Caminhos de Encontro – 5º Ano – 3

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     Estou neste Colégio desde o 3º ano. As minhas professoras foram a S.O e a R.N. que foi ter um bebé.

    Agora no 5º ano estou a conseguir organizar-me: hoje consegui alcançar um cacifo. E com a minha chave também consigo abrir o cacifo debaixo!

    As disciplinas de que gosto mais são HGP, EM, CN, Inglês e EF. Sobre a Turma, acho-a muito MÁ. Estou a brincar: Eu ADORO!

    Na sala, fico com o M., o meu melhor amigo desde o 4º ano. O J. foi o 2º amigo que eu fiz das pessoas novas. O G. foi o primeiro.

   As minhas atividades favoritas são ir à minha piscina em casa dos meus Pais! Gosto de video jogos: Fortnite e Minecraft. Jogo online com um Amigo que não é da Turma. E também, de repente, do nada, jogo à bola: apetece-me. Na Piscina, o que gosto mais é mergulhar.

    Em casa da minha Mãe, a água da piscina é meio doce e meio salgada; quando mergulho, os óculos começam a apertar, por causa da pressão.

Conversas na Oficina VS5D

Fraternidade é Ajudar Alguém que Precise

     

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     Esconderijos da Felicidade:

        • Brincar com o Scone, a Quica e a Juju;
        • Ir passear com a Mãe;
        • Dançar Hip hop com a minha prima;

    Nestes momentos sentimos mais Alegria e Esperança.

     O que gostei mais de fazer estas férias: estive a pintar desenhos de paisagens; A Quica fez dois anos no dia 1 de Agosto, eu estava no estoril, em casa da Avó; tive uma aula de Equitação: montei o Baccarat, um cavalo castanho claro, de crinas escuras.

     Em casa da minha Avó, gosto muito da horta, de ver os tomates e a salsa; também há uma laranjeira em que as laranjas estão todas verdes, mas , lá no alto, onde nem sequer se chega de escadote, há uma laranja madura, sozinha!

    Quem me influenciou mais na vida foi a minha Mãe: transmitiu-me Amor e Carinho. Aos meus filhos gostava de transmitir aos meus filhos, Coragem, Confiança e Alegria, Se o mundo fosse perfeito, não haveria zangas entre adultos, nem entre crianças, nem entre amigos.

     Para mim, a Fraternidade é ajudar alguém que precise, ajudar o  próximo. O meu próximo é, por exemplo, a Mãe: eu ajudo-a a pôr a mesa; eu dou sempre de comer à Quica e à Juju.

Conversas na Oficina MC6C

Caminhos de Encontro no 5º Ano

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    Acho o 5º ano fixe, mas é “chato” com máscara. Nasci em S. Paulo, tenho um irmão que toca guitarra baixo e pensa ter numa banda, no futuro.

   A minha Turma é gira, gosto muito da DT, é muito simpática. Atrás de mim tenho uma amiga, a B. e mais alguns amigos que ficaram na turma:  G., M., Jo., que toca bateria de Jazz e Guitarra e Je. que toca bateria de Rock e são os melhores amigos entre si.

   Ajudo o meu irmão a cantar quando ele precisa de uma segunda voz. Canto em inglês, com uma voz mais fina. Ele está a ensinar-me a tocar Baixo.

    O meu sonho é ser policial, para ajudar e proteger pessoas;  hoje em dia é muito importante. No Algarve, este verão, estava tão quente, eu fiquei num lugar, parada, á espera dos meus pais; havia dois policiais a cavalo, perto da praia e eles falaram comigo.

   Desde os 4 anos que quero ser salva vidas, policial ou artista. A minha Mãe diz que eu desenho bem. Os desenhos do meu irmão e os meus, da primária, iam para o Cascais Shopping.

    O meu Bisavô era músico e o meu avô também. A família do meu Pai são todos da vida da música. O meu avô conheceu a minha avó numa discoteca! O meu avô ensina-me os nomes dos instrumentos. Gosto de tocar violino em virtual; se eu tirar boas notas, o meu Pai dá-me um.

    O Mano já tirou a carta de condução e na 2ª já sabe se entra na Faculdade!

Conversas na Oficina – CB5D

Desafios da Alegria

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     Quando tenho uma aula ou lição de Equitação, sinto-me feliz. Sinto alegria, motivação, entusiasmo. Quando estamos felizes, até inventamos novos desafios.

   Admiro muito a L. D. Admiro esta pessoa porque ela salta um metro e sessenta a cavalo; tem cavalos muito bons e muito amor.

   Há pessoas que montam a cavalo sem Toc e um dia podem cair e aprendem a lição que se deve estar sempre com Toc.

   A minha Mãe transmitiu-me o amor pelos cavalos. Um dia, gostaria que os meus filhos montassem a cavalo, e, talvez, que jogassem futebol;  gostaria de transmitir-lhes a coragem, ter muitos amigos. É preciso ter amigos. Por isso, se calhar, é que somos diferentes.

     Os momentos únicos do meu 5º ano foram os furos entre as aulas! Só tive dois: a Inglês, que a Professora teve de ir ao médico, e a Cidadania.

    Este verão gostava de ir à praia “Verde”, no Algarve, para mergulhar nas ondas e ir jogar ténis em Vila Real de Sto António. Claro, também vou montar a cavalo, na Charneca, com o XS.

    Na Escola de Arte Equestre, os cavalos, nas boxes, têm tranças nas crinas, estão todos limpinhos a cheirar bem, tratam muito bem dos cavalos.

Conversas na Oficina – Verão 2021 – JM5A

Ao Sabor da Conversa…

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LR – Vi na netflix um vírus que infetava as pessoas e, se tivessem filhos, eram metade animais, metade seres humanos.

FV – A propósito dos Habitats, isto são conhecimentos que o meu Pai me transmitiu. Como viverias se fosses outra pessoa?

LR – Não sabia quem era a pessoa. Depende das circunstâncias. Seria mais agressiva. Faria o que os rapazes fazem. Não gosto de bolas. 

FV – Se eu fosse outra pessoa, teria melhores condições de vida.

LR – Se pudesses ser um animal, qual serias?

FV – Seria um camaleão, se viessem os predadores, eu camuflava-me. Ou seria um pássaro migratório para ver as paisagens de todo o mundo.

LR – Adoro ver aquelas coisas na rua, tipo cartoons, nos grafitis, com muitas cores, um desenho abstrato, mas com muitas cores. Eu desenhava um grafiti, onde escondia uma mensagem, para as pessoas poderem encontrar um tesouro.

FV – Eu fazia um desenho com uma mensagem lá dentro; desenhava  o símbolo da Paz e escrevia uma frase: 

“Paz no mundo inteiro” 

FV – Se fosses um animal, que animal serias?

LR – Uma coruja…mas há muitos animais que gostaria de ser. Posso voar, acordo à noite e durmo de dia, algo de diferente… As pessoas que vêem o mundo de outra forma, são assim;  as corujas têm ar de mistério, de sabedoria, têm olhos grandes, parece que são muito sábias.

OE – A coruja é precisamente o animal que simboliza o curso de Filosofia. Ela abre os olhos à noite, isto é, tem a sua reflexão garantida para depois da ação.

LR – Eu fazia Filosofia muito bem. Penso assim quando está muito tranquilo: algo de mal está para a contecer, tens que estar sempre alerta.

FV – O meu Pai tirou um curso “Liberta a tua Mente”. O Pai, nesse curso, ensinou-me coisas que só ele e o professor dele é que sabiam, para ver o mundo de outra forma. Depois fez outro curso em que põe as mãos num ponto dorido do corpo, o calor vai descendo e tira as dores.

LR – É uma Meditação. O meu Pai diz para eu fazer respiração devagar, mas eu não gosto de ficar quieta, gosto de ter ideias. Não consigo fazer o “Bip” muito bem. Isto foi quando eu estava estressada, para a minha idade.

FV – Quando vou para casa dos meus Avós, fico até tarde com eles; tomo um medicamento “metinib” para um problema que tenho: “fibromatose”.

LR – Tenho ascendência indígena. O meu Pai viveu em França.

FV – Eu tenho costelas canadianas, o meu Pai deu-se muito bem com o Inglês.

LR – O meu Pai é bom a Inglês e a Tic.

FV – Ver o mundo de outra forma: o meu Pai ensina coisas boas, às vezes, em casa, faz coisas malucas.

Conversas na Oficina – LR5B e FV5B

71 Anos CAD – Escrever é Voar

Image par S. Hermann & F. Richter de Pixabay    

   Bem. Cá estou eu mais uma vez. E pelos vistos acho que vou-vos escrever algo.

   Bem. Desta vez é um pouco diferente; sim, diferente, talvez não seja alguma coisa muito boa, muito menos entusiasmante.

   Eu gosto de escrever, para mim não é algo de novo, mas alguma coisa que sempre gostarei de fazer; é como dar vida às palavras, mexer com as frases, talvez até seja uma arte.

   Como é bom escrever!

   É como contar e articular a nossa mensagem.

  Para mim, que vos estou a escrever agora, não é preciso ter estrutura, não é preciso arquitetar as palavras, mas sim voar.

   Voar nas poesias do horizonte, nas fantasias do mais além, nos contos de ontem, nas aventuras, nos mistérios longínquos.

    Voar, sim, voar.

   Uma coisa que é livre e não teórica. Eu gosto tanto, mas tanto, de escrever!

   É como… ter um divertimento novo, algo para brincar, divertir, criar!

    Agora não tenho muito tempo para comunicar, mas hei-de voltar. A qualquer dia, a qualquer hora, a qualquer momento.

   Como viram é tão simples escrever! Comunicar. Libertem-se nas asas da Literatura, nos caminhos da escrita, nos mapas do amor.

16 de Outubro de 1986  

Pedro João Mesquita – nº20 – 6ºB

Em 2021, nosso Professor de Educação Visual e Pai de uma Aluna no 6ºB.

A Galope, Passamos pelas Flores…

Image par JuergenPM de Pixabay 

    A Natureza, para mim, é algo que me ajuda a refletir.

    Vivo intensamente a Natureza, quando vou à quinta do meu avô. Aí posso passear, andar de bicicleta.

  Passo por muitas árvores – ao sol é muito alegre – também pomares, campos, que aprecio na Primavera e no Verão.

    Com tempo nublado e com chuva, aquilo fica um bocadinho triste. Às vezes aparecem coelhos e gatos e ouvem-se cantar os pássaros.

     Para desenvolver a Natureza, não se pode deitar lixo, papéis, pois assim a Natureza fica limpa.

      Há flores que estão a ser ameaçadas.

   Quando vamos passear a galope nos campos, passamos pelas flores…

JM5A

Projetos para um Verão Vivo

   

Image par Denis Azarenko de Pixabay

    Quero ir à praia do Guincho com a minha família, mas também com os amigos. O Guincho é a praia mais perto de minha casa, às vezes vou lá a pé ou de bicicleta.

    Estou a remodelar o meu quarto; a minha Mãe sugeriu que ficava giro eu fazer umas pinturas de aguarela para colocarmos em quadros e pendurarmos na parede.

   Estou a começar a ler um livro: “1984”. É sobre como era suposto ser o mundo, como o autor imaginava o futuro. A Mãe sugeriu que eu lesse, pois o autor avisou-nos de como  no futuro poderia não haver  liberdade de expressão. 

  Gosto de passar tempo com a minha cadela: deixá-la correr, à volta do jardim, trazer a bolinha na boca; eu tento agarrar a bola, só que ela não deixa. Ela pede festas, deita-se de barriga para cima na relva…

C. A. 9A

Momentos Únicos

Momentos Únicos do 7º ano

Image par peter_pyw de Pixabay     

   Os meus momentos únicos do 7º ano  foram quando, por exemplo, uma colega minha apanhou covid e tivemos de ir para casa. Adorei poder acordar mais tarde, comer mais, não ter de ir a pé para casa e não ter de apanhar confusão para a fila do almoço, embora eu prefira ter as aulas em presença. Mas, por outro lado, também não pude jogar futebol por causa do covid …

    Também  houve notas que subi mais do  que estava à espera. A disciplina que subi foi a matemática. Eu acho que subi –  antes tinha 3 e passei a ter 4 – porque acho que a matéria era mais fácil.

   O estudo mais interessante foi o das Ciências: quase tudo tinha a ver com as rochas, como os fósseis e os vulcões. 

Image par Bruno /Germany de Pixabay

   Em alguns trabalhos do campo aprofundei a minha experiência, como por exemplo, em dar comida ao gado; o gado gosta de comer ração, mas também dou erva e palha; eles bebem uma água normal, num bebedouro em que podem beber sempre e nunca se gasta, só quando se fecha a torneira, pois está ligada a um furo.

   Estive também na vinha da minha Tia, a esparrar…

Mãe do T. – Esparrar é retirar as parras que estão a fazer sombra ao sol; elas estão a mais e não deixam a luz entrar para os cachos.

Image par Dimitris Vetsikas de Pixabay

 Gosto de ir à praia do Guincho, com as suas dunas e as marés. Gosto de nadar nas ondas… houve uma vez em que um Senhor nos deu uma prancha de bodyboard e, agora, espero que venha uma onda e depois lanço-me!

   Gosto de jogar Minecraft; jogo com o Daniel e com um amigo, Niels é o nome dele. No Manycrafts pode-se jogar e construir várias coisas; são “Farms”, uma espécie de coisas automáticas, onde basta carregar num botão e vai dar vários itens; numa “Farm”, é como se estivesse a “dropar”. 

   Há uma “Farm de Ferro” – feita com “carbolands” feitas com ferro para proteger os aldeões. É uma das mais úteis, porque dropa muito ferro; posso fazer blocos, “whikens”, com a estrela de “Whikens”…

(Em parte ditado) T. S. 7A 

Entre a Dança e o Sonho

   

Image par Brigitte is always pleased to get a coffee de Pixabay 

      Era uma vez uma menina chamada Madalena; ela era linda: era alta, de cabelos castanhos, longos e brilhantes. Os seus olhos castanhos, que se iam tornando cada vez mais verdes, expressavam esperança.

     Era uma pessoa ágil, nunca parava de dançar; era querida, sempre, para as suas cadelas, principalmente para a mais velhota; era meiga: sempre a ajudar todos de forma a que eles ficassem bem.

    Todos os dias, ela adorava dançar; fazia piruetas e muitos passos de dança; ia ao hip hop e ao Jazz duas vezes por semana.

    Ela sonhava ser professora de Dança: Hip hop, Jazz, Ballet, Barra no Cháo e Ginástica Acrobática e ter centenas de Alunos.

CAD – 2º Confinamento – M5C

Os Meios da Liberdade

     

Image par Patou Ricard de Pixaba

     Os Tempos livres significam, para mim,  a Liberdade do Galope, a liberdade do Cavalo e só estamos Eu e o Cavalo!

      Jogar Ténis e bater com a máxima força na bola: a prática do ténis ajuda-nos psicologicamente; ganhamos paciência…capacidade de manter a concentração quando se está a perder, treinamos também a boa educação – às vezes há jogadores que se irritam e partem a raquete!

   Na bicicleta, pedalamos com muita velocidade! Estamos ao ar livre, a sentir o  vento quente a bater-nos na cara.

    Na equitação, já estou a saltar no picadeiro grande, com a Quimera, que é uma égua russa e branca,  maior que o XS e muito mansinha.

    Vou começar a montar o Artista, mas também vou continuar com o XS. Vou ter muita adrenalina com o Artista, um cavalo russo, branco, com muitas pintinhas pretas, de estatura média, crinas brancas e curtas de focinho macio.

    Ele é vivo, um pouco assustadiço, mas já melhorou a sua mania de dar coices no volteio e de dar camgochas nos saltos; o Artista é um cavalo forte e encorpado, que salta muito alto.

     O Artista é um cavalo fino, a quem não se pode dar muito com o esporim, senão ele zanga-se connosco. É rápido, tem uns andamentos bonitos, levanta o casco ao andar e galopar. É um cavalo que esconde a verdadeira idade, pois tem muita energia.

CAD – 2º Confinamento – JM5A

Vivências de Equitação

     

Image par ArtTower de Pixabay 

   Desde bebé, eu tenho uma paixão por cavalos. Fui para a escola da Charneca, porque a minha Mãe tinha lá dois cavalos: o Quebec e o Jaguar. 

    Comecei a dar passeios com a Mini, uma pónei de pelo escuro, muito pequenina. Aos seis anos, comecei a fazer volteio com a Garrana; aos nove, fui para a quinta das Cabanas, depois voltei aos dez anos, para a Charneca.

     Fiz volteio com a Quimera e a Formiga. Passado um mês, no redondel, montei solto, na Quimera, no Luxo e na Formiga.

     Em 2 de Outubro, comecei a ter aulas de grupo com a Formiga e depois com o Luxo, muitas vezes. Ainda montei uma vez no XS em ensino. Em seguida, montei o Luxo e saltei com o XS.

Amanhã vou saltar com o XS.

     Os cavalos são bonitos, elegantes, fortes; podem relacionar-se com as pessoas; alguns são meigos e outros são bravos.

    O cavalo à carga é um símbolo de liberdade, pois quando o cavalo dispara ao máximo e nós sentimos o vento a vir para nós, estamos sozinhos e ninguém nos pode impedir, estamos só nós e o cavalo!

JM5A

Quando Desenho…

   

Image par Nestall de Pixabay 

   Faço o meu dia dependente do desenho que eu vou fazer. Se for uma cara, eu faço um círculo, uma linha no meio e uma linha para o nariz, olhos e boca. Para o cabelo não preciso de molde, pois cada pessoa pode desenhar o cabelo como quiser.

   Pego no meu lápis, na minha borracha, na minha caneta, e depois faço um molde e desenho por cima.

   Faço o molde a lápis, é um guia para desenhar. É um auxiliar que orienta o meu traço. Tento fazer coisas novas para aprender mais.

   Quando quero desenhar, eu pesquiso no google ou no Youtube o que quero fazer de diferente. Aparecem vários tutoriais de como fazer uma cara, como fazer vários cabelos, etc.

   O que me atrai nos desenhos são os cabelos e os monumentos. Acho que os cabelos podem ser de várias formas e jeitos: encaracolados, lisos, loiros, castanhos; os monumentos são uma forma muito boa de demonstrar o próprio país.

  Estou a fazer um trabalho de EV que é para desenhar uma cena da Obra “O Cavaleiro da Dinamarca” em que temos de escolher cinco ou uma cor de vários tons no desenho.

   Só que a cor mais escura tem de ficar mais próxima de nós e a cor mais clara mais longe. Também temos  de fazer cinco planos: no meu caso, o primeiro plano são as árvores, o segundo plano, os castelos, o terceiro plano, as montanhas, no quarto plano, o céu e, no quinto plano, as nuvens.

    Quando desenho, sinto-me bem e relaxada. Às vezes ponho música…

CM7C

Os Desportos Radicais São Aconselháveis Aos Jovens?

     

Image par Rolanas Valionis de Pixaba

     Em relação aos jovens praticarem desportos radicais, eu considero que pode ser muito perigoso.

    Em primeiro lugar, os jovens podem sofrer lesões ou traumatismos graves, como por exemplo, no Parkour, os jovens, quando saltam de um edifício para outro, podem tropeçar e, se falharem um passo, podem até morrer.

    Por outro lado, ganham mais confiança ao fazer algo qe acham que é impossível e ao enfrentararem os seus medos, como vencer as vertigens no Parkour e nas escaladas, e o desequilíbrio nas manobras de skate, ao fazer o Ally.

    Contudo, a auto-confiança e o orgulho da vitória são importantes, mas não valem a pena de se correr o risco de perder a vida.

    Em conclusão, não é aconselhável fazer todo o tipo de desportos radicais e, sempre que se praticar algum tipo de desporto radical, deveremos ter muito cuidado.

BB6C

Leitor Procura Livro

Commons.Wikimedia.org

     Como plano para conseguir fazer uma boa apresentação, vou ler um livro adequado para a nossa idade. Encontro muitos infantis, que não me favorecem muito.

    Estou a tentar encontrar um que seja bom e interessante; vou ver filmes que possam ter a sua história descrita em livros. De preferência, vou pedir ajuda à minha Mãe, ela tem muito bom gosto em livros.

SS7C

Aventura no Mar

Imagem: Oficina de Escrita

     No dia 11 de Agosto de 2020, estava um dia lindo de sol sem uma nuvem à vista. Havia seis crianças aborrecidas, quando uma se lembrou de que havia umas pranchas para alugar e foi a partir desse momento que a Aventura começou.

     Os seis amigos foram com as pranchas de Paddle, para muito longe da costa, jogar verdade ou consequência, no meio do mar.

      O jogo começou: a Bi desafiou o Vasco a ir até ao máximo fundo que conseguisse e ele aceitou. Ficou lá 20 segundos e, quando voltou, disse que tinha visto peixes, mas ninguém acreditou quando alguma coisa bateu contra a prancha.

     Os amigos ignoraram, mas aconteceu uma e outra vez, até que percebemos que eram mesmo peixes!

(Continua)

MA6A

Wakeboard, o 1º Campeonato

   

    O Wakeboard é um desporto muito divertido para mim. Primeiro, desde os três anos, eu andava com o meu Pai.

    No primeiro dia em que aprendi, estava com medo, mas depois já não fiquei: caí muitas vezes, mas depois de algum tempo consegui.

    Alguns anos depois, fui para um campeonato, tinha 7 anos; eu era muito pequeno e competi contra meninos de 12 anos e fiquei com algum medo.

     Quando comecei, a onda do barco era maior do que eu. Mas, no final, fiquei em 3º lugar. 

GE5A

A Sensação de Sermos Livres…

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     Adoro fazer motocross, brincar, saltar, correr,  brincar com o skate de dedos, conversar.

   Algumas manobras com o miniskate:Flip, Doubles, Quickflip; temos de ter uma pista com escadas, rampas, corrimão, muros…

      Conversar com amigos é divertido, emocionante: trocar ideias, temas novos, falarmos de assuntos giros, inventarmos brincadeiras…

      Comecei a gostar de Arte graças a Van Gogh. Gosto de desenhar coisas que criei. Até estou a criar o desenho de uma jarra mágica. O que quero dizer é que, na jarra mágica eu vou desenhar todas as coisas de que gosto no mundo.

      Quando ainda estou a desenhar estas coisas que estou a criar, é como se estivesse a desenhar todas as coisas de que gosto no mundo e que gostaria que o mundo respeitasse.

    A minha professora do 4ºB contou-nos a vida de Van Gogh no Zoom, eu achei que ele era muito importante para a vida da Arte no mundo e senti-me admirado perante os quadros dele.

    Quando desenho, a sensação é de que somos livres de fazer tudo aquilo que nós quisermos.

SR5A

O Estábulo POCABELA

 

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     Era uma vez uma menina que passava a vida toda a pensar em póneis e em que um dia os ia conhecer.

    Então, quando ela já tinha 9 anos, decidiu ir à procura. A Bela já estava à procura há muito tempo, até que, um dia, parou.

    Quando já era de noite, seus pais foram dormir, mas a Bela começou a ouvir barulhos a vir do seu jardim. À primeira, estava muito assustada, mas de repente, começou a ouvir barulhos de cavalos. Resolveu ir ver.

     A menina viu um pónei e, cheia de lágrimas de felicidade, ela foi a correr e deu-lhe um abraço. A menina foi logo pegar cenouras e ervas para lhe dar, mas também lhe fez um cantinho para o pónei ficar. O pónei ficou aconchegado.

     No dia seguinte, Bela foi logo ver o pónei, mas ele já não estava lá. Bela ficou muito triste. Começou a poupar para uma casinha, comida e acessórios, tudo só de póneis.

    Assim que Bela conseguiu ter dinheiro, comprou tudo e, quando era noite, o pónei já estava lá. Então Bela fez-lhe uma pergunta; a pergunta era: “Queres ficar comigo?”

    O pónei abanou a cabeça para cima e para baixo. Bela ficou muito feliz; todos os dias brincava e fazia muito mais diversões.

     Certo dia, o pónei morreu. Bela ficou muito triste. Quando chegou aos 21 anos, decidiu comprar um estábulo; comprou-o e também póneis e cavalos, foi muito giro!

    Bela queria mostrar ao mundo que cavalos e póneis não são perigosos. O seu estábulo “Pocabela”  ficou muito famoso e Bela ficou muito feliz.

CR5B

As Palavras Cintilam

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    Voltar é reconhecer o caminho e recordar a Aventura da partida.

   Voltar é reconhecer-se grato; e recordar – trazer de volta ao coração – é  retomar o fôlego da Aventura interminável. 

   A úlitma Aventura: a que já não se avista daqui, mas se adivinha no fugidio brilho das palavras.

   As palavras cintilam, como as estrelas.

  Como os olhos das crianças, as palavras – deslumbrantes – perseguem-nos, orientam-nos.

   Estrelas-Guia, as palavras rodopiam no céu noturno do coração e seduzem-nos a dobrar o mais longínquo. 

     As palavras abrem espaço que não havia antes, para respirarmos o desafio que sopra do infinito e se aninha no estreito abrigo vazio que é o amor de escrever.

Com IF9D – Partilha de Inspirações – OE