CAD em Isolamento – “O Que Me Faz Voar”

velocidade furiosaCommons Wikimedia.org     

     Gosto de ver Netflix, fazer desporto e jogar.

    O meu Género de filmes é ação e aventura; às vezes vejo uns de horror, mas prefiro os realistas.

    Filmes que aconselho são os do “Harry Potter” e “Velocidade Furiosa”.

     Uma cena marcante no “Velocidade Furiosa” foi a homenagem ao ator secundário que morreu enquanto acelerava demasiado numa curva e foi contra uma árvore.

   Mostraram imagens dele e do ator principal: como iam por caminhos diferentes, o ator principal ficava no filme e o outro  ia por outro caminho a identificar que esse caminho era o céu e o autor principal disse que nunca se iriam separar, iriam ficar sempre juntos.

sufing

   Image par Free-Photos de Pixabay 

     Os meus desportos favoritos são o Ténis e o Surf .

    Na prática do Ténis, desenvolvo a rapidez ao correr de um lado para o outro do campo; sinto que desenvolvemos os reflexos que nós temos, ao tentar tocar na bola, quando ela vem de repente. Para aquecer corro à volta do campo e, se falho a bola, às vezes a professora manda-me fazer flexões.

     Até agora entrei em torneios pequenos; gostava de entrar em campeonatos maiores como no campeonato mundial. O Guga já vai a Campeonatos Mundiais.

    A minha experiência de Surf é um projeto para o Verão, pois gosto imenso de estar na água; vou à Comporta e ao Algarve.

   Quando apanho umas ondas, deitado na prancha, gosto muito, é bom estar na água, é uma sorte estar na água, tenho uma sensação única.

    Adoro sentir-me bem no Mar e ter aquela sensação de conforto na água.

esquadrõesPexels.com Author: Everson Meyer

   O meu videojogo favorito é o Fortnite. Comunico com os amigos, às vezes conheço amigos dos amigos, que antes não conhecia.

   O mais interessante do jogo é o trabalho em equipa para conseguir vencer. Há vários modos, um dos quais é “Esquadrões”, em que temos de estar a olhar uns para os outros e ver se ninguém é atacado.

   Na prática do Fortnite, desenvolvo reflexos, pois quando dão tiros no jogo, sinto que vem alguém, sinto passos a virem, penso que é alguém e ponho-me sempre em alerta.

Conversas na Oficina – TB6A

CAD em Isolamento – 10 Animais mais Perigosos da Austrália

Nº 10 – Cobra da Morte

a cobra da morteCommonsWikimedia.org

     Esta cobra só se encontra na Austrália, ela não é venenosa, mas é muito agressiva, morde, enrola-se mas pessoas, sufoca-as. Em cada 5 mortes por “asfixia” duas são por esta cobra.

Nº 9 – Polvo de Anéis Azuis

polvo de anéis azuis   Flickr.com Author: Saspotato

     Animal muito bonito, mas como muitas pessoas dizem, não se deixem enganar pela aparência, porque é exatamente nesses anéis azuis onde se ingere o veneno. E apenas uma pequena dose desse veneno é capaz de matar vinte homens adultos.

    Já houve até baleias de uma tonelada e meia que morreram por causa deste polvo.

    O pior de tudo é que se encontra nos corais, mede apenas cerca de 5cm!

Nº 8 – Morcegos Gigantes

giant bat

   Flickr.com Author: LEO

    Os morcegos gigantes mais conhecidos por morcegos gigantes australianos, não são perigosos, mas o tamanho é de se assustar.

     Esses morcegos podem atingir os 2 metros de comprimento de asa a asa.

Nº 7 – Peixe-Pedra 

peixe pedraFlickr.com Author: Bill and Mark Bell

     O peixe mais temido dos corais australianos é o peixe pedra. Este peixe é muito difícil de encontrar, pois esconde-se e sempre que aparece uma presa ele ataca.

    Tem uns piquinhos no topo e as pessoas sem querer pisam-no e injetam o veneno no pé. Pessoas houve que pediram para amputar a perna de tanta dor que sentiam.

6º – Aranha Teia de Funil

aranha mais tóxicaCommons.Wikimedia.org

      Esta é uma das aranhas mais perigosas e temidas. Elas não gostam de florestas, mas sim de cidades, onde, na maioria das madeiras com buraquinhos, elas moram.

    Atacam as presas, matam por prazer, não apenas por invadirem o seu território.

   As probabilidades dos seres humanos picados morrerem é grande. O seu ferrão já foi comparado com dentes de cobra.

Improviso Oral do Aluno – FM5C

CAD em Isolamento – Gretha Thunberg

GretaWikimedia.commons.org

    Gretha Thunberg é uma jovem sueca de 17 anos, com cabelo loiro e pele muito clara.

    Ela faz coisas incríveis – imaginem, ela quer fazer uma viagem, então escolhe um transporte para não poluir o ar, toma iniciativas para não poluir .

     Ela é vegetariana e ativista pelo direito dos animais. Ela reconhece as suas dificuldades, mas considera que, por vezes, “ser diferente é um superpoder!” 

    As pessoas começaram a vê-la sentada nos degraus do Parlamento Sueco, às sextas-feiras, com um cartaz de protesto contra o aquecimento Global.

     Ela começou a fazer discursos, a ser convidada para falar na televisão, e a ficar mais conhecida.  Como ativista climática, Greta falou aos líderes mundiais reunidos na cimeira da ONU para a Ação Climática, em 2019, em nova York.

     Disse que os adultos tinham  roubado os seus sonhos e a sua infância com as palavras vazias deles.    

     Greta disse que nós estávamos no início de uma extinção em massa e tudo o que os adultos sabiam falar era sobre “dinheiro e contos de fadas do eterno crescimento económico”. E terminou, perguntando: “Como se atrevem?”

     Foi Candidata ao prémio nobel da Paz em 2019  e tornou-se uma heroína dos nossos tempos.

Trabalho para Apresentação Oral – CM6C

CAD em Isolamento – Regresso A Uma Nova Escola

O que mais gosto na Escola

escola coraçãoImage par Gordon Johnson de Pixabay 

     A minha disciplina favorita é EV; podes desenhar o que quiseres, fazer diferentes tipos de criação artística, pegar em lápis, em cores, uns papéis que ao toque parecem lisos, não tem altos e baixos.

    A disciplina que me parece mais fácil é HGP. Basicamente nao tens coisas para decorar, só as datas; o professor, ao tentar explicar uma guerra faz uma representação que me facilita perceber. É bom saber o que as pessoas do passado viveram, como foram surgindo as coisas, as pessoas, os comboios,  as maneiras de ver.

    A disciplina que acho mais difícil é Português: tem demasiada gramática que é preciso decorar, tal como pronomes, adjetivos, o sujeito… Para estudá-la uso um caderno, faço um esquema e leio várias vezes para conseguir decorar.

     Nos intervalos , antes da Quarentena, eu ia passear pela Escola e, às vezes, ao pé da papelaria da Rosa, há um espaço, onde a B. a L. e a C. ficamos lá a dançar e a conversar.  Com estas 3 Amigas é que passo os intervalos. Sei que são minhas amigas pois a C, já conheço desde o 1º ano; a B e a L vieram de novo para o Colégio no 5º ano. Já convivemos há muito tempo, sei que são de confiança.

Na Escola Semi-Virtual

escola virusImage par chiplanay de Pixabay 

     Em vez de escolhermos dois amigos para as turmas do próximo ano, escolhemos mais um, 3 e ficamos juntos nas miniturmas  de 15 alunos.

    O professor ou professora de cada disciplina pode criar atividades em que aprendemos ao mesmo tempo; quando nós levamos tpc para casa, podemos telefonar a um companheiro que nos ajuda a estudar e que nós ajudamos a ele, formando pequenos Grupos de estudo.

    Os alunos de sétimo ano podem preparar trabalhos combinando disciplinas diferentes e  podem dar aulas aos professores sobre as disciplinas que eles não dão e mostrar como as crianças pensam.

    Como nós precisamos de ar livre  – e é muito mais seguro – vamos para fora, fazer aulas no Jardim, uma turma de 15 fica no Anfiteatro, outra turma fica nas mesas do jardim coberto.

     Em História podíamos ir a um sítio que marcou muito a História de Portugal e ficar lá a dar aulas, como por exemplo, os Castelos da Idade Média, Aljubarrota, o Palácio da Pena.

     Assim como houve uma concentração, com o programa da Cristina Ferreira, ao ar livre e as pessoas dentro do carro a assistir, também podíamos fazer a Festa do CAD 2021 ao ar livre, num recinto onde coubessem os carros dos pais, com écran gigante e um palco.

     Devemos andar sempre com máscara na Escola, lavar as mãos antes e depois das aulas, tentar não tocar em nada; levar um esguicho de alcóol em gel; podemos fazer picnics ao ar livre ….para deixar o refeitório com menos pessoas. quando acabamos de comer, não podemos pôr os cestos um ao lado dos outros.

CM6C

70 Anos CAD – Ser Pobre É Melhor Que Ser Rico – (2011)

jewel

Image par laminaria-vest de Pixabay

   Era uma vez uma família muito pobre, que nem dinheiro para comida tinha. Essa família era constituída por quatro pessoas.

     O Pai, era alto e simpático, de cabelo curto e escuro, olhos castanhos e tristes.

     A Mãe, alta e elegante, de olhos azuis e cabelo loiro, liso e curto,  usava um vestido agora rasgado.

     A Filha era bonita, loira, de cabelo comprido e ondulado, de olhos azuis como o mar, muito simpática e corajosa.

     O Filho era baixo e resmungão; de cabelo preto e curto, olhos cor de terra, vestia uma camisola de manga curta e umas calças de ganga.

     Apenas há uma semana eram pobres, pois um tremor de terra tinha destruído a sua casa e os bens que lá estavam.

     Os problemas eram grandes, estavam sem comida, sem água, sem casa, sem nada, pensavam eles, mas, na verdade, tinham algo muito mais especial, tinham amor.

     Rita, a filha mais velha, julgava que se não fizesse nada, ficariam naquelas condições para sempre, por isso, um dia, partiu em busca de riquezas   para fazer a sua família feliz.

    Arranjando maneira de entrar no metro sem ser vista, Rita partiu para Clesford, a cidade mais rica do mundo!

     Depois de passar horas sentada, chegou finalmente ao seu destino; estando cansada e cheia de sede, Rita aproximou-se do Poço mais próximo, mas não era um poço, era uma entrada para uma mina disfarçada!

     Rita não perdeu tempo: saltou lá para dentro e começou a apanhar diamantes, rubis, esmeraldas e outras pedras preciosas! Assim que encheu as mãos e os bolsos, subiu, deliciada com o que encontrara.

     Mas o que ela não esperava é que estivesse rodeada de seguranças que a queriam agarrar; com um ágil movimento, Rita viu-se livre dos homens que, um a um, acordavam e perguntavam –se onde estavam!

      Voltando para casa, sentia-se bastante satisfeita, mas quando lá chegou, a reação dos pais não era a que esperava: ao chegar, os seus pais atiraram as pedras preciosas para o chão, dizendo:

     – Não há pedra mais preciosa do que tu! – Disseram entre lágrimas .– Nenhum diamante te poderia trazer de volta.

     Então a família dividiu o dinheiro entre todos os pobres da cidade, e foram viver como uma família normal e muito feliz.

INESQUECÍVEIS ALUNOS – Vera 5C 2011

CAD em Isolamento – As Pandemias na História – I

10 – A Praga de Justiniano

yersiniapixinio.com

    O próprio Imperador otomano ficou infetado. A praga causou mais de 25 milhões de mortos, incluindo o Imperador.

   O que trouxe a cura a esta doença é que o corpo ganhava imunidade ao fim de 4 semanas.

    Os sintomas eram febre alta, tosse incluindo sangue, paralisação e inflamação nos olhos, nariz e boca e grande emagrecimento.

9 – A Peste Negra

o triunfo da mortewikipedia.org

   Causada pela bactéria hiersinia pestis, descoberta por um Francês no século XVIII. Causou mais de 230 milhões de mortos e mais de 2/3 da populações.

    Em Portugal, estima-se que metade da População morreu.

8 – A Gripe Russa

gripe russaWikimedia Commons

   Causou poucas mortes –  relativamente – 240 mil mortes; a bactéria é igual à do sarampo. Afetou principalmente a Rússia, o Norte da Alemanha e Polónia; durou um ano, 1889 – 1890.

7 – A Varíola

varíola

Picsels.com

      Atormentou o mundo durante mais de 3000 anos, equivalente a 30 séculos, o que leva a incluir séculos A. C.

     Causou 300 milhões de mortos, equivalente a quase a população inteira dos EUA.

    Na 1ª etapa era igual à gripe: cansaço, febre e dores musculares. Na 2ª etapa, incluía dificuldade em falar, paralisação e dificuldade respiratória. Na 3ªetapa, a mais avançada, causava borbulhas por todo o corpo, não faltava nenhuma parte, podia causar perda de visão e estado de coma por 3 semanas.

6 – Praga de Marselha

Wikipedia.org

      Esta praga começou com vários barcos comerciantes vindos da Rússia e Norte de Africa, atracados nos portos. Como peste negra, transportada por pulgas nos ratos, causou mais de vinte milhões de mortos, incluindo o Imperador Austríaco, que ficou infetado e morreu.

    Improviso oral do Aluno com base nas suas pesquisas pessoais.

FM5C

CAD em Isolamento – O Dia da Criança

   dia da criança

     Image par Grae Dickason de Pixabay 

    Dia 1 de Junho é um dia muito especial, pois nesse dia reconhece-se que as Crianças devem ser tratadas com igualdade, sejam brancas ou de cor.

 Todas devem ter direito a uma boa Educação, uma boa Saúde, uma boa Alimentação, que também é essencial para uma Criança, pois enquanto Crianças, estamos a crescer, então precisamos de comer.

    As Crianças devem ter o respeito de serem amadas, não serem abandonadas pelos Pais, nem para doações, nem levarem com cintos por se portarem mal.

      As Crianças de hoje serão os adultos de amanhã, que nos irão dar a maior felicidade que podemos querer: os nossos netos!

      As Crianças são importantes. Até mais que os Adultos, pois têm uma vida prolongada pela frente, cheia de aventura, criatividade e com amor verdadeiro.

    As Crianças merecem ser felizes como todas as outras pessoas no mundo. Ninguém deve chorar antes de dormir. Nem chorar por ações cometidas, pois não se pode mudar o passado.

  E se nós fizemos essas ações, foi por um Bem maior. Se o fizemos foi para proteger as nossas Famílias, os nossos Amigos, até mesmo os nossos Animais que vemos como irmãos. Foi para protegermos quem amamos.

    Há mais de cem anos, as pessoas viviam, no máximo, até aos 75, então, as pessoas deveriam ter aproveitado ao máximo, mas em vez disso, entraram em guerras e em desespero.

     Nós, hoje, estamos a fazer a mesma coisa. Temos de viver a vida ao máximo, a não ser que sejamos indestrutíveis, porque mesmo se vivermos apenas pouco tempo, vivemos melhor com quem amamos, pois quem amamos esteve sempre ao nosso lado.

    Se o nosso melhor amigo for um totó de quem ninguém gosta, nós devemos apoiá-lo, não abandoná-lo; se o nosso melhor amigo for uma pessoa popular, de quem toda a gente gosta, mas que nos trata mal, devemos abandoná-lo, pois assim, estamos a desperdiçar a nossa vida, em vez de a vivermos ao máximo.

    Em vez de termos pessoas que não gostam de nós, podemos viajar com pessoas que nos amam, por todo o mundo, ver coisas que as pessoas que não gostam de nós nunca viram nem sonharão ver, pois estão importantes consigo mesmas.

    Acho que devia haver um dia que se chamaria “o Dia da Alegria”, nesse dia ninguém podia chorar, nem estar agarrado ao telemóvel. Só poderia brincar e rir, como uma Criança, a Criança que está dentro de nós.

Criação Oral de Texto – MF5B

CAD Em Isolamento – A Avalanche -II

 avalanche iiWikimedia Commons Author: Loutherbourg    

     – Eu chamo-me Érika Jasmina Tordil Laurin Blotsk. Mas pode chamar-me apenas Érika.

     – Então, Érika, o que te traz junto de nós, os Nebs?

    – Eu estava a subir a montanha para esquiar, e subitamente, vi uma avalanche vir em minha direção. Felizmente, eu abriguei-me atrás de uma grande rocha e fiquei lá por longas e duradouras nove horas. 

     – Nove Horas?! – exclamou Gobir muito espantado.

     – Sim, sim, nove horas. Eu mal me conseguia mexer; sentia o frio nos meus ossos, ou melhor nem sentia os ossos. Até que apareceu um Grupo de seres que me trouxeram até aqui.

     – E como te sentes agora? 

     – Estou melhor.

     – Que bom ouvir isso! Sabes como voltar para casa? 

    – Eu nem sei como vim aqui parar!

    – Não te preocupes. Irás ficar aqui até conseguirmos mandar-te de volta. Um dos meus guardas irá levar-te até a casa onde vais dormir. 

      Gobir murmura ao ouvido do guarda: 

      – Fica de olho nela e garanto-te que ela não pertence aos Vebs.

      Os Vebs são inimigos mortais dos Nebs e estão em guerra com eles. 

     O Guarda acompanhou Érika até uma casa que mais parecia as casas dos esquimós, mas só se conseguia ver a entrada, em forma de tubo branco de um diâmetro adaptado á altura dos Nebs mas que a iria obrigar a curvar-se para entrar.

     Érika perguntou ao guarda: 

     – É aqui que vou dormir? 

     – Sim – Respondeu o guarda, sério e sem expressar emoção.

     Quando Érika estava a falar com o guarda, um porta redonda  abriu-se na casa de gelo e saiu de lá uma Nebs muito surpreendida. Ela tinha cabelos brancos, olhos azuis, pele clara e parecia ter doze ano. 

     – Olá Senhor Guarda, a que devo esta visita?  – perguntou a jovem Nebs. 

      – Recebemos uma hóspede e o Chefe pediu se lhe podia dar alojamento.

       – Sim. mas é claro. A minha mãe tem um quarto amoroso e com certeza que não se irá importar. – respondeu a Nebs com um sorriso no rosto. 

        O Guarda deixou Érika e, sem se despedir, foi-se embora. 

IM8B

CAD em Isolamento – Dia dos Adolescentes

adolescentesImage par Phan Minh Cuong An de Pixabay 

     O Dia do Pai, o Dia da Mãe, o Dia dos Avós, o Dia dos Namorados, o Dia da Criança… mas falta o Dia dos Adolescentes!

     Os Adolescentes merecem ter um dia porque começam a ter mais trabalho e a aprender coisas novas; começam a mexer virtualmente e a brincar com a própria imaginação.

    E se houvessem “Direitos dos Adolescentes”? Seriam: “Todo o Adolescente tem direito ao respeito dos pais” “Merecem conviver com os Amigos” “Têm o Direito de Ajudar os que necessitam”, por exemplo, ajudar uma criança.

   Será feriado porque, tal como as crianças, os Adolescentes merecem descanso e convivência.

    Diferentes formas de celebrarmos o Dia dos Adolescentes:

      • Ir para a Escola e fazer uma Festa na Sala com música, comida, bebida, jogos e dança.
      • Com a Escola, ir para a praia ou piscina, com a Turma.
      • Fazer atividades, como por exemplo, paintball, surf, equitação, desporto e picnics no parque.

     A Adolescência é uma fase difícil, mas muito curta. Deve ser vivida ao máximo, com responsabilidade e, principalmente, com afeto.

CM6C

CAD em Isolamento – Aventura no Deserto

Image by Patricia Alexandre from Pixabay 

     Eles viviam no Deserto e as suas casas eram de palha; eram o Omar e o Zeid.

     Desejavam um sítio melhor para viver e já há anos que o procuravam.

    Até que um dia, encontraram alguém que se chamava Ruby: era uma cachorra esperta, mas não conseguia falar. Ficaram com ela e levaram-na.

     Outro dia, encontraram uma miragem, pois estavam cheios de calor!

    Aí, encontraram um rato do deserto escondido numa toca de areia, mas veio uma tempestade de areia que os fez flutuar até uma floresta cheia de mamíferos.

    Um morcego gigante e carinhoso levou-os até ao Iraque cheio de guerra, mas encontraram  uma Senhora muito simpática que os levou a um sítio muito seguro, sem guerra.

    Ficaram a viver naquele sítio pacífico para sempre.

OA5B

CAD em Isolamento –  História de Pescador

arapaimapikist.com

     Nas longínquas selvas amazónicas existe uma lenda sobre um Peixe que engole pessoas, mais conhecido por Arapaima.

     É um peixe gigante que vive nos rios da selva amazónica; já vários pescadores tentaram pescar esta fera das águas.

    Vamos acompanhar o famoso pescador que vai tentar pescar a lendária Arapaima.

     O pescador foi para uma pequena vila nas margens do rio Negro. Ele perguntou a vários moradores locais sobre a lenda da Arapaima e conseguiu uma valiosa informação: “Na casa do Rogério, o seu avô já viu uma Arapaima”. O pescador perguntou como era o peixe.

    O avô do Rogério disse que o peixe media 3 m, pesava mais ou menos 250 kg, tinha uma armadura de escamas e que engolia tudo o que lhe aparecia à frente.

   O pescador perguntou onde tinha encontrado a Arapaima. Ele levou-o para as redondezas da vila, nas margens do Rio Negro; disse que tinha encontrado a Arapaima naquele sítio.

    Depois de perguntar a mais moradores locais, confirmou o aparecimento da Arapaima nas margens do Rio Negro.

    O nosso valente Pescador veio numa tentativa para pescar a Arapaima. Na sua primeira tentativa ele não pescou a Arapaima, pescou algumas piranhas e bagres.

    O problema era que não sabia qual era a isca que deveria usar para pescar a Arapaima. Ele ficou a saber que  a Arapaima come piranhas com a ajuda de alguns moradores locais.

     Na sua segunda tentativa, o pescador usou, como isca, piranhas; ele tentou, tentou e tentou… E já no final do dia, ele fisgou a Arapaima!

    Eles lutaram durante duas horas, os dois estavam exaustos, mas depois que  já dominou o peixe, o pescador, quando estava a recolher a Arapaima, ele teve de cortar a linha e a Arapaima, bateu-lhe com a cauda e soltou-se.

     Eles encontraram-se de novo numa longa luta de força; eles lutaram por muito tempo, quando o pescador dominou o peixe, levou-o para o barco e mediu-o: tinha 5 metros e pesava quase 400 kg e era um exemplar com mais de 100 anos.

    Então o nosso pescador conseguiu pescar o exótico ser. E agora acabou a jornada de apanhar a lendária Arapaima!

ZH6D

 

CAD em Isolamento – Sonhar as Férias

caravanaImage par Jill Wellington de Pixabay 

     As férias que os meus Pais e nós planejávamos era alugarmos umas daquelas caravanas gigantes e irmos explorar as florestas, andar de bibcleta e cada dia ser uma nova aventura!

     Nós iremos andar de bicicleta, mas ao contário de ao pé da nossa casa, nós poderemos andar por todo o lado, pisando as folhas caídas no chão, observando a beleza nas árvores e respirando o ar puro da Natureza.
        O meu pai me ensinaria a utilizar a bússula….

     Eu sempre gostei de viagens e de aventuras, porque descubro novas culturas, novos monumentos entre outras coisas.

    Acho que todos têm um desejo em comum, que é viajar. Aposto que a maioria das pessoas tem uma viagem dos seus sonhos.

   A  viagem dos meus  sonhos sempre foi ir às Caraíbas – quer dizer, o país mais longe a que cheguei, foi Espanha-.

   Recordo-me quando eu tinha 6 ou7 anos, de colecionar panfletos de todo os sítios novos a que eu ia; depois, no final do ano, eu tinha uma pasta de panfletos abarrotada!

CA5A

CAD 3ª FASE – A Guitarra Que Gostava de Ser Tocada

violaImage by Efes Kitap from Pixabay 

     Era uma vez uma Guitarra que gostava de ser tocada; havia duas pessoas que tocavam naquela Guitarra.

     As duas pessoas eram uma rapariga e um rapaz; a rapariga chamava-se Luísa e o rapaz chamava-se Joaquim.

     A Luísa era quem mais tocava Guitarra, porque ela era quem mais queria aprender. Ficava as semanas todas a tocar, enquanto o Joaquim não se interessava assim tanto: só tocava segunda, quarta e sexta-feira.

     Uma tarde, quando chegaram do Colégio, a Luísa foi tocar; quando a mãe chegou, perguntou se podiam tocar o que conseguiam.

     A Luísa pediu para ser primeiro o Joaquim; quando ele começou a tocar, não conseguia tocar direito. E a Mãe disse:

     – Tens que treinar mais.

    Quando chegou a vez da Luísa, a Mãe ficou impressionada, porque a Luísa conseguia tocar bem e rápido.

       Depois, o Joaquim foi treinar e a Mãe disse:

       – Luísa, toma o teu prémio, por tocares muito bem.

      – Obrigada pela Guitarra nova! – Exclamou a Luísa.

BB5C

CAD -3ª Fase – “Os Lagartos Aterrorizadores”

 

T- Rex

Flickr.com Author: Sandra Strait

     Existem muitas raças de Dinossauros reais, e a minha raça favorita é o T-Rex.

      Existem muitos esqueletos de Dinossauros debaixo da Terra. Eles viveram há 200 milhões de anos atrás e foram a espécie dominante durante 135 milhões de anos.

    Do nada veio um asteroide gigantesco que bateu na Terra e mudou o clima. Os Dinossauros não conseguiram resistir.

    Sir Richard, em 1842, deu-lhes o nome de “Dinossauros” porque significa “Lagarto Aterrorizante”.

     Alguns Dinossauros chegavam a ter mais de 30 metros de comprimento e 15 de altura.

        O T-Rex era carnívoro e alimentava-se de outros animais.

https://kidskonnect.com/animals/dinosaur/

OA5B

A Viola Que Tornava Invisível

     viola

   Pxfuel.Com

    Era uma vez uma menina chamada Beatriz que gostava muito de jogar. O que ela mais jogava era Minecraft, na sua X-Box. Andava sempre a construir casas.

     Houve um dia em que a Mãe da Beatriz foi a uma loja e comprou uma viola. Quando chegou a casa, chamou a Beatriz que foi logo ter com a Mãe e perguntou:

       – A Mãe vai começar a tocar guitarra?

       – Isto não uma guitarra, é uma viola e é para ti.

       A Beatriz levou a guitarra para o quarto e começou a pensar:  – “Por que é que eu tenho uma guitarra se nem sequer sei tocar?”

     A Mãe disse à Beatriz:

     – Beatriz, não é uma Guitarra, é uma Viola. E eu sei como resolver o teu problema.

      – Tu podes instalar Yousician  e Guitar Tuna. São ótimas para ti. Não te esqueças que é uma viola.

      – Ok, Mãe.

   A Beatriz instalou as suas Apps e começou a experimentar. Viu que a Guitar Tuna é para afinar a viola e a outra é para aprender a tocar músicas.

   No fim do dia, a Mãe pediu à Beatriz que tocasse uma música que tivesse aprendido.

    A Beatriz tocou e ainda não tocava bem, mas estava bom para principiantes.

    – Beatriz, vou-te por no Verão, num Campo chamado MusiCasa; e vais para a Viola.

     No verão, a Beatriz foi 20 semanas para o “Musicasa” e, quando acabaram as 20 semanas, a Mãe pediu para a Beatriz tocar. A Betriz tocou; já tocava bem e tornou-se invisível.

    A Beatriz e a Mãe descobriram que quem tocava bem na Guitarra tornava-se invisível.

BB5C

As Minhas Férias de Verão Inesquecíveis

     

       Flickr.com Autor: Vítor Oliveira

      Eu, o meu pai, o meu amigo e os dois cães, partimos dia 27 de Junho. 

     Eu e o meu Pai já planeamos algumas atividades: por exemplo, vamos com duas redes apanhar caranguejos, mas bem cedo.

    Depois de os apanharmos, devolvemo-los ao mar, mas antes de os devolvermos à lagoa, nós pegamos no balde onde estão, despejamos na areia, eles começam a correr e nós fazemos apostas a ver quem chega primeiro ao mar, mas os cães acabam por torturar os caranguejos: ou pisam-nos com as patas ou agarram-nos com a boca e atiram-nos para onde eles quiserem.

    Também vai haver Praia, todos os dias, muito cedo de manhã, vamos para a praia; para não apanharmos muita gente, instalamo-nos nas dunas com as nossas coisas: toalhas, guarda-sol, etc.

    O meu Pai vai levar só um dos cães de cada vez para a praia, enquanto eu e o meu amigo vamos apanhar ondas nas nossas pranchas de bodyboard.

   Vão ser momentos muito divertidos e inesquecíveis, porque, quando estamos dentro da onda, não nos apetece sair de lá, pois é calmo.

     Quando acabarmos, vamos relaxar para a piscina com as nossas boias, a apanhar sol; também vamos jogar golfe e vai ser formidável, porque já não jogamos há muito tempo.

     Vamos andar de Buggy pelo jardim inteiro da casa que é enorme, com relva, algumas palmeiras e figueiras; vou apanhar figos para a minha Mãe.

     Mais à noite, cansados, vamos ver filmes na Netflix, de terror, de aventura e ação, de comédia, com os cães deitados ao pé do sofá.

    E o melhor de tudo, vamos dormir com os nossos cães nos nossos quartos! Vamos usá-los como peluches; o Jungle, que é o pastor alemão, tem mais cara de ir dormir ao nosso lado, enquanto o Stark, tem cara de ir refastelar-se em cima de nós e mexe-se imenso até adormecer!

TB6A

CAD em Isolamento – Fazem-me Sentir Livre

galopeImage par ArtTower de Pixabay 

      Os cavalos são muito lindos e têm várias raças.

    Eu admiro-os porque eles, quando estão a correr, fazem-me sentir que sou livre e posso fazer o que eu quiser.

    Estive num Campo de Férias, na Quinta da Bicuda, onde se podia cuidar, lavar, andar, fazer aulas com os cavalos. Era muito divertido!  Lá também havia cães de guarda: dois pequenos e um grande e meigo.

     Havia um cavalo que se chamava Bacaton, que eu montava, e outro que se chamava El-Dorado, que eu não montava, mas era muito lindo. 

    O Bacaton era castanho escuro e olhos claros, mas tinha um defeito: era cego de um olho, mas eu adorava montá-lo e nunca me deixava cair.

    O El-Dorado tinha pêlo branco, e crina dourada. Gostava dele porque era bonito e gostava de montá-lo.

Gentileza da Autora

     No primeiro dia, em que fui para o Campo de Férias, estava muito nervosa, não sabia fazer nada, escovava com a escova errada, não sabia pôr a sela, não sabia levar o cavalo para picadeiro…  Mas no último Dia, já sabia tudo!

     Às quintas feiras sempre fazíamos jogos com os cavalos – por exemplo, com uma égua chamada Penélope e uma taça no meio do picadeiro, cheia de rebuçados, nós tínhamos de montar sem sela – eu não sabia, estava muito nervosa; uma menina ajudou-me e tínhamos de agarrar nos rebuçados com um pau que tinha uma tacinha na ponta, e voltar a trepar.

     Também fazíamos uma Festa de Pijama no picadeiro: comíamos uma ceia, montávamos as tendas no picadeiro, ficavam cheias de areia e dormíamos lá!

   Havia um cavalo chamado Chocolate, que náo deixava fazer nada: cada vez que eu ia tentar tirar a terra dos cascos, com a ferramenta que tem um bico não muito afiado, ele não deixava. 

     O meu cavalo ideal seria de pelo preto ou castanho, olhos claros, crinas de médio comprimento, um pouco mais claras que o pêlo e muito meigo.

    Quando os cavalos selvagens correm, eu sinto que posso fazer tudo e penso que cada cavalo tem o seu jeito de ser. É tal como acontece com os humanos.

CM6C

No Paraíso de Vale de Vargo

brasão

      Meu irmão e eu vamos ficar separados: os meus pais acham que é bom; ele vai duas semanas ao Alentejo e depois trocamos.

    No Alentejo dou passeios de bicicleta; vamos de bicicleta pelos caminhos de uns terrenos, com oliveiras, que são do meu avô.

    À noite vejo netflix e com a minha avó também vejo filmes, é muito melhor ver filmes em família. Comemos Gaspacho e açorda à Alentejana!

    O meu outro avô, lá na sua pequenina aldeia pouco conhecida, tem “a baixa”, com um banco onde os homens se reúnem para conversar. Vou a pé entre as duas casas dos meus avós.

     Nos meus avós paternos é que existe um terreno gigante, só tem uma galinha pois o meu cão comeu-as. Cultivam nêsperas, tomate, fruta e legumes.

    O meu avô materno, o avô das olivieiras, tem um limoeiro e  ainda lhe pôs uma pernada de tangerineira e agora a árvore dá limões e tangerinas! Ele tem também uma pequena oliveira que tem o tronco todo entrançado.

   O meu cão é um pastor Alemão e teve de ir viver com o meu avô paterno por ser muito grande. Quando estamos de férias e vamos lá, ele conhece o barulho do carro, empina-se no portão assim que nos ouve. Aquele cão come tudo, empina-se à árvore que é uma nespereira e come nêsperas. Come nozes, quando eu lhas parto. Não pode sair do quintal pois ataca outros cães.

    Se passa um cão na rua ele vai logo ao portão e ladra, ladra, ladra até o cão desaparecer. A minha avó é que o vai acalmar. Mas com as pessoas é simpático.

     A vida na aldeia é mais calma, algumas pessoas trabalham muito, o meu avô acorda às seis da manhã e passa o dia todo no quintal. Os dois avós passam lá o dia todo, têm sempre muito que fazer lá fora.

     Uma vez, nós, lá no quintal, apanhamos um piriquito que andava à solta. Pusemos numa gaiola durante uns dias, e o meu avô disse:  – Coitado do Animal! – E soltou-o. O Piriquito não saía de lá, ficava sempre no jardim. Porque sabia que na gaiola havia sempre comida, então entrava e saía pela porta aberta.

   Todos os dias, ele estava do lado dos cães; há um terreno com terra lavrada, depois um terreno separado por muro onde estão os cães. O piriquito estava do lado dos cães, e todos os dias ia comer dentro da gaiola.

    O pastor alemão – o Jaguar –  dá-se bem com os outros cães: o Terréu, – este nome é porque os pais do meu avô tinham um cão chamado assim; há um muito velhinho que é surdo, é pequenino; e no nosso lado, temos ainda uma fêmea, pequenina, muito minha amiga: tem muito pelo e é amarelado, chama-se “Minie” .

     Havia ainda um labrador que morreu, porque um carro lhe bateu e desde aí ficou mal; o meu pai e o meu avô não me deixavam tocar nele.

    Os meus primos que vivem em França também vão lá, pois têm lá a sua avó que é a irmã do meu avô paterno. Encontramo-nos numa parte do verão, porque lá em França as férias são diferentes.

Conversas na Oficina  – AS6C

CAD em Isolamento – A Maior Estrela

sistema solarAgência Universitária de Notícias       

       Era uma vez o Sol que queria ser maior. Então criou a Lua. Pediu à sua amiga, a Lua. Antes de qualquer coisa, a Lua perguntou ao Sol:

      – Como é que eu vim aqui parar?

     O Sol, com ar de pouca importância, respondeu:

     – Isso não interessa agora. O que interessa é que eu tenho de ficar maior.

      A Lua, com ar de muito aborrecida, quis saber: 

    – Ó Sol, e o que queres que eu faça?

     O Sol, com um ar de pouca dúvida, ripostou: 

    – O que achas? Estamos no século XXI. É só pedirmos a uma cientista, a Terra.

    Então a Lua criou a Terra. A Terra,  com um ar de muito nerd, disse: 

     – Sabiam que a ficção científica é muito divertida e muito interessante?

     A Lua, interrompendo-a:

    – Terra, não sejas tão nerd! Tu és cientista não és? 

     – Sim sou. Porque perguntas? Não tenho cara disso?

      – Sim, tens cara de ser nerd e muito totó. Mas precisamos que tornes o Sol maior.

    – Para isso preciso de uma ajudante e vocês são tão burros que nem sabem ler! Então preciso de chamar outro planeta.

     A Terra chamou Júpiter. Era um atleta que disse, com um ar muito importante: 

    – Sabem, já queimei dez calorias hoje.

    E a Terra comentou, com um ar muito inconveniente: 

    – Bolas ! enganei-me, chamei um ainda mais burro que os outros todos!

     Júpiter, com ar muito ofendido, replicou: 

    – Eu não sou burro, só não tenho cérebro para pensar como tu, sua Totó!

    Então, começaram todos à bulha. O Sol disse:

    – Chega! Vamos chamar um juiz para acabar com esta confusão.

    Chamaram Saturno. Saturno, com um ar muito incomodado, quis saber: 

     – O que é? Interromperam a minha sesta da Beleza! Sei que sou juiz, mas não precisam de me incomodar a cada hora.

     Virou as costas e foi-se embora, como se nada tivesse acontecido. A Terra esqueceu a confusão e perguntou ao Sol e à Lua: 

    – Mas afinal por que é que estamos todos aqui?

     E a eles, com uma ar muito do século XXI, o Sol respondeu:

    – Tipo, porque eu quero ficar maior, Dâaah. Então eu chamei-vos, para fazer uma experiência científica.

     A Terra explicou:

     – Ó seu burro, mas se queres que eu te torne maior, tens de me dar um bocado de todos os planetas do sistema solar.

    Então a Terra decidiu passar por todos os Planetas que poderiam estar ali e tirar um bocado de cada:

    – Vamos separar-nos e criar Planetas.

   O Sol criou Marte, a Terra criou Plutão, a Lua criou Vénus, Júpiter criou Urano e juntos criaram o último Planeta,

    o Juiz, novamente, com um ar enraivecido, exclamou: 

    – O que foi agora?

      O Sol exclamou: 

     – Só precisamos de um pedaço teu, seu arrogante!

    Então o Juiz deu-lhes um pedaço e foi-se embora. Depois a Terra juntou todos os bocados e fez uma poção. O Sol bebeu a poçáo e tornou-se a maior estrela da nossa Galáxia.

    Foi assim que o Sol se tornou a maior estrela do Universo!

Criação Oral de Texto – MF5B

CAD em Isolamento – A Avalanche

avalanche

   Wikimedia Commons Autor: Loutherbourg

      Naquela manhã, Érika  estava impaciente para sair. Ela queria muito ir para a Montanha, para poder esquiar.

    Érika saiu de casa bem cedo, para ser a primeira a chegar.

    A Montanha era enorme, a neve tinha uma brancura intensa e luminosa, cada vez que se dava um passo em direção ao cume, sentia-se o vento fresco que cheirava a liberdade.

     Vindo do nada, o chão começou a tremer, Érika olhou para a montanha e viu uma avalanche a avançar na sua direção.

      Aterrorizada, só teve tempo de se pôr atrás de uma grande rocha perto dela.

     Érika ficou lá presa por nove horas; já estava a perder a esperança. Sentia o seu coração a bater, não conseguia controlar os seus dentes, não sentia os dedos dos pés.

   Inesperadamente, Érika ouviu um barulho que se assemelhava a alguém a escavar  a neve. Nesse momento, a Esperança voltou, gritou com todas as forças que ela tinha: “- Eu estou aqui, Ajudem-me”.

  Pouco tempo depois, apercebeu-se de que não estavam a escavar do lado de fora, mas dsim do interior da terra. Érika pensou que estava a delirar, mas não. De repente, o ruído terminou.

    Apareceram uns seres pequeninos, um pouco menores que Érika, que se moviam graciosamente, vestiam uma roupa leve de cores claras, e pareciam estar à vontade naquele clima gélido.

      Olhavam  com uma expressão curiosa e espantada, e falavam uma língua que ela nunca tinha ouvido. Apenas o chefe e outros cidadãos,  que não estavam ali, sabiam falar Inglês. 

         O Grupo que a tinha encontrado levou-a até à sua aldeia, por baixo  do chão, no interior da Montanha. 

      Érika estava na casa do Chefe, onde recebeu comida quente, roupas novas, pois estava encharcada, e mantas, porque estava cheia de frio. Quando já se começava a sentir melhor, o Chefe veio falar com Érika. 

     – Chamo-me Gobir Zulin Plet Vink Snowy, o IV. Mas pode chamar- me Gobir. 

                                        ( Fim da Parte I)

IM8B