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MA5C

Liderar na Verdade, no Bem e no Amor
Oficina de Escrita do CAD: CADESCRITA
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Em relação à guerra na Ucrânia, considero que não deve existir.
Por um lado, a guerra deve terminar com a máxima urgência, porque está a causar imenso sofrimento no povo Ucraniano e tem impacto em todo o omundo, prejudicando os países Europeus e os restantes.
Por exemplo, os monumentos não poderão voltar a ser construídos, a poluição está a um nível acima o normal, por causa dos bombardeamentos. Em relação à saúde, a poluição vai afetar os organismos das pessoas.
Por outro lado, para acabar com a guerra na Ucrânia, ela tem de ter a certeza de que não a irão invadir de novo. Por exemplo, é necessário que ela se sinta protegida e acolhida na união Europeia.
Assim, considero que a guerra na Ucrânia deve terminar o mais depressa posssível.
Instrumentos de Vida – MT6D
Em primeiro lugar, tem razão de sublinhar que os seres humanos são diferentes das Inteligências Artificiais no que respeita à sua mortalidade. Os seres humanos são seres vivos sujeitos ao envelhecimento, à doença e à morte, o que constitui uma diferença importante com as inteligências Artificiais que são programas informáticos que podem ser executados indefinidamente, se forem mantidas e atualizadas regularmente.
No que diz respeito à vontade livre, é igualmente uma característica importante do ser humano que o diferencia das inteligências artificiais. O ser humano pode tomar decisões com toda a liberdade, mesmo se isso pode por vezes parecer irracional, ou contrário à inteligência pura e racional. A vontade humana é, com efeito, a sede do amor e da liberdade, aspirações infinitas que vão muito além da simples inteligência.
No entanto, penso que é importante sublinhar que as Inteligências Artificiais podem igualmente ser programadas para tomarem decisões em função de critérios éticos e morais, mesmo se isso não implica uma verdadeira liberdade da vontade. Além disso, as inteligências artificiais podem ser programadas para aprender e adaptar-se, o que significa que elas podem igualmente descobrir soluções que não são puramente racionais, mas que levam em conta fatores éticos e morais.
https://chat.openai.com/ Chat GTP 3,5
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22 Anos, finalmente, tenho 22 anos!
Sou estilista! Passo o dia inteiro a desenhar até amanhecer. Moro nos Estados Unidos, na Califórnia. Mudei-me há dois anos e, desde então, está uma confusão!
Em breve terei que ir a Inglaterra por trabalho, posso aproveitar e ir ver meus pais e minha irmã Marcela de 16 anos.
Tenho três melhores amigas: Ana, desde pequena, mudou-se para cá também e está agora com 20 anos. Marina, com 21, mora numa casa gigante, ela está superlinda também, está a fazer a Faculdade e nós encontramo-nos todos os dias para ir à cafetaria. Sara continua com seu cabelo curto, também está linda, sempre a arranjar confusões. Por estes dias convidou-me para sair; está cheia de amigos por todo o canto da cidade, você tinha que ver.
Mas eu não gosto de sair; sei que não é bom ficar só em casa, mas eu amo o que faço. Passar o dia tendo sempre mais ideias e a costurar! O que mais gosto é de fazer vestidos no meu estilo, fazer minhas próprias roupas sem ter de encomendar.
Sempre foi meu sonho ser estilista, desde os 10 anos; tenho que fazer um vestido de formatura para uma pessoa conhecida, espero que ela goste. A única coisa que consigo pensar é nas saudades dos meus Pais.
(…)
LG6A
No seu livro, Mega Ameaças, Nuriel Roubini dedica o 8º Capítulo à eventual ameaça que a Inteligência Artificial pode representar para as sociedades humanas. Segundo o autor, uma tecnologia tornada autonomamente inteligente fará desaparecer a maioria dos empregos, substituindo-os graças à qualidade do seu desempenho, incomparável ao humano em rapidez e precisão.
Os primeiros trabalhos a ser substituídos são os que se enquadram facilmente numa rotina repetitiva; em seguida, os trabalhos cognitivos, mas que possam ser orientados por um conjunto de instruções distribuídas por etapas precisas, como acontece em grande parte de muitos dos Serviços que a sociedade moderna oferece. Finalmente, a IA será capaz, num futuro mais ou menos próximo, de substituir trabalhos especificamente humanos, que exigem criatividade.
A ameaça consiste na disrupção que estas substituições podem trazer às economias de todos os países: enquanto uma pequena minoria aumentaria a sua riqueza já imensa, a maioria absoluta das populações perderia não só os seus trabalhos, mas ainda a dignidade e o sentido de realização a que eles dão vida.
Esta desigualdade social trará, por um lado, uma falta crónica de emprego, que poderá levar a uma estagnação da procura. Com efeito, apesar de a IA aumentar a produtividade, a maioria desempregada deixará de consumir, enquanto a pequena maioria ainda mais enriquecida não terá onde investir o capital, pois não haverá impulso para o crescimento económico.
A nova tecnologia precisa de muito capital, mas de muito pouca mão de obra. Assim, para a minoria que pode investir nas inovações, haverá cada vez mais lucro; mas para a maioria haverá baixas de salário, empregos tornados inúteis e falta de trabalho.
Este perigo para o qual o autor nos alerta tem suscitado diferentes propostas, entre as quais a oferta de um RBU, ou rendimento básico universal, aliado a um PBU, ou o usufruto de Previdência básica universal, e ainda a possibilidade de cada cidadão participar nas ações das empresas automatizadas, tornando-se assim, também, detentor dos meios de produção.
Em relação ao exercício de atividades capazes de dar aos seres humanos sentido de pertença e de realização, contam-se as que se referem a programação de computadores, gestão de bases de dados, aperfeiçoamento da própria IA, empreendedorismo, serviços de cuidados humanos e atividades artísticas.
Resumo de parte do Cap. 8 “Mega Ameaças” de Nuriel Roubini – OE
“A Economia de Francisco“ é já um movimento estruturado, “uma rede mundial de jovens” no dizer da Irmã Alessandra Smerilli, liderado por economistas de todas as idades, comprometido em inúmeras iniciativas que visam nada menos que uma refundação da Economia, tal como a conhecemos, e que se inspira da própria mensagem de S. Francisco de Assis.
A partir de uma intuição do Papa Francisco, partilhada e apoiada pelo economista Luigino Bruni, foi lançado um convite, em 2019, aos jovens economistas, empreendedores e agentes de mudança, em todo o mundo, para se unirem e, juntos, elaborarem “a Economia do Futuro”.
O primeiro encontro internacional teve lugar em Assis, de 22 a 24 de Setembro de 2022; primeiramente partilharam-se os resultados de iniciativas já realizadas desde 2019, e ao longo dos anos de pandemia, em vários domínios, como o académico, comercial, social e ambiental.
Em seguida, em debate com economistas de renome internacional, os jovens abordaram questões vitais como a paz, a crise climática, as desigualdades, os desafios energéticos, o empreendedorismo, a finança…
Também foi criado um “lar”, um lugar especialmente orientado para a partilha de sonhos, de intuições juvenis e suas condições de realização.
Como conclusão deste primeiro encontro histórico, foi elaborado um documento final, “um pacto”, pessoal e coletivo, que a todos comprometeu para o futuro, no sentido de dar uma alma à Economia.
E, finalmente, ficou lançado o trabalho futuro com a criação das “12 aldeias”, ou grandes espaços temáticos, dedicadas a 12 questões candentes da Economia, mas abordadas “em estilo de aldeia”, isto é, em pequenos grupos de partilha, dando a primazia à interação humana, ao convívio livre, à criação de relações humanas significativas.
Estes são os temas em desenvolvimento, nas 12 Aldeias, um pouco por todo o mundo, ao longo deste ano e em vista do próximo encontro internacional, em Setembro de 2023: 1. Agricultura e Justiça 2. A Vida e os Modos de Vida 3. Vocação e Lucro 4. Trabalho e Cuidados 5. Gestão e Dom 6. Finanças e Humanidade 7. Políticas da Felicidade 8. Negócios e Paz 9. Economia e Mulher 10. Energia e Pobreza 11. Empresas em transição 12. O CO2 das Desigualdades
A Economia de Francisco – Recriar o Futuro – OE
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Os homens e mulheres do nosso tempo devem tornar-se heróis, no sentido de ajudarem os que mais precisam.
Devem existir heróis na vida, porque, no mundo, a maioria das pessoas são pobres, não têm condições de vida, pois não tiveram oportunidade de estudar, os seus pais não tinham condições para pagar a escola.
A eles deve ser dada uma oportunidade, recebendo ajuda.
2021 – MF6C
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A finitude é o contingente, o caráter limitado da existência humana, marcada pela aspiração ao infinito, mas que é sujeita à morte, à fragilidade, ao risco, à ignorância e à angústia.
O ser humano é conduzido pela experiência de finitude, em que o medo é habitado e atraído pelo mistério, por uma abertura à transcendência, ou seja, uma abertura ao absoluto, a uma realidade superior que o possa proteger e reconfortar.
MB11 – 05/2022
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A Natureza, para mim, é algo incrível. Nós, seres humanos, só podemos construir coisas e criar filhos, mas não podemos criar vida.
Vivo a Natureza quando faço as minhas caminhadas de 5 7 quilómetros, aprecio árvores, relva, flores e água. Isso faz-me sentir puro.
Em Ciências aprendemos sobre a vida dos animais e eu já tive muitos gatos, um cão e um coelho, que já morreram. O Ruby morreu com 3 anos, que foi um recorde para um coelho.
Eu acho que a Natureza se formou porque Deus sentia-se sozinho; então, Ele criou a Natureza.
GS5A
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O que torna as pessoas Felizes?
FV – O que torna as pessoas felizes é fazerem o que gostam.
L. R. – A Família e os Amigos tornam as pessoas Felizes.
Quem nos influencia? Como?
F.V. – Quem mais me influencia é a minha Mãe e o meu Pai. Transmitem-me, conhecimentos de massagens, como se tratam as águas que vão para os rios, a ser educado, a ter um visão outra do mundo. Como estou a aprender música, todas as noites tenho uma pulsação: binário, ternário e quaternário.
L.R. – Quem mais me influenciou foi a minha Mãe. Transmite-me inteligência, conhecimentos que eu não tinha, ser educada, paciente…
3 Valores a Transmitir aos Futuros Filhos
F.V. – Nunca desistir das coisas, ver como é o mundo por fora, ter conhecimentos, ser criativo.
L.R. – Ser criativo, ajudar os outros, ser amoroso.
Se vivêssemos num mundo perfeito…
LR – As pessoas não seriam racistas, não poluiriam o planeta.
FV – As pessoas não seriam mal educadas, quando temos alguma doença pelo mundo, no habitat de todos os animais e nos nossos: estes conhecimentos todos são do meu Pai.
Conversas na Oficina – Educação Positiva – LR5B e FV5B
Libertar Espaços na Escola
Podemos colocar um espaço reservado para as bicicletas. Neste momento elas ficam demasiado amontoadas e formam um monte desarrumado; por vezes, há Alunos que querem sair mais cedo e a bicicleta ficou por baixo do monte…
A Entrada para a Escola podia passar a ser no portão grande, para podermos ir ao Jardim, pois quem não tem cartão de saída, não pode ir ao jardim. Ou então podia-se acrescentar no cartão de saída normal: “poder ir ao Jardim”…
Um Projeto para este Verão
Este Verão quero ter um computador novo, pode trazer ideias novas; por exemplo, começar a montar uma salinha numa aplicação 3D, montar uma salinha para mim.
Esta época de Covid é terrível para combinar algo com os meus amigos mais chegados. Os que vivem aqui perto de mim, um a 150 metros, outro perto do ALDI, outro que ainda…é como se estivessem tão longe…
Felicidade e Gratidão
Sinto-me grato por ser Feliz… O que nos torna felizes é podermos dar e a alegria. Ter um objetivo final na vida que nos traga tranquilidade e compaixão.
Conversas na Oficina, LJ8A
Penso que o tema da Alimentação é algo muito delicado, embora não pareça, pois todos têm o Direito à Alimentação.
Em primeiro lugar, em alguns países pobres há várias crianças a morrer de fome, por dia, como por exemplo, no Brasil, em Angola e em algumas partes da Ásia, devido às secas, à pandemia, à praga de gafanhotos … Isso tudo dificulta muito a vida das pessoas que já têm a vida do dia a dia dificultada.
Por outro lado, há pessoas que discordam na promoção de preços dos supermercados para os mais pobres.
Contudo, eu acho que esssas pessoas merecem ter propriedades, tal como as outras.
Em resumo, acho que todos devemos fazer a nossa parte em relação à alimentação das pessoas mais carenciadas.
SS6A
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Hipótese para refletir:
Mãe e filho são “muito agarradinhos”, não conseguem não dar abraços; o filho pode ter covid e ser assintomático; nesse caso, põe em perigo a Mãe se ela for de risco. Para onde ir então?
Fica com máscara dentro de casa. Mas se estão a comer, ele tira a máscara, fala e pronto, já está: a Mãe e o resto da Família ficam infetados. Se entrarem em contacto com outras pessoas, pode dar-se um fenómeno de infeções em cadeia!
Na Escola, muitos colegas dele podem ficar infetados e iria a turma para casa. Ele iria então para casa já sabendo que era portador assintomático.
A minha Mãe é uma pessoa de risco; para evitar que ela passe por tudo o que indiquei acima, seria melhor eu não ir à Escola e ter aulas online.
LR7D
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Cascais 30 de abril de 2020
Olá Terra,
Eu acho que tu és um ótimo planeta para viver e que sem ti não sobreviveríamos.
Não é justo destruirmos-te e estragarmos-te. Por isso peço-te desculpa em nome de toda a humanidade, pois é nosso dever cuidar de todos os animais e plantas que em ti habitam.
Nós cometemos vários erros a nível ambiental que ainda vamos a tempo de corrigir.
Devíamos acabar com as fábricas que emitem grandes quantidades de carbono, que fazem efeito de estufa e provocam alterações climáticas.
Devíamos deixar de utilizar carros a gasolina ou a gasóleo, porque o motor deles também emite dióxido de carbono.
Devíamos parar de fabricar plástico, que mata milhões de peixes e tartarugas marinhas e outros animais.
Devíamos acabar com as centrais nucleares, que emitem muitos gases tóxicos e que têm grande risco de explosão.
Espero que aceites as nossas desculpas e que saibas que nos vamos esforçar ao máximo para acabar com esta crise ambiental.
Um Abraço
Alv 7B
Trabalho de Português para a Prof. Laura Almeida
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Cascais, 24 de Abril de 2020
Bom dia Terra,
Eu venho pedir-lhe desculpa, não tenho sido muito simpática com sigo e com tudo o que fez por todo o mundo. Nós só o temos deitado fora…
Nesta época difícil, sinto que estamos a ter aquilo que merecemos (alguns de nós). Todos os dias há pessoas a ficarem sem casa e eu, em vez de agradecer, só tenho feito pior, só tenho destruído aquilo que a Terra construiu, aquilo que é.
Posso fazer coisas tão simples como fazer reciclagem, reutilizar, poupar ou simplesmente não usar. A Terra é a melhor coisa que já nos aconteceu!
Neste momento, estou no meu quarto, com a janela aberta, a ver as árvores, a ouvir os pássaros e a minha música e estou a escrever-lhe esta carta. Isto faz-me pensar que, enquanto eu estou aqui em paz, a Terra pode não estar.
Eu adoro tudo o que tem, das pequenas formigas às grandes árvores com os seus pássaros, do seu dia que nos ilumina à sua noite que nos descansa.
Terra, inspira-me a ser melhor pelos outros; de certeza que, por si, vou começar a reutilizar, a preservar, a ajudar, a poupar…
Todos os dias penso em si e sei que isto não vai resolver nada, mas espero que lhe dê força a nunca desistir, porque sabe que tem mais pessoas que a amam do que a fazerem-lhe mal e que essas pessoas nunca vão desistir de si e vão estar sempre aqui, a insistir, a dar-lhe força.
Eu adoro-a mais que tudo. Adeus e espero que voltemos a ver-nos.
ML7B
Trabalho de Português para a Professora Laura Almeida
commons-wikimedia.org Creative Commons Attribution-Share Alike 4.0 International
Entramos na celebração do “Trânsito de Francisco”, precisamente na véspera da sua Festa na Igreja Universal.
Chega-nos de há mais de 12 séculos o eco musical dos seus poemas, que não só escreveu mas agiu, que não só cantou mas transformou em amor prático, em vida desprovida de si e partilhada até ao infinito.
De onde nos chega esta frescura de Presença envolvente, que inspira a prontidão para aceitar um sonho inesperado?
De onde sopra este vento de Alegria que nos empurra para trocar, quase de repente, o familiar abrigo, por uma caminhada incerta e encantada na nostalgia de um futuro outro?
Francisco, o Amigo incomum, que, à distância de séculos, pertence a todos os tempos, continua a cativá-los na sua ternura, a comprometê-los na sua pobreza, a fecundá-los no inaudito anúncio como “Arauto” que é “do Grande Rei”.
Com Teach Write em Outubro 20
Partilha de Inspirações – OE – Dia 3
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O que eu posso desenvolver é cultivar mais na minha horta, este inverno, com as minhas botas. Em termos académicos, aquilo que eu gostaria de melhorar é o Francês.
As minhas forças pessoais são o gosto pela Agricultura e a Criação de Animais.
As melhores oportunidades para o que estou a desenvolver são fazer os TPC, consultar a Tutora, participar na Aula e Recordar o que aprendi.
Para a horta vou levar as botas de inverno; quando chove não é preciso regar; se não chover, é dia sim dia não. Posso podar a vinha e as oliveiras; ainda posso semear.
Então… eu gosto de Agricultura e de Francês, como já podem ter reparado!
Aplicação Livre da Ferramenta de Coaching Educativo – MAFO
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Campanha em curso, promovida pelas “Metas Globais” ao serviço da Meta 15: A VIDA NA TERRA.
A Biodiversidade é essencial para atingirmos as Metas Globais.
A perda da biodiversidade constitui uma ameaça para as pessoas e para o planeta. Contudo, nós podemos compreender como agir para parar a perda da diversidade.
2 – Vê este pequeno Vídeo sobre a Biodiversidade
( 1m 40 do vídeo) Comenta livremente esta citação de David Attenborough:
“A biodiversidade do nosso planeta fornece todas as coisas de que precisamos gratuitamente. Mas isto só será possível se houver muita diversidade, e neste momento, ela está sob ataque.”
Tradução livre do recurso “Make Space for Nature“
oferecido por The Global Goals – Sugestões de Escrita – OE
Como nos tornamos uma espécie de Terra? Talvez escolhendo-nos.
Será que escolhemos como queremos ser, no sentido em que o diz o filósofo francês:
Assim, preparar a Terra significaria também ser cada vez mais “eu próprio”.
Para este novo Ano Letivo, que cuidados posso dar-me?
No limiar de cada questão, desenha-se a silhueta dos OUTROS. Sou Terra, mas não torrão avulso, baldio.
Pertenço a muitos, sou totalmente entrelaçado.
Que há na TERRA-NÓS?
Organismos invisíveis, fios de raízes, grãos de solo, gotas de água, bolhas de ar…
Escolho SERMOS
Com a Agenda 2020 – Sugestões de Escrita – OE
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Cascais, 27 de abril de 2020
Querida Terra,
Há muito tempo que queria falar contigo, dizer-te o quanto te agradeço por morar neste planeta maravilhoso.
Temos de te respeitar e preservar, mas isso não é o que andamos a fazer nestes últimos tempos: não temos protegido os teus oceanos, mares e rios, que estão cheios de lixo.
Não estamos a controlar a nossa produção e os gases libertados pelos carros e fábricas fazem com que o aquecimento global aumente.
Temos de mudar a nossa atitude: ser mais sustentáveis, reciclar, preservar os animais e os seus habitats, porque senão te tratarmos bem, podemos perder-te de vez.
Temos de proteger o nosso presente e o nosso futuro, unirmo-nos todos para viver em paz e harmonia e para arranjarmos novas formas de te manter saudável e continuares a ser a nossa casa.
És muito importante para mim e para todas as pessoas do mundo, escreve-me o mais rápido possível para saber o que mais posso fazer por ti.
Muitos beijinhos,
MC7 – Junho 2020
Trabalho de Português da Prof Laura Almeida