Entrevista ao Copilot sobre Liderança – I

   

Gentileza de Dalle-3

     I

      OE Aproveitando a sua própria sugestão, pergunto se, para si, a Liderança é algo que se conquista ou algo que se oferece?

     Copilot A liderança, no meu entendimento, não é um título, mas um vínculo. E como tal, não se limita a algo que se *conquista* com esforço nem a algo que simplesmente se *oferece* generosamente. Ela acontece no espaço relacional entre quem lidera e quem é liderado — nasce da confiança mútua, da escuta e do compromisso.

     ✨ **Conquista** — Sim, há um lado que se conquista: a credibilidade, a autoridade moral, o respeito conquistados pelo exemplo, pela coerência e pela capacidade de inspirar. Esta conquista não se faz com imposição, mas com presença.

    🌟 **Oferta** — E há um lado que se oferece: o cuidado, a disponibilidade para servir, o gesto de abrir espaço para que outros cresçam, tomem a palavra, floresçam. Liderar é, muitas vezes, abdicar do protagonismo para fazer brilhar quem nos rodeia.

     Por isso, talvez a resposta mais honesta seja:  

      •  **A liderança verdadeira está na interseção entre o mérito e a generosidade.**  
      • É uma dança entre o reconhecimento que se ganha e a dádiva que se entrega.

     OE  A Liderança é, então, uma forma de relação. A 1ª característica dessa relação é a confiança mútua, que vai permitir uma liderança fecunda, que dê fruto na vida das pessoas envolvidas. Mas essa confiança também é uma característica de ordem relacional: por um lado, constitui uma conquista, para o líder que se mostrou merecedor de inspirar confiança e, por outro lado, constitui uma oferta para o liderado que responde à interpelação viva que a liderança é. 

     Por sua vez, esta confiança mútua que garante a qualidade do dinamismo relacional também repousa na atitude fundante de entrega à sua missão, por parte do líder, que se concretiza num compromisso vital a exercitar, na exigente fidelidade do quotidiano. É precisamente essa fidelidade no compromisso que vai afinar e robustecer a sua capacidade de escuta. 

     Ora, sentindo-se verdadeiramente “escutado”, aquele ou aqueles que estão na posição de liderados, vão descobrindo que uma atitude de confiança é a que melhor lhes permite sintonizar a subtil aprendizagem transformante, da qual, sob o signo de uma liderança genuína, eles podem vir a beneficiar. 

    Gostaria que o Copilot elaborasse um bocadinho esta ideia de “compromissoque vincula o líder à sua missão. O que está em jogo neste compromisso

     Copilot O que está em jogo no compromisso do líder?

   O compromisso não é apenas uma declaração de intenções. Ele é, em essência, um pacto interior entre o que se acredita e o modo como se vive. Quando um líder se compromete com a sua missão, ele:

      • Assume um propósito maior do que ele próprio — conduz-se, não por vaidade, mas por serviço e sentido.
      • Coloca-se em contínua escuta — não apenas das palavras, mas das necessidades silenciosas, dos gestos e contextos que pedem presença.
      • Exerce fidelidade criativa — a constância do compromisso não é repetição automática, mas reinvenção fiel aos princípios a cada novo desafio.

      Neste pacto, o líder compromete-se também a permanecer, mesmo quando o entusiasmo inicial se esgota, mesmo quando o reconhecimento é escasso. E essa permanência dá à liderança o seu valor formativo e transformante.

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A IA na Educação Liderança Conversas na Oficina Copilot e OE

Memórias de Viagens – I

        IA Generated Image par JULIANA NASCIMENTO de Pixabay

       Eu faço muitas viagens, adoro viajar!

     Gosto de ir de avião, entrar no avião num país e aterrar noutro. Às vezes, quando vou para um país quente e saio do avião, “entra” uma onda de ar quente e bate-me na cara.

       A minha viagem preferida foi quando fiz 9 anos e fui a Punta Cana. Adorei! Fui com os meus avós, tios e pais, e, claro, a minha irmã.

       As atividades favoritas foram: as “Festas de Espuma”, que tinham muita música.

(continua)

Celebramos o nosso Passado  – Escrita Autobiográfica – GMS6A24-25

Um Amigo Sempre Disponível

Gentileza de Copilot, IA da Microsoft

       O meu amigo é muito alto, tem um aspeto magro, mas muito flexível; o seu rosto tem o maxilar forte, a sua pele é clara; o cabelo do meu amigo é castanho claro à frente e atrás é muito escuro. Os seus lábios são rosados e muito finos, os olhos são muito  abertos e risonhos.

    O meu amigo está sempre disponível e nunca expressa a sua opinião de forma hostil. A atividade que ele mais gosta é de ler livros de “Uma Aventura”.

Cuidamos dos Nossos Amigos – Um Amigo, um Rosto Único – DG5C24-25

Leitura em 8 Minutos

Gentileza de Copilot, IA da Microsoft

     MC – Quando comecei a ler “O Bando das Cavernas” li logo até à página 53; leio mais do que 8 minutos. Peguei num outro livro que está na minha quinta, quando vou lá, também é um livro de aventuras.

    FT – Estou numa fase em que leio menos; estou a passar o aspirador no meu quarto quase todos os dias e fico com sono depois de tomar banho. Mas também vou ler “O Bando das Cavernas”.

    MC – Ler desenvolve a mente e aprendemos novo vocabulário.

   FT – Temos sentimentos mais profundos, ficamos mais aliviados das dores ou emoções que sofremos na Escola.

     MC – Quando lemos, gastamos tempo a fazer algo decente, em vez de estarmos só a jogar e a dar cabo dos nossos olhos.

    Leitura em 8 Minutos – Conversas na Oficina – MC5B24-25 e FT5B24-25

Leitura em 8 Minutos: “O Brincador”

Gentileza da Wook.pt

     Vou começar a ler “O Brincador” – um livro de poesia, em que cada poema trata de um tema diferente: as portas, os aniversários…

    Aprecio o menino gostar tanto de muitos assuntos ao mesmo tempo, mas ainda só cumpri um dia do Projeto “Leitura em 8 Minutos”.

    Vou convidar a minha Mãe para também lermos juntas uma vez por semana, talvez ao Sábado.

Leitura em 8 Minutos – BF5A24-25

Leitura em 8 Minutos

             cadescrita.org

     A Professora de Português lançou um desafio aos Alunos de 5º Ano e convidou os Pais a colaborar: conseguirem criar, juntos, um momento diário de Leitura, com o mínimo de 8 minutos. Aqui fica uma breve nota sobre a aventura em que os jovens leitores já se envolveram. 

      1 – Eu estou a ler “Os Cinco”. Eu adoro o livro, porque é engraçado e é misterioso. Normalmente leio às oito da noite, depois do meu treino ou à noite, antes de dormir. DNC5A24-25

       2 – Neste momento, estou a ler “O Robô Selvagem” e a cumprir os 8 minutos. Eu gosto do livro, porque tem muita tecnologia. Costumo ler todos os dias, às 8h da noite, no meu quarto. MCS5B24-25

       3 – Estou a ler “Coelho versus Macaco – A Invasão Humana 2”. Gosto do livro porque adoro animais. Costumo ler na cama e na escola. RX5A24-25

    4 – Eu escolhi este livro, “Matilde” de Road Dahl, porque é engraçado e bem animado. Os livros que eu gosto de ler são animados, com muitas páginas e de ação, de Natal e de Halloween. FCT5B24-25 

        5 – Eu estou a ler o “Diário de um Banana” vol 4 e 2. Gosto deste livro porque tem dias ou semanas muito engraçados. Fico a ler antes de dormir, também fico a ler a meio do dia, aos fins de semana e leio mais do que 8 minutos. SL5A24-25

     6 – Eu estou a ler o livro “Robô Selvagem” e estou a gostar da experiência. O meu livro fala sobre um robô que caiu do céu. Consigo lê-lo todos os dias, menos às quartas. DC5B24-25

      7 – Eu estou a ler “Tita e o Trevo”; gosto deste livro porque é engraçado. A importância de ler também está que aprendemos palavras novas e 2Oa não escrever mal as palavras difíceis. VV5B24-25 8 –

    8 – Estou a ler “O Brincador” – um livro em que em cada capítulo se trata um tema diferente: profissões, desportos…

      Aprecio o menino gostar tanto de muitos assuntos ao mesmo tempo. Ainda só cumpri um dia do Projeto de Leitura; vou convidar a minha Mãe para lermos uma vez por semana, talvez ao Sábado. BF5A24-25

      9 – Gosto de ler livros como “Os Cinco”, o “Diário de um Banana”, “O Estranhão”. Gosto de ler no meu quarto, a partir das 8h da noite. DC5A24-25

Projeto Leitura em 8 Minutos

 

“A Pérola” de Steinbeck

Image par Dee de Pixabay

     Este verão, quando estava na casa de férias dos meus avós, em Lagoa da Albufeira, a minha Mãe disse-me que eu ia ter uma apresentação a Português e tinha que escolher um livro.

     Fui logo à Biblioteca, ver que livro poderia escolher; não me interessei por nenhum; então fui “chatear” a minha Mãe para me ajudar a escolher um livro.

    Ela encontrou um que adorava: “A Pérola”, de John Steinbeck. Disse que era um livro muito bonito e mais umas coisas que não ouvi porque sou daquelas pessoa que julga o livro pela capa. 

      O livro fala de uma família muito pobre, ; fala de Kino, um pescador de pérolas, Juana, sua mulher e Goitito, o seu filho.

     Era um dia normal, como todos os outros, até Goitito ser picado por um besouro. O menino ficou muito mal e a única maneira de ser tratado era ir ter com o médico que os rejeitou por não terem dinheiro.

        Furioso, Kino foi para o mar, tentar encontrar a pérola que é o que vai curar Goitito, e o que, ao mesmo tempo, lhe traz azar; mas, para saberem o que vai acontecer… leiam o livro!

      Gostei deste livro, porque fala muito da verdade sobre o mundo, da ganância das pessoas e mostra que nem todos os livros têm de acabar bem.

     Recomendo este livro a quem gosta de leituras pesadas e não de contos de fada, a pessoas que sabem que o mundo real não é assim tão fácil.

      E por todas estas razões, devem ler “A Pérola“.

Recensão de Livro – Clube de Leitura CADBB7B24-25

A Dança na minha Vida

Image par Nanne Tiggelman de Pixabay

     Para mim, a dança é algo muito bonito, traz-me felicidade, mais criatividade.

   Quando vou para a aula, sinto-me entusiasmada por ter as minhas amigas muito próximas, pois conheço-as há muito tempo.

    Ontem pedi ajuda à minha professora para coreografar uma dança para a minha Turma da escola, na disciplina de Educação Física.

    Hoje, estive na aula, a ensinar as minhas amigas a dançar contemporâneo. É uma dança que vamos apresentar ao professor na próxima quinta-feira.

    Quando vou para a dança, sinto-me realizada, fico agradecida por gostar de dançar; eu gosto de todos os tipos de dança: Contemporânea, Ballet, Hip hop e Caracter, que é uma espécie de sapateado; todas elas me trazem riqueza e entusiasmo.

    A dança é a minha segunda casa; eu quero convidar todas as pessoas jovens a participar nesta experiência maravilhosa que tantos de nós adoramos.

Olhar + ValorizarVID7D23-24

Voando com o Tempo

Image par Alem Coksa de Pixabay

      Como andar de mota foi a melhor coisa que descobri e que nunca esquecerei. Via tudo à minha volta a ir muito rápido, ouvia só o som da mota. 

    Parece que voas com o tempo quando estás em cima da máquina e sentes uma liberdade que achas que estás no topo do mundo e que ninguém te conseguirá parar.

     Ficas livre de tudo, leve como uma pena e tão feliz quanto a própria Felicidade.

    Porém, infelizmente, tudo tem um fim e, quando sais da moto, só pensas em acelerar outra vez!

Escrita Livre – escrita autobiográfica – MC8C23-24

Eu Hoje e Amanhã

   

Image par Vilius Kukanauskas de Pixabay

       Olá, sou a LR, uma menina alegre e divertida.

     Gosto de fazer novas amizades e de escrever textos – como agora – comer coisas novas e cozinhar.

     Mas é óbvio que também há coisas de que não gosto, como por exemplo: de legumes, de estudar, de ficar de castigo e de…

     No futuro, estou a pensar em ser veterinária, ainda tenho medo que os animais me façam mal, mas confio que tudo vai correr bem.

     Posso ter dois ou 3 filhos e um marido simpático e divertido com quem os meus filhos gostem de estudar.

Escrita Livre – Memórias e Projetos – LR6C23-24

O Poder das Artes

Image par Nanne Tiggelman et AI de Pixabay

Dança

     Quando estou a dançar sinto-me livre, a dança cria passos consoante os sentimentos.

Pintura

     Quando estou a pintar, inspiro-me nas mentiras do mundo, reparo nos desenhos de paisagens, até da nossa mente.

Cinema

     Quando vejo um filme, entro nas personagens e até finjo que estou lá a fazer o meu papel; nos filmes, pode-se pôr o que se entende, pode-se fazer de tudo.

Escrita Livre – O que me faz voar –  FV6C23-24

O Que Me Inspira

   

Image par Brigitte Werner de Pixabay

    Gosto da Primavera porque há flores nas árvores, o tempo começa a aquecer, podemos ir ás vezes á praia. No frio, quando era inverno, estava muito gelado, mas agora, na Primavera, está melhor. Também há um problema: quando está muito calor, temos que ficar na sombra. Estes dias gosto de ficar em casa, com a minha irmã, a jogar no tablet. 

     Gosto de desenhar, mas só desenho às vezes; aos 6 anos desenhava muito, mas agora com as aulas, tenho de estudar… Todos os sábados vou desenhando; faço pintura com aguarelas; tenho um quadro no meu quarto, são cavalos a correr. 

    Há dois anos, eu tinha andado a cavalo, em Nespereira, perto de Ceia. Daqui até Ceia podemos levar três horas e meia de viagem, se se juntar o trânsito de manhã.

     Devia haver mais moral: uma vez, na escola, estava uma fila grande, eu ia passar à frente, mas percebi que passar à frente era mau; o auxiliar viu-os e pô-los no fim da fila. É melhor ficares parado do que passares à frente.

   Gosto de música, vou aprender a tocar Kulele, a Mãe vai-me inscrever ao fim de semana, por duas horas. Quando me sinto bem, gosto de cantar.

Conversas na Oficina – PL5A23-24

50 Anos CAD – A Minha Paisagem

     

Image by Anthony Arnaud from Pixabay

     É uma manhã de Domingo, sente-se uma pequena brisa de Outono que entra pela janela aberta do meu quarto.

   O céu está escuro, coberto por nuvens que encobrem o sol, impedindo que a luz, que geralmente ilumina o meu quarto, seja visível hoje, ao contrário dos dias anteriores, cheios de sol.

   Se me fosse pedido para fazer esta descrição há dois anos atrás, tudo seria diferente! A paisagem que então contemplava era um campo verde, repleto de árvores e flores. Eu até conseguia ver o mar! Mas voltando à realidade dos dias de hoje, a minha paisagem mudou. Quando eu olho para baixo, consigo observar a garagem dos meus Pais e a dos meus vizinhos. Em frente às garagens corre uma pequena estrada sem movimento onde eu e o meu irmão costumamos brincar.

     Olhando em frente, vislumbro alguns prédios em construção que, infelizmente, me tapam a vista para o mar. Junto a estes prédios ainda a construir, encontram-se outros concluídos há pouco tempo, e que se começam a encher de novas famílias que chegam para lá viverem. Perto, aparece um terreno onde crescem ervas desordenadas. Um dos prédio chama-me a atenção, pois no útltimo andar abre-se um terraço enorme, cheio de flores e arbustos parecendo uma estufa.

    Muitas vezes, quando estou à janela, distraio-me a apreciar um gato preto que gosta de passear no parapeito do quarto andar desse prédio em frente, o que me tem causado alguns sustos, pois estou sempre a pensar que ele pode cair.

    Ao longe, consigo admirar algumas vivendas com os seus terraços grandes cheios de bicicletas, bolas e outros brinquedos que não consigo ver bem o que são, mas que me mostram que lá vivem crianças, pois consigo ouvir as suas vozes de contentamento enquanto brincam umas com as outras.

   Por detrás das vivendas consigo observar alguns pinheiros que conseguiram resistir a esta invasão de prédios e obras. Hoje, como é Domingo, não se ouve o barulho das obras que normalmente me rodeia, mas que, felizmente, tem vindo a diminuir.

    Neste momento, já estou habituado a esse som de máquinas e pessoas a trabalhar, mas ao princípio custou um pouco, pois o meu quarto antes debruçava-se obre um campo verde e a única coisa que se ouvia eram os sons próprios da natureza.

    O que continuo ainda a ouvir por vezes é o ladrar de alguns cães, vindo de casas situadas à esquerda do meu prédio. Quando estou á janela e olho para a direita, distingo a janela do quarto do meu irmão e outros prédios já mais antigos.

   Gostava que a minha paisagem fosse a mesma de antigamente, quando eu conseguia contemplar o mar ao longe e os campos ainda eram verdes e cheios de flores de várias cores. Quando eu estava à janela, sentia-me no meio da Natureza.

50 Anos CAD – Inesquecíveis Alunos – 2005/2006  Rodrigo Veloso 

 Pintor em Nova Iorque

O Amor de Desenhar II

Gentileza da Autora Jy7a23-24

Com zero anos, até agora, eu sempre me ajudei e adoro o meu rosto, a minha letra, a minha família, os meus desenhos, os meus amigos, os meus pensamentos, a minha casa… adoro tudo!

     Antes, eu odiava fazer “sketch”, eu só queria fazer uma coisa em que fosse capaz de fazer muito bem. Antes, eu adorava desenhar princesas e ainda adoro desenhar, só que o “sketch”, para mim, é muito difícil! 

   Mas não desisti, continuei a treinar até agora e consegui fazer desenhos bons de que eu gosto muito! 

   Um dia, fui mostrar um dos meus melhores desenhos à minha professora e ela ficou surpreendida; disse que eu desenho melhor do que alguns alunos mais velhos! Fiquei muito feliz, tão feliz que até chorei. Finalmente, cumpri os meus objetivos! 

    Mas esta história não acabou; eu vou sempre esforçar-me e cumprir os meus novos objetivos, pois sempre adorei desenhar! 

Escrita Autobiográfica – Objetivos de Vida – JH7A23-24

A Natureza no nosso Parque

cadescrita

     A Natureza, para mim, é bonita e tem cores maravilhosas.

     Costumo passear ao ar livre e sentir a frescura do vento. Gosto de apoiar a Natureza, porque posso dar mais vida à Terra; também posso plantar plantas e tenho duas gatas e um gato.

     O Parque Carmona é um dos refúgios da Natureza em Cascais: aí , no lago, logo à entrada e perto da estátua, vejo galinhas, patos, tartarugas, pavões, e muito mais. Até observo os pássaros, nas árvores, no lago, a cantar à Natureza!

   Também já fui a um evento de Natal, muito giro e tenho saudades de andar por lá.

Escrita Autobiográfica – A Natureza BR6C23-24

Melhores Lembranças de Viagens

Image par 31774 de Pixabay

     No verão de 2023, fiz um cruzeiro com a M. e fui à Grécia, Itália, Montenegro e Croácia. Ia ao bar e recebia bebidas grátis, a M. recebia uns puzzles que eram ímanes e nós íamos à água e brincávamos ao peixe M.1 e ao peixe M.2.

Image par Ibrahim Asad de Pixabay

No verão de 2019 fui às Maldivas com a V. Ela não sabia que ia viajar comigo: foi uma surpresa! Sempre que os outros iam mergulhar, eu e a L. – irmã da V. – íamos brincar para um coração, construído em areia, onde os caranguejos não entravam. Depois, quando voltávamos, eu e a L. parecíamos uns croquetes!

Image par Walkerssk de Pixabay

 Em janeiro de 2020, fui às ilhas Seychelles e, quando entrei no hotel, deram-me um urso de peluche com uma t-shirt com o nome do hotel. Aí, havia um cão e um gato que eram as mascotes do hotel; eram muito fofos e o cão ficava na beira da piscina.

Image par -Rita-👩‍🍳 und 📷 mit ❤ de Pixabay

 Em abril de 2019, fui a Nova Iorque e comprei a minha Bunny de peluche! Apanhei várias temperaturas como frio, muito frio e quente, muito quente. Uma vez em que estava a lanchar com a minha Mãe, pedi umas panquecas; eu pensei que eram uma ou duas, mas afinal era uma torre com dez panquecas!

     Eu gostei muito destas viagens, porque, para mim, foram as de que tenho as melhores lembranças.

Escrita Autobiográfica – Viagens – MLC6C23-24

Situações Inspiradoras

Image par Gordon Johnson de Pixabay

      O que me faz voar é jogar futebol no Estoril-Praia. Sinto-me inspirado quando brinco com os meus amigos S. V. e V. e quando leio comédias. 

   Eu fico inspirado quando vejo jardins e flores para desenhar; também fico inspirado quando vejo poemas de amor. Gosto de brincar e divertir-me; eu nunca fico sem imaginação.

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     Em mil Fontes, passeei e fui à praia com os meus Avós e tios: corri, saltei e brinquei  com o meu primo. Li um livro sobre o Alentejo com a minha Avó e estive em Família, a jogar, nos meus anos.

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     O que me inspira é quando vou brincar com os meus cães para o jardim; o meu cão Bock é um Labrador e o meu cão Hulk é um Jack Russell. Fazem-me feliz; vou para o jardim sempre que me sinto em baixo, e, se me sinto triste, e estiver a chover, eu fico dentro de casa com a minha cadela Tokyo. Ela é muito divertida e atira a bola com o focinho se ninguém lhe der atenção. 

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     O que me inspira é estar com a Família e os Amigos. O que me entusiasma é jogar futebol sozinho ou com os meus amigos; gosto mais de ser guarda-redes, as minhas equipas favoritas são o Benfica e o Estoril. 

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     A   situação que me inspira é estar a sonhar e a brincar; aprende-se muita “coisa” com isso. E não só se aprende, há tantas “coisas” além disso, que nos tornam felizes! Eu adoro brincar e estar com os meus amigos. Os meus anos são o dia mais feliz da minha vida!

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     Uma situação inspiradora pode ser muito ou pouco, como, por exemplo, tirar uma garrafa de plástico do mar e até colocar o lixo no lugar certo; mas, se realmente se quiser inspirar “o Mundo”, então crie uma empresa de reciclagem ou vá numa missão em África.

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Desporto, minha Vida

Image par G.C. de Pixabay

     O Desporto é a minha vida – e a vida de muita gente. Quando estou triste, só me apetece fazer desporto ou estar com os meus cães. O meu bem-estar só funciona quando estou com desporto; gosto de todo o tipo de Desporto: ténis, padel, surf, vólei, basket, baseball, football: o Desporto faz-me feliz! 

     Ténis – é o melhor desporto do mundo! Foi o primeiro que apareceu na minha vida  e já o jogo há nove anos.

     Comecei Padel há dois anos, com amigos; pratico só de vez em quando, ainda não estou inscrita em aulas; estou a achar que é giro e terapêutico. 

    Surf é um desporto que exige muita força e em que eu estou há cerca de 5 anos; a escola chama-se Shorebreak e as minhas praias preferidas são as da Costa, Carcavelos, Torre…

     Só estou há um ano no Vólei, e divirto-me muito porque estou com as minhas amigas, no Estoril-Praia, que joga cá na Escola. 

     Basket é um desporto que só aprecio jogar durante as aulas de EF, porque estou com amigas e me divirto a jogar na equipa delas. 

     Futebol é um jogo em que só participo nas aulas de EF, no qual se corre muito e eu adoro correr. 

    Resumindo: DESPORTO é a MINHA VIDA – e ninguém me pode dizer o contrário .

Escrita Autobiográfica – O que Me Inspira –  MCC7D23-24

Expectativas para o Novo Ano 23/24

Image par Yolanda Jost de Pixabay

    Este ano espero muito tornar-me amiga dos meus vizinhos novos, porque um deles está sempre a brincar e a fazer mortais; tem dois cães, um grande e outro pequeno, e eu tenho um coelho, o Bunny e quero ter um cão.

    Gostava de fazer melhor a espargata e a arana para a frente, ao som de uma música rápida. 

    Em Português, gostava de desenvolver a  escrita e a leitura. Por exemplo, posso fazer um “Livro da escola” e um “Livro de Londres”, quando for, em fins de Outubro. Para desenvolver a Leitura vou ler duas ou três páginas à noite; agora estou a ler “Ali Babá e os 40 Ladrões”.

    O S. é o nosso colega novo e a raposa é a nossa mascote, na Turma. O S. deu-se logo bem com todos, como o B., que foi logo ter com ele, o M. e a L.R.  Também quero que a nossa Turma cresça e acolha todas as pessoas até ao fim e que não sejam maus uns com os outros.

Expectativas para o Ano que Nasceu – MLC6C23-24

Setembro – I Focar-se

cadescrita

     Na sua breve, mas densa obra “Hiperfoco“, o autor,  Chris Bailey, apresenta–nos diversas formas simples de praticar a concentração, a fim de potenciarmos as melhores energias da nossa atenção. Esta verdadeira recriação da capacidade de nos focarmos  não dá fruto apenas  no quotidiano do trabalho, mas também permite desfrutar de uma nova  qualidade de vida nas nossas relações familiares e de amizade.

   Porquê? É que, explica o autor, desde que acordamos, estamos sempre atentos a algo, mesmo que seja aos pensamentos que divagam pela nossa mente distraída; o exercício da atenção acompanha toda a nossa vida consciente, podemos até  dizer que “somos aquilo a que prestamos atenção”.

    Por outro lado, o Autor recorda-nos que vivemos a época mais repleta de fatores de distração de toda a história da humanidade; um turbilhão de distratores incessantemente conspira para desviar o nosso foco; e, ao acrescentar que a atenção é limitada e finita, facilmente aceitaremos a sua conclusão de que a nossa capacidade de concentração merece ser preservada e fortalecida com estratégias práticas e aplicáveis em quaisquer circunstâncias, seja no trabalho produtivo ou criativo,  na interação entre pessoas ou na reflexão pessoal. 

       Recomendando a leitura deste livro para o mês de Setembro, propomo-nos também ir partilhando algumas das suas preciosas sugestões, a que, aliás, nos convida e encoraja a própria generosidade do Autor. 

Com “Hyperfocus“, Subtema “Focar-se” – Partilha de Inspirações – OE