Robôs, IA e o Domínio do Mundo

Gentileza de Copilot

     Algumas provas de que os Robôs e a Inteligência Artificial vão Dominar o Mundo: muitas coisas que usamos no nosso dia-a-dia são electrónicas e o mundo está cada vez mais Futurista, mas alguma vez pensaram que a IA pudesse tornar-se demasiado poderosa?

      Se pensarem bem, um aspirador é, tecnicamente, um “Robô” e pode aspirar-vos para dentro de um saco de plástico e aprisionar-vos. Uma máquina de café também pode tornar-se um “Robô” e atirar-vos café quente com açúcar. 

(Continua)

Questões para Pensar – Escrita Reflexiva – RZ6A25-26

Aventuras de Bob, o Sapo

Gentileza de Copilot

      Era uma vez, no mundo dos Sapos, um Sapo chamado Bob; ele trabalhava com a polícia, era muito forte e paciente.

     Depois de um dia longo, quando o Bob estava a regressar a casa, um meteoro verde caiu, subitamente, dos céus!

     O Bob foi ver o que tinha acontecido, por curiosidade; quando chegou perto do meteoro, logo começou a brilhar uma luz,  muito no alto, até que o Bob foi teleportado para um mundo desconhecido e ouviu uma voz que dizia:

     ” – Eu sou o Deus de todos os mundos…”

(Continua)

Ação e Aventura – Ficção Científica – SL6A25-26

 

A Saga dos Múltiplos Universos

Gentileza  de Copilot

     O meu nome é Tom e no momento em que estou a contar esta história passei por muito, mas primeiro, vou-te apresentar as personagens: 

        • Tom – eu sou inteligente e corajoso; trago sempre óculos.
        • James – é o meu melhor amigo e sempre me apoiou, mesmo sendo um bocado medroso.

    Eu e o James estávamos na Biblioteca local a estudar, quando, de repente, vimos um portal no ar! Era em tons de azul arroxeado, desenhando no ar um arco radioso.

    O James disse que apostava 3 euros se eu entrasse, e eu não recusei, claro. Mas ele não estava à espera de eu o agarrar e o levar junto comigo!

    Para lá do portal, caminhava-se por mais portais ainda, iguais a ele; e nesse momento, ouviu-se uma voz a dizer que tínhamos de ficar ali durante…

(Continua)

Ação e Aventura – Ficção Científica – PS5B25-26

A Empresa Ajudante

Gentileza de Copilot

      Hoje em dia, os jovens frequentam plataformas e jogam video games como: Roblox, Minecraft, etc…

   O meu objetivo é criar uma plataforma feita para criar jogos e sub-plataformas de jogos, muito sofisticada, para quem quiser criar um jogo ou a sua própria plataforma, nomear-se criador e vender os seus jogos para ganhar dinheiro; também pode armazenar na sua Biblioteca, para fazer alguma coisa diferente no seu jogo e acrescentar mais tarde.

     No meu site, vai haver duas opções: ser criador ou comprador; o criador cria e vende os seus jogos para tu comprares, como num mundo de mercado digital.

(Continua)

Recriar o Futuro – Ficção Científica – EP6A25-26 

Carta De Um Extraterrestre

   Órbita da Terra, 13/01/2027

      Caro Chefe,

     Envio esta carta para dizer que os humanos são muito modernos; nos seus carros parece que estão a voar, as suas casas estão cheias de tecnologias e os humanos têm asas que lhes permitem voar também.

   Nós, extraterrestres, estamos a ser atacados pelos Winters, mas também estamos a descobrir um planeta novo. Eu sei que o Chefe tem estado a enviar cada extraterrestre para esse planeta novo.

   Há muito tempo, os humanos estavam a criar um Superpoder a que chamavam a Superinteligência. Passados alguns anos, eles conseguiram. Vou lá falar então, dizer que podemos morar no planeta Terra e ter a Superinteligência e, assim, conseguir vencer os Winters.

   Saudações, Prezado Chefe.

Stitch

Carta Formal – Ficção Científica – SB5A25-26

As Mentes Apagadas

Image by PixelLabs from Pixabay

       Muitos de nós acham que os Aliens não existem, mas… e se existissem?

    Era uma vez, no ano 3000, uma nave com Aliens! Eu estou a falar Português antigo, mas no ano 3000 já não se fala assim; agora, dizer “Olá” é “o3OF”; sabemos isso, porque descobrimos que existiam Aliens.

     Foram tempos difíceis: estivemos em guerra, mas os Aliens fartaram-se de nós e apagaram as mentes aos humanos.

     Vocês devem estar a pensar como é que não me apagaram a mente. É que, se calhar, alguém sobreviveu!

Texto Narrativo – Ficção Científica – EF6C25-26

O Padeiro Trapezista

     

Gentileza de Designer – Dalle 3, IA da Microsoft

     Era uma vez um padeiro trapezista que ia concorrer a melhor padeiro trapezista  do mundo. Ele foi para a feira enfeitiçada onde ia acontecer o concurso.

    Chegou e ficou um pouco assustado: primeiro, estavam a oferecer um copo balão com uma bebida espumante e cor de rosa, mas era difícil de equilibrar.

    Depois, enquanto avançava, caiu uma flor na sua cabeça: ele olhou para cima e viu que estava a ser seguido por um vaso flutuante.

     A melhor parte do concurso é que o padeiro trapezista ficou em primeiro lugar!

Com base no jogo “Histórias Baralhadas –  CF6B24-25

A Invasão dos Aliens – 2

Gentileza de Copilot, IA da Microsoft

   No dia em que percebi que íamos ser invadidos por Aliens, comecei a entrar em pânico, como quando descobri que tinha um teste surpresa.

    Comecei logo a elaborar um plano para deter a invasão: estabelecer um Campo de forças, construir uma Base secreta e até criar uma arma suprema.

     Foi quando reparei que uma nave gigante – como um planeta – tinha pousado em cima da minha casa!

    Ouvi uns passos no telhado por cima de mim e corri até à cave para me esconder. Fiz muito silêncio, mas quando eles iam quase embora, eu fiquei aliviado e suspirei, o que foi suficiente para os Aliens me ouvirem, porque eles têm detetores electrónicos mais avançados do que os nossos robôs.

    Fugi para casa do meu amigo Francisco, que estava a preparar uma festa para toda a Turma da minha Escola. E disse a todos o que tinha acontecido.

(Continua)

Ação e Aventura – Ficção Científica – DF5A24-25

Hasta, o Extraterrestre

     Gentileza de Copilot, IA da Microsoft

        Olá Terráqueos,

    Eu sou o Hasta e o meu planeta chama-se Glabastomp.

   Tenho dois olhos em forma oval estreita, a boca achatada para os dois lados, e um nariz gordo. A minha pele é mais rugosa que a dos humanos, os meus olhos são mais finos; não tenho cabelo, sou baixo, os meus pés são longos como uma pata de coelho e visto sempre uma camisa preta.

     Uma das minhas ocupações favoritas é correr pela manhã; às  vezes sou menos gentil, quando perco no meu jogo, mas em geral sou gentil com os meus amigos e familiares.

      Já faz algum tempo que vim parar a este outro planeta, por isso quero que, num futuro breve, eu chegue a voltar ao meu lar no Universo.

Histórias de Ficção – Retrato de um Alien MC5B24-25

Um Monstro Positivo

Image par Dmitry Abramov de Pixabay 

     Era uma vez um monstro chamado Duarte que era grande, com dois olhos castanhos e uma grande boca, com dentes muito afiados e a pele às cores.

    Este monstro é único porque tem dois poderes especiais: um deles é pôr toda a gente feliz e ter positividade. Vamos ouvi-lo:

   

    O Hobbie do Duarte é viajar pelo mundo e ir à praia para surfar. A língua que ele fala é o Monstrês, porque é uma língua que todos os monstros falam; a outra língua é Português, para falar com os seus amigos humanos.

    ” Eu gosto de ser um monstro, porque sou grande e gosto de ter poderes.

    Eu inventei um jogo que se chama “Monstrinhos”, com que brinco com os meus amigos humanos: eles fingiam ser monstros com poderes e usavam esses poderes para o bem.”

    “Eu gosto mais dos monstros bons porque eles não assustam os humanos e os monstros maus assustam os humanos sem razão.”

DB5A

À Conquista do Espaço

   

 Image par WikiImages de Pixabay 

   Acho esta enciclopédia muito gira e ensinou-me muito. Recomendo a pessoas que gostam de aprender sobre o Espaço.

  Gosto do Espaço porque  pensava coisas muito diferentes sobre ele e é divertido. Por exemplo, eu pensava que as estrelas não morriam e não sabia como eram as casas de banho da nave espacial.

   A estrela “Olho de Gato” está a morrer e forma um buraco negro no meio.

   O livro trata de como o foguetão é por dentro, como comiam e se sentavam em cadeiras e como dormiam, como eram as suas camas.

  “Daqui fala Vasco, de uma nave espacial; é a minha primeira viagem.

   As naves mudaram, agora são muito menos prováveis de ter problemas. Andam milhares de kilómetros!

Image par Ondřej Šponiar de Pixabay

   Agora estou a ir para Júpiter, estou com um amigo chamado João; ele está a desviar-nos dos milhares de luas de Júpiter. O João está muito feliz. O nosso treino foi muito rigoroso. Júpiter tem de raio 71.492.

   A casa de banho tem pegas onde os Astronautas se agarram ao assento; tem ar para aspirar os objetos através de tubos e tubos para sugar a urina.

  Agora estamos a passar a grande tempestade de Júpiter. Está difícil, tenho muito medo de que possa entrar algo para o turbo, que  faça parar a nave. Vêm milhares de pessoas a seguir a nós, porque assim começamos as construções da Estação Espacial.

VL5C

“Uma Cura para a Cegueira”

Image par Helmut Strasil de Pixabay 

    Era uma vez uma mulher e um homem que começaram a namorar. Eles gostavam muito um do outro, mas havia um problema: a mulher era cega.
      Mas o homem adorava-a à mesma.

    Certo dia, resolveram passear; então viram um anúncio a dizer que havia cura. Havia cura para a cegueira.

     Então foram marcar a consulta. Passado algum tempo ligaram-lhes a dizer que podiam ir à consulta, por isso, resolveram ir.

    Quando acabou a consulta,  ela voltou a ver. Mas o que aconteceu foi que o namorado fez um transplante de olhos. Por isso passou a ficar cego. No momento em que ela o viu, olhou para ele e disse que não gostava de homens cegos. 

      Passados uns anos, ele resolveu escrever-lhe uma carta. E o que dizia a carta?

      Era:  

ZG8C

CAD em Isolamento – A Maior Estrela

sistema solarAgência Universitária de Notícias       

       Era uma vez o Sol que queria ser maior. Então criou a Lua. Pediu à sua amiga, a Lua. Antes de qualquer coisa, a Lua perguntou ao Sol:

      – Como é que eu vim aqui parar?

     O Sol, com ar de pouca importância, respondeu:

     – Isso não interessa agora. O que interessa é que eu tenho de ficar maior.

      A Lua, com ar de muito aborrecida, quis saber: 

    – Ó Sol, e o que queres que eu faça?

     O Sol, com um ar de pouca dúvida, ripostou: 

    – O que achas? Estamos no século XXI. É só pedirmos a uma cientista, a Terra.

    Então a Lua criou a Terra. A Terra,  com um ar de muito nerd, disse: 

     – Sabiam que a ficção científica é muito divertida e muito interessante?

     A Lua, interrompendo-a:

    – Terra, não sejas tão nerd! Tu és cientista não és? 

     – Sim sou. Porque perguntas? Não tenho cara disso?

      – Sim, tens cara de ser nerd e muito totó. Mas precisamos que tornes o Sol maior.

    – Para isso preciso de uma ajudante e vocês são tão burros que nem sabem ler! Então preciso de chamar outro planeta.

     A Terra chamou Júpiter. Era um atleta que disse, com um ar muito importante: 

    – Sabem, já queimei dez calorias hoje.

    E a Terra comentou, com um ar muito inconveniente: 

    – Bolas ! enganei-me, chamei um ainda mais burro que os outros todos!

     Júpiter, com ar muito ofendido, replicou: 

    – Eu não sou burro, só não tenho cérebro para pensar como tu, sua Totó!

    Então, começaram todos à bulha. O Sol disse:

    – Chega! Vamos chamar um juiz para acabar com esta confusão.

    Chamaram Saturno. Saturno, com um ar muito incomodado, quis saber: 

     – O que é? Interromperam a minha sesta da Beleza! Sei que sou juiz, mas não precisam de me incomodar a cada hora.

     Virou as costas e foi-se embora, como se nada tivesse acontecido. A Terra esqueceu a confusão e perguntou ao Sol e à Lua: 

    – Mas afinal por que é que estamos todos aqui?

     E a eles, com uma ar muito do século XXI, o Sol respondeu:

    – Tipo, porque eu quero ficar maior, Dâaah. Então eu chamei-vos, para fazer uma experiência científica.

     A Terra explicou:

     – Ó seu burro, mas se queres que eu te torne maior, tens de me dar um bocado de todos os planetas do sistema solar.

    Então a Terra decidiu passar por todos os Planetas que poderiam estar ali e tirar um bocado de cada:

    – Vamos separar-nos e criar Planetas.

   O Sol criou Marte, a Terra criou Plutão, a Lua criou Vénus, Júpiter criou Urano e juntos criaram o último Planeta,

    o Juiz, novamente, com um ar enraivecido, exclamou: 

    – O que foi agora?

      O Sol exclamou: 

     – Só precisamos de um pedaço teu, seu arrogante!

    Então o Juiz deu-lhes um pedaço e foi-se embora. Depois a Terra juntou todos os bocados e fez uma poção. O Sol bebeu a poçáo e tornou-se a maior estrela da nossa Galáxia.

    Foi assim que o Sol se tornou a maior estrela do Universo!

Criação Oral de Texto – MF5B

O Astronauta Louco

     foguetão entre as estrelas   Image par succo de Pixabay

    O Astronauta louco tinha um nome:Tomás Silva; ele tinha 26 anos, e media um metro e oitenta e seis.

    Nunca tinha cumprido uma única regra,  como por exemplo, as regras que a NASA lhe dava; mantinha sempre o fato de trabalho, nunca tirava o seu fato, nem o capacete, – exceto para tomar banho –  por isso não se sabia a cor dos olhos nem do cabelo. Até mesmo para comer ele apenas usava uma abertura na máscara. 

   O seu sonho secreto era  destruir a Lua e as estrelas com uma bazooka; ele só queria fazer isto porque adorava a escuridão da noite.

   Quem o estava a ajudar era a Família, o seu melhor amigo e alguns amigos.

    Enquanto ele construía o foguetão numa zona subterrânea que ele tinha escavado por baixo da casa, a alguns metros de profundidade, para onde descia num elevador; a parte de cima abria para o quintal e ele colocava o foguetão de pé.

     Entretanto, os amigos distraíam quem estava contra o seu sonho: o Estado era uma das principais dificuldades, porque ele tinha atropelado o cão do Marcelo.

     Acabou por conseguir porque tinha comprado um foguetão para ir para o Espaço por volta da meia-noite, sem ninguém na rua, ele descolou e conseguiu cumprir a sua Missão.

    Chegou a aterrar na Lua e já aí disparou a sua Bazooka que fez explodir a Lua.

    Por sua vez, a explosão da Lua, o foguetão também explodiu com os pedaços que bateram com força no combustível: provocou-se uma reação de explosões em cadeia pelas estrelas.

    Mas, com pena das saudades com que a Família e os amigos ficaram, ele morreu feliz por ter cumprido a Missão!

AB6B

Entre Estrelas Cintilantes

   astronauta flutuando frente a planeta

    Image parpizar almaulidina de Pixabay 

     Era uma vez uma astronauta que se chamava Kai. Ela era muito criativa. Tinha estudado os astros e queria conhecer outro planeta.

    Certo dia, ela foi para a NASA.

     Quando chegou, tinha um foguetão enorme, pintado de azul escuro, decorado com estrelas amarelas.

     Entrou e, por dentro, era moderno e rosa,com os motores já a funcionar.

      Quando descolou, foi tão rápido, que caiu de pernas para o ar. Durante o voo, ela comia pão, gelatina e salada de alface.

      Na sua equipa, iam a Matilda, Karina, Lua e o Céu. Eles gostavam muito de contar tudo o que passava por eles; enquanto contavam, escreviam os nomes dos planetas, dos asteroides e estrelas.

     Eles atravessaram uma chuva de estrelas cadentes muito luminosas e cintilantes.

     Viram um extraterrestre que tinha os olhos muito pequeninos, a boca muito grande, não tinha nariz; era verde, muito magro e comprido, com umas mãos médias e brilhantes.

      Estes seres foram vistos em Júpiter e a flutuar ao pé de Urano.

CT5A

O Reino de Edicorax

reino edicoraxImage parDarkWorkX de Pixabay

     Outrora, na época dos Reis e Rainhas, existia um lugar chamado Edicorax onde habitavam as mais diversificadas espécies, desde Humanos, Feiticeiros, Sereias, Tritões, Mestres dos Ferros, Anjos e Dragões, Guardiães das Florestas e Ninfas.

      Feiticeiros: Conhecidos por possuir e comandar os poderes dos demónios, com um áspeto igual aos dos humanos; uma única diferença eram os seus olhos negros como a guerra, com uma estrela roxo-claro no centro das suas retinas, mas eram mais simpáticos do que muitos pensam.

     Tritões e Sereias:  Ao contrário do que se conta, eles não possuíam caudas, mas ainda assim conseguiam respirar debaixo de água e eram mais rápidos dentro do Oceano do que qualquer outro ser; possuíam uma madeixa diferente de cabelo, eram conhecidos por conseguirem controlar a água e, com ela, curar os habitantes de Edicorax inteiro.

     Mestres dos Ferros: eram eles que tinham as construções mais poderosas, incluindo as suas armas; com apenas um movimento eram capazes de erguer inúmeras construções de chumbo, prata, bronze, metano e muitos outros.

(Fim da Parte I)

MS8C

Simulator I – As Origens

jedi para representar um superheróiImage parprettysleepy1 de Pixabay 

     Cá estamos em direto do Parque Marechal Carmona, onde vemos o nosso herói a salvar o dia novamente.

    Vamos tentar chamar a sua atenção.

     – Aqui, Aqui!

    Acho que conseguimos que ele ouvisse, porque está a aterrar do seu voo.

    – Olá, Olá a todos! E a vocês que estão aí em casa.

    – Simulator, obrigada por nos dar uma entrevista. Como se tornou um Superherói?

     – Foi uma história engraçada. Estava eu a discutir com o meu irmão, quando, subitamente, veio-me uma força física enorme.

     Fui avisar os meus pais e o meu pai contou-me uma história. Há muito, muito tempo, existia uma cidade que ficava no fim do mundo. Lá, todos tinham poderes diferentes uns dos outros. Como a superforça, supervelocidade, o poder do gelo, o poder do fogo, o dom da invisibilidade, o dom de ler a mente, o dom aquático, o poder de voar…

     O rei desse povo, um dia, teve um filho, mas as outras pessoas não gostaram, porque ele era demasiado poderoso: tinha herdado todos os superpoderes!

     As pessoas pensavam que se podia tornar numa ameaça para o mundo. Houve motins, até que o rei pegou no seu filho e colocou-o numa caixa, a flutuar no mar.

      O rei espalhou a palavra de que o filho tinha desaparecido.

      Entretanto, o bebé foi encontrado e adotado, nos mares Atlânticos, por uma senhora rica. Deram-lhe o nome de “Aquântico”,;foi criado com amor e tornou-se um grande homem.

     Esta história queria dizer que esse senhor era  um antepassado meu.

    – Uau! Que fabulosa história!

Fim da Parte I

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Eu, Famoso

     bola de futebol na relva coberta de orvalho

   Image parAndy03 de Pixabay License

     Se eu fosse famoso, eu queria ser jogador de Futebol.

    Se eu tivesse uma casa, eu queria tê-la no Hawai: seria grande, branca, moderna e toda tecnológica. Na garagem tinha um Bugati Veron. 

     Os prémios que eu mais desejava eram a bola de ouro, a bota de ouro e também queria ter muitos fãs.

    Se tivesse um hotel, ele chamava-se ED Master e tinha 5 estrelas, com piscina interior e exterior e camas de alta qualidade. Era o melhor hotel do mundo!

     Se eu fosse rico, ajudava o Colégio Amor de Deus e doava 2 milhões.

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Eu ia Ajudar todas as Pessoas

heroína voando

License  Image paralan9187 dPixabay  

     Eu adorava ser um super-herói e, se fosse um, seria o melhor do mundo.

     Eu ia ajudar todas as pessoas que precisassem de ajuda. Os meus superpoderes seriam voar, ter superforça, pois se um prédio estivesse a arder, eu ia a voar e conseguia levar todos.

     O meu fato seria muito bonito, eu queria uma capa vermelha, uma saia banca e uma camisola azul O meu nome de superherói seria “Power Girl”.

     Acho que na vida real deviam existir super-heróis, porque, por exemplo, se houvesse, as pessoas de Moçambique não estariam presas nas árvores.

LP6C

Os Mundos

Pixabay License Image parMyriams-Fotos de Pixabay

    Era uma vez um menino que vivia no campo com o seu Pai, a sua Mãe e o seu irmão mais velho.

     Chamava-se Thomas, tinha cabelo grande e escuro, olhos de um raro tom alaranjado. Era ágil, forte, magro e rápido.

    O seu irmão Jack tinha cabelo escuro, curto e os olhos verdes. Também era ágil, forte, magro e rápido, mas como era o mais velho, era um bocadinho teimoso.

     Certo dia, Thomas e o seu irmão passeavam no campo, até que encontraram uma casa muito velha. A casa era escura, feita de madeira, as traves cobertas de musgo, as janelas partidas e tapadas com tábuas de madeira presas com pregos ferrugentos.

      A porta, sem maçaneta, estava trancada. Mas de repente, abriu-se.

    Espantados, os irmãos entraram e repararam que não havia mobília. Só havia uma estante com um livro.

     O Thomas tirou o livro coberto de pó, soprou, e ficou à vista um botão. Clicou e logo a estante se abriu para umas escadas que iam dar a uma cave velha e destruída.

     Na cave havia uma pedra grande e bicuda, com símbolos antigos gravados. O Thomas tocou na pedra e abriu-se uma rachadura no teto da cave.

     Thomas e seu irmão Jack entraram pela fenda, que era afinal, um portal para outro Mundo.

(Continua)

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