Momentos Felizes

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    A Felicidade… os momentos em que estamos felizes… não a sei descrever… talvez quando estou sem stress, 100 por cento relaxada. 

   O que nos torna felizes são as coisas boas, como quando trabalho,  – é uma maneira de dizer -, quando me esforço por alguma coisa e consigo concretizá-la, quando consigo concretizar os meus objetivos. 

   Em Filosofia foi o que me aconteceu, eu falo rápido e os meus pensamentos são o dobro da velocidade, por isso não consigo escrever o que estou a pensar… no teste final, os meus pensamentos estavam a mil e a minha escrita estava a cinco. Eu só falo rápido quando estou stressada, ainda não desanuviei cem por cento. 

   Quando estava em Tróia, falava tão lentamente, estava totalmente relaxada. Não devia ir à escola, porque faz mal à saúde. Antes dos testes, nas duas últimas semanas, tinha Físico-Química e Matemática: tinha imensas insónias…

   Por exemplo, estou feliz a partir do momento em que não tenho mais testes, mas só o sentiria se os resultados tivessem sido bons, como foram, por isso estou feliz, senão estaria “semifeliz”. 

   Quando me sinto feliz, depende da causa de estar feliz; se estou triste sorrio, estou sempre a sorrir e estou sempre a rir. Fico mais excitada, mas entusiasmada, fiquei mesmo chateada porque ia ter o segundo Ida de Matemática e o professor disse que eu tinha tido 14, 4! Não me importaria de fazer outra vez, porque eu compreendia essa matéria. Fico com vontade de voltar a fazer essas coisas, quando as faço bem.

   Os testes que tenho mais prazer em fazer são os de Português. Tenho muita sorte com os Profes. Na quarta estava mesmo cansada: ” – Eia, duas horas de Português!” –  Mas eu estava mesmo feliz. 

“ – Tenho pena que sejam só duas horas!”

   Na primeira hora, senti-me cansada, não me apetecia estar duas horas a falar do Camões. Na segunda hora fomos ao jardim: estava calorzinho, sabia-me mesmo bem estar ali a fazer exercícios. As aulas deviam ser todas ali. Até ficava a falar de Camões tranquilamente.

Conversas na Oficina, MB10

Valores em nossas Vidas

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Qualidades Admiráveis

         D.S. –  Admiro o P.G. Ele tem muitas qualidades, como educação, amizade e saúde.

P.G. – Admiro o meu Pai. Como ele cuida dos filhos,  como ele tenta deixar felizes os outros e como ajuda os outros.

P.C. – Admiro os meus avós, pois eles procuram sempre arranjar tempo para estarem connosco e são muito amigáveis.

Lições de Vida

D. S. –  Choquei contra o banco do carro e aprendi a usar o cinto aos 5 anos. 

P. G. –  Quando eu era pequeno, eu sujava todo o lugar; depois a minha mãe deu um banho de água fria e umas palmadas, até chorar…

P. C. –  Os pais são sempre rígidos com as regras, por isso cada regra que eles dizem, eu aprendo logo para não levar com um “estalo”: olhar para os dois lados da estrada, não pintar as paredes…

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 Tornar-se uma pessoa melhor

D. S. – Estudar mais e estar menos à frente do computador e  brincar mais com os irmãos.

 P. G. –  Tornar-me mais inteligente, mas tenho que estudar mais.

P. C. –  Focar-me mais nos estudos para tirar boas notas e passar mais tempo com a minha família.

PG8B, DS8B, PC8B

Educação Positiva – Reflexão a três mãos, orientada por questões de Maurice Elias

Viver os Valores

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Apreciação dos Pais 

D. S. Dou valor ao Pai por fazer muitos bolos bons e à Mãe por deixar ir à praia e deixar fazer coisas que às vezes antes ela não deixava, como por exemplo, ficar até às 21:30 a jogar com amigos. 

P. G. –  No meu Pai, dou valor a  ele ser polícia e eu admiro-o muito; na minha mãe, o sempre estar preocupada  com os filhos.

P. C. –  Eu valorizo muito o meu pai, porque ele trabalha muito para manter a minha família em pé (a mãe também) e também faz comida muito boa para nós.

   Os meus amigos também são muito bons, porque, quando não tenho nada para fazer, eles chamam-me para ir jogar com eles e, quando eu estou triste, eles vêm ter comigo para ver o que se passa.

D.S. – O Pai e a Mãe foram a influência mais importante. O pai, para transmitir o valor de não desistir dos meus sonhos. A mãe, para transmitir o valor de nos portarmos bem e sermos educados.

P. G. – A minha família que sempre está aqui, para ajudar e me transmite amizade, o deixar-me feliz e a lealdade.

P. C. – Os nossos pais estão sempre em cima de nós para não falharmos na vida e estão sempre a dar-nos apoio, portanto acho que a família transmite amizade, cooperação e generosidade.

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Transmitir o Tesouro aos próprios Filhos futuros

P. C. – Dar sempre valor ao que temos, porque pode haver pessoas que nem um pão para comer têm; aproveitar cada momento em que vivem com um bom amigo ou familiar; ser sempre educados e respeitar a opinião de cada um.

P. G. – Aprender a dar valor ao que têm, aprender o que é educação e gostar do que fazem.

D. S. –  Sê educado; nunca desistirás do teu sonho; tenta vir a ser o que tu querias quando eras pequeno.

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Uma Regra de ouro a Orientar a Vida

P. C. –  Ser feliz e trabalhar sempre ao máximo para cumprir os nossos objetivos.

P.G. –  Quando levei um recado e mostrei à minha mãe  ela levou a bem, mas se levasse o segundo, vinha “a chinela”. Este acontecimento fez-me criar uma regra para orientar a vida: ser educado nas aulas.

D. S. – A regra é ser bem educado com as pessoas, e, se uma pessoa precisar de ajuda, eu vou ajudá-la.

 Num mundo perfeito…

P. C. – Acho que não haveria brigas, guerras ou bullying.

P. G. –  Não haveria racismo por se ser negro, de outro pais, por se ser pessoa com deficiências e etc… 

D.S. –  Não sei por que é que as pessoas fazem mal…

Se essas pessoas vivessem num mundo perfeito elas só faziam o bem. 

PG8B, DS8B, PC8B

Educação Positiva – Reflexão a três mãos, orientada por questões de Maurice Elias

À Conquista do Espaço

   

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   Acho esta enciclopédia muito gira e ensinou-me muito. Recomendo a pessoas que gostam de aprender sobre o Espaço.

  Gosto do Espaço porque  pensava coisas muito diferentes sobre ele e é divertido. Por exemplo, eu pensava que as estrelas não morriam e não sabia como eram as casas de banho da nave espacial.

   A estrela “Olho de Gato” está a morrer e forma um buraco negro no meio.

   O livro trata de como o foguetão é por dentro, como comiam e se sentavam em cadeiras e como dormiam, como eram as suas camas.

  “Daqui fala Vasco, de uma nave espacial; é a minha primeira viagem.

   As naves mudaram, agora são muito menos prováveis de ter problemas. Andam milhares de kilómetros!

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   Agora estou a ir para Júpiter, estou com um amigo chamado João; ele está a desviar-nos dos milhares de luas de Júpiter. O João está muito feliz. O nosso treino foi muito rigoroso. Júpiter tem de raio 71.492.

   A casa de banho tem pegas onde os Astronautas se agarram ao assento; tem ar para aspirar os objetos através de tubos e tubos para sugar a urina.

  Agora estamos a passar a grande tempestade de Júpiter. Está difícil, tenho muito medo de que possa entrar algo para o turbo, que  faça parar a nave. Vêm milhares de pessoas a seguir a nós, porque assim começamos as construções da Estação Espacial.

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#STAY HOME – SAVE LIFES

 

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      Hipótese para refletir:

  Mãe e filho são “muito agarradinhos”, não conseguem não dar abraços;  o filho pode ter covid e ser assintomático; nesse caso,  põe em perigo a Mãe se ela for de risco. Para onde ir então?

   Fica com máscara dentro de casa. Mas se estão a comer, ele tira a máscara, fala e pronto, já está: a Mãe e o resto da Família ficam infetados. Se entrarem em contacto com outras pessoas, pode dar-se um fenómeno de infeções em cadeia!

     Na Escola, muitos colegas dele podem ficar infetados e iria a turma para casa. Ele iria então para casa já sabendo que era portador assintomático.

       A minha Mãe é uma pessoa de risco; para evitar que ela passe por tudo o que indiquei acima, seria melhor eu não ir à Escola e ter aulas online.

LR7D

Em Nome de Toda a Humanidade

                                                      Image par Pete Linforth de Pixabay 

Cascais  30 de abril de 2020

       Olá Terra,

  Eu acho que tu és um ótimo planeta  para viver e que sem ti não sobreviveríamos.

    Não é justo destruirmos-te e estragarmos-te. Por isso peço-te  desculpa em nome de toda a humanidade, pois é nosso dever cuidar de todos os animais e plantas que em ti habitam.

   Nós cometemos vários erros a nível ambiental que ainda vamos a tempo de corrigir.

   Devíamos acabar com as fábricas que emitem grandes quantidades de carbono, que fazem efeito de estufa e provocam alterações climáticas.

     Devíamos deixar de utilizar carros a gasolina ou a gasóleo, porque o motor deles também emite dióxido de carbono.

    Devíamos parar de  fabricar plástico, que mata milhões de peixes e tartarugas marinhas e outros animais.

   Devíamos acabar com as centrais nucleares, que emitem muitos gases tóxicos  e que têm grande risco de explosão.

  Espero que aceites as nossas desculpas e que saibas que nos vamos  esforçar  ao máximo para acabar com esta crise ambiental. 

  Um Abraço

Alv 7B

Trabalho de Português para a Prof. Laura Almeida

Do Dia que Nos Ilumina à Noite que nos Descansa…

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Cascais, 24 de Abril de 2020

     Bom dia Terra,

    Eu venho pedir-lhe desculpa, não tenho sido muito simpática com sigo e com tudo o que fez por todo o mundo. Nós só o temos deitado fora…

   Nesta época difícil, sinto que estamos a ter aquilo que merecemos (alguns de nós). Todos os dias há pessoas a ficarem sem casa e eu, em vez de agradecer, só tenho feito pior, só tenho destruído aquilo que a Terra construiu, aquilo que é.

     Posso fazer coisas tão simples como fazer reciclagem, reutilizar, poupar ou simplesmente não usar. A Terra é a melhor coisa que já nos aconteceu!

    Neste momento, estou no meu quarto, com a janela aberta, a ver as árvores, a ouvir os pássaros e a minha música e estou a escrever-lhe esta carta. Isto faz-me pensar que, enquanto eu estou aqui em paz, a Terra pode não estar.

  Eu adoro tudo o que tem,  das pequenas formigas às grandes árvores com os seus pássaros, do seu dia que nos ilumina à sua noite que nos descansa.

   Terra,  inspira-me a ser melhor pelos outros; de certeza que, por si, vou começar a reutilizar, a preservar, a ajudar, a poupar… 

  Todos os dias penso em si e sei que isto não vai resolver nada, mas espero que lhe dê força a nunca desistir, porque sabe que tem mais pessoas que a amam do que a fazerem-lhe mal e que essas pessoas nunca vão desistir de si e vão estar sempre aqui, a insistir, a dar-lhe força.

   Eu adoro-a mais que tudo. Adeus e espero que voltemos a ver-nos.

 ML7B

Trabalho de Português para a Professora Laura Almeida

70 Anos CAD – Conselhos para um Amigo – 2009

     

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    Para começar, chamo-me Ines e passei para o 6º ano.

    Os meus métodos de estudo resultam, dão trabalho, mas depois sabe bem ter um 5 de nota no final do período, como eu tive. Soube mesmo bem!

Como se faz para ter bons resultados?

     Estar com muita atenção nas aulas. Porque quanto mais atento estiveres, melhor; depois tens de estudar menos em casa e tens mais tempo para brincar.

   Escrever no Caderno Diário toda a matéria que a professora mandar.

     Ter o Caderno Diário organizado para depois a professora dar um autocolante para o caderno ficar mais bonito.

      Fazer sempre os trabalhos de casa.

      Estudar pelo Caderno Diário e pelo Livro – mais uma razão para ter o Caderno organizado.

       Estudar pelo wiki, moodle ou Escola Virtual.

      Ler muito. Ajuda a compreender certas palavras.

      E se dividirmos o estudo ao longo do tempo, não precisamos de estudar na véspera.

Inês Dias, 6ºB – 2009

Estudos na Quarentena

  

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    Estudar requer muita concentração. É como um desporto: não podemos perder o foco e, se perdermos, lá se vão as notas!

     Na Quarentena, a dificuldade elevou, porque eu estava sempre a pensar como seria quando voltássemos e se nem sequer voltássemos…

    Eu estava com uma ansiedade de voltar a ver todos na Escola e de conviver com eles!

   E esse pensamento levou-me a outro pensamento: Será que vai tudo voltar ao normal?

   Era isto que eu pensava. Afinal, no segundo dia de Quarentena, eu estava a fazer postais de saudades para as minhas amigas, a pensar que ia durar uma semana e durou seis meses…

    Por isso, quase que as minhas notas foram abaixo, mas, mesmo assim, tive média de quatro.

    Agora vou-me esforçar para ter cada vez melhores notas.

CA6A

A Vida contra o CoVid

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    Depois de 9 anos de vida de estudante, sei que quero ser informático, porque gosto muito de computadores. A minha Tia é engenheira informática, é Chefe no seu serviço, ela inspira-me nessa profissão.

   Prefiro que a Escola seja uma “semana sim” e uma “semana não”; dedicava essa semana livre a ter aulas por vídeo conferências: fazem-nos pensar mais e sermos mais responsáveis.

   A vantagem de termos uma “semana sim” é que podemos estar com os nossos amigos; a desvantagem é que não conseguimos ouvir bem a Stora. Em vídeo conferência é mais fácil de ouvir.

   Na Escola não podemos estar muito juntos, o que não “mete muita piada”. Eu prefiro aprender em vídeo conferência, porque ficamos em casa, podemos descansar mais, os stores também.

   Já que não podemos ficar na escola normalmente, nem tocar-nos, mais vale ficarmos em casa!

   No 7º ano parece que estamos a subir de nível, a subir umas escadas. Físico-Química e Geografia são matérias engraçadas, mas um bocado difíceis.

   Não vamos ter a Festa de Natal da Escola. A maior parte das pessoas não vai poder fazer grupos de Amigos no Meet no Natal, mas durante este semestre sim.

    No nosso dia a dia não há muito convívio; desejo que o COVID não esteja cá para podermos conviver e irmos todos felizes para a Escola sem máscara!

Criação Oral de Texto – LR7D

Aprendizagem Socio-Emocional – A Escada de Inferências-7

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    Esta ferramenta de Coaching Educativo pode ser aplicada a inúmeras situações do contexto escolar em que surja um conflito, mas precisa de ser adaptada às diferentes experiências de vida e níveis de conhecimento do mundo, conforme as idades dos nossos Alunos.

      Ela exige, de entrada, que se esclareça a base teórica que a fundamenta: o nosso cérebro é portador de uma herança milenar em que as primeiras estratégias de sobrevivência ficaram impressas e continua a exercer uma influência dominante em relação às conquistas mais recentes da nossa capacidade reflexiva.

     Assim, nos imprevistos da vida quotidiana, é mais natural adiarmos o esforço de suspender o juízo, tomar distância e apreciar em perspetiva, antes de inferir a conclusão que nos permitirá assumir uma atitude adequada.

       Sob o impulso premente da arcaica estratégia reativa, muitas vezes nos precipitamos numa observação parcial do que acontece; selecionamos apenas o que parece servir os nossos fins ocultos, interpretando os factos em função de uma defesa ou de um ataque apenas pressentido; avaliamos as atitudes dos outros a partir dessa leitura oblíqua para, finalmente, reagirmos em consequência dela e, quantas vezes, em prejuízo de um relacionamento justo e cordial.

      A “Escada das Inferências” proporciona uma estratégia  reflexiva que denuncia e desmonta os pressupostos neste encadeamento acrítico de interpretação e reação.

   Como exigência de inteligibilidade que é, além do seu papel purificador, também oferece orientações para elaborarmos deliberadamente hipóteses mais positivas, quando soletramos a vida de modo confiante e buscamos um agir que se ajuste, solidário dos outros, convivial e lúcido. 

Aprendizagem Sócio-Emocional-7

Com Teach Write Edu, Outubro 20- Partilha de Inspirações – OE

Outubro 2020 Dia 5

Encontram-se outras variedades de aplicação desta ferramenta de Couching Educativo no livro de Juan Fernando Bou Pèrez Ferramentas de Coaching Educativo“ – Porto Editora.

Ir Devagar para Chegar Depressa – I

   

Author: Lothar J Seiwert

   “Como Chegar Depressa indo Devagar” de Lothar J Seiwert é uma maravilhosa reflexão sobre o modo como  a nossa vida pode ser articulada em torno de certas áreas essenciais, com o fim de a levar a atingir a harmonia dinâmica em que pode revelar todo o seu potencial de sentido.

    De acordo com a orientação do livro “Como chegar depressa, Indo Devagar”  não se deve considerar inútil escrever explicitamente as intenções que perseguimos a curto e a longo prazo, bem como as tentativas de ação que vamos forjando. Este esforço ritmado, que dilucida a caótica riqueza do quotidiano, vai abrindo o acesso a uma outra forma de escandir o tempo.

   Em relação ao trabalho, muitos dos nossos alunos se dedicam na sua execução, sentem-se responsáveis pelas tarefas atribuídas, desejam evoluir na qualidade do seu desempenho, de onde a importância que reconhecem a esta área da sua vida.

  Mas, na surpresa do Dia que nos invade, levanta e arrasta como uma imensa onda suave, é preciso que se abra uma clareira  de vida, protegida e gratuita, para depois da Escola.

   A todos os Alunos assiste o direito de aceder a uma determinada cultura  – não a uma coleção de saberes avulsos repetíveis ad nauseam –  mas sim àquela cultura que permite à pessoa humana exercer a nobreza e a urgência do seu poder interrogante face a si própria, aos outros, ao mundo e à totalidade do real.

   Encontramos, neste livro cativante, o convite e as sugestões concretas para uma escrita que reflete e sonda as pistas de uma orientação unificadora para a vida de cada um.

   Ao reconhecer-se o fio de ouro que perpassa através da aparência múltipla e desencontrada, é a própria pessoa, no seu íntimo, que  finalmente se distende e repousa.

   É aí que os Alunos descobrem o que trazem de único para dizer e com  as suas próprias, insubstituíveis palavras

Com Lothar J Seiwert  partilha de inspirações – OE

Com Teach Write em Outubro 2020, Dia 4

Carta ao Planeta

     

       Image par Mystic Art Design de Pixabay 

       Caro planeta,

     Tenho ouvido falar muito de ti e fiquei bastante preocupada! Estás a ser destruído pelos humanos, e lamento imenso por isso. 

        Eu tenho várias preocupações, como exemplo: os  humanos são muito cruéis; como é óbvio, há  exceções, nem todos são maus. No instagram passam videos de pessoas a matar animais por prazer, e o problema é que não são para serem ingeridos pelos humanos. Imagina lá tu que vi um grande grupo de homens com um taco na mão e a bater num animal até ele morrer. 

            A outra preocupação que eu tenho é que as pessoas deitam tudo e mais alguma coisa no chão. Eu apanho um ou outro plástico que está no chão, mas eu acho que cada pessoa devia ser responsável pelo lixo que faz. No verão, eu costumo ir à a praia e, uma das vezes quando eu fui, vi que o mar estava cheio de lixo, até tive nojo de tocar na água.

       Agora há um vírus no ar e temos de usar máscaras, mas isso nem é o pior, o pior é mesmo quando encontro máscaras usadas no meio do chão e não posso poder fazer nada.

     O mais grave desta situação do vírus é que as pessoas sabem que é uma doença da qual milhares de pessoas já morreram, ou estão internadas, e não têm rigorosamente rigorosamente cuidado com eles, nem com o próximo.

    Ao tirar a máscara num espaço público estão a pôr em causa a sua própria saúde e a saúde de outras pessoas, colocando-as em risco. Eu sei que é desagradável usar máscara e eu própria também não gosto, mas eu sei que tenho de a usar para não pôr em risco ninguém. Só espero que esta pandemia passe rápido e que as escolas não fechem.

        Com isto da pandemia ouvi falar que muitos animais foram abandonados, que desilusão! Os animais não têm culpa nenhuma do de que se está a passar, se os donos não queriam os animais,  o mais sensato era dá-los para a adoção.

         O que eu vou falar agora não tem muito a haver com o planeta, mas sim com a população, mas não deixa de ser grave.

         Eu tenho reparado que, de ano para ano, as tecnologias estão a avançar; até agora não é grave, porque até é bastante bom. O que eu quero dizer é que à medida que as tecnologias avançam,  as crianças e adolescentes passam mais tempo agarrados aos aparelhos eletrónicos, em vez de brincarem e de saírem com os amigos.

     No tempo dos meus pais, os pais é que “ralhavam” com os filhos por não passarem tempo em casa com a família. No meu tempo é o contrário, os pais ralham com os filhos por passarem demasiado tempo à frente de um ecrã.

     Se as crianças ou adolescentes não se mexerem, vão acabar por ficar obesos e isso é grave para a saúde de uma pessoa; pode não fazer mal no momento, mas pode vir a fazer no futuro. As pessoas podem ganhar problemas cardíacos, diabetes, entre outras doenças.

    Estou a falar nisto, porque é importante, se passarem demasiado tempo a jogar, vão acabar por ser ignorantes relativamente ao que se está a passar no mundo.

    Claro que podem jogar, mas têm de saber gerir o tempo para não passarem o dia todo e as férias inteiras num computador, telemovel, tablet, entre outros. Eu acho que passar um dia inteiro não há de fazer mal, até sabe bem, eu própria estas férias fiquei um ou outro dia a ver séries.

     Este ano é compreensível que se tivesse ficado mais tempo nos aparelhos eletrónicos, porque não dava para fazer grandes combinações nem ir viajar. Eu tenho consciência de que eu própria passei demasiado tempo à frente do computador e não me orgulho disso. 

                    Com os melhores cumprimentos, 

                                                                           MB101B

Trabalho de Português para a Prof. Raquel Vaz

Setembro – Escolher-se, Ser a Terra.

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Como nos tornamos uma espécie de Terra?  Talvez escolhendo-nos.

Será que escolhemos como queremos ser, no sentido em que o diz o filósofo francês:

Sartre's quoteOficina de Escrita

Assim, preparar a Terra  significaria também ser cada vez mais “eu próprio”. 

Para este novo Ano Letivo, que cuidados posso dar-me?

      • Como me preparo?
      • A que me obrigo?
      • Que espero de mim?
      • Que confiança ponho na tarefa de tornar-me no que sou? 

No limiar de cada questão, desenha-se a silhueta dos OUTROS. Sou Terra, mas não torrão avulso, baldio.

Pertenço a muitos, sou totalmente entrelaçado.

 Que há na TERRA-NÓS?

Organismos invisíveis, fios de raízes, grãos de solo, gotas de água, bolhas de ar… 

Escolho SERMOS

      • Terra revolvida, (Por que meios?)
      • acrescentada de nutrientes, (Quais?)
      • desimpedida de infestantes, (Como?)
      • porosa à água quanto baste, (Quanto?)
      • aberta em sulcos, (Por Quem?)
      • expectante de sementes. (Quem?)

Com a Agenda 2020 – Sugestões de Escrita – OE

Carta à Terra -“Unirmo-nos Todos para Viver em Harmonia”

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                                                                                          Cascais, 27 de abril de 2020

     Querida Terra, 

     Há muito tempo que queria falar contigo, dizer-te o quanto te agradeço por morar neste planeta maravilhoso.

    Temos de te respeitar e preservar, mas isso não é o que andamos a fazer nestes últimos tempos: não temos protegido os teus oceanos, mares e rios, que estão cheios de lixo.

    Não estamos a controlar a nossa produção e os gases libertados pelos carros e fábricas fazem com que o aquecimento global aumente.

    Temos de mudar a nossa atitude: ser mais sustentáveis, reciclar, preservar os animais e os seus habitats, porque senão te tratarmos bem, podemos perder-te de vez.

     Temos de proteger o nosso presente e o nosso futuro, unirmo-nos todos para viver em paz e harmonia e para arranjarmos novas formas de te manter saudável e continuares a ser a nossa casa.

    És muito importante para mim e para todas as pessoas do mundo, escreve-me o mais rápido possível para saber o que mais posso fazer por ti.

Muitos beijinhos,

                                                                       MC7 – Junho 2020

Trabalho de Português da Prof Laura Almeida 

70 Anos CAD – ” – Se Os Meus Pais… – (2003)

“A Vida é uma lotaria gigante e só os bilhtes vencedores são visíveis. O Leitor deste texto ganhou a lotaria, Lucky You!”

A Rapariga das Laranjas

jostein GaarderImage by Amir Boucenna from Pixabay 

    Se os meus pais não se tivessem conhecido, eu não teria posto os pés neste planeta.

     Se os meus pais namorassem e, de repente, se zangassem, eu ficava como se estivesse no espaço a flutuar, sem ninguém, à espera que os meus pais se juntassem outra vez, e que eu nascesse.

     E se os meus pais tivessem tido outra criança, eu não estaria aqui.

70 Anos CAD – Questão de Teste – Natal de 2003

Carolina P – 6ºA – Dezembro 2003

A Conquista de uma Vida Melhor e a Luta pelo Bem Comum

ritaImage par SEBASTIEN MARTY de Pixabay 

    Na sociedade atual, conseguimos observar de tudo um pouco, ou seja, pessoas que lutam pelo bem comum, como Bill Gates que investe o seu capital em projetos solidários, ou a jovem Greta Thunberg,  que nos chama a atenção para o ambiente; contudo, também encontramos pessoas que se concentram maioritariamente nos seus interesses individuais. Na minha opinião, é possível conciliar ambas atitudes.

      Hoje em dia é possível observar várias adultos com experiência de vida que lutam pelo bem estar de todos, mas não nos podemos esquecer que estas pessoas têm vidas pessoais. É muito necessário que cada vez mais surjam indivíduos interessados na mudança mundial, tal como empresários de sucesso, investidores milionários que possam arriscar fortunas em iniciativas solidárias sem desequilibrar a gestão das suas vidas pessoais.

    Nesta categoria, temos Bill Gates, fundador de uma Associação que ajuda milhares de pessoas, e ainda tem mulher e filhos para cuidar e conviver, não esquecendo que tem empresas para gerir. Este homem decidiu criar as suas empresas – vida pessoal – e aproveitou o seu sucesso para melhorar o mundo – promoção do bem comum.

     Em contraste com estas figuras experientes, temos adolescentes e jovens ousados e sonhadores que, mesmo sem ter recursos materiais, apenas apoiados na sua força de espírito, escolhem conciliar o conforto do seu lar e o sucesso nos estudos com a luta por uma mudança no mundo.

      Greta Thunberg é apenas uma rapariga de 17 anos e luta pela mudança ambiental neste mundo; vive este compromisso solidário em harmonia com  a família e os amigos. Greta decidiu partir à conquista de um novo mundo, mas ao executar esta desafiadora tarefa, também está a conquistar uma melhor vida para si, pois podemos observar todos os dias a Greta a ganhar reconhecimento e autoridade.

    Concluindo, na minha opinião, é possível conciliar a conquista de uma vida melhor e, simultaneamente, lutarmos pelo bem comum.

Treino com Texto de Exame  – RF12

CAD em Isolamento – A maior Influência: TECNOLOGIA

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Piqsels.com

    No século XXI, quase tudo no mundo já vive à base de tecnologias, ou seja, nos dias de hoje, nós, seres humanos, já conseguimos trabalhar e até viver a nossa vida normal através das redes sociais e não só, mas a partir de qualquer meio existente no telemóvel, nós conseguimos fazer a nossa vida, desde que seja trabalhar ou até mesmo chegarmos ao ponto de fazer as compras para casa através de lá!

    No entanto, também existem pontos negativos relativamente ao avanço rápido das novas tecnologias, tais como: as crianças, nas escolas, hoje em dia, passam cada vez mais o dia a olhar para um pequeno ecrã em vez de socializar e de estar com outras pessoas no recreio e não só, sempre que andamos na rua, é raro ver pessoas que estão a andar sem o telemóvel na mão, o que só provoca cada vez mais acidentes e cria vícios que ninguém pode parar.

   Globalmente, o avanço da  tecnologia afetou todo o mundo com as suas vantagens e desvantagens, mas até é possível perceber o quanto isto nos ajudou na maior meta de aprendizagem e de medicina no mundo, porque foi através da tecnologia e do saber que a parte da medicina que salva vidas conseguiu evoluir cada vez mais!

JP12

Influência do Aquecimento Global na Vida dos Ursos Polares

ursos polaresImage by Gerhard G. from Pixabay 

    Escolhi falar de uma notícia sobre os ursos polares, que achei muito interessante.

    Os Ursos Polares vivem no polo norte e precisam de gelo para se protegerem – fazem igloos de gelo – e caçarem as focas que comem.

    Eles caçam as focas que nadam na água apoiando-se no gelo.

    Com a poluição mundial, que está a provocar o aquecimento global, o gelo está a derreter.

    A notícia que eu vi na tv dizia que um urso polar entrou numa cidade, muito magro e foi a caminhar na estrada.

    O que se passava é que estava à procura do gelo para conseguir caçar. Os ursos polares, quando não encontram gelo, caminham até encontrar.

    Com a caminhada, eles gastam toda a energia e peso e podem mesmo morrer.

    O urso polar, neste momento, é uma espécie em risco de extinção a médio prazo.

   Esta notícia fez-me pensar que todos nós devemos ter consciência da poluição que fazemos, porque influencia o efeito de estufa e provoca o aquecimento global.

     Por sua vez, ele tem impacto na vida dos animais, mesmo daqueles que estão mais longe.

Tarefa para CN CA5A

    Fontes – Notícia no Noticiário do Canal SIC

    Wikipédia – Consulta sobre o  Habitat e estado de Extinção.

CAD em Isolamento – Sente-se Mais Interesse Pelos Livros

Aplicações Digitais

digital learningImage by Sandra Schön from Pixabay 

1.1  Tarefas – Classroom

    Não gostei muito das Tarefas. Gostava que houvesse no 7º, às vezes por caderno e às vezes no Classroom. Não gostava de ficar muito tempo a olhar para o telemóvel. É preciso que todos os alunos tenham acesso a uma boa conexão de rede e computador, o que não é o meu caso. Mas o Classroom ajudou-me a organizar.

1.2. Google Docs e Slides Acho bom, no sentido em que servem para guardar trabalhos; para o 7º ano, no Google Slides podemos fazer power points e serve para estudar, para fazer resumos também.

1.3.  Escola Virtual – A EV é útil para os professores; numa aula mostram o livro maior, é mais fácil, tem as respostas. Para os alunos prefiro o Classroom.

1.4. Aulas-Zoom – Tem desvantagem: o profesor explica uma matéria de que eu não gosto, eu desligo a câmara e vou para outro sítio. Ou fico a jogar no telemóvel. As aulas cansam muito, porque estamos no écrans e nem piscamos os olhos.

Tem vantagem: os professores podem compartilhar a tela e nós podemos aumentar a imagem.

Em conclusão, estou mais distraído nas aulas zoom, mas não muito.

Qualidade da Aprendizagem

e-bbokFoto de mohamed hassan formulário PxHere

2.1. Sinto que aprendi nas aulas-zoom? Sim, acho que sim, mas nas aulas presenciais eu aprendia mais.

2.2. Sinto que aprendi com as Tarefas?

    Aprendi um pouco em algumas Tarefas,  noutras em que tinha mais dúvidas, não percebia, esquecia-me de escrever aos professores.

2.3. Sente-se mais interesse pelos livros por ficarmos tanto tempo em casa, já me chateia jogar jogos.

2.4 Comparação entre o sistema de aprendizagem por Tarefas e o sistema de aprender por Testes – Prefiro Testes, porque têm uma preparação; as tarefas, vamos fazendo, como quaisquer outras tarefas, e vamos fazendo ao longo do tempo, mas o teste tem uma data e temos de estudar antes da data. Mas os testes contam para passar de ano,  as  tarefas contam, mas como avaliação formativa.

Conversas na Oficina SG6B