

Narrativas de Liderança – Ação e Aventura- MA6B25-26

A Mística Jornada I

Image par Arayro de Pixabay

     Era uma vez, numa aldeia, um miúdo, que estava a passear. Porém, quando estava a ir para o supermercado, do meio do nada, um helicóptero desceu à sua frente e de lá de dentro saiu um senhor que disse que ali perto iam construir uma usina nuclear.

    Passaram-se anos e o miúdo foi crescendo, até que no seu décimo quinto aniversário, inventou de ir à usina; quando chegou uma pessoa desconhecida empurrou-o para uma poça de um líquido misterioso e aí ficou paralisado.

    Passaram semanas sem ninguém saber dele, mas um dia o seu pai conseguiu encontrá-lo. Então regressaram a casa, mas, quando chegaram um homem desconhecido estava a tirar a vida da sua Mãe.

     Aí, ele, do nada, viu a imagem de um animal místico a dizer-lhe para nunca desistir. Quando deu por si, estava à beira do rio de onde costumava tirar água para levar à sua vila.

    O que ele não sabia é que o animal místico o tinha levado para outro mundo, parecido com o dele, mas também diferente, mais mágico, com mais vida e onde os seres tinham poderes místicos.

   Então ele levantou-se, viu-se refletido numa poça e percebeu que estava diferente: passou de ser um rapaz gordinho para ser um rapaz mais magro, de moreno tinha passado a ser louro. Foi aí que começou a jornada de encontrar quem tinha matado a sua Mãe.

(Continua aqui)

Narrativas de Liderança – Ação e Aventura- MA6B25-26

O Terramoto De Lisboa em 1755

Gentileza de Dalle-3

       Muitos Anos atrás, no Dia de Todos os Santos do ano de 1755, aconteceu um dos maiores desastres da História da Europa.

   Antes do Terramoto, os animais estavam sem controlo, a tentar avisar as pessoas de que havia peirgo a vir, mas ninguém sabia o que estavam a tentar dizer; então, ignoraram.

     Por volta das 9h 30, o chão começou a tremer e fez as casas caírem e matou muitas pessoas; os sobreviventes foram para o centro, a Praça do Comércio, pois havia  muito espaço livre. Depois de dez minutos, veio um tsunami que matou as restantes pessoas. 

     O Marquês de Pombal e o Rei  – também eles sobreviventes – foram encontrar os restantes sobreviventes para reconstruir Lisboa. O Plano do Marquês de Pombal era fazer as ruas largas e paralelas e construir as casas com uma estrutura mais forte.

     E assim, o Marquês de Pombal reconstruiu Lisboa.

Narrativas de Liderança – Improviso de História – SL6A25-26

A Viagem dos Bandeirantes

Gentileza de Dalle-3

     Em 1561, um grupo de bandeirantes tinha a missão de encontrar minas de outro no interior do Brasil. O Grupo era composto por seis homens muito fortes e aventureiros; quem comandava era o Gonçalo Ferreira e ous outros chamavam-se João, Bartolomeu, Sebastião, Nuno e Manuel. 

      Em Portugal, o rei D. João V chamou alguns homens para irem ao Brasil a fim de procurar ouro para construções e para a coroa. O rei tinha a esperança de formar um grupo de 240 homens, infelizmente a maior parte deles rejeitou a missão. Os únicos aventureiros que aceitaram foram Gonçalo – o líder, João – o cozinheiro, Bartolomeu – o lenhador, Sebastião – caçador e recoletor de comida, Nuno – sentinela – e Manuel  – o guia; todos eles estavam armados com mosquetes e facas de mato. 

     No dia marcado, os corajosos Bandeirantes partiram numa caravela pequena e foram para o Brasil. Uns meses mais tarde, chegaram ao seu destino, que era Mato Grosso, por isso tinha sido uma grande viagem. 

      Gonçalo, montado a cavalo, pediu ao Manuel para pegar num mapa e dizer onde ficava Mato Grosso: ele disse que ficava no Nordeste do Brasil. Quando o sol se pôs, montaram as tendas e dormiram durante a noite. 

(Continua)

Ação e Aventura – Improviso sobre História – RZ6A25-26

A Carta Nunca Enviada 1 – II

Gentileza de Dalle 3

II

O Combate com o Glitch

(I Parte aqui)

     Pedro, sem acreditar, mas os guardas ouviram e prenderam-no. Pedro ficou paralisado por saber que tinha poderes sobrenaturais, mas logo ficou desanimado, por ter de escapar da prisão “Light”, onde o Agente Rogers trabalhava. O Pedro lembrava-se do Agente Rogers, pois ele era muito amigo dos seus pais.

     Depois de duas horas, o Rogers apareceu e perguntou o que é que o Pedro estava a fazer ali. Pedro disse que sabia de tudo o que o Agente escondia; o agente não acreditou no que ouviu, depois abriu a porta e saiu a correr com ele pela mão!

     Disse que o Pedro não estava protegido, pegou na sua nave e foram parar á Área 51, onde encontraram tudo destruído, só descobriram uma criatura não identificada; parecia um ser algo “bugado” e foram tentar fugir dela, mas a criatura não estava de bom humor e fez com que o Agente desaparecesse e, então sim, apresentou-se:

      – Olá Vítima, eu sou o Glitch, o ser mais poderoso da Terra! – disse, com uma voz “bugada”.

      Pedro, ciente do que estava na carta, partiu para cima do Glitch, lembrando-se de tudo o que já lhe tinham falado sobre ele, com toda a sua fúria. Sem se aperceber, transformou-se numa criatura mística: um Tigre mensageiro dos deuses. Só com uma patada, o adversário foi “debased” – morreu.

   Com isto, Pedro foi reconhecido como um santo salvador e tudo ficou bem até agora.

Narrativas de Liderança – Ação e Aventura –  – FT6B25-26

A Carta Nunca Enviada – 1

Gentileza de Dalle 3

I

     Numa velha aldeia do século XV, vivia uma brava criança, chamada Pedro, com 12 anos.

     No dia 15 de dezembro de 1415, o Pedro estava alegre, pois sabia que era quase Natal, com a aldeia toda entusiasmada, mas logo de manhã, o Pedro tinha acabado de acordar com um barulho alto de tambores e tinha gritado: “- Calem-se!”.

    Os homens não ouviram e continuaram. Então o Pedro lembrou-se que esse dia era o Dia Mundial da Paz! Alegre por não haver aulas, foi a correr para fora, mas viu um cavaleiro a dirigir-se para um beco escuro. 

    Com curiosidade, seguiu-o e descobriu que era um beco sagrado! Aí, o Pedro lembrou-se de uma lenda sobre “uma carta nunca enviada”; desceu rapidamente umas escadas e escondeu-se num baú; viu ali uma carta e leu-a; estava escrito:

      Pedro leu para quem era a carta e não acreditou no que viu: a carta era para os seus Pais!

(Continua aqui)

Narrativas de Liderança – Ação e Aventura –   FT6B25-26