A Amizade Muda A Nossa Vida

Gentileza de Copilot

     Eu tenho uma melhor amiga chamada C. Nós conhecemo-nos na escola. Começamos a dar-nos bem, porque descobrimos que gostamos das mesmas coisas. Nós temos muito em comum, principalmente que andamos as duas no volei e queremos fazer a profissão igual, quando formos adultas.

    Às vezes, eu vou a casa dela e ela vai à minha; já fomos também ao cinema, ao Shopping, ver a casa da C. a ser construída, passear a minha cadela, etc.

     Eu e ela já nos zangamos, mas nada sério; por exemplo,  eu quero uma coisa, ela quer outra, zangamo-nos, mas depois pedimos desculpa. 

    Nos intervalos das aulas, adoramos jogar volei, mas também conversamos , brincamos à apanhada…

    A amizade é como ter uma irmã emprestada; quem não tem nenhum amigo não deve ser feliz, pois não conversa com ninguém,  não tem com quem desabafar o que sente. Por isso é que a amizade faz mudar a nossa vida para melhor.

Liderar entre Pares – Escrita Autobiográfica – BT6B25-26

Paulo, O Lenhador

Gentileza de Dalle 3

      Paulo, o lenhador, vivia na floresta da Fada Orian. Ele era muito forte, tinha o cabelo preto, pelos ombros, o seu rosto era redondo e moreno; tinha um nariz direito e uma boca sorridente, os seus olhos redondos e verdes que projetavam um olhar vivo.

     Ele era simpático, uma pessoa que parecia estar sempre a sorrir e era tão corajoso que dava cor às situações mais negras; eea um bom pai de Família, mas também era demasiado focado no seu trabalho. Ele gostava da sua profissão, de fazer piqueniques e de dar passeios na floresta.

    O seu maior sonho era que o seu filho fosse bem sucedido na vida.

Texto Descritivo – Retrato de Personagem – PS5B25-26

Um Cão Misterioso I

Gentileza de Dalle-3

I

O Encontro

     Numa bela tarde de verão, o João estava andando num parque, até que ouviu:

     – Socorro, socorro!

     O João foi lá ver: era uma criança a gozar com a sua cara. Ele comentou:

     – Por que é que eu sou tão azarado? Fui ver o meu Porto, perdemos de 8 a 0: fui ao Zoológico, fugiu um urso; agora acontece-me isto!

      O menino continuou a andar pelo parque e ouviu um choro “Uuééé, Uuéé” e ele exclamou: 

     – Deve ser outra criança disparatada. 

     Mas parecia real. Comovido, decidiu ir ver; encontrou um cão: era magrinho, peludo e estava todo sujo de lama; parecia mais um cão castanho do que um cão branco; tinha um olhar triste e rabugento.

    O João sentiu uma aguda pena do cão e decidiu socorrê-lo. Levou o cão para sua casa e deu-lhe banho; o pobre cão tinha uns olhos de agradecido, mas o novo dono não tinha espaço na sua casa para ele, então decidiu levá-lo ao lar de cães.

     Chegando lá, foi ter com a senhora da receção, para explicar a situação, mas a senhora disse: 

    – Desculpe, mas aqui não há lugar para este lindíssimo cão.

    O João decidiu ficar com ele, comprou-lhe uns brinquedos e uma caminha e, como é óbvio, o mais importante, alimentos.

(Continua aqui)

Liderar no Bem – Ação e Aventura – GE5B25-26

Podemos Ofender Quando Ajudamos?

     

         Gentileza de Dalle-3

          Eu posso ofender as pessoas quando tento ajudar.

      Por exemplo, uma pessoa caiu no chão, eu fui a correr ajudá-la, mas, sem querer, digo-lhe: “Tem mais cuidado, quando andas, para não caíres.” E ela pode ficar triste.

     Às vezes, as minhas amigas pensam numa coisa em que, para elas, há um problema, mas para mim, não, como, por exemplo, eu tenho um livro que é preciso para a aula, mas elas não têm.

     Eu, sempre que ajudo uma pessoa, fico na dúvida se a minha ajuda é importante, pois ninguém me dá um sinal como: “- Obrigado pela tua ajuda…”

  Por isso, sempre, as pessoas devem dar sinais ou dizer “obrigado”, etc, senão, as pessoas ficam na dúvida se gostaram da sua ajuda ou não, para repetirem essa ajuda.

Questões Para PensarCartões da Happy Gang – BT6B25-26

A Guerra dos Peluches

     

Gentileza de Dalle-3

     Era uma vez um cientista Ucraniano que, como o seu país estava em guerra, fez uma invenção muito esquisita, que foi a construção de uma fábrica de peluches, mas esses peluches tinham vida!

      Então, para substituir os soldados, mas para não aceitarem comércio com o país inimigo, deu-os à Alemanha, para os peluches serem vendidos lá.

       Passaram-se dias e os lotes acabaram. Uma noite, os peluches acordaram e foram logo até à maior base militar na Rússia; aí roubaram todas as armas e esconderam-nas nas casas dos seus donos Alemães.

     Aí foi o momento perfeito para os soldados Ucranianos atacarem e os peluches dominarem as ruas.

        Depois de alguns dias, os peluches já tinham feito um Império em todas as ruas do país inimigo, mas como ainda existiam soldados desse país, ergueram uma muralha com bombas; se alguém a fosse quebrar, explodia!

Narrativas de Liderança – Ação e Aventura – MA6B25-26

O Amor do Inverno

Gentileza de Dalle-3

       Num dia de outono, todos já estavam preparados para o frio; faltava um dia para acabar o outono e começar o inverno. Todos estavam tristes, uns mais e uns menos, quase ninguém queria congelar.

     Passou um dia e o desastre começou; ouviam-se os bebés a chorar de frio e as crianças a reclamar, os pais não aguentavam mais. De repente, o frio aumentou e só se ouviam as crianças a gritar. Passou um dia e ninguém aguentava mais.

     Algumas pessoas tiveram que acordar cedo para ir trabalhar e, quando abriram a porta, a neve entrou e gritaram para a família vir ver a neve.

     Todos felizes por ver neve! Nunca tinham visto neve naquela aldeia. Alguns usavam guarda-chuva para não usar neve no cabelo.

      Passaram dois meses e faltava um dia para acabar o inverno. Todos choravam de tristeza, ninguém queria que acabasse o inverno. Pensavam que um ano era muito tempo para chegar outra vez o inverno.

      Contavam os meses, os dias, os minutos e até os segundos!

  • Texto Narrativo – Histórias Baralhadas – BT6B25-26 

Amizade Inquebrável

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    Dois amigos meus foram à África do Sul ver jogos do Mundial de Futebol 2012. 

    Depois de chegarem, uma coisa aconteceu: eles passaram de melhores amigos para inimigos, porque havia dois jogos o Fred queria ir a um e o Joel queria ir a outro e lá foram cada um para o seu jogo.

   No dia seguinte, encontraram-se num novo jogo de futebol; nesse dia estava sol e muito calor. Sentaram-se um ao lado do outro. Depois disso, voltaram a ser hiper-mega-amigos, não voltaram a “chatear-se” e vão ao Euro 2027!

Liderar entre Pares – Texto Narrativo – JPC5A25-26

A Mística Jornada – II

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      (Continuação de I)

Então, o jovem recém transformado olhou em volta e viu uma vila na distância; resolveu ir lá; chegando, viu uma barraca com comida; como estava com fome, entrou e aí encontrou um Goblin.

    Perguntou-lhe onde estava e o Goblin disse-lhe que estava na cidade da magia, onde as bençãos definem o nosso futuro.

  No mesmo instante, apareceu-lhe uma espécie de placa flutuante com um escrito a dizer que ele tinha ganho a benção da réplica.

    Então o Goblin perguntou o seu nome e pediu-lhe para identificar a sua benção. O jovem respondeu que se chamava Whind e que tinha recebido a benção da réplica.

      O Goblin ficou pálido e disse que se ele olhasse para alguém, conseguiria copiar e armazenar todas as suas habilidades.

       Whind ficou feliz, porque compreendeu que agora poderia vingar a sua Mãe.

(Continua)

Narrativas de Liderança – Ação e Aventura- MA6B25-26

As Mentes Apagadas

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       Muitos de nós acham que os Aliens não existem, mas… e se existissem?

    Era uma vez, no ano 3000, uma nave com Aliens! Eu estou a falar Português antigo, mas no ano 3000 já não se fala assim; agora, dizer “Olá” é “o3OF”; sabemos isso, porque descobrimos que existiam Aliens.

     Foram tempos difíceis: estivemos em guerra, mas os Aliens fartaram-se de nós e apagaram as mentes aos humanos.

     Vocês devem estar a pensar como é que não me apagaram a mente. É que, se calhar, alguém sobreviveu!

Texto Narrativo – Ficção Científica – EF6C25-26

A Mística Jornada I

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     Era uma vez, numa aldeia, um miúdo, que estava a passear. Porém, quando estava a ir para o supermercado, do meio do nada, um helicóptero desceu à sua frente e de lá de dentro saiu um senhor que disse que ali perto iam construir uma usina nuclear.

    Passaram-se anos e o miúdo foi crescendo, até que no seu décimo quinto aniversário, inventou de ir à usina; quando chegou uma pessoa desconhecida empurrou-o para uma poça de um líquido misterioso e aí ficou paralisado.

    Passaram semanas sem ninguém saber dele, mas um dia o seu pai conseguiu encontrá-lo. Então regressaram a casa, mas, quando chegaram um homem desconhecido estava a tirar a vida da sua Mãe.

     Aí, ele, do nada, viu a imagem de um animal místico a dizer-lhe para nunca desistir. Quando deu por si, estava à beira do rio de onde costumava tirar água para levar à sua vila.

    O que ele não sabia é que o animal místico o tinha levado para outro mundo, parecido com o dele, mas também diferente, mais mágico, com mais vida e onde os seres tinham poderes místicos.

   Então ele levantou-se, viu-se refletido numa poça e percebeu que estava diferente: passou de ser um rapaz gordinho para ser um rapaz mais magro, de moreno tinha passado a ser louro. Foi aí que começou a jornada de encontrar quem tinha matado a sua Mãe.

(Continua aqui)

Narrativas de Liderança – Ação e Aventura- MA6B25-26

As Invasões Napoleónicas

      

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    O exército Francês serviu um dos impérios mais poderosos da Europa. A França era inimiga da Inglaterra, por isso, Napoleão Bonaparte exigiu um “bloqueio continental”, e todos os países da Europa se voltaram contra a Inglaterra e fizeram o bloqueio marítimo contra ela, também não fazendo mais trocas comerciais nem negócios com os Ingleses.

    Mas Portugal era aliado de Inglaterra há muitos anos e, por isso, Portugal negou o bloqueio continental.

    Napoleão Bonaparte, como se achava o mais poderoso, disse: “- Ai é? Então, se os Portugueses não querem fazer o Bloqueio Continental, vão ver o que é bom para a tosse!”

    Enfurecido, e com 100% de confiança em esmagar os Portugueses, Napoleão nomeou Junot como General Comandante para liderar uma invasão a Lisboa, a capital de Portugal, dando início às invasões napoleónicas.

     “- Agora é que Portugal se vai arrepender, de certeza!”  – exclamou Napoleão com confiança.

(Continua)

Narrativas de Liderança – Improvisos sobre História – EP6A25-26

A Viagem dos Bandeirantes – II

Gentileza de Dalle 3

     No dia dois, continuaram o caminho até que, de repente, ouviram músicas e cantos: eram índios de uma tribo a fazer um ritual; os Bandeirantes interromperam o ritual para perguntar onde ficava Mato Grosso, porque estavam perdidos.

(Continua)

Ação e Aventura – Improviso sobre História RZ6A25-26

O Tesouro do Samurai – I

Gentileza de Copilot

           I 

     Há vários anos atrás, um grande Samurai estava navegando num magnífico barco que continha um fabuloso tesouro japonês. 

     Passados alguns anos, um rapazinho chamado Garfield, descobriu em sua casa, uma armadura de Samurai, na qual estava inscrito: 

“Bonsai”

     Este menino era muito curioso e esperto, tinha cabelos pretos, olhos castanhos e era muito magrito.

     O Garfield ficou muito impressionado com a sua descoberta; ele explorou mais a sua casa e encontrou um livro que estava escrito em Japonês. Ele tentou ler, mas não sabia japonês, pois era chinês, mas ele pediu ajuda à mãe e a mãe disse:  

     – Eu nunca vi este livro na minha vida!

     Como a mãe era japonesa, disse ao seu filho o que estava lá escrito.

     No livro estava escrito que havia um Samurai chamado António Martins e, ao mesmo tempo, a sua família tinha o nome Martins; então, eles descobriram que o Samurai era um parente da sua família.  

     Garfield ficou impressionado, e avistou um mapa que tinha um X vermelho sobre uma certa ilha.

(Continua Aqui)

Texto Narrativo – Ação e Aventura – GE5B25-26

Batman, o Super Herói

Image par Imluizgomes de Pixabay

    Era uma vez um Super Herói chamado Batman; ele lutava com os ladrões, à noite, em Washington DC.

    Uma noite, uma organização chamada VEX746 conseguiu descobrir uma bactéria chamada “Death Plague”, que, se se espalhasse, a cidade iria sofrer uma crise! Em Live TV, o Grupo Vex746 apareceu, todos os seus elementos usando máscaras, e disseram:

      – Nós temos uma bactéria, chamada “Death Plague”, quando libertada no ar, a população de toda a cidade irá morrer e têm três dias para se preparar.

     Quando o Batman ouviu a notícia, foi rapidamente investigar quem estava a participar no grupo Vex746.

     Na noite seguinte, Batman estava triste, porque não tinha conseguido encontrar quem participava no Vez746; quando estava a ir para casa, viu uma pessoa vestida de preto e o Batman foi investigar o que ele estava a fazer.

      Entrou numa base secreta que tinha escrito, por cima da porta de entrada: “Vex 746”. Olhou pela janela e viu o Joker e quatro outros ladrões. O Batman tirou uma foto deles, atirou uma bomba lá para dentro e conseguiu matar quatro dos ladrões, mas o Joker sobreviveu à explosão.

      Então, o Batman saltou pela janela e lutou com o Joker. Por fim, o Batman venceu e chamou a Polícia. Foi assim que Batman salvou a cidade.

Texto Narrativo – Ação e Aventura – SL6A25-26

Os Simpsons em Outro Universo – II

Gentileza de Dalle-3

II – O Recomeço

      Ao acordar, Bart começou a entrar em pânico; depois de algum tempo, acalmou-se; viu aproximar-se uma criatura feia que lhe deu uma papa estranha.

     Bart, cheio de fome, começou a comer mas, ao mesmo tempo que comia, vomitava de nojo; ao terminar, começou a gritar em voz alta: 

       – Que nojo!

       Os Aliens ouviram e vieram logo a correr para a prisão, mas foi aí que o Bart ouviu um estrondo e viu que eram os seus amigos, o Agente Rogers, o Pedro e o Miguel, mas, ao vê-los, da sala da prisão, apercebeu-se de uma coisa e perguntou ao Pedro, num tom sarcástico:

     – Pedro, o que aconteceu contigo? Pareces um pouco fraco.

     O Pedro respondeu: 

    – É que eu, agora, sou mensageiro dos deuses.

(Continua aqui)

 Ação e Aventura Aventuras dos SimpsonsFT6B25-26

Os Simpsons Em Outro Universo – I

Gentileza de Dalle 3

I – O Rapto

      Era uma vez uma cidade chamada Springfield, onde vivia um miúdo chamado Bart, que, ao acordar, avistou naves espaciais.

    A pensar que era uma piada, foi lá fora, olhou para o céu e viu que ainda estavam lá.

   Ao perceber que era a sério, desatou a correr, mas, ao olhar em redor, viu a cidade coberta em chamas! Percebeu que os pais tinham desaparecido.

   Depois de entender isto tudo, ainda foi raptado pelos Aliens; então gritou:

     – “Isto não vai ficar impune!”

(Continua)

Texto Narrativo – Ação e Aventura FT6B25-26

A Carta Nunca Enviada

Gentileza de Bing AI Image Generator

Cria um breve texto narrativo

      1. Um adolescente encontrou uma carta escrita por um líder histórico à sua Família. 

     2.  Esta carta revela as suas dúvidas e os seus receios.

    3. Explica como esta descoberta mudou a visão do jovem sobre a Liderança autêntica.

      1.1 – Sobre o adolescente:

        1. . Quem era este adolescente?
        2. Onde encontrou a carta?
        3. O que o levou a investigar? 

      2.1. Sobre a carta:

        1. Quem era o líder histórico?
        2. Que relação havia entre ele e a família do adolescente?
        3. Que dúvidas e receios são revelados na carta?

      3.1. Sobre a mudança de visão da personagem:

      1. Como é que o jovem estava envolvido com o tema da Liderança?
      2. Como é que ele passou a compreender a Liderança autêntica graças à carta?

Liderança – Sugestões de Escrita – Claude 3,7 Sonnet e OE

Um Povo Livre – II

 

Gentileza de You.com

         Resumo do final da I Parte: (…) Então fizeram um plano, em que o primeiro passo era pedir ajuda ao ladrão.

   O segundo passo era escrever uma carta ao rei do Império “Marioso”: “Nós traçamos um plano em que nos vamos libertar; depois de roubarmos o tesouro real, tu, invade este Império e nós damos-te todo o tesouro se não matares ninguém”.

   O terceiro passo era os homens do povo e o ladrão vestirem-se de nobres, com fatos de uma loja de fantasias de Carnaval e entrarem juntos no Castelo.

   O quarto passo era, quando o rei estivesse a dormir, irem até ao trono e roubarem o tesouro real em silêncio.

   O quinto passo seria a invasão pelo rei amigo e a libertação do povo.

 II

     O Povo dirigiu-se à casa onde George vivia; quando lhe pediram, disse que não, mas depois que lhe disseram que, se os ajudasse, iam dar-lhe 10kg de comida, o George aceitou.

     No dia seguinte, foram a uma loja de Carnaval e compraram 120 fatos de nobres e enviaram a carta ao rei do Reino Marioso. Quando estavam a preparar-se para vestir os fatos, veio um Mágico, que lhes deu um saco invisível, com espaço infinito.

   O Mágico disse também para usarem a sua ave gigante de estimação, para transportar todo o povo mais facilmente, pois a ave era maior que um avião.

   Quando chegaram ao palácio, entraram todos “os nobres”  – pois pareciam nobres normais – a desempenhar o seu papel.

     Esperaram até à noite, mas às 6h30, um clérigo pediu-lhes que escrevessem uma carta para o Povo humilde, porque o Rei tinha ganho um filho novo. Ninguém do Povo sabia escrever, mas, felizmente, entre eles estava um escritor.

     Então, ele escreveu para toda a gente rapidamente e entregaram a carta ao clérigo. Quando caiu a noite, roubaram o tesouro real e Marioso invadiu o Império inimigo.

         E os povos viveram felizes para sempre.

Ação e Aventura – Conto Maravilhoso SL5A24-25

Um Povo Livre

Gentileza de You.com

     Era uma vez um Império rico com um rei pretencioso.

    Um ladrão chamado George e o povo desse império não gostavam do rei, porque as regras dele eram injustas. Então decidiram roubar o tesouro real.

    O George era um rapaz rápido, silencioso e corajoso; tinha cabelo preto e olhos castanhos; gostava de se vestir de preto, usava uma máscara preta também, para roubar mais facilmente os outros e poder alimentar-se.

   Numa célebre quinta-feira, o povo cansou-se do seu rei e decidiu acabar com a sua vida.

   Então fizeram um plano, em que o primeiro passo era pedir ajuda ao ladrão.

   O segundo passo era escrever uma carta ao rei do Império “Mariano”: “Nós traçamos um plano em que nos vamos libertar; depois de roubarmos o tesouro real, tu, invade este Império e nós damos-te todo o tesouro se não matares ninguém”.

    O terceiro passo era os homens do povo e o ladrão vestirem-se de nobres, com fatos de uma loja de fantasias de Carnaval e entrarem juntos no Castelo.

   O quarto passo era, quando o rei estivesse a dormir, irem até ao trono e roubarem o tesouro real em silêncio.

   O quinto passo seria a invasão pelo rei amigo e a libertação do povo.

(Continua)

Ação e Aventura  – Conto Maravilhoso – SL5A24-25

O Dia Perfeito

Gentileza de Bing AI da Microsoft

     Era uma vez uma menina que se chamava Mariana. Ela adorava o seu Avô, só que ele estava doente; então, ela resolveu dar uma visita ao hospital.

    Quando chegou ao quarto do hospital e viu o seu Avô, começou a chorar e foi a correr abraçar o seu Avô. O Avô também a abraçou com um sorriso amoroso e começou a chorar; mas um minuto depois, ele tinha parado de respirar e tiveram de o levar em urgência.

     A menina ficou a chorar, pois achava que ia perder o Avô. Passado uma noite, ela foi outra vez ao hospital e recebeu a notícia de que o Avô só tinha tido uma crise de asma e não tinha sido nada demais. Os médicos disseram que ele já podia ir para casa.

      Então, ela pulou de alegria e decidiu ir para a casa dele e pôr vários cartazes de boas-vindas nas paredes. Quando chegou, ele teve a maior alegria da sua vida, que era a sua própria Neta.

Cuidamos dos nossos Avós – Conto de Fantasia – BF5A24-25