Nas minhas férias, estive em Peniche, com o meu Pai. Ficamos na carrinha, no parque de acampamento; estivemos a surfar em montes de lugares e foi bem BOM!
E uma vez, quando estava a surfar, na praia da Mota, ao longe, eu vi uma coisa a atirar água para o ar. Mesmo assim, eu fui Surfar e só depois é que reparei que eram ORCAS! E depois disso, “fogo-meu-Deus”!
E ter surfado por cima de calhaus? A sensação não é tão boa, é como se não pudesse cair e dá medo de fazer uma “batida” ou uma “rasgada”…
Quando tenho uma aula ou lição de Equitação, sinto-me feliz. Sinto alegria, motivação, entusiasmo. Quando estamos felizes, até inventamos novos desafios.
Admiro muito a L. D. Admiro esta pessoa porque ela salta um metro e sessenta a cavalo; tem cavalos muito bons e muito amor.
Há pessoas que montam a cavalo sem Toc e um dia podem cair e aprendem a lição que se deve estar sempre com Toc.
A minha Mãe transmitiu-me o amor pelos cavalos. Um dia, gostaria que os meus filhos montassem a cavalo, e, talvez, que jogassem futebol; gostaria de transmitir-lhes a coragem, ter muitos amigos. É preciso ter amigos. Por isso, se calhar, é que somos diferentes.
Os momentos únicos do meu 5º ano foram os furos entre as aulas! Só tive dois: a Inglês, que a Professora teve de ir ao médico, e a Cidadania.
Este verão gostava de ir à praia “Verde”, no Algarve, para mergulhar nas ondas e ir jogar ténis em Vila Real de Sto António. Claro, também vou montar a cavalo, na Charneca, com o XS.
Na Escola de Arte Equestre, os cavalos, nas boxes, têm tranças nas crinas, estão todos limpinhos a cheirar bem, tratam muito bem dos cavalos.
As minhas cadelas são Labradoras; o meu cão é um Pug chamado Scone.
A Kika tem um ano, o pelo branco, meio beige; a Juju tem 10 anos e o pelo preto.
A Kika tem uns olhos amarelados cor de mel, com uma expressão maluca, não se pode dar um brinquedo, que ela destrói tudo, e a comida, engole em dois segundos.
A Juju tem os olhos castanhos escuros, está sempre a pedir miminhos; quando a Kika era pequenina, podia estar na cozinha; uma vez a minha Mãe estava a limpar a casa e deixou a porta aberta. Quando foi ver, estava a Kika na sala, no meio dos peluches.
A Juju é muito querida, não quer brincar, só quer festinhas: receber e dar.
Nos primeiros tempos, vomitava muito, teve de ir para o hospital e passou o Natal connosco, quando tinha 2 meses.
Também tive a Camila, uma Rotweiler, esteve um bocadinho em casa, mas era muito nervosa, atacava a Juju e foi bom dar. A quem nós demos tinha outro Rotweiler, o Fox, e tiveram bebés.
Quando era pequenina, a Juju vinha à janela, lambia o vidro do lado de fora e eu lambia o vidro do lado de dentro.
O meu sonho é ter um Golden Retrivier; acho que são muito lindos e fofinhos. Queria um para estar aqui dentro de casa comigo.
Vivo intensamente a Natureza ao passear na floresta de bicicleta.
Podemos desenvolver a Natureza protegendo-a das pessoas que fazem fogueiras ; não deitar lixo para o chão; estar sempre a protegê-la para as muitas espécies de vida não desaparecerem.
Em Ciências, aprendemos para proteger a NATUREZA, para nós a protegermos com a nossa vida.
Acho muito interessante os animais e as formas de vida que têm. Existem debaixo de água, na superfície e no ar.
Eu gosto especialmente do LINCE IBÉRICO, pois, parece um gato e tem a ver com o país e com a PENÍNSULA.
Aprecio o LOBO IBERICO pelas mesmas razões, salvo que se parececom um cão.
EU amo a paisagem do pôr do sol e da vis ta para o mar.
Os Tempos livres significam, para mim, a Liberdade do Galope, a liberdade do Cavalo e só estamos Eu e o Cavalo!
Jogar Ténis e bater com a máxima força na bola: a prática do ténis ajuda-nos psicologicamente; ganhamos paciência…capacidade de manter a concentração quando se está a perder, treinamos também a boa educação – às vezes há jogadores que se irritam e partem a raquete!
Na bicicleta, pedalamos com muita velocidade! Estamos ao ar livre, a sentir o vento quente a bater-nos na cara.
Na equitação, já estou a saltar no picadeiro grande, com a Quimera, que é uma égua russa e branca, maior que o XS e muito mansinha.
Vou começar a montar o Artista, mas também vou continuar com o XS. Vou ter muita adrenalina com o Artista, um cavalo russo, branco, com muitas pintinhas pretas, de estatura média, crinas brancas e curtas de focinho macio.
Ele é vivo, um pouco assustadiço, mas já melhorou a sua mania de dar coices no volteio e de dar camgochas nos saltos; o Artista é um cavalo forte e encorpado, que salta muito alto.
O Artista é um cavalo fino, a quem não se pode dar muito com o esporim, senão ele zanga-se connosco. É rápido, tem uns andamentos bonitos, levanta o casco ao andar e galopar. É um cavalo que esconde a verdadeira idade, pois tem muita energia.
O fotógrafo encontrou as 10 moedas de ouro e o tigre deixou-o passar. Quando ele chegou ao outro lado do rio, encontrou um castelo feito de pedras cinzentas escuras, que tinha mudas a crescer por todo o lado.
Ele atravessou a ponte levadiça e, quando entrou no castelo, encontrou um tigre que lhe disse:
– Eu sou o mago deste castelo. Para ir ver o rei, tu vais ter de passar por mim e pelos meus truques mágicos!
E ele fez um feitiço com o seu cajado e fez o fotógrafo voar acima do chão, e depois cair outra vez.
– Tu nunca irás conseguir passar por mim! – exclamou o mago e começou a lançar feitiços para parar o fotógrafo.
Então, o mago lançou um feitiço em si mesmo, que o fez ficar muito grande!
– Desiste, fotógrafo! Nunca irás conseguir passar por mim!
Mas, para a salvação do fotógrafo, apareceu do nada, no castelo, o macaco que lhe tinha dado indicações inicialmente!
– Toma isto. – Disse o macaco. E deu-lhe uns sapatos com molas. – Eu sou sapateiro, e estes sapatos são a minha especialidade!
O fotógrafo deu um salto por cima do mago e foi até à sala do trono falar com o Rei Simba. O Rei foi até ele e disse-lhe:
– Parabéns, fotógrafo! A maioria das pessoas que passa por aqui não consegue passar pelo mago! Como foste corajoso, posso fazer-te um favor.
– Então, rei Simba, eu gostava de voltar para o meu mundo! – Pediu o fotógrafo. – Tudo bem, se é isso que desejas, esse desejo será concedido! – respondeu o Rei Simba.
Quando o fotógrafo deu por si, estava outra vez na savana, ao pé da fonte! Ele resolveu colocar uma placa ao pé da fonte, a dizer:
No caminho, encontrou uma girafa e uma zebra, que lhe disseram que ele tinha de atravessar um rio.
– E qual é o nome desse rio? – Perguntou o fotógrafo.
– É o rio das Patas Encantadas. – Disse a girafa. – Tudo bem. – Respondeu o fotógrafo.
E continuou o seu caminho, até que encontrou um tigre que estava de guarda ao pé de um barco de madeira branca, cheio de flores a enfeitá-lo, e que tinha uma placa a dizer:
O fotógrafo pensou: “- Acho que cheguei ao local que queria.”
Ele chegou perto do tigre e disse-lhe:
– Desculpe, senhor Tigre, eu precisava de usar esse barco para atravessar o Rio das Patas Encantadas e ir falar com o Rei Simba para poder sair deste mundo.
– Desculpe, mas só vai poder passar se resolver um quebra-cabeças. Espalhadas por aqui estão 10 moedas de ouro; se as encontrar a todas, pode passar e pode atravessar o rio.
Desde bebé, eu tenho uma paixão por cavalos. Fui para a escola da Charneca, porque a minha Mãe tinha lá dois cavalos: o Quebec e o Jaguar.
Comecei a dar passeios com a Mini, uma pónei de pelo escuro, muito pequenina. Aos seis anos, comecei a fazer volteio com a Garrana; aos nove, fui para a quinta das Cabanas, depois voltei aos dez anos, para a Charneca.
Fiz volteio com a Quimera e a Formiga. Passado um mês, no redondel, montei solto, na Quimera, no Luxo e na Formiga.
Em 2 de Outubro, comecei a ter aulas de grupo com a Formiga e depois com o Luxo, muitas vezes. Ainda montei uma vez no XS em ensino. Em seguida, montei o Luxo e saltei com o XS.
Amanhã vou saltar com o XS.
Os cavalos são bonitos, elegantes, fortes; podem relacionar-se com as pessoas; alguns são meigos e outros são bravos.
O cavalo à carga é um símbolo de liberdade, pois quando o cavalo dispara ao máximo e nós sentimos o vento a vir para nós, estamos sozinhos e ninguém nos pode impedir, estamos só nós e o cavalo!
Um dia, um leão forte e corajoso que tinha uma família de que gostava muito. Ele nunca tinha sabido o seu nome, mas tinha um bando de leões que lhe chamavam “Chefe” ou “Sandapo”.
Gostava também do seu bando de Leões; a sua vida era assim: brincava com os seus leõezinhos, ia á caça, apanhava flores com a sua mulher… a vida dele era espetacular; até ia à noite ver a Floresta das árvores luminosas e, às vezes, saía com amigos.
Um dia ele decidiu procurar a sua Família para, finalmente, saber o seu nome. Foi ver se encontrava os seus pais.
Teve de atravessar o Oceano Gancolhavid, o Oceano Lompo e o Oceano Cango. Atravessou os Ocenaos a voar, porque ele era um reio muito corajoso e muito simpático.
Era uma vez uma Savana com muitos tipos de animais. Havia leões, girafas, macacos, zebras…
Um dia, chegou um fotógrafo de vida selvagem para tirar fotos aos animais e colocar as fotos num livro.
Ele parou numa fonte de água para encher a sua garrafa, mas quando bebeu a água foi mandado para um mundo em que todos os animais que existiam naquela Savana vestiam roupas, estavam de pé e falavam!
O chapéu do fotógrafo até caiu da sua cabeça, de tão espantado que ele ficou!
Ele chegou perto de um macaco e perguntou:
– Desculpe, Senhor Macaco, o Senhor sabe onde estamos… como eu cheguei aqui… e…. mais importante, como é que eu saio daqui?
– Nós estamos na Cidade da Savana, e a única forma de sair daqui, é falando com o Siimba, o rei dos animais. – Respondeu o Macaco.
– E onde é que esse tal rei mora? – Perguntou o fotógrafo.
– Ele mora na Floresta das Árvores Sagradas. – Respondeu o Macaco.
O fotógrafo seguiu em frente, em direção à Montanha das Árvores Sagradas, como o Macaco lhe tinha dito.
No caminho, encontrou uma girafa e uma zebra, que lhe disseram que ele tinha de atravessar um rio.
Era uma vez uma menina que passava a vida toda a pensar em póneis e em que um dia os ia conhecer.
Então, quando ela já tinha 9 anos, decidiu ir à procura. A Bela já estava à procura há muito tempo, até que, um dia, parou.
Quando já era de noite, seus pais foram dormir, mas a Bela começou a ouvir barulhos a vir do seu jardim. À primeira, estava muito assustada, mas de repente, começou a ouvir barulhos de cavalos. Resolveu ir ver.
A menina viu um pónei e, cheia de lágrimas de felicidade, ela foi a correr e deu-lhe um abraço. A menina foi logo pegar cenouras e ervas para lhe dar, mas também lhe fez um cantinho para o pónei ficar. O pónei ficou aconchegado.
No dia seguinte, Bela foi logo ver o pónei, mas ele já não estava lá. Bela ficou muito triste. Começou a poupar para uma casinha, comida e acessórios, tudo só de póneis.
Assim que Bela conseguiu ter dinheiro, comprou tudo e, quando era noite, o pónei já estava lá. Então Bela fez-lhe uma pergunta; a pergunta era: “Queres ficar comigo?”
O pónei abanou a cabeça para cima e para baixo. Bela ficou muito feliz; todos os dias brincava e fazia muito mais diversões.
Certo dia, o pónei morreu. Bela ficou muito triste. Quando chegou aos 21 anos, decidiu comprar um estábulo; comprou-o e também póneis e cavalos, foi muito giro!
Bela queria mostrar ao mundo que cavalos e póneis não são perigosos. O seu estábulo “Pocabela” ficou muito famoso e Bela ficou muito feliz.
Eu gosto muito de Cavalos, porque, quando monto num, sinto-me livre e estou sempre pronta para uma aventura!
Já montei num branco, que se chama Mozart, montei num cavalo castanho claro e esse chama-se Emotivo; o último é castanho escuro e chama-se Tsunami. Eu gostei de todos.
O cavalo dos meus sonhos era um cavalo branco, mas a sorte minha foi quando, finalmente, pude andar num.
Um dia, gostaria de entrar numa Competição de Saltos. É desde sempre o meu sonho!
Quando galopo, sinto-me livre, e sem ninguém para me parar.
Cavalos são uma parte de mim: sem eles, a minha vida não seria completa!
Eu gosto de cavalos porque, para mim, são VIDA, com eles sinto-me muito calma. A minha experiência é que são a minha paixão, não sei o que faria sem eles.
O cavalo que montei é castanho, de crina preta; é manso, tranquilo e amoroso; gosta muito de festas.
O que eu gostei mais foi de lhe dar uma maçã: o focinho fazia muitas cócegas!
Agradeço muito ao meu avô, por me ter feito andar de cavalo. Se o meu avô não fosse aventureiro, nunca teria encontrado este maravilhoso cavalo.
Alguns dias atrás, consegui convencer a minha Mãe para entrar numa escola de Equitação.
Gostaria de saltar com um cavalo muito maravilhoso!
Para mim, andar a cavalo é vida e, ao galopar, é como não termos ninguém para nos perturbar, É VIDA!
O pónei XS é um pónei e um cavalo. A cor do seu pelo é esta: um castanho muito claro e o pelo é muito macio!
Ele tem uns olhos muito lindos e o focinho muito fofo!
Uma qualidade dele é que é muito rápido a pôr a galope, um defeito é que é difícil a pôr a sela, porque ele morde muito e a crina é difícil de escovar!
Eu gosto muito de dar passeios com ele, eu sinto que ele é livre e adoro!
Na equitação, eu gosto de lhe libertar as crinas e de lhe dar um banho!
Era uma vez um gato muito preguiçoso: estava sempre enrolado ao pé da dona, a receber festinhas. Essa sim, essa vida é vida de reis!
O gato chamava-se Yoda e a dona chamava-se Benedita. Todas as noites o gato Yoda ia para a cama da Benedita fazer-lhe companhia.
Uma tarde, o gato Yoda viu uma bolacha e ficou curioso. Foi lá cheirá-la para ver o que era. Quando a cheirou, reparou que levava manteiga e começou a comer a bolacha.
Nessa noite, quando a Benedita foi dormir, o gato Yoda foi para a cama dela. Ao acordar de repente, a meio da noite, viu o seu gato a brilhar! O brilho era tão forte, como se estivessem 20 lanternas ligadas e de um verde meio azulado.
Começou a pensar: ” – O que se passa com ele? Será da bolacha que ele comeu?”
Ao pequeno almoço, a Benedita experimentou uma bolacha para ver se era a causa.
No quarto, pôs-se às escuras, e…começou a brilhar!
Olá,chamo-me Benedita e tenho equitação. Adoro cavalos e também adoro montar. No início das aulas, antes de ir montar, gosto de preparar o cavalo para a aula. No fim da aula, dou-lhe sempre duas cenouras.
Num Domingo, quando cheguei ao estábulo, a professora disse:
– Hoje não vais montar o Garibaldi, vais montar a Vip.
A Professora disse que a Vip era excelente no picadeiro, mas que também era um pouco macaca, porque não fazia aquilo que nós dizíamos , tentava sempre fugir.
Quando comecei a montar, fui para o picadeiro coberto, porque estava a chover. Mas não consegui ir, porque estava cheio de gente; por isso fui para o picadeiro ao ar livre.
Comecei por dar uma volta ao picadeiro todo, para poder começar a trote. Assim que comecei o trote, fiz trote levantado; depois, para trocar de mão, fui em diagonal até à outra ponta do picadeiro.
A minha Professora disse que eu tinha de me preparar para saltar. Continuei a trote, até chegar a uma ponta, para o cavalo conseguir preparar-se para o salto.
Quando a minha professora disse “ – Posição de Obstáculo!” – eu pus-me em posição de obstáculo para poder saltar. Depois, continuei a dar voltas ao picadeiro e saltei mais cinco vezes.
A minha professora disse então para começar a galope, mas eu não estava a conseguir, porque em vez de fazer trote sentado estava a fazer levantado; à quarta vez, consegui!
Acabei a minha aula, fui até à box da Vip, desmontei, dei-lhe duas cenouras e fui ter com a minha Mãe para ir embora.
Esta cobra só se encontra na Austrália, ela não é venenosa, mas é muito agressiva, morde, enrola-se mas pessoas, sufoca-as. Em cada 5 mortes por “asfixia” duas são por esta cobra.
Animal muito bonito, mas como muitas pessoas dizem, não se deixem enganar pela aparência, porque é exatamente nesses anéis azuis onde se ingere o veneno. E apenas uma pequena dose desse veneno é capaz de matar vinte homens adultos.
Já houve até baleias de uma tonelada e meia que morreram por causa deste polvo.
O pior de tudo é que se encontra nos corais, mede apenas cerca de 5cm!
O peixe mais temido dos corais australianos é o peixe pedra. Este peixe é muito difícil de encontrar, pois esconde-se e sempre que aparece uma presa ele ataca.
Tem uns piquinhos no topo e as pessoas sem querer pisam-no e injetam o veneno no pé. Pessoas houve que pediram para amputar a perna de tanta dor que sentiam.
Esta é uma das aranhas mais perigosas e temidas. Elas não gostam de florestas, mas sim de cidades, onde, na maioria das madeiras com buraquinhos, elas moram.
Atacam as presas, matam por prazer, não apenas por invadirem o seu território.
As probabilidades dos seres humanos picados morrerem é grande. O seu ferrão já foi comparado com dentes de cobra.
Nas longínquas selvas amazónicas existe uma lenda sobre um Peixe que engole pessoas, mais conhecido por Arapaima.
É um peixe gigante que vive nos rios da selva amazónica; já vários pescadores tentaram pescar esta fera das águas.
Vamos acompanhar o famoso pescador que vai tentar pescar a lendária Arapaima.
O pescador foi para uma pequena vila nas margens do rio Negro. Ele perguntou a vários moradores locais sobre a lenda da Arapaima e conseguiu uma valiosa informação: “Na casa do Rogério, o seu avô já viu uma Arapaima”. O pescador perguntou como era o peixe.
O avô do Rogério disse que o peixe media 3 m, pesava mais ou menos 250 kg, tinha uma armadura de escamas e que engolia tudo o que lhe aparecia à frente.
O pescador perguntou onde tinha encontrado a Arapaima. Ele levou-o para as redondezas da vila, nas margens do Rio Negro; disse que tinha encontrado a Arapaima naquele sítio.
Depois de perguntar a mais moradores locais, confirmou o aparecimento da Arapaima nas margens do Rio Negro.
O nosso valente Pescador veio numa tentativa para pescar a Arapaima. Na sua primeira tentativa ele não pescou a Arapaima, pescou algumas piranhas e bagres.
O problema era que não sabia qual era a isca que deveria usar para pescar a Arapaima. Ele ficou a saber que a Arapaima come piranhas com a ajuda de alguns moradores locais.
Na sua segunda tentativa, o pescador usou, como isca, piranhas; ele tentou, tentou e tentou… E já no final do dia, ele fisgou a Arapaima!
Eles lutaram durante duas horas, os dois estavam exaustos, mas depois que já dominou o peixe, o pescador, quando estava a recolher a Arapaima, ele teve de cortar a linha e a Arapaima, bateu-lhe com a cauda e soltou-se.
Eles encontraram-se de novo numa longa luta de força; eles lutaram por muito tempo, quando o pescador dominou o peixe, levou-o para o barco e mediu-o: tinha 5 metros e pesava quase 400 kg e era um exemplar com mais de 100 anos.
Então o nosso pescador conseguiu pescar o exótico ser. E agora acabou a jornada de apanhar a lendária Arapaima!