A Viagem da Vida

à proa de navio que avançaImage parEvren Ozdemir de Pixabay Pixabay License

     Algo que me motiva a avançar, neste momento, é o Projeto de Matemática, que fazemos em Grupo, sobre “O que é a Matemática para mim.”

    Também me motiva o trabalho em Grupo, sobre a revista “Cais”, que está entregue aos Sem Abrigo e onde se trata de apoiar os Pobres e a salvar o Planeta. (cais.pt/revista-cais/)

     O Professor mostrou-nos um vídeo com ondas de Tsunami, que arrastavam tudo. Como se fôssemos arrastados por ondas de Tsunamis, assim são as adversidades da vida.

     O que nos ajuda a não desanimar é ser-se bom nadador e ter boa resistência às correntes do Tsunami, para podermos escapar e sobreviver.

    Isto corresponde a pensarmos nas virtudes da vida para conseguirmos esquecer o que nos acontecer de mal.

     Esta Viagem da vida também é como se fosse embarcar num veleiro e convidasse um amigo para vir comigo: assim tenho em quem posso confiar na vida.

     Estar com os amigos ajuda-nos a ter mais liberdade. A eles posso dizer o que penso, mostrando quem sou.

    O que traz harmonia à minha vida é o Amor da Família e pela Família.

    A Viagem da minha vida é única, porque não há ninguém como eu.

AB6B

A Viagem do 5º Ano

navio entre as ondasImage by Yuri_B from Pixabay 

     A chegada à Viagem do 2º Ciclo faz sentido, porque está na altura de crescer.

     O que ajuda a avançar é a Matemática: o “Stôr impressiona-me na forma como fala; também gosto muito de HGP: aprender factos sobre o Planeta Terra – que, para mim, inclui toda a História.

    O destino desta Viagem vai ser certo, porque, como disse na primeira frase, está na altura de crescer.

     Por exemplo, estou num Cruzeiro que leva 300 pessoas e aparece uma rocha onde as ondas batem muito fortemente; a única passagem é atravessar um remoinho com cerca de 3 metros.

    Poderia passar ou não. Teria de enfrentar os meus medos.

     Comparando isto com o 2º ciclo: por exemplo, uma disciplina de que não gosto – Português, porque estamos sempre a escrever. Podemos pedir canetas que deslizem bem, para não termos dores musculares.

     Quem escolho para ir mais perto de mim nesta Viagem é o Pai e a Mãe: dão Amor e Carinho que se transforma em Educação.

    A Aprendizagem é o que torna única esta Viagem do 5º Ano.

MC5A  

Plano De Viagem

mala de viagem

Imagem de Thanks for your Like • donations welcome por Pixabay

I

Plano de Viagem 

  • Tipo de Viagem (solidária; científica; cultural; espiritual; aventura)
  • Finalidade da Viagem
  1. Duração da Viagem? Tempo/Etapas
  2. Para onde?
  3. Rota de Navegação;
  4. Fazer o quê? – Finalidade da Viagem;
  5. Com Quem? Pessoas/Animais/Tripulantes;
  6. O que preciso levar? – Preparação da Viagem.  

II

RETORNO

  • Concretizei aquilo que me propus? Alcancei a minha Finalidade?
  1. O que trouxe desta Aventura?
  2. Que tesouros trouxe, que experiência ganhei?
  3. Como posso partilhar com os outros esta Viagem? – relato oral; escrita, livro, vídeo (animação), expressão plástica…

Prof Paula X. e Prof Paula V. Para o 6º B e 6º C

Para Dirigir o Nosso Barco

barco entre nuvensPixabay License Imagem de Johannes Plenio por Pixabay

 “Para que uma coisa seja verdadeira é preciso que, além de ser verdadeira, entre na nossa vida.” 

Christian Bobin

    A Arte de conduzir um pequeno veleiro pode exigir a longa paciência de uma aprendizagem capaz de chegar a fazer corpo com a vida.

    Foi assim para Laura Dekker, a jovem navegadora que aprendeu com seu pai a velejar sozinha e a sentir-se em casa no mar alto, desde os onze anos.

    Tão entranhadamente incorporou as competências práticas de liderar a bordo como se confiou à paixão pela vida no Mar, acabando por tornar-se a pessoa mais jovem a dar a volta ao Mundo, sozinha, no seu pequeno veleiro.

     Assim, na aprendizagem da vida, há-de haver “um pai” que nos transmita o amor de um sonho exigente e o saber prático que o  torne realizável.

     Como colabora a nossa Escola na transmissão deste “saber viver”  – que vai muito para além de um saber técnico, embora também o integre?

     Como chega a voz dos Alunos mais velhos –  na sua experiência incipiente mas lúcida – à expectativa sonhadora dos mais novos?

     A Comunidade viva – que forma a Escola – como inspira os mais jovens a reconhecer no seu íntimo os traços do ideal que hão-de configurar o seu destino?

     Viver… Arte de Navegar.

Visita a 6B e 6C – Partilha de Inspirações – OE

Em Viagem

 veleiros no mar

Pixabay License   Image parDenis Azarenko de Pixabay

   Em Viagem…

  Somos nós próprios – o sonho antigo, a intuição profunda, os traços de um rosto interior – tecidos com o mesmo fio que a naveta traz e leva na urdidura das Viagens?

   Que há em nós tão familiar do que é longínquo que lhe pressente o acenar com insistência, sabendo que nos atrai?

  Quem não percorreu as arestas do distante com os dedos adivinhos de um desejo ainda sem nome?

   Quem não palmilhou, com o olhar caminhante, a vastidão do céu imóvel, quando o dia cumprido se resume numa linha ardente?

   Podemos nomear o rumo que traçamos? Como se torna legível a rota que escolhemos?

   Ao nosso lado, o marulhar da vida contra os flancos dos pequenos veleiros dos Amigos…

    Rápidos, sulcamos o azul puro: vamos juntos.

    A toda a nossa volta, o Infinito.

Visita a 6A e 6C – Partilha de Inspirações – OE

Albert Casals: a Partilha Incondicional

     Albert assiando livro

     Wikimedia.org Atribution: Creative Commons 4.0 Share Alike

     “Cuando tú eres nómada, lo que más sentido tiene para sobrevivir es compartir incondicionalmente”.

in “El Periodico

     Albert procura o que dá um sentido crescente à sua vida, o que lhe traz profunda realização enquanto jovem, o que imprime um impulso sempre novo à sua liberdade.

     Hoje com 28 anos, iniciou, desde os 14, uma Viagem de aventuras que nunca mais teve fim. Com a sua cadeira de rodas, uma pequena tenda e uma máquina de fotografar, Albert percorreu já mais de 30 mil quilómetros, um pouco por todos os continentes.

     Em consequência de uma doença grave, perdeu o uso das suas pernas a partir dos cinco anos. Contudo, nunca considerou a sua deficiência como um obstáculo; substituiu a ausência de alguns movimentos pela perícia no uso dos braços e do tronco, tornando-se exímio em trepar, saltar, rastejar e movimentar-se rapidamente sobre as suas duas rodas em qualquer caminho.  

    Depois de terminar os estudos de Liceu, tem-se dedicado ao estudo da Filosofia, que vai entremeando com as suas inadiáveis Viagens. Mais do que um interregno, uma pausa entre deveres, elas tornaram-se o seu verdadeiro e mais genuíno modo de viver, que a própria Filosofia ajuda a interpretar e certamente inspira. 

   Escritor de 3 livros, em diferentes etapas da sua maturação, Alberto partilha, nos seus relatos, a imensa riqueza de diálogos numa colorida variedade de culturas com que se cruza e cujos traços singulares sabe acolher e partilhar; encontros múltiplos, que transbordam de humanidade, pois a forma desamparada e franca com que ele se confia à bondade dos desconhecidos nunca o deixou desiludido.

     “Nueve de cada diez veces no aprendo de una cultura como tal, sino de una persona en particular que ya ha pensado por sí misma y ha encontrado sus propias soluciones a los dilemas de la vida: son esas personas, por encima de todo, lo que justifica viajar.”

in El Periodico

     Autónomo, andarilho apaixonado pela Natureza solitária, não receia montar a sua tenda leve nas areias de praias desertas ou em recantos de parques sossegados.

    Em comunhão com o silêncio do Universo, também se sente acolhido no abrigo natural que a paisagem mais singela oferece ao peregrino, quando a generosidade dos homens não se adiantou ao anoitecer.

   Os lucros da venda dos seus livros são distribuídos por ONGs da sua confiança, pois não só viaja sem dinheiro, como, de cada vez que regressa à Catalunha, sobrevive em Comunidade onde todos os bens são postos em comum.

     “Para mí el amor no tiene nada que ver con poseer algo, tiene que ver con apreciar la belleza de un proceso de transformación”

 in “El Periodico

Visita ao 6ºA e 6ºC – Apresentação de Viagens – OE

Entrevista de 2016 em Castelhano

Projetos Vivos

           paisagem de ski em Andorra

     PixaBay PixaBay License

     Neste momento, um dos meus Projetos é ter boas notas. Para o atingir, estudo a ler, faço resumos e exercícios.

      Outro Projeto é ser um bom Surfista do Outside Surf Project: ando a treinar o Bottom – em que se desce, sobe-se e desce-se de novo a onda, mas o Bottom é a manobra da subida.

      Finalmente, pretendo ir às Maldivas, porque é lindo, nem tem explicação! Apanha-se um barco e, ao largo, há ondas perfeitas!

      Não há pessoas burras, elas apenas usam a inteligência de forma diferente!

      Em Educação Física, estão-nos a incentivar para fazer alguns desportos, correr, fazer flexões, às vezes, e abdominais.

      Esta temporada de neve, acho que vou esquiar a Andorra, na Serra Nevada. Esquio todos os anos, talvez este ano vá fazer snowboard.  É como se fosse surf,  ou  andar de skate:  Desce-se aos “S” com uma prancha.

    Sei girar no ar, sem perder os skis em rampas. Dou um salto para aí de cinco metros.

     Comecei a aprender aos seis anos. O meu Pai, o meu irmão são os meus grandes companheiros de Sky; a Mãe tem juízo. Não costuma fazer essas pistas perigosas.

(Em parte ditado) PC7B

Onde Gostava de ir nas Férias

fogo de artifício na baía de SydneyPhoto by Ray Hennessy on Unsplash

     Eu gostava de ir à Suiça, acho que é o único lugar da Europa onde gostaria de ir, porque é um país pouco poluído e muito montanhoso, puro e cheio de vegetação nas encostas.

     Na América estão sempre a dizer: 

     – Ai, a Europa é linda!

     Gostaria de ir à Austrália na época Natalícia, porque em vez de estar frio, está calor.

     Também gostava de passar a passagem de Ano dentro de água, ou seja, na praia: deve ser lindo apreciar o Fogo de Artifício, deitado na água!

     Eu acho que é importantíssimo viajar, na vida, pois não ficamos isolados.

SG5B

A Festa de Sonho

     sol nascente em vila neozelandesa à beira de lago

         Flickr.com Atribuição CC 2.0 Autor: Trey Ratcliff

          Boa Tarde,

     Estamos em direto do MCL, uma Festa de Sonho na Nova Zelândia.

     Partimos às 19h 30 do aeroporto de Lisboa e chegamos às 16h 37, num superjato. Os nossos clientes serão conduzidos e alojados em bungalows que flutuam no cimo do mar.

      Por teleconferência, juntam-se todos nos jogos escolhidos pelos monitores. Para os pequeninos haverá a Macaca, a Apanhada e outros jogos divertidos.

     Mas para os adultos que já estão comprometidos vamos preparar um jantar romântico no navio, com quartos debaixo de água e com um Jacuzi de onde se podem ver peixes e animais desconhecidos a nadar por ali e a espreitá-los.

     Teremos um Parque “Slide and Splash” com Montanhas Russas de água e competições de Natação com tartarugas gigantes.

    Por isso é que se devem inscrever no MCL.pt.

    Beijos e até à próxima!

Aluna Visitante