CAD em Isolamento – A 1º Guerra Mundial – I

   Improviso Oral do Aluno com base na sua pesquisa pessoal:

O Início da Guerra

ruínas

     Photo par formulaire PxHere

    Tudo começou no ano de 1914, quando o Arquiduque do Império Austro-Húngaro, F. Fernando, fez uma visita de Estado à cidade de Sarajevo (capital da Bósnia Herzgovina) – onde ele e sua mulher foram assassinados por um estudante Sérvio – Gabril Prince.

   Com isso, o Império Austro-Húngaro enviou uma carta de exigências à Sérvia, que recusou. O Imp Austro-Húngaro declarou Guerra à Sérvia.

    O Governo Russo mandou soldados para ajudar na luta contra o IAH, assim, a Alemanha disse à Rússia para não intervirem na Guerra. A Rússia recusou e a Alemanha declarou guerra à Rússia.

     A Alemanha também enviou uma carta à França para declararem a neutralidade.

    A França não respondeu e a Alemanha declarou guerra à França.

biplanoPhoto par formulaire PxHere

  A Alemanha sabia que uma Guerra em duas frentes a probabilidade de perderem era grande, mas eles tinham um plano. Chamava-se o plano Schifeliennr.

  Este plano consistia em: como a Rússia era muito grande, demoraria alguns meses para ficarem prontos para a guerra, por isso, a Alemanha ia com tudo para a França, mas os Alemães sabiam que a França ia proteger bem as suas fronteiras, por isso, decidem passar pela Bélgica, que era um país neutro.

wikimedia.org

   Com a invasão da Bélgica, a Grã-Bretanha declarou guerra à Alemanha, juntando-se assim, à França.

  Pensaram que a Bélgica ia ser facilmente derrotada, mas conseguiram aguentar-se mesmo perdendo as batalhas, como Verdun e La Lys.

   O Império Austro-Húngaro tentou um avanço nos territórios russos, mas o Império Austro-Húngaro não aguentou o inverno Russo. Com isso deixaram a Rússia um mês depois. Tentaram então o avanço em território Sérvio onde conseguiram capturar a cidade de Belgrado. Mas a Sérvia deu-lhes uma chapada na cara e expulsaram-nos uma semana depois. 

(Fim da I Parte)

 CAD em Isolamento – Tertúlia de História de 9º no 5º – Improviso de FM5C

CAD in Isolation – Coping with Hard Times

     joy

     BIld av Myriam Zilles från Pixabay 

     This time that we are going through is very difficult for all of us. But we can always find good things.

     One of them is now the factories are closed, so we produce lots of less pollution to the atmosphere.

    Now I will talk about teaching. In my opinion, having classes online is better,  because we are more autonomous and I kind of feel like we are choosing our path, as the expression says “is like each one is making his own bed ; and also, if I go a day without working, there will be consequences for my future

   At the moment, this consequence would only be a fault, but in the future, when I would be already working and I would not have had this chance to see how this is and to be able to choose what to do.
     It would be the first time that I would have “my future in my hands” and I would risk it, which, a little later, would have consequences, that could cost my job.
      We can’t do a lot, but something we can do is to look towards the positive aspects,  because we can’t stop this moment,  but we can go through it,  not worrying, but being positive.
     So, in my opinion, this is an opportunity not just to learn, but when this will be finished, our atmosphere will be more clean than before.
Cad em Isolamento – Trabalho de Inglês IM8B

CAD em Isolamento – Consigo Sentir-me Feliz Cá Dentro

Feliz em Casa

Image par Alexas_Fotos de Pixabay 

    A minha quarentena começou dia 13 de março; estou com O meu Pai e a Elisa e o MEO, o nosso gato. Não fico sozinha em casa, tenho alguém para ir às compras, estamos todos juntos e vemos filmes.

    Ao fim destas semanas posso dizer que estranhei muito no princípio; pensava que ia ser muito difícil ficar em casa e não poder ir lá fora.

     Sinto que afinal é fácil, em algumas coisas Eu quero ir lá fora, mas não faço “- EU QUERO IR LÁ FOOOOORA”, antes fico quietinha e não me importo. 

     consigo sentir-me feliz cá dentro

     Quando o meu pai vai às compras e volta, traz muitas compras e a gente percebe que o mundo lá fora ainda está vivo.

      Desde as férias da Páscoa, temos uma bicicleta elétrica em casa; assim que tomo o pequeno almoço faço um bocadinho de bicicleta. Depois, como fico suada, vou tomar banho.

     Vou ver o que os professores mandaram de tarefas para eu fazer ou vou às aulas no Zoom. Quando acabar, vou almoçar.

    À tarde, antes das quatro, faço alguma coisa sem ser jogar, e ainda as tarefas que me faltam; a partir das quatro estou livre. Faço videochamadas com as minhas amigas, jogo “Roblox” e desenho.

    Sinto que aprendi, porque na última semana antes das férias, houve uma Reunião de Formação em que nos explicaram como é que se mexe no Google Classroom.

     Uns conteúdos de estudo são mais interessantes que outros, como Ciências e também ET Projeto. Fizemos uma máscara de proteção; a minha era de um tecido azul às bolinhas com diferentes cores de linhas.

   Aconselho os colegas a que vejam filmes, porque é divertido e podemos viajar noutro mundo. Por exemplo: “O Milagre da Cela 7”

      Sobre a situação global do Mundo, penso que, como ficamos todos em casa, o mundo está melhor;  quando estávamos todos fora, o mundo estava pior, pois havia mais poluição.

    Os enfermeiros são os heróis deste momento perigoso, os cientistas, os que trabalham no supermercado, porque se não trabalhassem, não havia comida.

    Sou Solidária com todos ficando em casa sem sair e cumprindo as ordens da Direção Geral de Saúde.

mensagem para o mundoImagem: PickPick.com

Com o CAD em Isolamento- Conversas na Oficina – CM6C

CAD-em Isolamento -A Peste Negra

médico da peste

Image par Christian Dorn de Pixabay 

Peste Negra na Europa

      A Peste Negra foi espalhada principalmente pelos produtos de comércio que, muitas vezes, transportavam ratos; estes,  nos seus pelos, transportavam uma pulga (praga) que, ao desembarcar na cidade de Génova e Veneza, fizeram com que se começasse a expandir a peste negra por toda a Europa.

A contaminação da Peste Negra 

cemiterioImage par Shutterbug75 de Pixabay 

     A contaminação era feita através de contacto com vários membros e como hoje também, com a CoVid-19, por espirros.

     Vários dos médicos, na altura, perceberam que quando a pessoa tinha peste negra, tinha de passar por:

 Fase 1  Febre alta, tosse com sangue e pus, dores nos músculos e vómitos.

 Fase 2- Continuação de febre alta e tosse com sangue e pus, inchaço de bolhas nas axilas e nas virilhas, tremores e convulsões.

 Fase 3Quem chegava à fase 3, praticamente morria, porque na fase 3 cresciam bolhas do tamanho de maçãs ou de um ovo, febre de 40 a 48 graus; da boca saltava por vezes sangue. A vítima infetada com a peste morria por volta de 4 ou 5 dias após a infeção.

Higiene Na Idade Média

porquinho

Image par PublicDomainPictures de Pixabay 

     A higiene na idade média era completamente sem condições, pois no séc. XIV, não havia tratamento de esgotos, muitas vezes as Famílias tinham porcos dentro de casa, para comerem restos de comidas e lixo que havia nas casas, o que ajudou a que a contaminação da peste fosse ainda maior.

Como os Médicos Tratavam As Doenças

ervas aromáticasImage par Seksak Kerdkanno de Pixabay 

     Os médicos tratavam a doença aconselhando tomarem banho de rosa e hortelã, evitarem o contacto com outras pessoas, quando as pessoas já iam morrer, com os tumores grandes, esfregavam ervas aromáticas e vários tipos de perfumes.

A Única Parte  da Peste Negra

Que Correu Bem Em Cidades E Aldeias

     mapa da europa

commons.wikimedia.org

    A Peste negra estava a criar tantas vítimas mortais que morreu um terço da população da Europa, (quase a população inteira do Brasil) mais de duzentos milhões de mortos, em várias cidades, principalmente de Portugal, Itália,  França e Alemanha.

     Começavam os cadáveres a tornar-se fonte de contaminação. Como queimavam os cadáveres, colocavam-nos dentro de valas nas florestas e, muitas vezes, dentro de casas ou nas ruas principais das cidades.

     O pior de tudo é que houve a Grande Fome, depois a Peste Negra e quem conseguiu sobreviver ainda teve de levar com a Guerra dos Cem Anos.

CAD em Isolamento – FM5C – Improviso Oral sobre a Peste Negra

A Vida E Os Seus Segredos

mundoImage par Lars_Nissen de Pixabay 

     Pensando bem, os humanos estão a pensar só no lado negativo do Corona Vírus, mas também um muito bom.

    Na minha Escola, nós andávamos a fazer trabalhos sobre como ajudar o planeta e acho que esta vai ser a melhor forma para o fazermos, porque, assim, o planeta não vai ter tanta poluição nem tantos pés em cima da Terra.

    Agora ela vai poder respirar e perceber o lado bom da Vida.

    Acho que Deus, tal como ajudou os humanos, estes anos todos, agora está a ajudar os animais.

    Além de ter ajudado os animais, também nos ajudou a ter uma ideia de como ajudarmos o Planeta.

    Esta situação só nos está a enriquecer de força pois era dela que precisávamos.  Para nos erguermos, para nos levantarmos, para nos pormos de pé, para nós percebermos os erros da vida.

    Nós precisávamos deste tempo para refletirmos sobre o que a Vida nos dá.

    Acabei me apercebendo que todos os dias em que eu passava no paredão, ao pé da minha casa, havia pássaros a cantar belissimamente.

    Antigamente, não me apercebia, porque os carros passavam com ruído, todas as vezes em que eu caminhava no paredão.

   Por causa das ações dos seres humanos, acabamos por não nos aperceber de certas coisas lindas que ainda há para ver e ouvir.

Com o CAD em Isolamento  – SS6D

Albert Casals: a Partilha Incondicional

     Albert assiando livro

     Wikimedia.org Atribution: Creative Commons 4.0 Share Alike

     “Cuando tú eres nómada, lo que más sentido tiene para sobrevivir es compartir incondicionalmente”.

in “El Periodico

     Albert procura o que dá um sentido crescente à sua vida, o que lhe traz profunda realização enquanto jovem, o que imprime um impulso sempre novo à sua liberdade.

     Hoje com 28 anos, iniciou, desde os 14, uma Viagem de aventuras que nunca mais teve fim. Com a sua cadeira de rodas, uma pequena tenda e uma máquina de fotografar, Albert percorreu já mais de 30 mil quilómetros, um pouco por todos os continentes.

     Em consequência de uma doença grave, perdeu o uso das suas pernas a partir dos cinco anos. Contudo, nunca considerou a sua deficiência como um obstáculo; substituiu a ausência de alguns movimentos pela perícia no uso dos braços e do tronco, tornando-se exímio em trepar, saltar, rastejar e movimentar-se rapidamente sobre as suas duas rodas em qualquer caminho.  

    Depois de terminar os estudos de Liceu, tem-se dedicado ao estudo da Filosofia, que vai entremeando com as suas inadiáveis Viagens. Mais do que um interregno, uma pausa entre deveres, elas tornaram-se o seu verdadeiro e mais genuíno modo de viver, que a própria Filosofia ajuda a interpretar e certamente inspira. 

   Escritor de 3 livros, em diferentes etapas da sua maturação, Alberto partilha, nos seus relatos, a imensa riqueza de diálogos numa colorida variedade de culturas com que se cruza e cujos traços singulares sabe acolher e partilhar; encontros múltiplos, que transbordam de humanidade, pois a forma desamparada e franca com que ele se confia à bondade dos desconhecidos nunca o deixou desiludido.

     “Nueve de cada diez veces no aprendo de una cultura como tal, sino de una persona en particular que ya ha pensado por sí misma y ha encontrado sus propias soluciones a los dilemas de la vida: son esas personas, por encima de todo, lo que justifica viajar.”

in El Periodico

     Autónomo, andarilho apaixonado pela Natureza solitária, não receia montar a sua tenda leve nas areias de praias desertas ou em recantos de parques sossegados.

    Em comunhão com o silêncio do Universo, também se sente acolhido no abrigo natural que a paisagem mais singela oferece ao peregrino, quando a generosidade dos homens não se adiantou ao anoitecer.

   Os lucros da venda dos seus livros são distribuídos por ONGs da sua confiança, pois não só viaja sem dinheiro, como, de cada vez que regressa à Catalunha, sobrevive em Comunidade onde todos os bens são postos em comum.

     “Para mí el amor no tiene nada que ver con poseer algo, tiene que ver con apreciar la belleza de un proceso de transformación”

 in “El Periodico

Visita ao 6ºA e 6ºC – Apresentação de Viagens – OE

Entrevista de 2016 em Castelhano

Os Desafios da Dança

jovem dança na praiaImagem de inno kurnia por Pixabay

      Era uma vez uma jovem chamada Matilde; era uma rapariga alta e corajosa, de olhos verdes. Gostava muito de dançar e passava todo o seu tempo livre a dançar no seu quarto. 

     Preferia dançar Hiphop, Kizomba e Samba, mas o que a fazia mais feliz era mesmo o Hiphop.

     Em breve ia participar num concurso onde teria de dançar para muita gente. Pensava sempre que alguma coisa poderia correr mal, sentia-se muito nervosa.

    O local do concurso era uma sala de espetáculo enorme, com muita gente a assistir. O ambiente era louco e o público estava aos gritos, a aplaudir.

     Matilde começou a dançar e tudo corria bem, até que se enganou num passo e achou que toda a gente ficou a olhar para ela. Sentiu-se triste por se ter enganado, mas concentrou-se e continuou a dançar, mesmo com toda a gente a olhar. 

     Nesse instante ela compreendeu que podia aceitar o seu passo em falso e atirar-se com confiança aos desafios da dança.

MC8C