A Harmonia desta Jornada

barco ao poenteImage by Jonny Lindner from Pixabay 

     Hoje eu conheci um colega chamado Rafael e também a Violeta. Na aula de ET eu fiz um trabalho sobre um menino e dei-lhe  o nome de Kiri, que significa “montanha”. 

          Hoje conheci o meu “Stôr”  de Matemática; o que eu gosto no meu Stôr, é que ele é engraçado, divertido, tem bom sentido de humor. O nome do meu Stôr é António Costa.

      Hoje eu tive o meu primeiro teste e foi de Matemática. Tive 55%: a nota foi um pouco baixa, mas pensei pelo lado positivo, porque, com sorte, não tive negativa e soube que, no próximo teste eu tinha que estudar mais.

     Este meu quinto ano está a ser um pouco fácil, mas é que eu estou a partilhar este 5º ano com o meu irmão João.

      O que eu gosto no meu irmão João é que é meu irmão gémeo, mas eu gosto dele, porque está sempre pronto para me ajudar, como eu a ele.

      O que me faz ganhar asas é quando brinco com o meu irmão ou com outras pessoas, mas especialmente com o meu irmão João.

       O que traz harmonia a esta minha jornada e o que a torna única são as aulas de Matemática e os recreios:

      • na aula de Matemática, o meu Stôr tem muito sentido de humor e eu gosto;
      • nos recreios, porque nós precisamos de brincar e eu gosto de brincar; gosto de brincar em especial às escondidas e de jogar matraquilhos.

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O Que Me Faz Voar

     pomba

     Image by cocoparisienne from Pixabay 

    O que me faz voar é estar com as amigas e divertir-me, especialmente a comer a deliciosa Nutela!

    Há sonhos meus que não consigo realizar, porque tenho medo ou porque, quando chega o momento, tenho vergonha…

      Os Projetos mais belos que eu realizei até agora foram os de HGP e o de ET.

      Neste projeto fiz sacos de reciclagem; na última quarta-feira, fomos encher os sacos com as tampinhas de plástico que estão na portaria 1 e pedimos para o sR. da Eco-Escolas vir buscar. É uma Família pobre que vai receber o dinheiro conseguido com as tampas. No projeto de HGP, com o meu Grupo, resumimos o terramoto do século XVIII.

       O meu cantinho favorito é o meu quarto, porque ninguém mais entra nele e, quando eu preciso estar sozinha, é ideal. E não só: estou sempre no meu quarto e conheço-o bem, sei onde estão as coisas, então sinto-me acolhida e tranquila. 

     Os meus anos vão ser no Quantum Park: eu vou fazer a Festa aí porque eu acho que é divertido, pois tem trampolins e eu adoro saltar.

MM6D

A Amizade é a Fonte da Vida

silhuetaspxfuel.com

      As minhas melhores amigas são a Cláudia e a Tota.

      Eu conheci a Tota quando estava a fazer um porta-chaves; Não me lembro quando conheci a Cláudia, mas só sei que a adoro.

       Eu, a Cláudia e a Tota temos muito em comum. A Tota já foi a minha casa mil vezes, mas a Cláudia ainda não.

      Nós já nos zangamos, mas, não me lembro como, voltamos a ser amigas.

      Nós somos da mesma Escola, mas eu sou da mesma Turma da Tota, mas da Cláudia, não.

     Às minhas melhores amigas, que são as mais queridas do Universo, desejo que consigam alcançar os seus sonhos: 

     Quando tivermos 18 anos, vivemos na mesma casa de Estudantes, acordamos à mesma hora e vamos para a mesma Universidade. 

      Eu e a Tota vamos para Medicina; a Cláudia vai para Professora de Artes, pois as Artes fizeram sempre parte da sua vida. 

      A Amizade, na minha opinião, é a fonte da Vida.

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Eu e a Minha Amiga França

cavalos a saltarImage by Parker_West from Pixabay 

      Foi num dia de Sol: fui para os cavalos e nunca tinha imaginado ir andar de cavalo sozinha. Mas quando eu vi a França, imaginei-me a andar a galope na praia com ela.

     Ela é perfeita: é branca, com pintas pretas; é muito comilona, mas eu adoro-a como ela é. A crina é linda: é cinzenta, salpicada de preto.

     O primeiro momento inesquecível foi quando apertei demais os joelhos e ela começou a andar a trote.

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Amizade Autêntica

coração e floresImage by congerdesign from Pixabay

      Para mim, a Amizade é uma realidade inesquecível: podemos desabafar com os amigos, divertir-nos, fazer muitas outras coisas…

     Amigos são verdadeiros quando a Amizade é eterna: por exemplo, em vez de sermos só amigos nas escolas, a Amizade fica para sempre.

     Quando estou a viver uma Amizade autêntica, sinto-me muito feliz com essa pessoa e divirto-me com ela. 

    Quando eu discuto com as minhas amigas, sinto-me mal ou culpada. Mas as amizades não se compram, constroem-se, nós é que as construimos.

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Traçando o Mapa da Vida

pontos e coraçãoImage by Gerd Altmann from Pixabay 

     Os pontos coloridos no mapa da minha vida seriam a minha casa, o colégio, a casa onde durmo… Os nós mais fortes seriam a minha família e os meus amigos! 

     O dia em que dormi num salão de festa, durante um aniversário, com as minhas amigas, seria também um coração enfeitado no meu mapa. 

   Às vezes acontecem coisas que não esperamos, por exemplo, quando pensamos que a planta que nós tentamos criar, não cresceu. 

   Quem me apoia é a minha Família, os meus amigos e, em especial, as melhores Amigas. 

    Também me apoiam a Escola de Ténis e a Escola de Dança “Ana Manjericão” e o Colégio.

    Ao final do dia , é, normalmente, quando tenho energia; por isso, acho bem o ténis ser a essa hora, pois, assim, eu gasto-a e adormeço muito bem. Assim o Ténis descontrai e acalma.

    A Escola de Dança ajuda-me a fazer uma das atividades de que mais gosto. Sinto-me libertada quando danço em harmonia com a música maravilhosa. 

    O colégio dá-me a ocasião de brincar com as minhas amigas e com as melhores amigas. Também me permite aprender assuntos novos. É aqui no CAD que consigo aprender a desenhar mlehor. 

     Os meus recursos secretos são dançar, cantar, correr, saltar e ter amigos. 

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Um Mapa da Minha Vida

     mapa

     Image by S. Hermann & F. Richter from Pixabay 

     Os pontos mais importantes no Mapa da minha Vida seriam, por exemplo, a minha casa, a sala de aula com o Str. António Costa e com os meus Amigos. 

     A minha casa é o ponto mais importante de orientação, porque tem tudo o que é meu: 

    •  Os meus Pais, que me amam;
    • A minha cama fofinha para sonhos maravilhosos;
    • O meu sofá, onde faço sonecas, em vez de TPC;
    • Os meus livros de Aventuras, como “The Canterville Ghost”;
    • A minha varanda, de onde aprecio as árvores dos meus vizinhos e os seus gatinhos. 

     Os valores que me guiam são, Paz, Lealdade, Confiança, Cavalheirismo, Simpatia – porque eu gosto de ser assim. 

     O mundo precisa de ser transformado: aqui, na Escola, eu reciclo no caixote certo. Ás vezes, junto-me com os meus amigos, pegamos no lixo que está no chão e reciclamo-lo. 

     Mas sei que o Mundo precisa de parar com a guerra e começar a Paz; os colégios serem gratuitos e as pessoas  pobres terem dinheiro, dado pelo Estado e por nós. 

     Nada me impede de ser livre: sou eu que tenho de fazer as minhas escolhas; não são as outras pessoas que têm de decidir a minha liberdade; por exemplo, os meus pais, eles também não podem decidir. 

    E, no imenso Universo, quem me apoia são os meus pais, a minha psicóloga, os meus amigos, os meus avós e os meus tios. 

mapa com agradecimento

background Imagem:  Image by S. Hermann & F. Richter from Pixabay 

AB6B

Projeto em Curso

projetoImagem de Mari Ana por Pixabay

O nosso amigo TB – que visita a Oficina de Escrita desde o seu 1º ano – veio partilhar connosco o projeto que anima o seu Grupo neste momento:

Transversalidade

 Juntamos 3 disciplinas:

     A Português estamos a fazer um Guião sobre um filme, inspirando-nos na Disney, “Descendentes” 1, 2 e 3.

    Em Educação Física, o professor vai proporcionar instrumentos e aparelhos de EF  – como colchões, trampolins, plintos e outros obstáculos – que ficarão numa sala, durante algum tempo e reservada pelo professor. Será como uma sala de espiões, em que nós tentamos chegar “aos maus”.

    Em Educação Musical, queremos transformar o nosso trabalho, em parte, num “musical”: usamos música da Disney, compomos outras e criamos as coreografias.

 

O Tema do Projeto (Spoiler)

     O tema do nosso Projeto é a Amizade. Este filme vai ter muitos desgostos de amor como de amizade. Vou fazer um vídeo clip em que vou estar frustrado, pois, por uma espécie de veneno que me deram, vou tornar-me mau, mas sem saber. Fico frustrado porque não me reconheço.

Objetivo do Projeto

     O nosso objetivo é dar a conhecer às pessoas que o dinheiro não é tudo, que devemos valorizar a Amizade na vida.

Conversas na Oficina – TB6B

Coaching na Escola

  coaching

     Imagen de Tumisu en Pixabay Pixabay License

     No contexto da renovação que inspira a nossa Escola, concluiu-se, no passado dia 4, uma Formação em “Coaching para Docentes”, oferecida pela plataforma ClickProfessor e orientada pela Formadora Giovana Pires.

   A arte do Coaching só é realizável na verdade da existência, isto é, ela implica, tal como a verdadeira filosofia, a entrada num dinamismo interior em vista de uma mudança real na pessoa do coach, antes de, por sua vez, poder apoiar os outros.

    Durante a Formação, somos despertados para um novo nível de atenção às reações emocionais; para uma preocupação mais descentrada sobre a importância de mantermos relações sustentáveis e respeitadoras mesmo no seio de conflitos laborais ou pessoais.

     A indicação inicial que nos foi dada “Pensar, Sentir, Agir” – a contracorrente da sequência intuitiva “Sentir, Agir, Pensar”-  continua viva e atuante, apesar do ritmo sacudido em que a Escola avança para uma renovação desejada, com alguma ansiedade e multiplicadas solicitações vindas de diferentes momentos de formação.

    Todas as Formações de qualidade trazem ideias e exemplos inovadores, que devem ainda ser interiorizados e só depois, implementados, ajustando-se ao nosso contexto; mas a Formação de Coaching traz, de raiz, um desafio concreto que tem “mordente sobre a vida” e lança o formando num compromisso radical de mudança que é, ao mesmo tempo, íntimo e relacional.

    Enquanto pessoas, somos nós próprios únicos e singulares, mas enxertados num feixe de relações vivas, isto é, somos-com-os-outros.

      Daí, a abertura de um espaço exterior – a arte do Coaching supõe também que a arena da vida quotidiana se torne o laboratório experimental onde aprendemos a reconhecer o trabalho de fatores aliados e o outro, incontornável, de fatores a desenvolver.

    É na proximidade de pessoas com quem já aprofundamos laços de amizade, bem como na de pessoas com quem comungamos nos esforços e vitórias do exercício docente que podemos encontrar o apoio, a partilha e o encorajamento mútuos para tornar operante a nossa iniciação na caminhada transformante que é o Coaching.

     Assim, poderíamos partilhar os livros do autor Juan Bou Pèrez e alguns materiais oferecidos na Formação, criando-se um minigrupo de colegas interessados, na Escola,  a fim de aproveitar e incorporar, com tempo, os ensinamentos da Formação, para tentar replicar os seus desafios, no contexto concreto que estamos a viver.

    Podemos certamente aproximar a abordagem do Coaching à da aprendizagem Sócio Emocional, que está a ser apresentada pela nossa equipa do SPO em ações de formação internas; ambas visam a pessoa integral do aluno e colocam ênfase nas suas dimensões de realização pessoal e relacional. 

     A Oficina de Escrita pode beneficiar da aplicação das inúmeras  Ferramentas de Coach Docente que foram transmitidas e que estão prontas para o trabalho com os Alunos. Estas Ferramentas podem ser ainda partilhadas com as diferentes comunidades de trabalho educativo que constituem a Família Amor de Deus. 

OE

A Banca de Chocolate

milka brancoFlickr.com Author: like the grand canyon

     Num dia de chuva e trovoada, um menino chamado Lourenço tinha o seu maior sonho: ter uma banca de chocolate! Mas não era um chocolate qualquer, era um chocolate Milka.

      Mais tarde, Lourenço estava a andar pela rua e viu um concurso de comer 100 chocolates numa hora. Dizia no cartaz que o prémio era uma banca de chocolates, que a banca era da marca Milka.

     O Lourenço, nessa noite, não conseguiu dormir, porque estava mortinho por receber aquela banca de delicioso e saboroso chocolate Milka branco.

     No dia seguinte, o Lourenço ia andando para o concurso; entrou no estúdio – já cheirava ao seu chocolate branco.

     Lourenço estava a ganhar o concurso, faltavam-lhe dez tabuletes de chocolate branco para acabar e ganhar a sua banca…

     E adivinhem: ele ganhou e ficou tão feliz que, no dia seguinte, Lourenço já estava a trabalhar na sua famosa banca de chocolate branco. E, sabem? A banca dele chama-se: 

chocolate branco

Image Modified Kindness of Pixabay Image by caja from Pixabay

ZG7C

Definir uma Rota

     bayler convés e mar

     Image parPexels de Pixabay 

    Algo que gostei muito de fazer, no Passado, foi ter andado no barco, ter ajudado o meu Pai a bordo, compreender como funciona a bússola e a sonda, que indica a profundidade ou a proximidade de objetos.  Para ajudar o meu Pai, tive de prestar atenção, tentar fazer o que ele ensinava. 

     No Presente, estou bem, mesmo sem grandes coisas. Tive 90% na Ficha de Ciências e 72% no Teste de  Matemática. Para isto tenho precisado de estudo, concentração, dar o melhor que sei, acreditar que eu consigo, que não é difícil e que vou ter uma boa nota. É isto que devemos pensar para obtermos resultados e empenharmo-nos no estudo. 

    No Futuro, espero ter uma boa casa, um trabalho de que eu goste, um carro, um barco e uma mota. Sei que a gasolina é cara, mas vou comprar um barco um bocadinho melhor que o do meu Pai, que é um semi-rígido. O meu vai ser um Bayler Capri, que é rígido. 

    Semi-rígido é insuflável, isto é, pode ter a parte de baixo insuflável ou dura. São barcos brancos; nos rígidos a camada é dura, são barcos brancos. Os que têm boias são semi-rígidos. São mais baixinhos de lado, parecem mais uns chouriços; alguns, como o do meu Pai, podem ser pretos ou cinzentos. 

  Tenho de ter um bom trabalho, empenhar-me, trabalhar, para conquistar estes objetivos. Quem me dera que o dinheiro nascesse das árvores!

   Ainda não sei a profissão que quero ter. Por exemplo, ser Pescador tem uma coisa ou outra de que não gosto. Para ser pescador é preciso estar dia e noite no mar e às vezes, não fazemos quase nada. Mas prefiro ser eu a apanhar os peixes, a fazer as coisas  e que o que eu fizer continue a ser um desporto e uma diversão.

    Por exemplo, ser Piloto ou comandante, estar dias e dias dentro de um barco sem me mexer, não é a minha cena. Meses sem ver a Família? Não, não é para mim. 

   Ser militar, recebe-se mal. Não, não vou ser mesmo militar. 

   Já pensei em fazer como o meu Pai, ser Professor de Educação Física; não é mau, mas não é muito bem pago. Quero pegar na Colónia de Férias do Pai e dar-lhe continuação; no Natal, por exemplo. As 4 semanas que o Pai faz no Verão esgotam logo. Em cada semana vão 45 a 46 miúdos e o autocarro não tem espaço.

    Gostava de continuar no Clube Estoril Praia; peço a Patrocinadores para virem trabalhar comigo, num bom barco. Faço os mesmos patrocínios, como na Ford, em que nos emprestam carros. Fomos ao Gerês com uma carrinha de nove lugares.  Há Patrocínios que gostaria de continuar e outros novos. A Páscoa é para a Família e no Natal, faria duas semanas, não mais e fora das Festas.

Conversas na Oficina – ZD5A

A Beleza da Viagem

     veleiro no mar, céu , nuvens

     Image parS. Hermann & F. Richter de Pixabay 

    Nesta Viagem do 5º ano, o que me motiva é a Escola ser grande e o ensino ser muito bom. Gosto de aprender coisas novas, como por exemplo, em Ciências Naturais.

     Os momento difíceis na Viagem podem ser ter de estudar mais.

    As minhas disciplinas favoritas são Educação Física e Matemática.

   Ao longo deste 5º ano, vou sempre com os meus amigos, por exemplo, na minha sala. Na minha turma sinto-me mais confortável com os meus amigos.

     Quando eu faço uma coisa de que eu gosto, fico só a fazê-la, muito concentrado. Fiz um desenho de Halloween e agora estou a trabalhar num Projeto, a Matemática, sobre as Abelhas. Sinto que, numa disciplina, quando chegarmos à página 200 e tal, já teremos aprendido coisas novas.

    Com os amigos, faço equipas para jogar Matraquilhos.

    É isto tudo que forma a Beleza da nossa Viagem.

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Viajar para a Coreia!

blackpinkBlackPink – Wikimedia.org

     Eu gostaria de ir à Coreia, porque lá tenho duas bandas que eu adoro e também por turismo; quero conhecer o país e também quero saber como eles vivem, como reagem.

   Algumas dificuldades que posso ter nesta viagem: a língua Coreana, tão diferente, posso estranhar a comida de lá…

     Embora vá sozinha, no Concerto das minhas Bandas – “Blank Pink” e BTS – vou encontrar outras fãs que possam ser amigas delas e ficar uns dias com os meus amigos.

       Espero voltar a dançar melhor, naquele estilo diferente e que traz muita energia.

     Quando regressar, posso partilhar esta viagem criando um Clube on-line: onde possa gravar vídeos e depois postar, a ensinar os outros a dançar as coreografias delas.

CM6C

Trabalhar na Natureza

campos cultivadosImage by Schwoaze from Pixabay 

     Para mim, a Natureza é uma zona de conforto, porque estamos em harmonia com ela a ouvir o som dos pássaros. 

     Os momentos em que vivo a Natureza mais intensamente são quando estamos a tratar do gado, a andar de trator, a fazer a vindima…

     Diferentes maneiras de desenvolver a Natureza são fazer a reciclagem, poupar energia, não fazer a desflorestação e não poluir os Oceanos.

     O estudo de Ciências Naturais pode servir para apoiarmos a Natureza, por exemplo, cultivando mais a nossa horta Biológica, não usando nela produtos químicos…

    Em ET-Projeto a nossa proposta foi construirmos tartarugas marinhas com plásticos e outros materiais que possam causar poluição, pois as tartarugas sofrem com o plástico.

    Uma experiência em que a Natureza me envolveu foi quando agarrei um carneiro para levá-lo ao matadouro, pois a profissão que eu amo é ser Agricultor e Criador de Gado.

TS6D

Viver a Natureza

peixe no marAutor: Aluno do 2º Ciclo – CAD

    A Natureza, para mim, é uma zona de conforto, um sítio bonito. No verão, na praia, no mar, viver a Natureza é espetacular!

     Podemos ajudar a Natureza a reciclar, a apagar as luzes em casa, isto só para começar.

     Este ano, no Colégio, reciclamos nas nossas salas de aula. Os sextos anos têm feito projetos para apoiar o Ambiente. Levamos sacos para todos os locais da Escola, a recolher materiais recicláveis.

     Gosto de ir à praia, da areia quente, mas o que gosto mais são as ondas gigantes: adoro, é emocionante! Mergulho quando elas chegam, vou contra elas ou então deixo-me ir com elas e sou bué rápido!

     No inverno, gosto de acender marshmellows na lareira. As chamas vermelhas e laranja atraem o olhar.

DJ6D

 

Um Ser Diferente

nasa head of horse Kindness of Nasa modified picture  

        Era uma vez um ser que não se sabe bem se era um animal.

     Ele cresceu sozinho, pois tinha sido abandonado. Não era de nenhuma espécie e também não era igual nem ao pai nem à mãe.

      Ele era roxo e parecia uma gosma ou um fantasma; não tinha braços e era inofensivo.

      Um dia, um menino viu esse ser – que toda a gente que passa acha feio – mas esse menino , quando olhou para ele, viu que era especial, era muito diferente dos outros todos.

     Quando olhou para ele, viu também um grande sorriso, uns olhos brilhantes e um ser muito fofinho e lindo.

    O menino implorou à Mãe para o levar para casa; a Mãe não achou muito bem, mas para o filho ficar feliz, deixou-o.

     Esse menino não era um menino qualquer, ele também não era perfeito, como o seu novo ser: ele andava de cadeira de rodas.

AF7A

Aranhas e Gatos Negros

aranha halloweenHalloween no CAD – Aluno do 2º Ciclo

Como fiz uma Aranha

    Com um prato de festa, colando-lhe os olhos. Depois virei-o ao contrário e colei 3 arames com pelo de cada lado. Fica uma aranha! 

Halloween no CAD – Autor: Aluno do 2º Ciclo

        Com um rolo de papel, corta-se no arco, colocam-se dois olhos pintados de preto, um nariz e um rabinho: Fica uma gato!

CM6C

Halloween Party 2019

Exposição de Halloween – 2ºCiclo CAD

     Numa quinta feira, dia 31 de Outubro de 2019, será o dia de Halloween; vou ter aulas – Af, que seca! – a melhor das aulas de quinta-feira é a de Educação Física.

    No final do dia, vou para casa preparar-me para a minha melhor amiga me vir buscar a minha casa.  Vou vestir uma roupa escura e pintar as bochechas com aranhas pretas. Sigo para uma festa no Hiphop da minha melhor amiga. Quando acabarmos, vou dormir em casa dela!

     No dia seguinte, vamos brincar juntas, até eu ir para a sessão de sapateado com a Miss Mosley, que vem de propósito de Inglaterra. Subi de nível e, assim estou a treinar uns exercícios muito difíceis, chamados “Bronze”; somos 6 meninas e temos de ter os passos sincronizados.

abóborasExposição de Halloween – 2ºCiclo CAD

     No 2º Ciclo, fizemos trabalhos de Halloween que vêm de ideias da internet ou de nós próprios.

     No meu caso, pensei numa ideia sozinha: fazer um fio cheio de decorações de Haloween. A minha abóbora está pendurada ao pé de uma casa assombrada.

     Esta Festa é divertida por ser assustadora. Quando as pessoas se assustam e têm uma pessoa ao lado, à medida que se assustam, saltam para o colo da pessoa!

SS6D

Como os Meus Pais se Conheceram

casalImagem de Alexas_Fotos por Pixabay 

     Tudo começou quando eles nasceram na mesma maternidade; as suas mães, como tinham uma gravidez de risco, ficaram em repouso no mesmo quarto de hospital e, com isso, tornaram-se grandes amigas, por terem conversado tanto sobre como iriam educar os seus filhos – e já posso dizer que nada correu como elas planeavam – sem ofensa, avó.

     Nasceram os dois no mesmo dia e no mesmo quarto de hospital, pequenino mas a transbordar de amor maternal.

     A mãe de meu pai, a minha avó, não resistiu e faleceu antes de ouvir o som do choro do seu filho. A minha outra avó, com o choque, desmaiou. Pegaram no meu pai e, rapidamente, com falta de informação, puseram-no na adoção.

     Quando a mãe da minha mãe acordou, sentiu como uma vertigem: tudo a andar á roda, mas manteve-se direita para perguntar á enfermeira, que dissesse o mais rápido possível onde estava o filho da sua amiga recém-falecida.

     A enfermeira, com o rosto fechado, respondeu baixinho e lentamente, que o filho da sua amiga, como não tinha mais Família, tinha sido levado para Adoção e que não havia mais nada que pudessem fazer.

     A minha avó, exausta, só queria relaxar, pois tinha acabado de ter uma filha e queira passar algum tempo com ela.

      Mas ela não desistiu e continuou a procurar o filho da sua querida e falecida amiga, durante anos.

       Enquanto isso, a minha Mãe foi crescendo e já tinha completado oito anos; mal ela sabia que, com dez anos iria conhecer o amor da sua vida, o meu Pai.

      Mas voltando à história: a minha Avó procurava em todos os orfanatos possíveis e o que ela mais ouvia era: “- Não sei do que está a falar!” ou “- “Aqui não está com certeza.” Mas ela não perdia a esperança e continuou, todas as semanas, durante dois anos, a fazer essas ligações.

      Até que um dia, recebeu uma chamada telefónica de uma Diretora de um orfanato no Norte de Portugal, a dizer que ali havia passado um menino nascido no mesmo dia e ano da minha Mãe e que tinha sido adotado por uma senhora chamada Ana Lúcia.

      A minha Avó ficou com um sorriso de uma orelha à outra e, juntamente com a diretora do orfanato, procuraram e encontraram o filho da sua falecida amiga que já tinha completado 10 anos, juntamente com sua “Mãe”, Ana Lúcia.

     Decidiram então mudar-se para o Norte e, por coincidência, para a casa ao lado da Dª Lúcia.

     Com isso, os meus Pais conheceram-se, porque a minha Avó não desistiu.

(Continua)

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