Desafios da Alegria

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     Quando tenho uma aula ou lição de Equitação, sinto-me feliz. Sinto alegria, motivação, entusiasmo. Quando estamos felizes, até inventamos novos desafios.

   Admiro muito a L. D. Admiro esta pessoa porque ela salta um metro e sessenta a cavalo; tem cavalos muito bons e muito amor.

   Há pessoas que montam a cavalo sem Toc e um dia podem cair e aprendem a lição que se deve estar sempre com Toc.

   A minha Mãe transmitiu-me o amor pelos cavalos. Um dia, gostaria que os meus filhos montassem a cavalo, e, talvez, que jogassem futebol;  gostaria de transmitir-lhes a coragem, ter muitos amigos. É preciso ter amigos. Por isso, se calhar, é que somos diferentes.

     Os momentos únicos do meu 5º ano foram os furos entre as aulas! Só tive dois: a Inglês, que a Professora teve de ir ao médico, e a Cidadania.

    Este verão gostava de ir à praia “Verde”, no Algarve, para mergulhar nas ondas e ir jogar ténis em Vila Real de Sto António. Claro, também vou montar a cavalo, na Charneca, com o XS.

    Na Escola de Arte Equestre, os cavalos, nas boxes, têm tranças nas crinas, estão todos limpinhos a cheirar bem, tratam muito bem dos cavalos.

Conversas na Oficina – Verão 2021 – JM5A

Valores em nossas Vidas

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Qualidades Admiráveis

         D.S. –  Admiro o P.G. Ele tem muitas qualidades, como educação, amizade e saúde.

P.G. – Admiro o meu Pai. Como ele cuida dos filhos,  como ele tenta deixar felizes os outros e como ajuda os outros.

P.C. – Admiro os meus avós, pois eles procuram sempre arranjar tempo para estarem connosco e são muito amigáveis.

Lições de Vida

D. S. –  Choquei contra o banco do carro e aprendi a usar o cinto aos 5 anos. 

P. G. –  Quando eu era pequeno, eu sujava todo o lugar; depois a minha mãe deu um banho de água fria e umas palmadas, até chorar…

P. C. –  Os pais são sempre rígidos com as regras, por isso cada regra que eles dizem, eu aprendo logo para não levar com um “estalo”: olhar para os dois lados da estrada, não pintar as paredes…

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 Tornar-se uma pessoa melhor

D. S. – Estudar mais e estar menos à frente do computador e  brincar mais com os irmãos.

 P. G. –  Tornar-me mais inteligente, mas tenho que estudar mais.

P. C. –  Focar-me mais nos estudos para tirar boas notas e passar mais tempo com a minha família.

PG8B, DS8B, PC8B

Educação Positiva – Reflexão a três mãos, orientada por questões de Maurice Elias

Viver os Valores

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Apreciação dos Pais 

D. S. – Dou valor ao Pai por fazer muitos bolos bons e à Mãe por deixar ir à praia e deixar fazer coisas que às vezes antes ela não deixava, como por exemplo, ficar até às 21:30 a jogar com amigos. 

P. G. –  No meu Pai, dou valor a  ele ser polícia e eu admiro-o muito; na minha mãe, o sempre estar preocupada  com os filhos.

P. C. –  Eu valorizo muito o meu pai, porque ele trabalha muito para manter a minha família em pé (a mãe também) e também faz comida muito boa para nós.

   Os meus amigos também são muito bons, porque, quando não tenho nada para fazer, eles chamam-me para ir jogar com eles e, quando eu estou triste, eles vêm ter comigo para ver o que se passa.

D.S. – O Pai e a Mãe foram a influência mais importante. O pai, para transmitir o valor de não desistir dos meus sonhos. A mãe, para transmitir o valor de nos portarmos bem e sermos educados.

P. G. – A minha família que sempre está aqui, para ajudar e me transmite amizade, o deixar-me feliz e a lealdade.

P. C. – Os nossos pais estão sempre em cima de nós para não falharmos na vida e estão sempre a dar-nos apoio, portanto acho que a família transmite amizade, cooperação e generosidade.

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Transmitir o Tesouro aos próprios Filhos futuros

P. C. – Dar sempre valor ao que temos, porque pode haver pessoas que nem um pão para comer têm; aproveitar cada momento em que vivem com um bom amigo ou familiar; ser sempre educados e respeitar a opinião de cada um.

P. G. – Aprender a dar valor ao que têm, aprender o que é educação e gostar do que fazem.

D. S. –  Sê educado; nunca desistirás do teu sonho; tenta vir a ser o que tu querias quando eras pequeno.

12019 in Pixabay

Uma Regra de ouro a Orientar a Vida

P. C. –  Ser feliz e trabalhar sempre ao máximo para cumprir os nossos objetivos.

P.G. –  Quando levei um recado e mostrei à minha mãe  ela levou a bem, mas se levasse o segundo, vinha “a chinela”. Este acontecimento fez-me criar uma regra para orientar a vida: ser educado nas aulas.

D. S. – A regra é ser bem educado com as pessoas, e, se uma pessoa precisar de ajuda, eu vou ajudá-la.

 Num mundo perfeito…

P. C. – Acho que não haveria brigas, guerras ou bullying.

P. G. –  Não haveria racismo por se ser negro, de outro pais, por se ser pessoa com deficiências e etc… 

D.S. –  Não sei por que é que as pessoas fazem mal…

Se essas pessoas vivessem num mundo perfeito elas só faziam o bem. 

PG8B, DS8B, PC8B

Educação Positiva – Reflexão a três mãos, orientada por questões de Maurice Elias

Entre a Dança e o Sonho

   

Image par Brigitte is always pleased to get a coffee de Pixabay 

      Era uma vez uma menina chamada Madalena; ela era linda: era alta, de cabelos castanhos, longos e brilhantes. Os seus olhos castanhos, que se iam tornando cada vez mais verdes, expressavam esperança.

     Era uma pessoa ágil, nunca parava de dançar; era querida, sempre, para as suas cadelas, principalmente para a mais velhota; era meiga: sempre a ajudar todos de forma a que eles ficassem bem.

    Todos os dias, ela adorava dançar; fazia piruetas e muitos passos de dança; ia ao hip hop e ao Jazz duas vezes por semana.

    Ela sonhava ser professora de Dança: Hip hop, Jazz, Ballet, Barra no Cháo e Ginástica Acrobática e ter centenas de Alunos.

CAD – 2º Confinamento – M5C

Nas Ondas da Nazaré

Image par Julian Hacker de Pixaba

    Hoje vou fazer Surf à Nazaré: vão estar ondas de 30 metros; e como 30 metros é isso, é gigante, tive de treinar ontem com as ondas de 15 metros.

      Vou para a praia às duas da tarde. Vai correr bem? Ou vai correr mal?

      São duas da tarde, tenho que ir. Cheguei agora, vou para o museu da Nazaré, que, apesar de ser um museu, tem uma parte que é para os Surfistas se equiparem e o equipamento é uma Bomba.

      O que é uma Bomba? É uma máquina que está no corpo dos Surfistas e, quando eles estão a mergulhar nas ondas, à espera da mota de água e têm de passar as ondas, mas como as ondas são muito fortes, eles até ficam sem saber onde é o cimo da água.

(Continua)

AM5C

A Galopar, Sinto-Me Livre!

Image par ArtTower de Pixabay 

     Eu gosto muito de Cavalos, porque, quando monto num, sinto-me livre e estou sempre pronta para uma aventura!

    Já montei num branco, que se chama Mozart, montei num cavalo castanho claro e esse chama-se Emotivo; o último é castanho escuro e chama-se Tsunami. Eu gostei de todos.

    O cavalo dos meus sonhos era um cavalo branco, mas a sorte minha foi quando, finalmente, pude andar num.

    Um dia, gostaria de entrar numa Competição de Saltos. É desde sempre o meu sonho!

    Quando galopo, sinto-me livre, e sem ninguém para me parar.

    Cavalos são uma parte de mim: sem eles, a minha vida não seria completa!

     ADORO CAVALOS!

EM5B

Galopar é VIDA

Image par Susann Mielke de Pixabay 

  Eu gosto de cavalos porque, para mim, são VIDA, com eles sinto-me muito calma. A minha experiência é que são a minha paixão, não sei o que faria sem eles.

   O cavalo que montei é castanho, de crina preta; é  manso, tranquilo e amoroso; gosta muito de festas.

   O que eu gostei mais foi de lhe dar uma maçã: o focinho fazia muitas cócegas! 

   Agradeço muito ao meu avô, por me ter feito andar de cavalo. Se o meu avô não fosse aventureiro, nunca teria encontrado este maravilhoso cavalo.

   Alguns dias atrás, consegui convencer a minha Mãe para entrar numa escola de Equitação.

   Gostaria de saltar com um cavalo muito maravilhoso!

   Para mim, andar a cavalo é vida e, ao galopar, é como não termos ninguém para nos perturbar, É VIDA!

CR5B

A Magia do Ténis

ténisFlickr.com Max Elman

    Se pudesse, eu inventava a magia: isto seria, claro, nos desportos, mais no Ténis. O Ténis é o meu Desporto preferido.

    Se me dissessem para eu escolher uma magia, eu iria escolher a magia do Ténis: no Ténis, jogavam todos muito bem, mas eu ficava com uma magia que ganhava a toda a gente.

     Como eu jogava bem, dava sempre os passos que eram precisos para bater na bola, levava a raquete sempre até onde já não pudesse.

    Tinha muita técnica: amortis, uma bola curta, bola comprida, fazê-la correr, meter sempre a bola onde eu queria e os serviços fabulosos!

     A Portuguesa Michelle Brito ganhou à Maria Sharapova, que é a melhor do mundo! E eu, se lutar, posso ganhar a muita gente!

    Já fui a torneios internacionais e nacionais, A, B e C: o C é torneios nacionais em Lisboa; B – torneios nacionais mais perto de Cascais; A – torneios nacionais longe, como no Porto, por exemplo. Nos Internacionais, ainda só consigo jogar C, como ir a Madrid.

    Há algum tempo, fui a Madrid; perdi na primeira ronda contra uma holandesa; fui depois ao quadro B e perdi com uma espanhola nas meias finais. O quadro B significa que, quando uma pessoa perde a primeira ronda, tem uma segunda oportunidade para jogar e até pode chegar a ganhar taças.

    Lembro-me de uma jogada fabulosa que até me surpreendeu: um smash contra o Francisco B!

Adoro Ténis.

70 Anos CAD – Criação Oral de Texto LR de P, 6B 2013/14

Sondando as Fontes da Energia Humana

ecologia das emoçõesGentileza de Edicare.com

     Continuamos a partilhar a leitura do livro de Ecologia Emocional para Crianças  – “Energias e Relações para Crescer” de Mercé Conangla e Jaume Soler –  dedicado às  várias modalidades de energia que influenciam o destino do Mundo.

    Já vimos que as fontes de energia emocional, que subtendem o nosso agir e pensar  e orientam a qualidade da nossa comunicação, têm analogia com o dinamismo vivo da Natureza.

   Todos reconhecemos as energias básicas: alegria, amor, raiva, medo… mas para além do ato em que transbordam em nós e nos conduzem, podemos acolhê-las quando afluem e sermos nós a conduzi-las?

   Vimos que as energias limpas e superabundantes podem ser utilizadas sem limite: não cessam de promover a vida, de harmonizar o equilíbrio dos ambientes, de suscitar o convívio dos seres.

    Mas a natureza escondida das suas fontes implica um esforço para encontrá-las; depois outro para trazê-las à superfície: desejamos canalizá-las para agirmos de um modo transformador.  

     De que natureza é esse esforço que faz a prospeção das energias? 

   Conseguimos distinguir como crescem e sobem em nós, influenciando ou até dominando a nossa reação, a nossa comunicação com os outros?

    Conseguimos reconhecer a maré crescente de uma emoção pelas reações do nosso próprio corpo?

    Poderá ser útil investigar em nós as alterações que a maré de uma emoção provoca?

    Conseguimos explicar como o que sentimos influencia o nosso agir?

    • Podemos fazê-lo através de um diário? 
    • Podemos tentar uma reflexão através de  diálogos com amigos?
    • Pode ajudar-nos a experiência de um adulto em quem confiamos?

Com Prof Paula Xv – Partilha de Inspirações – OE

Por Uma Ecologia das Emoções

ecologia das emoçõesGentileza de Edicare.com

     Para Bento Espinosa, também conhecido por “O Filósofo da Alegria”,  uma única energia vital repassava todos os estratos da realidade: o ímpeto para ser mais.

     Ao nível humano, esse dinamismo vivo vinha  já a expressar-se como o ato primitivo e fundador da vontade, a que ele chamou “o desejo de persisitir no ser”.

     Este fluir constante, que nos equilibra no viver, poderia precipitar o futuro; bastaria que a nossa imaginação inteligente fosse gizando o chamariz dos projetos que suscitam um mundo novo.

     Teríamos assim uma energia básica, comum a todo o Universo, que seria o sentido escondido da corrente do tempo: só ela permite um desenvolvimento sustentável, não se esgota, é vivificante para quem a utiliza, enfim, é Ecológica por excelência.

     O livro de Ecologia Emocional para Crianças  – Energias e Relações para Crescer de Mercé Conangla e Jaume Soler – é dedicado às  várias modalidades de energia que influenciam o destino do Mundo.

    São comparadas as energias físicas, que surgem no interior do Planeta com as energias emocionais que brotam no coração do ser Humano.

     Algumas, poluentes para a vida natural e facilmente esgotáveis,  desequilibram os ecossistemas de animais e plantas e tornam  insustentável o desenvolvimento dos povos.

    A elas  correspondem, no habitat do convívio humano, o Medo e a Raiva: se não podemos evitá-las no seu arranque espontâneo, podemos aprender a canalizá-las e a transformá-las.

    Outras são superabundantes, amigas do ambiente, inesgotáveis  e limpas. Como a energia do Sol – que oferece 4 mil vezes mais energia anual do que precisamos.

       A elas correspondem o Amor e a Alegria, poderosas emoções criativas, que se renovam continuamente, voltam para o futuro a mente luminosa, e abrem à confiança o acolhimento dos outros.

     Com suas atividades imaginativas, pontuadas de questões para pensar, este livro pode encorajar os atuais Projetos nascentes dos nossos Alunos, que, desde já, promovem a Vida e contagiam a Paz.

Com o 2º Ciclo – Partilha de Inspirações  – OE