Um Cão Misterioso I

Gentileza de Dalle-3

I

O Encontro

     Numa bela tarde de verão, o João estava andando num parque, até que ouviu:

     – Socorro, socorro!

     O João foi lá ver: era uma criança a gozar com a sua cara. Ele comentou:

     – Por que é que eu sou tão azarado? Fui ver o meu Porto, perdemos de 8 a 0: fui ao Zoológico, fugiu um urso; agora acontece-me isto!

      O menino continuou a andar pelo parque e ouviu um choro “Uuééé, Uuéé” e ele exclamou: 

     – Deve ser outra criança disparatada. 

     Mas parecia real. Comovido, decidiu ir ver; encontrou um cão: era magrinho, peludo e estava todo sujo de lama; parecia mais um cão castanho do que um cão branco; tinha um olhar triste e rabugento.

    O João sentiu uma aguda pena do cão e decidiu socorrê-lo. Levou o cão para sua casa e deu-lhe banho; o pobre cão tinha uns olhos de agradecido, mas o novo dono não tinha espaço na sua casa para ele, então decidiu levá-lo ao lar de cães.

     Chegando lá, foi ter com a senhora da receção, para explicar a situação, mas a senhora disse: 

    – Desculpe, mas aqui não há lugar para este lindíssimo cão.

    O João decidiu ficar com ele, comprou-lhe uns brinquedos e uma caminha e, como é óbvio, o mais importante, alimentos.

(Continua aqui)

Liderar no Bem – Ação e Aventura – GE5B25-26

A Mística Jornada I

Image par Arayro de Pixabay

     Era uma vez, numa aldeia, um miúdo, que estava a passear. Porém, quando estava a ir para o supermercado, do meio do nada, um helicóptero desceu à sua frente e de lá de dentro saiu um senhor que disse que ali perto iam construir uma usina nuclear.

    Passaram-se anos e o miúdo foi crescendo, até que no seu décimo quinto aniversário, inventou de ir à usina; quando chegou uma pessoa desconhecida empurrou-o para uma poça de um líquido misterioso e aí ficou paralisado.

    Passaram semanas sem ninguém saber dele, mas um dia o seu pai conseguiu encontrá-lo. Então regressaram a casa, mas, quando chegaram um homem desconhecido estava a tirar a vida da sua Mãe.

     Aí, ele, do nada, viu a imagem de um animal místico a dizer-lhe para nunca desistir. Quando deu por si, estava à beira do rio de onde costumava tirar água para levar à sua vila.

    O que ele não sabia é que o animal místico o tinha levado para outro mundo, parecido com o dele, mas também diferente, mais mágico, com mais vida e onde os seres tinham poderes místicos.

   Então ele levantou-se, viu-se refletido numa poça e percebeu que estava diferente: passou de ser um rapaz gordinho para ser um rapaz mais magro, de moreno tinha passado a ser louro. Foi aí que começou a jornada de encontrar quem tinha matado a sua Mãe.

(Continua aqui)

Narrativas de Liderança – Ação e Aventura- MA6B25-26

Um Povo Livre – II

 

Gentileza de You.com

         Resumo do final da I Parte: (…) Então fizeram um plano, em que o primeiro passo era pedir ajuda ao ladrão.

   O segundo passo era escrever uma carta ao rei do Império “Marioso”: “Nós traçamos um plano em que nos vamos libertar; depois de roubarmos o tesouro real, tu, invade este Império e nós damos-te todo o tesouro se não matares ninguém”.

   O terceiro passo era os homens do povo e o ladrão vestirem-se de nobres, com fatos de uma loja de fantasias de Carnaval e entrarem juntos no Castelo.

   O quarto passo era, quando o rei estivesse a dormir, irem até ao trono e roubarem o tesouro real em silêncio.

   O quinto passo seria a invasão pelo rei amigo e a libertação do povo.

 II

     O Povo dirigiu-se à casa onde George vivia; quando lhe pediram, disse que não, mas depois que lhe disseram que, se os ajudasse, iam dar-lhe 10kg de comida, o George aceitou.

     No dia seguinte, foram a uma loja de Carnaval e compraram 120 fatos de nobres e enviaram a carta ao rei do Reino Marioso. Quando estavam a preparar-se para vestir os fatos, veio um Mágico, que lhes deu um saco invisível, com espaço infinito.

   O Mágico disse também para usarem a sua ave gigante de estimação, para transportar todo o povo mais facilmente, pois a ave era maior que um avião.

   Quando chegaram ao palácio, entraram todos “os nobres”  – pois pareciam nobres normais – a desempenhar o seu papel.

     Esperaram até à noite, mas às 6h30, um clérigo pediu-lhes que escrevessem uma carta para o Povo humilde, porque o Rei tinha ganho um filho novo. Ninguém do Povo sabia escrever, mas, felizmente, entre eles estava um escritor.

     Então, ele escreveu para toda a gente rapidamente e entregaram a carta ao clérigo. Quando caiu a noite, roubaram o tesouro real e Marioso invadiu o Império inimigo.

         E os povos viveram felizes para sempre.

Ação e Aventura – Conto Maravilhoso SL5A24-25

O Que Há num Nome

Image par OpenClipart-Vectors de Pixabay

     Num lindo dia de Sol, uma menina chamada Beringela, acordou e disse:

    – Hoje vai ser um lindo dia e vou fazer muitos amigos!

   Ela era simpática, divertida, tinha cabelo castanho, olhos roxos e usava uma bandelete laranja.

    Um dia, ela começou uma Escola nova.

   Quando chegou à Escola, o Professor começou a pedir aos Alunos para dizerem o seu nome, porque havia uma Aluna nova. Quando chegou a sua vez, disse: 

    – O meu nome é Beringela.

    Depois de dizer isto, um menino perguntou-lhe:

    – Por que é que o teu nome é Beringela?

  – Porque eu nasci na terra, mas depois fui amaldiçoada e transformaram-me numa menina.  – Explicou ela com vergonha.

   Quando foi a hora do intervalo, ela foi ter com uns colegas da Turma para pedir se podia brincar com eles, as quando eles a viram, foram logo brincar com outros. A Beringela começou a chorar.

    Mas, de repente, viu outra rapariga a chorar;  foi ter com ela e perguntou: 

    – Qual é o teu nome?

   – O meu nome é Sopa. E o teu?

   – Eu chamo-me Beringela.

   – Queres brincar comigo? – Convidou a Beringela com medo de ouvir um não.

    – Claro que sim!

  E nesse momento tornaram-se melhores amigas e criaram um grupo que se chamava “Sopa de Beringela”!!!