Natureza Maravilhosa e Vida Animal

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   A Natureza para mim é um lar, a vida e uma casa.

   Vivo intensamente a Natureza ao passear na floresta de bicicleta.

   Podemos desenvolver a Natureza protegendo-a  das  pessoas que fazem fogueiras ; não deitar lixo para o chão;  estar sempre a protegê-la para as muitas espécies de vida não desaparecerem.

   Em Ciências, aprendemos  para  proteger a NATUREZA,  para nós a protegermos com a nossa vida.

   Acho muito interessante os animais e as formas de vida que têm. Existem debaixo de água, na superfície e no ar.

    Eu gosto especialmente do LINCE IBÉRICO, pois, parece um gato e  tem a ver com o país e com a PENÍNSULA.

   Aprecio o LOBO IBERICO pelas mesmas razões, salvo que se parece com um cão.

    EU amo a paisagem do pôr do sol e da vis ta para o mar.

CAD – 2º Confinamento – FV5B

Os Meios da Liberdade

     

Image par Patou Ricard de Pixaba

     Os Tempos livres significam, para mim,  a Liberdade do Galope, a liberdade do Cavalo e só estamos Eu e o Cavalo!

      Jogar Ténis e bater com a máxima força na bola: a prática do ténis ajuda-nos psicologicamente; ganhamos paciência…capacidade de manter a concentração quando se está a perder, treinamos também a boa educação – às vezes há jogadores que se irritam e partem a raquete!

   Na bicicleta, pedalamos com muita velocidade! Estamos ao ar livre, a sentir o  vento quente a bater-nos na cara.

    Na equitação, já estou a saltar no picadeiro grande, com a Quimera, que é uma égua russa e branca,  maior que o XS e muito mansinha.

    Vou começar a montar o Artista, mas também vou continuar com o XS. Vou ter muita adrenalina com o Artista, um cavalo russo, branco, com muitas pintinhas pretas, de estatura média, crinas brancas e curtas de focinho macio.

    Ele é vivo, um pouco assustadiço, mas já melhorou a sua mania de dar coices no volteio e de dar camgochas nos saltos; o Artista é um cavalo forte e encorpado, que salta muito alto.

     O Artista é um cavalo fino, a quem não se pode dar muito com o esporim, senão ele zanga-se connosco. É rápido, tem uns andamentos bonitos, levanta o casco ao andar e galopar. É um cavalo que esconde a verdadeira idade, pois tem muita energia.

CAD – 2º Confinamento – JM5A

A Cidade da Savana – III

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     O fotógrafo encontrou as 10 moedas de ouro e o tigre deixou-o passar. Quando ele chegou ao outro lado do rio, encontrou um castelo feito de pedras cinzentas escuras, que tinha mudas a crescer por todo o lado.

     Ele atravessou a ponte levadiça e, quando entrou no castelo, encontrou um tigre que lhe disse: 

    – Eu sou o mago deste castelo. Para ir ver o rei, tu vais ter de passar por mim e pelos meus truques mágicos!

     E ele fez um feitiço com o seu cajado e fez o fotógrafo voar acima do chão, e depois cair outra vez. 

    – Tu nunca irás conseguir passar por mim! – exclamou o mago e começou a lançar feitiços para parar o fotógrafo.

     Então, o mago lançou um feitiço em si mesmo, que o fez ficar muito grande! 

    – Desiste, fotógrafo! Nunca irás conseguir passar por mim!

     Mas, para a salvação do fotógrafo, apareceu do nada, no castelo, o macaco que lhe tinha dado indicações inicialmente! 

    – Toma isto. – Disse o macaco. E deu-lhe uns sapatos com molas. – Eu sou sapateiro, e estes sapatos são a minha especialidade!

    O fotógrafo deu um salto por cima do mago e foi até à sala do trono falar com o Rei Simba. O Rei foi até ele e disse-lhe: 

    – Parabéns, fotógrafo! A maioria das pessoas que passa por aqui não consegue passar pelo mago! Como foste corajoso, posso fazer-te um favor. 

    – Então, rei Simba, eu gostava de voltar para o meu mundo! – Pediu o fotógrafo. – Tudo bem, se é isso que desejas, esse desejo será concedido! – respondeu o Rei Simba.

    Quando o fotógrafo deu por si, estava outra vez  na savana, ao pé da fonte! Ele resolveu colocar uma placa ao pé da fonte, a dizer:

Image par 8982496 de Pixabay 

 Depois disso, ele voltou para sua casa e ficou em segurança.

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A Cidade da Savana – II

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    No caminho, encontrou uma girafa e uma zebra, que lhe disseram que ele tinha de atravessar um rio.

    – E qual é o nome desse rio? – Perguntou o fotógrafo.

    – É o rio das Patas Encantadas. – Disse a girafa. – Tudo bem.  – Respondeu o fotógrafo.

    E continuou o seu caminho, até que encontrou um tigre que estava de guarda ao pé de um barco de madeira branca, cheio de flores a enfeitá-lo, e que tinha uma placa a dizer: 

Image par Sandy Frew de Pixabay 

     O fotógrafo pensou: “- Acho que cheguei ao local que queria.”

    Ele chegou perto do tigre e disse-lhe:

    – Desculpe, senhor Tigre, eu precisava de usar esse barco para atravessar o Rio das Patas Encantadas e ir falar com o Rei Simba para poder sair deste mundo.

    – Desculpe, mas só vai poder passar se resolver um quebra-cabeças. Espalhadas por aqui estão 10 moedas de ouro; se as encontrar a todas, pode passar e pode atravessar o rio.

(Continua)

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Vivências de Equitação

     

Image par ArtTower de Pixabay 

   Desde bebé, eu tenho uma paixão por cavalos. Fui para a escola da Charneca, porque a minha Mãe tinha lá dois cavalos: o Quebec e o Jaguar. 

    Comecei a dar passeios com a Mini, uma pónei de pelo escuro, muito pequenina. Aos seis anos, comecei a fazer volteio com a Garrana; aos nove, fui para a quinta das Cabanas, depois voltei aos dez anos, para a Charneca.

     Fiz volteio com a Quimera e a Formiga. Passado um mês, no redondel, montei solto, na Quimera, no Luxo e na Formiga.

     Em 2 de Outubro, comecei a ter aulas de grupo com a Formiga e depois com o Luxo, muitas vezes. Ainda montei uma vez no XS em ensino. Em seguida, montei o Luxo e saltei com o XS.

Amanhã vou saltar com o XS.

     Os cavalos são bonitos, elegantes, fortes; podem relacionar-se com as pessoas; alguns são meigos e outros são bravos.

    O cavalo à carga é um símbolo de liberdade, pois quando o cavalo dispara ao máximo e nós sentimos o vento a vir para nós, estamos sozinhos e ninguém nos pode impedir, estamos só nós e o cavalo!

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O Nome do Leão – I

   

Image by Silvio Zimmermann from Pixabay

    Um dia,  um leão forte e corajoso que tinha uma família de que gostava muito. Ele nunca tinha sabido o seu nome, mas tinha um bando de leões que lhe chamavam “Chefe” ou “Sandapo”. 

    Gostava também do seu bando de Leões; a sua vida era assim: brincava com os seus leõezinhos, ia á caça, apanhava flores com a sua mulher… a vida dele era espetacular; até ia à noite ver a Floresta das árvores luminosas e, às vezes, saía com amigos.

    Um dia ele decidiu procurar a sua Família para, finalmente, saber o seu nome. Foi ver se encontrava os seus pais.

    Teve de atravessar o Oceano Gancolhavid, o Oceano Lompo e o Oceano Cango. Atravessou os Ocenaos a voar, porque ele era um reio muito corajoso e muito simpático.

(Continua)

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A Cidade da Savana – I

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       Era uma vez uma Savana com muitos tipos de animais. Havia leões, girafas, macacos, zebras…

     Um dia, chegou um fotógrafo de vida selvagem para tirar fotos aos animais e colocar as fotos num livro.

     Ele parou numa fonte de água para encher a sua garrafa, mas quando bebeu a água foi mandado para um mundo em que todos os animais que existiam naquela Savana vestiam roupas, estavam de pé e falavam!

     O chapéu do fotógrafo até caiu da sua cabeça, de tão espantado que ele ficou!

           Ele chegou perto de um macaco e perguntou:

     – Desculpe, Senhor Macaco, o Senhor sabe onde estamos… como eu cheguei aqui… e…. mais importante, como é que eu saio daqui? 

    – Nós estamos na Cidade da Savana, e a única forma de sair daqui, é falando com o Siimba, o rei dos animais. – Respondeu o Macaco. 

     – E onde é que esse tal rei mora? – Perguntou o fotógrafo.

     – Ele mora na Floresta das Árvores Sagradas. – Respondeu o Macaco.

     O fotógrafo seguiu em frente, em direção à Montanha das Árvores Sagradas, como o Macaco lhe tinha dito.

      No caminho, encontrou uma girafa e uma zebra, que lhe disseram que ele tinha de atravessar um rio.

(Continua)

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O Estábulo POCABELA

 

     Image by Uki_71 from Pixabay

     Era uma vez uma menina que passava a vida toda a pensar em póneis e em que um dia os ia conhecer.

    Então, quando ela já tinha 9 anos, decidiu ir à procura. A Bela já estava à procura há muito tempo, até que, um dia, parou.

    Quando já era de noite, seus pais foram dormir, mas a Bela começou a ouvir barulhos a vir do seu jardim. À primeira, estava muito assustada, mas de repente, começou a ouvir barulhos de cavalos. Resolveu ir ver.

     A menina viu um pónei e, cheia de lágrimas de felicidade, ela foi a correr e deu-lhe um abraço. A menina foi logo pegar cenouras e ervas para lhe dar, mas também lhe fez um cantinho para o pónei ficar. O pónei ficou aconchegado.

     No dia seguinte, Bela foi logo ver o pónei, mas ele já não estava lá. Bela ficou muito triste. Começou a poupar para uma casinha, comida e acessórios, tudo só de póneis.

    Assim que Bela conseguiu ter dinheiro, comprou tudo e, quando era noite, o pónei já estava lá. Então Bela fez-lhe uma pergunta; a pergunta era: “Queres ficar comigo?”

    O pónei abanou a cabeça para cima e para baixo. Bela ficou muito feliz; todos os dias brincava e fazia muito mais diversões.

     Certo dia, o pónei morreu. Bela ficou muito triste. Quando chegou aos 21 anos, decidiu comprar um estábulo; comprou-o e também póneis e cavalos, foi muito giro!

    Bela queria mostrar ao mundo que cavalos e póneis não são perigosos. O seu estábulo “Pocabela”  ficou muito famoso e Bela ficou muito feliz.

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A Galopar, Sinto-Me Livre!

Image par ArtTower de Pixabay 

     Eu gosto muito de Cavalos, porque, quando monto num, sinto-me livre e estou sempre pronta para uma aventura!

    Já montei num branco, que se chama Mozart, montei num cavalo castanho claro e esse chama-se Emotivo; o último é castanho escuro e chama-se Tsunami. Eu gostei de todos.

    O cavalo dos meus sonhos era um cavalo branco, mas a sorte minha foi quando, finalmente, pude andar num.

    Um dia, gostaria de entrar numa Competição de Saltos. É desde sempre o meu sonho!

    Quando galopo, sinto-me livre, e sem ninguém para me parar.

    Cavalos são uma parte de mim: sem eles, a minha vida não seria completa!

     ADORO CAVALOS!

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Galopar é VIDA

Image par Susann Mielke de Pixabay 

  Eu gosto de cavalos porque, para mim, são VIDA, com eles sinto-me muito calma. A minha experiência é que são a minha paixão, não sei o que faria sem eles.

   O cavalo que montei é castanho, de crina preta; é  manso, tranquilo e amoroso; gosta muito de festas.

   O que eu gostei mais foi de lhe dar uma maçã: o focinho fazia muitas cócegas! 

   Agradeço muito ao meu avô, por me ter feito andar de cavalo. Se o meu avô não fosse aventureiro, nunca teria encontrado este maravilhoso cavalo.

   Alguns dias atrás, consegui convencer a minha Mãe para entrar numa escola de Equitação.

   Gostaria de saltar com um cavalo muito maravilhoso!

   Para mim, andar a cavalo é vida e, ao galopar, é como não termos ninguém para nos perturbar, É VIDA!

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XS, O Veloz

Image par Miguel Muñoz Hierro de Pixabay

     O pónei XS é um pónei e um cavalo. A cor do seu pelo é esta: um castanho muito claro e o pelo é muito macio!

     Ele tem uns olhos muito lindos e o focinho muito fofo!

    Uma qualidade dele é que é muito rápido a pôr a galope, um defeito é que é difícil a pôr a sela, porque ele morde muito e a crina é difícil de escovar!

     Eu gosto muito de dar passeios com ele, eu sinto que ele é livre e adoro!

     Na equitação, eu gosto de lhe libertar as crinas e de lhe dar um banho!

     E esse é o cavalinho XS que eu adoro imenso!

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CAD em Isolamento – O Gato Luminoso


     Image par Screamenteagle de Pixabay    

     Era uma vez um gato muito preguiçoso: estava sempre enrolado ao pé da dona, a receber festinhas. Essa sim, essa vida é vida de reis!

    O gato chamava-se Yoda e a dona chamava-se Benedita. Todas as noites o gato Yoda ia para a cama da Benedita fazer-lhe companhia.

     Uma tarde, o gato Yoda viu uma bolacha e ficou curioso. Foi lá cheirá-la para ver o que era. Quando a cheirou, reparou que levava manteiga e começou a comer a bolacha. 

     Nessa noite, quando a Benedita foi dormir, o gato Yoda foi para a cama dela. Ao acordar de repente, a meio da noite, viu o seu gato a brilhar! O brilho era tão forte, como se estivessem 20 lanternas ligadas e de um verde meio azulado.

     Começou a pensar: ” – O que se passa com ele? Será da bolacha que ele comeu?” 

    Ao pequeno almoço, a Benedita experimentou uma bolacha para ver se era a causa.

     No quarto, pôs-se às escuras, e…começou a brilhar! 

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CAD em Isolamento – Um Cavalo Diferente

horseImage par Mrs Hall de Pixabay 

     Olá, chamo-me Benedita e tenho equitação. Adoro cavalos e também adoro montar. No início das aulas, antes de ir montar, gosto de preparar o cavalo para a aula. No fim da aula, dou-lhe sempre duas cenouras.

     Num Domingo, quando cheguei ao estábulo, a professora disse:

      – Hoje não vais montar o Garibaldi, vais montar a Vip.

      A Professora disse que  a Vip era excelente no picadeiro, mas que também era um pouco macaca, porque não fazia aquilo que nós dizíamos , tentava sempre fugir.

   Quando comecei a montar, fui para o picadeiro coberto, porque estava a chover. Mas não consegui ir, porque estava cheio de gente; por isso fui para o picadeiro ao ar livre.

        Comecei por dar uma volta ao picadeiro todo, para poder começar a trote. Assim que comecei o trote, fiz trote levantado; depois, para trocar de mão, fui em diagonal até à outra ponta do picadeiro.

     A minha Professora disse que eu tinha de me preparar para saltar. Continuei a trote, até chegar a uma ponta, para o cavalo conseguir preparar-se para o salto.

      Quando a minha professora disse “ – Posição de Obstáculo!” – eu pus-me em posição de obstáculo para poder saltar. Depois, continuei a dar voltas ao picadeiro e saltei mais cinco vezes.

    A minha professora disse então para começar a galope, mas eu não estava a conseguir, porque em vez de fazer trote sentado estava a fazer levantado; à quarta vez, consegui!

    Acabei a minha aula, fui até à box da Vip, desmontei, dei-lhe duas cenouras e fui ter com a minha Mãe para ir embora. 

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CAD em Isolamento – 10 Animais mais Perigosos da Austrália

Nº 10 – Cobra da Morte

a cobra da morteCommonsWikimedia.org

     Esta cobra só se encontra na Austrália, ela não é venenosa, mas é muito agressiva, morde, enrola-se mas pessoas, sufoca-as. Em cada 5 mortes por “asfixia” duas são por esta cobra.

Nº 9 – Polvo de Anéis Azuis

polvo de anéis azuis   Flickr.com Author: Saspotato

     Animal muito bonito, mas como muitas pessoas dizem, não se deixem enganar pela aparência, porque é exatamente nesses anéis azuis onde se ingere o veneno. E apenas uma pequena dose desse veneno é capaz de matar vinte homens adultos.

    Já houve até baleias de uma tonelada e meia que morreram por causa deste polvo.

    O pior de tudo é que se encontra nos corais, mede apenas cerca de 5cm!

Nº 8 – Morcegos Gigantes

giant bat

   Flickr.com Author: LEO

    Os morcegos gigantes mais conhecidos por morcegos gigantes australianos, não são perigosos, mas o tamanho é de se assustar.

     Esses morcegos podem atingir os 2 metros de comprimento de asa a asa.

Nº 7 – Peixe-Pedra 

peixe pedraFlickr.com Author: Bill and Mark Bell

     O peixe mais temido dos corais australianos é o peixe pedra. Este peixe é muito difícil de encontrar, pois esconde-se e sempre que aparece uma presa ele ataca.

    Tem uns piquinhos no topo e as pessoas sem querer pisam-no e injetam o veneno no pé. Pessoas houve que pediram para amputar a perna de tanta dor que sentiam.

6º – Aranha Teia de Funil

aranha mais tóxicaCommons.Wikimedia.org

      Esta é uma das aranhas mais perigosas e temidas. Elas não gostam de florestas, mas sim de cidades, onde, na maioria das madeiras com buraquinhos, elas moram.

    Atacam as presas, matam por prazer, não apenas por invadirem o seu território.

   As probabilidades dos seres humanos picados morrerem é grande. O seu ferrão já foi comparado com dentes de cobra.

Improviso Oral do Aluno – FM5C

CAD em Isolamento –  História de Pescador

arapaimapikist.com

     Nas longínquas selvas amazónicas existe uma lenda sobre um Peixe que engole pessoas, mais conhecido por Arapaima.

     É um peixe gigante que vive nos rios da selva amazónica; já vários pescadores tentaram pescar esta fera das águas.

    Vamos acompanhar o famoso pescador que vai tentar pescar a lendária Arapaima.

     O pescador foi para uma pequena vila nas margens do rio Negro. Ele perguntou a vários moradores locais sobre a lenda da Arapaima e conseguiu uma valiosa informação: “Na casa do Rogério, o seu avô já viu uma Arapaima”. O pescador perguntou como era o peixe.

    O avô do Rogério disse que o peixe media 3 m, pesava mais ou menos 250 kg, tinha uma armadura de escamas e que engolia tudo o que lhe aparecia à frente.

   O pescador perguntou onde tinha encontrado a Arapaima. Ele levou-o para as redondezas da vila, nas margens do Rio Negro; disse que tinha encontrado a Arapaima naquele sítio.

    Depois de perguntar a mais moradores locais, confirmou o aparecimento da Arapaima nas margens do Rio Negro.

    O nosso valente Pescador veio numa tentativa para pescar a Arapaima. Na sua primeira tentativa ele não pescou a Arapaima, pescou algumas piranhas e bagres.

    O problema era que não sabia qual era a isca que deveria usar para pescar a Arapaima. Ele ficou a saber que  a Arapaima come piranhas com a ajuda de alguns moradores locais.

     Na sua segunda tentativa, o pescador usou, como isca, piranhas; ele tentou, tentou e tentou… E já no final do dia, ele fisgou a Arapaima!

    Eles lutaram durante duas horas, os dois estavam exaustos, mas depois que  já dominou o peixe, o pescador, quando estava a recolher a Arapaima, ele teve de cortar a linha e a Arapaima, bateu-lhe com a cauda e soltou-se.

     Eles encontraram-se de novo numa longa luta de força; eles lutaram por muito tempo, quando o pescador dominou o peixe, levou-o para o barco e mediu-o: tinha 5 metros e pesava quase 400 kg e era um exemplar com mais de 100 anos.

    Então o nosso pescador conseguiu pescar o exótico ser. E agora acabou a jornada de apanhar a lendária Arapaima!

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As Minhas Férias de Verão Inesquecíveis

     

       Flickr.com Autor: Vítor Oliveira

      Eu, o meu pai, o meu amigo e os dois cães, partimos dia 27 de Junho. 

     Eu e o meu Pai já planeamos algumas atividades: por exemplo, vamos com duas redes apanhar caranguejos, mas bem cedo.

    Depois de os apanharmos, devolvemo-los ao mar, mas antes de os devolvermos à lagoa, nós pegamos no balde onde estão, despejamos na areia, eles começam a correr e nós fazemos apostas a ver quem chega primeiro ao mar, mas os cães acabam por torturar os caranguejos: ou pisam-nos com as patas ou agarram-nos com a boca e atiram-nos para onde eles quiserem.

    Também vai haver Praia, todos os dias, muito cedo de manhã, vamos para a praia; para não apanharmos muita gente, instalamo-nos nas dunas com as nossas coisas: toalhas, guarda-sol, etc.

    O meu Pai vai levar só um dos cães de cada vez para a praia, enquanto eu e o meu amigo vamos apanhar ondas nas nossas pranchas de bodyboard.

   Vão ser momentos muito divertidos e inesquecíveis, porque, quando estamos dentro da onda, não nos apetece sair de lá, pois é calmo.

     Quando acabarmos, vamos relaxar para a piscina com as nossas boias, a apanhar sol; também vamos jogar golfe e vai ser formidável, porque já não jogamos há muito tempo.

     Vamos andar de Buggy pelo jardim inteiro da casa que é enorme, com relva, algumas palmeiras e figueiras; vou apanhar figos para a minha Mãe.

     Mais à noite, cansados, vamos ver filmes na Netflix, de terror, de aventura e ação, de comédia, com os cães deitados ao pé do sofá.

    E o melhor de tudo, vamos dormir com os nossos cães nos nossos quartos! Vamos usá-los como peluches; o Jungle, que é o pastor alemão, tem mais cara de ir dormir ao nosso lado, enquanto o Stark, tem cara de ir refastelar-se em cima de nós e mexe-se imenso até adormecer!

TB6A

CAD em Isolamento – Fazem-me Sentir Livre

galopeImage par ArtTower de Pixabay 

      Os cavalos são muito lindos e têm várias raças.

    Eu admiro-os porque eles, quando estão a correr, fazem-me sentir que sou livre e posso fazer o que eu quiser.

    Estive num Campo de Férias, na Quinta da Bicuda, onde se podia cuidar, lavar, andar, fazer aulas com os cavalos. Era muito divertido!  Lá também havia cães de guarda: dois pequenos e um grande e meigo.

     Havia um cavalo que se chamava Bacaton, que eu montava, e outro que se chamava El-Dorado, que eu não montava, mas era muito lindo. 

    O Bacaton era castanho escuro e olhos claros, mas tinha um defeito: era cego de um olho, mas eu adorava montá-lo e nunca me deixava cair.

    O El-Dorado tinha pêlo branco, e crina dourada. Gostava dele porque era bonito e gostava de montá-lo.

Gentileza da Autora

     No primeiro dia, em que fui para o Campo de Férias, estava muito nervosa, não sabia fazer nada, escovava com a escova errada, não sabia pôr a sela, não sabia levar o cavalo para picadeiro…  Mas no último Dia, já sabia tudo!

     Às quintas feiras sempre fazíamos jogos com os cavalos – por exemplo, com uma égua chamada Penélope e uma taça no meio do picadeiro, cheia de rebuçados, nós tínhamos de montar sem sela – eu não sabia, estava muito nervosa; uma menina ajudou-me e tínhamos de agarrar nos rebuçados com um pau que tinha uma tacinha na ponta, e voltar a trepar.

     Também fazíamos uma Festa de Pijama no picadeiro: comíamos uma ceia, montávamos as tendas no picadeiro, ficavam cheias de areia e dormíamos lá!

   Havia um cavalo chamado Chocolate, que náo deixava fazer nada: cada vez que eu ia tentar tirar a terra dos cascos, com a ferramenta que tem um bico não muito afiado, ele não deixava. 

     O meu cavalo ideal seria de pelo preto ou castanho, olhos claros, crinas de médio comprimento, um pouco mais claras que o pêlo e muito meigo.

    Quando os cavalos selvagens correm, eu sinto que posso fazer tudo e penso que cada cavalo tem o seu jeito de ser. É tal como acontece com os humanos.

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Festa das Mães 2020 – História para a Mãe, Antes de Adormecer

Image par Margitta Wünsche de Pixabay 

     A Constança preparou uma surpresa para a Mãe.

   Foi contar-lhe uma história para adormecer, pois era uma daquelas Mães que não conseguem dormir, preocupadas com o comportamento das filhas.

    A Constança queria dar-lhe um presente muito bom, no Dia da Mãe, de que ela nunca se iria esquecer, um presente magnífico, mágico, cheio de purpurinas!

   Então, Constança andava pelo quarto, à procura de objetos inspiradores, quando, ouviu um som que vinha do sótão.

   Ela estava a tremer de medo, a pensar se seria um ladrão, como qualquer criança que estivesse sozinha em casa, e ouvisse um som.  

   Abriu as escadas do sótão, deu dois passos e o som vinha cada vez mais perto.

   Quando chegou ao fim do passo, viu uma sombra com orelhas a andar pelo chão do sótão. Viu uma panela e agarrou nela; foi avançando devagarinho, enquanto a sombra se aproximava cada vez mais, até que apareceu à frente dela e foi de repente apanhada pela panela.

   Constança reparou então que a sombra era a de um gato, mas não era um gato normal: tinhas patas com garras compridas, pelo escuro, usava uma máscara branca a tapar a maior parte da cara, orelhas muito compridas, que pareciam as de um coelho , mas eram diferentes, e uma cauda comprida que terminava em carapaça de caracol.

   Constança foi buscar uma cadeira e uma corda de brincar e amarrou-o à cadeira.

    Constança perguntou:

   – Quem és tu e o que fazes aqui? Precisas de alguma coisa? Eu não tenho dinheiro!

     O Gato respondeu:

     – Não te quero fazer mal, não quero dinheiro nenhum, só quero ver a Patrícia.

     – Para que é que queres ver a minha Mãe?

      O Gato, que era muito matreiro, estava sempre a sorrir e tinha ar de ser mágico, respondeu:

       – O meu nome é Dusckit, vim ajudar a tua Mãe a ter bons sonhos, sonhinhos mágicos! Com aquelas coisas que as meninas gostam de sonhar…

    – E como vais fazer isso?

          (Fim da I Parte)

 Festa das Mães 2020 – Criação Oral de Texto – CR7A

CAD em Isolamento – O Rapto do Dono do Panqueca II

cão e gato

Flickr.com   IgRVV

     O Panqueca foi à delegacia mais próxima e começou a latir para os polícias e a apontar com a cabeça na direção do Armazém.  

    O polícia percebeu que o Panqueca queria dizer algo, o Panqueca começou a correr para o Armazém e o Polícia foi atrás dele.

   Quando o Panqueca e o Polícia chegaram ao Armazém, estava em chamas e dava para ouvir miados fracos que vinham do Armazém 21.

    O Panqueca foi com o Polícia atrás dos miados; quando chegaram a Batatinha desmaiou com a fumaça tóxica. O Polícia chamou os bombeiros e mais reforço.

       Conseguiram salvar a Batatinha e apagaram o incêndio.

     O Panqueca foi às cegas farejar os três meliantes, que estavam a ser comandados pela Milk, e os reforços chegaram!

    Prenderam os três meliantes e a Milk foi para um veterinário. O Dono, que tinha estado amarrado a uma cadeira, foi solto pela Polícia e  foi ao encontro do Panqueca e abraçou-o!

     A Batatinha recuperou-se rapidamente. O Dono regressou à sua Família com o Panqueca.

     Com a colaboração do Panqueca conseguiram encontrar os 3 meliantes, o Dono e a Milk! 

    O Panqueca agradeceu muito a ajuda da Batatinha. O Panqueca entrou para o corpo da Polícia.

    Todos os amigos celebraram o grande final desta Aventura!

ZH6D