Projeto em Curso

projetoImagem de Mari Ana por Pixabay

O nosso amigo TB – que visita a Oficina de Escrita desde o seu 1º ano – veio partilhar connosco o projeto que anima o seu Grupo neste momento:

Transversalidade

 Juntamos 3 disciplinas:

     A Português estamos a fazer um Guião sobre um filme, inspirando-nos na Disney, “Descendentes” 1, 2 e 3.

    Em Educação Física, o professor vai proporcionar instrumentos e aparelhos de EF  – como colchões, trampolins, plintos e outros obstáculos – que ficarão numa sala, durante algum tempo e reservada pelo professor. Será como uma sala de espiões, em que nós tentamos chegar “aos maus”.

    Em Educação Musical, queremos transformar o nosso trabalho, em parte, num “musical”: usamos música da Disney, compomos outras e criamos as coreografias.

 

O Tema do Projeto (Spoiler)

     O tema do nosso Projeto é a Amizade. Este filme vai ter muitos desgostos de amor como de amizade. Vou fazer um vídeo clip em que vou estar frustrado, pois, por uma espécie de veneno que me deram, vou tornar-me mau, mas sem saber. Fico frustrado porque não me reconheço.

Objetivo do Projeto

     O nosso objetivo é dar a conhecer às pessoas que o dinheiro não é tudo, que devemos valorizar a Amizade na vida.

Conversas na Oficina – TB6B

Coaching na Escola

  coaching

     Imagen de Tumisu en Pixabay Pixabay License

     No contexto da renovação que inspira a nossa Escola, concluiu-se, no passado dia 4, uma Formação em “Coaching para Docentes”, oferecida pela plataforma ClickProfessor e orientada pela Formadora Giovana Pires.

   A arte do Coaching só é realizável na verdade da existência, isto é, ela implica, tal como a verdadeira filosofia, a entrada num dinamismo interior em vista de uma mudança real na pessoa do coach, antes de, por sua vez, poder apoiar os outros.

    Durante a Formação, somos despertados para um novo nível de atenção às reações emocionais; para uma preocupação mais descentrada sobre a importância de mantermos relações sustentáveis e respeitadoras mesmo no seio de conflitos laborais ou pessoais.

     A indicação inicial que nos foi dada “Pensar, Sentir, Agir” – a contracorrente da sequência intuitiva “Sentir, Agir, Pensar”-  continua viva e atuante, apesar do ritmo sacudido em que a Escola avança para uma renovação desejada, com alguma ansiedade e multiplicadas solicitações vindas de diferentes momentos de formação.

    Todas as Formações de qualidade trazem ideias e exemplos inovadores, que devem ainda ser interiorizados e só depois, implementados, ajustando-se ao nosso contexto; mas a Formação de Coaching traz, de raiz, um desafio concreto que tem “mordente sobre a vida” e lança o formando num compromisso radical de mudança que é, ao mesmo tempo, íntimo e relacional.

    Enquanto pessoas, somos nós próprios únicos e singulares, mas enxertados num feixe de relações vivas, isto é, somos-com-os-outros.

      Daí, a abertura de um espaço exterior – a arte do Coaching supõe também que a arena da vida quotidiana se torne o laboratório experimental onde aprendemos a reconhecer o trabalho de fatores aliados e o outro, incontornável, de fatores a desenvolver.

    É na proximidade de pessoas com quem já aprofundamos laços de amizade, bem como na de pessoas com quem comungamos nos esforços e vitórias do exercício docente que podemos encontrar o apoio, a partilha e o encorajamento mútuos para tornar operante a nossa iniciação na caminhada transformante que é o Coaching.

     Assim, poderíamos partilhar os livros do autor Juan Bou Pèrez e alguns materiais oferecidos na Formação, criando-se um minigrupo de colegas interessados, na Escola,  a fim de aproveitar e incorporar, com tempo, os ensinamentos da Formação, para tentar replicar os seus desafios, no contexto concreto que estamos a viver.

    Podemos certamente aproximar a abordagem do Coaching à da aprendizagem Sócio Emocional, que está a ser apresentada pela nossa equipa do SPO em ações de formação internas; ambas visam a pessoa integral do aluno e colocam ênfase nas suas dimensões de realização pessoal e relacional. 

     A Oficina de Escrita pode beneficiar da aplicação das inúmeras  Ferramentas de Coach Docente que foram transmitidas e que estão prontas para o trabalho com os Alunos. Estas Ferramentas podem ser ainda partilhadas com as diferentes comunidades de trabalho educativo que constituem a Família Amor de Deus. 

OE

A Banca de Chocolate

milka brancoFlickr.com Author: like the grand canyon

     Num dia de chuva e trovoada, um menino chamado Lourenço tinha o seu maior sonho: ter uma banca de chocolate! Mas não era um chocolate qualquer, era um chocolate Milka.

      Mais tarde, Lourenço estava a andar pela rua e viu um concurso de comer 100 chocolates numa hora. Dizia no cartaz que o prémio era uma banca de chocolates, que a banca era da marca Milka.

     O Lourenço, nessa noite, não conseguiu dormir, porque estava mortinho por receber aquela banca de delicioso e saboroso chocolate Milka branco.

     No dia seguinte, o Lourenço ia andando para o concurso; entrou no estúdio – já cheirava ao seu chocolate branco.

     Lourenço estava a ganhar o concurso, faltavam-lhe dez tabuletes de chocolate branco para acabar e ganhar a sua banca…

     E adivinhem: ele ganhou e ficou tão feliz que, no dia seguinte, Lourenço já estava a trabalhar na sua famosa banca de chocolate branco. E, sabem? A banca dele chama-se: 

chocolate branco

Image Modified Kindness of Pixabay Image by caja from Pixabay

ZG7C

Definir uma Rota

     bayler convés e mar

     Image parPexels de Pixabay 

    Algo que gostei muito de fazer, no Passado, foi ter andado no barco, ter ajudado o meu Pai a bordo, compreender como funciona a bússola e a sonda, que indica a profundidade ou a proximidade de objetos.  Para ajudar o meu Pai, tive de prestar atenção, tentar fazer o que ele ensinava. 

     No Presente, estou bem, mesmo sem grandes coisas. Tive 90% na Ficha de Ciências e 72% no Teste de  Matemática. Para isto tenho precisado de estudo, concentração, dar o melhor que sei, acreditar que eu consigo, que não é difícil e que vou ter uma boa nota. É isto que devemos pensar para obtermos resultados e empenharmo-nos no estudo. 

    No Futuro, espero ter uma boa casa, um trabalho de que eu goste, um carro, um barco e uma mota. Sei que a gasolina é cara, mas vou comprar um barco um bocadinho melhor que o do meu Pai, que é um semi-rígido. O meu vai ser um Bayler Capri, que é rígido. 

    Semi-rígido é insuflável, isto é, pode ter a parte de baixo insuflável ou dura. São barcos brancos; nos rígidos a camada é dura, são barcos brancos. Os que têm boias são semi-rígidos. São mais baixinhos de lado, parecem mais uns chouriços; alguns, como o do meu Pai, podem ser pretos ou cinzentos. 

  Tenho de ter um bom trabalho, empenhar-me, trabalhar, para conquistar estes objetivos. Quem me dera que o dinheiro nascesse das árvores!

   Ainda não sei a profissão que quero ter. Por exemplo, ser Pescador tem uma coisa ou outra de que não gosto. Para ser pescador é preciso estar dia e noite no mar e às vezes, não fazemos quase nada. Mas prefiro ser eu a apanhar os peixes, a fazer as coisas  e que o que eu fizer continue a ser um desporto e uma diversão.

    Por exemplo, ser Piloto ou comandante, estar dias e dias dentro de um barco sem me mexer, não é a minha cena. Meses sem ver a Família? Não, não é para mim. 

   Ser militar, recebe-se mal. Não, não vou ser mesmo militar. 

   Já pensei em fazer como o meu Pai, ser Professor de Educação Física; não é mau, mas não é muito bem pago. Quero pegar na Colónia de Férias do Pai e dar-lhe continuação; no Natal, por exemplo. As 4 semanas que o Pai faz no Verão esgotam logo. Em cada semana vão 45 a 46 miúdos e o autocarro não tem espaço.

    Gostava de continuar no Clube Estoril Praia; peço a Patrocinadores para virem trabalhar comigo, num bom barco. Faço os mesmos patrocínios, como na Ford, em que nos emprestam carros. Fomos ao Gerês com uma carrinha de nove lugares.  Há Patrocínios que gostaria de continuar e outros novos. A Páscoa é para a Família e no Natal, faria duas semanas, não mais e fora das Festas.

Conversas na Oficina – ZD5A

A Beleza da Viagem

     veleiro no mar, céu , nuvens

     Image parS. Hermann & F. Richter de Pixabay 

    Nesta Viagem do 5º ano, o que me motiva é a Escola ser grande e o ensino ser muito bom. Gosto de aprender coisas novas, como por exemplo, em Ciências Naturais.

     Os momento difíceis na Viagem podem ser ter de estudar mais.

    As minhas disciplinas favoritas são Educação Física e Matemática.

   Ao longo deste 5º ano, vou sempre com os meus amigos, por exemplo, na minha sala. Na minha turma sinto-me mais confortável com os meus amigos.

     Quando eu faço uma coisa de que eu gosto, fico só a fazê-la, muito concentrado. Fiz um desenho de Halloween e agora estou a trabalhar num Projeto, a Matemática, sobre as Abelhas. Sinto que, numa disciplina, quando chegarmos à página 200 e tal, já teremos aprendido coisas novas.

    Com os amigos, faço equipas para jogar Matraquilhos.

    É isto tudo que forma a Beleza da nossa Viagem.

OM5B

Viajar para a Coreia!

blackpinkBlackPink – Wikimedia.org

     Eu gostaria de ir à Coreia, porque lá tenho duas bandas que eu adoro e também por turismo; quero conhecer o país e também quero saber como eles vivem, como reagem.

   Algumas dificuldades que posso ter nesta viagem: a língua Coreana, tão diferente, posso estranhar a comida de lá…

     Embora vá sozinha, no Concerto das minhas Bandas – “Blank Pink” e BTS – vou encontrar outras fãs que possam ser amigas delas e ficar uns dias com os meus amigos.

       Espero voltar a dançar melhor, naquele estilo diferente e que traz muita energia.

     Quando regressar, posso partilhar esta viagem criando um Clube on-line: onde possa gravar vídeos e depois postar, a ensinar os outros a dançar as coreografias delas.

CM6C

Trabalhar na Natureza

campos cultivadosImage by Schwoaze from Pixabay 

     Para mim, a Natureza é uma zona de conforto, porque estamos em harmonia com ela a ouvir o som dos pássaros. 

     Os momentos em que vivo a Natureza mais intensamente são quando estamos a tratar do gado, a andar de trator, a fazer a vindima…

     Diferentes maneiras de desenvolver a Natureza são fazer a reciclagem, poupar energia, não fazer a desflorestação e não poluir os Oceanos.

     O estudo de Ciências Naturais pode servir para apoiarmos a Natureza, por exemplo, cultivando mais a nossa horta Biológica, não usando nela produtos químicos…

    Em ET-Projeto a nossa proposta foi construirmos tartarugas marinhas com plásticos e outros materiais que possam causar poluição, pois as tartarugas sofrem com o plástico.

    Uma experiência em que a Natureza me envolveu foi quando agarrei um carneiro para levá-lo ao matadouro, pois a profissão que eu amo é ser Agricultor e Criador de Gado.

TS6D

Viver a Natureza

peixe no marAutor: Aluno do 2º Ciclo – CAD

    A Natureza, para mim, é uma zona de conforto, um sítio bonito. No verão, na praia, no mar, viver a Natureza é espetacular!

     Podemos ajudar a Natureza a reciclar, a apagar as luzes em casa, isto só para começar.

     Este ano, no Colégio, reciclamos nas nossas salas de aula. Os sextos anos têm feito projetos para apoiar o Ambiente. Levamos sacos para todos os locais da Escola, a recolher materiais recicláveis.

     Gosto de ir à praia, da areia quente, mas o que gosto mais são as ondas gigantes: adoro, é emocionante! Mergulho quando elas chegam, vou contra elas ou então deixo-me ir com elas e sou bué rápido!

     No inverno, gosto de acender marshmellows na lareira. As chamas vermelhas e laranja atraem o olhar.

DJ6D

 

Um Ser Diferente

nasa head of horse Kindness of Nasa modified picture  

        Era uma vez um ser que não se sabe bem se era um animal.

     Ele cresceu sozinho, pois tinha sido abandonado. Não era de nenhuma espécie e também não era igual nem ao pai nem à mãe.

      Ele era roxo e parecia uma gosma ou um fantasma; não tinha braços e era inofensivo.

      Um dia, um menino viu esse ser – que toda a gente que passa acha feio – mas esse menino , quando olhou para ele, viu que era especial, era muito diferente dos outros todos.

     Quando olhou para ele, viu também um grande sorriso, uns olhos brilhantes e um ser muito fofinho e lindo.

    O menino implorou à Mãe para o levar para casa; a Mãe não achou muito bem, mas para o filho ficar feliz, deixou-o.

     Esse menino não era um menino qualquer, ele também não era perfeito, como o seu novo ser: ele andava de cadeira de rodas.

AF7A

Aranhas e Gatos Negros

aranha halloweenHalloween no CAD – Aluno do 2º Ciclo

Como fiz uma Aranha

    Com um prato de festa, colando-lhe os olhos. Depois virei-o ao contrário e colei 3 arames com pelo de cada lado. Fica uma aranha! 

Halloween no CAD – Autor: Aluno do 2º Ciclo

        Com um rolo de papel, corta-se no arco, colocam-se dois olhos pintados de preto, um nariz e um rabinho: Fica uma gato!

CM6C

Halloween Party 2019

Exposição de Halloween – 2ºCiclo CAD

     Numa quinta feira, dia 31 de Outubro de 2019, será o dia de Halloween; vou ter aulas – Af, que seca! – a melhor das aulas de quinta-feira é a de Educação Física.

    No final do dia, vou para casa preparar-me para a minha melhor amiga me vir buscar a minha casa.  Vou vestir uma roupa escura e pintar as bochechas com aranhas pretas. Sigo para uma festa no Hiphop da minha melhor amiga. Quando acabarmos, vou dormir em casa dela!

     No dia seguinte, vamos brincar juntas, até eu ir para a sessão de sapateado com a Miss Mosley, que vem de propósito de Inglaterra. Subi de nível e, assim estou a treinar uns exercícios muito difíceis, chamados “Bronze”; somos 6 meninas e temos de ter os passos sincronizados.

abóborasExposição de Halloween – 2ºCiclo CAD

     No 2º Ciclo, fizemos trabalhos de Halloween que vêm de ideias da internet ou de nós próprios.

     No meu caso, pensei numa ideia sozinha: fazer um fio cheio de decorações de Haloween. A minha abóbora está pendurada ao pé de uma casa assombrada.

     Esta Festa é divertida por ser assustadora. Quando as pessoas se assustam e têm uma pessoa ao lado, à medida que se assustam, saltam para o colo da pessoa!

SS6D

Como os Meus Pais se Conheceram

casalImagem de Alexas_Fotos por Pixabay 

     Tudo começou quando eles nasceram na mesma maternidade; as suas mães, como tinham uma gravidez de risco, ficaram em repouso no mesmo quarto de hospital e, com isso, tornaram-se grandes amigas, por terem conversado tanto sobre como iriam educar os seus filhos – e já posso dizer que nada correu como elas planeavam – sem ofensa, avó.

     Nasceram os dois no mesmo dia e no mesmo quarto de hospital, pequenino mas a transbordar de amor maternal.

     A mãe de meu pai, a minha avó, não resistiu e faleceu antes de ouvir o som do choro do seu filho. A minha outra avó, com o choque, desmaiou. Pegaram no meu pai e, rapidamente, com falta de informação, puseram-no na adoção.

     Quando a mãe da minha mãe acordou, sentiu como uma vertigem: tudo a andar á roda, mas manteve-se direita para perguntar á enfermeira, que dissesse o mais rápido possível onde estava o filho da sua amiga recém-falecida.

     A enfermeira, com o rosto fechado, respondeu baixinho e lentamente, que o filho da sua amiga, como não tinha mais Família, tinha sido levado para Adoção e que não havia mais nada que pudessem fazer.

     A minha avó, exausta, só queria relaxar, pois tinha acabado de ter uma filha e queira passar algum tempo com ela.

      Mas ela não desistiu e continuou a procurar o filho da sua querida e falecida amiga, durante anos.

       Enquanto isso, a minha Mãe foi crescendo e já tinha completado oito anos; mal ela sabia que, com dez anos iria conhecer o amor da sua vida, o meu Pai.

      Mas voltando à história: a minha Avó procurava em todos os orfanatos possíveis e o que ela mais ouvia era: “- Não sei do que está a falar!” ou “- “Aqui não está com certeza.” Mas ela não perdia a esperança e continuou, todas as semanas, durante dois anos, a fazer essas ligações.

      Até que um dia, recebeu uma chamada telefónica de uma Diretora de um orfanato no Norte de Portugal, a dizer que ali havia passado um menino nascido no mesmo dia e ano da minha Mãe e que tinha sido adotado por uma senhora chamada Ana Lúcia.

      A minha Avó ficou com um sorriso de uma orelha à outra e, juntamente com a diretora do orfanato, procuraram e encontraram o filho da sua falecida amiga que já tinha completado 10 anos, juntamente com sua “Mãe”, Ana Lúcia.

     Decidiram então mudar-se para o Norte e, por coincidência, para a casa ao lado da Dª Lúcia.

     Com isso, os meus Pais conheceram-se, porque a minha Avó não desistiu.

(Continua)

CC9B

Voltas às Ilhas

     açores

     Image by Carla M. from Pixabay

     Com a nossa Viagem aos Açores pretendemos conhecer mais paisagens, animais e pessoas.

     Ela deve durar dois meses. Vamos fazer duas paragens: uma nos Açores e uma na Madeira. Partimos da Baía de Cascais e ancoramos no Porto de Funchal.

    Vamos com o Duarte, Maria e Salvador num submarino da N.O.A. Nós conduzimos por turnos; enquanto um descansa, o outro trata dos almoços e o outro faz de comandante. Dormimos nos beliches do submarino.

    Precisamos de levar roupa: macacão, mosquetão, uma corda, comida que tenha muita validade: congelados, bolachas, enlatados, leite em pó, esparguete, atum, carne e massas desidratadas.

    Planificamos as expedições: de manhã tiramos o carro da água, abrimos as portas e ele deve estar todo alagado.

    Vamos tirar fotos às paisagens de montes vulcânicos, às pastagens de vacas brancas e pretas e às falésias de rocha sobre a água cristalina do mar. Vamos a restaurantes com carne na grelha; e vamos ver os plantadores de  ananás nas estufas.

LM6B

Tubarões, os Maiores Predadores

     Tubarões: os maiores predadores dos ambientes aquáticos. Admiro muito o Tubarão Cabeça-Chata, porque, pela primeira vez na história, conseguiu ser mais perigoso e agressivo do que o Tubarão-Branco.

        Ordem dos Tubarões mais Perigosos do Mundo

ordem dos tubarões Pixabay:comClker-Free-Vector-ImagesOpenClipart-Vectors toshiyuki tajima   Clker-Free-Vector-Images

     Estes tubarões, normalmente, são encontrados no Sudoeste da Austrália, no Pacífico Temperado e, principalmente, ao largo das Américas.

     Em vias de extinção estão o Tubarão-Tigre e o Tubarão-Martelo; o primeiro é conhecido como “a lixeira do mar”, ou seja, tudo o que encontra na água, ele come.

    Já foram encontrados, na sua barriga, pedaços de pneus, metal, sacos de plástico… Isto faz com que a espécie desapareça facilmente. Quanto ao Tubarão-Martelo, está em vias de extinção pela caça intensiva: ele atrai os caçadores pela forma da sua boca.

FM5C

O Arco-Íris da Vida

arco-írisImage by Steve Bidmead from Pixabay

       Eu estou no Planeta Terra há 139 meses ou perto de 4.170 dias. Estamos há 250 mil anos aqui e nós somos os últimos descendentes.

     O que eu queria muito era acampar na floresta da Flórida; gostava muito de ir ver bichos perigosos de perto.

       Sei o que há dentro de mim: AMOR, PAZ, ALEGRIA. E o que há mais dentro de nós é gostarmos dos nossos Pais.

    Quando a nossa Mãe está triste, não nos dá vontade de fazer nada. Mas as pessoas com energia e felizes, dão-nos energia para fazer tudo.

      Ir do início do Arco-Íris até ao fim: dizem que há o tesouro da Origem. Quando chove, os baldes ficam cheios e o reflexo das moedas a juntarem-se na água faz o Arco de 7 cores.

    O que gosto mais no Arco-Íris é o Vermelho, porque é o Benfica, o Amarelo, pois é o Sol, o Laranja, porque é a cenoura – eu gosto de cenoura – e o Azul, porque é o Céu.

   A minha irmã Carolina disse que ia do princípio ao fim do Arco-Íris.

     Eu disse: – Vai, mas tem cuidado!

LR6A

O Ninho

ninho-susana

Imagem: Oficina de Escrita

      Eis um lugar que procuramos, uma e outra vez, não só como a origem, mas sobretudo como um fim último, que recupera aquela e a transforma num eterno recomeço.

      Eis um lugar que pode ser entretecido por fios de tempo, de penugens de afeto, de palhinhas de conversas, com raminhos partidos das decisões marcantes.

      Eis um lugar ao abrigo da intempérie, camuflado de folhagem, ousadamente equilibrado no cruzamento de  dois ramos sobre o abismo, como um desafio que a confiança ingénua do ser opõe ao nada.

     Eis um lugar frágil e, ao mesmo tempo, inexpugnável, que ninguém pode tomar de assalto, e é apenas acessível por convite, mas que o primeiro vento da tarde pode derrubar, na sua desarmada exposição a qualquer força errante.

Com SL – Partilha de Inspirações – 05/17 – OE

A Beleza, como Lixo no Chão

paisagem

Image by polytonejoe from Pixabay

     A palavra “Beleza” no dicionário: “Carácter do ser ou coisa que desperta sentimentos  de êxtase, admiração ou prazer dos sentidos.”

     Na sociedade de hoje, a definição de “Beleza” é o contrário de singularidade,  de unicidade, havendo padrões para o seu caráter ímpar, que faz com que a totalidade do real seja similar, o que, de acordo com a sociedade, é o que a “Beleza” deve aparentar. 

   A Beleza está a ser jogada como lixo no chão,  que a sociedade não apanha e não recicla. A unicidade está no fundo do poço, por onde toda a gente passa, desvia e não se atira a ela, com medo de se enterrarem no buraco da escuridão.

    Tudo com regras, tudo desenraízado, tudo artificial: redes sociais que mostram a “Beleza” como se fosse o jogo de quem supera os outros…

   Retirem a vossa maquilhagem, por trás dela é que está a BELEZA. 

   IM10 Artes                        

Ao Largo do 5º Ano

ao largoImage by David Mark from Pixabay 

     O que me está a motivar este ano são os professores, principalmente o professor António Costa! Os meus amigos  e amigas estão a ajudar-me a ter mais concentração e melhores notas, quando vamos fazer os tpc na piscina.

     Há muitos momentos difíceis: os meus e aqueles em que estou envolvida; por exemplo, o estudo. Às vezes, eu tenho muita dificuldade em Matemática e então tenho de pensar numa forma de superar isso; por exemplo, posso criar um Grupo de Estudo no Whatsup: “As Génias do Estudo”.

    Entretanto, também há aqueles problemas em que eu já estou envolvida demais para desistir de ajudar: por exemplo, um colega que tenha alguns problemas e, na turma, vou continuar a ajudá-lo imenso.

    Nesta Viagem do 5º ano, queria levar comigo a minha mais chegada amiga  da Oficina, a C. Ela vai-me acompanhar com imensa alegria e diversão!

    Com quem me sinto mais à vontade é com a minha irmã C. Ela ajuda-me a superar os momentos mais difíceis e, sempre, quando chegamos a casa, conversamos sobre o nosso dia.

    O que me torna única é a minha personalidade: o meu bom humor, a minha boa disposição… Adoro quando faço rir as pessoas, porque basta um sorriso para alegrar uma pessoa.

   Desejo que o QUINTO ANO DE TODA A GENTE CORRA LINDAMENTE!

CA5B

Os Dois Planetas

planeta azulImagem de SUMITKUMAR SAHARE por Pixabay

     Creio que o nosso Planeta é azul, porque tem mais água do que terra. Moro na Zona Temperada do Norte, num local que tem dias de sol e dias nublados. Aqui, ao pé do mar, é difícil haver neve. Gostava de explorar qual o clima no centro da Terra: deve ser muito quente, mas não sei quão quente.

    Estou no Planeta Terra há dez anos, ou há 120 meses, ou há  cerca de 3600 dias.

    Existe vida humana desde há muitos milhares de anos; quando começou, era uma vida extremamente diferente da nossa. Os homens caçavam, faziam armas, procuravam alimentos, alimentavam e protegiam as Famílias, enquanto as mulheres cuidavam das crianças e faziam roupas.

   As peles que vestiam, não era tanto por causa da nudez, mas porque fazia frio. A descoberta do fogo foi muito importante, porque se puderam aquecer; o fogo era também um símbolo de força.

    À luz da fogueira, os homens e mulheres podiam fazer gravuras e pinturas rupestres; faziam tinta com urina e sangue de animais…As Gravuras eram feitas com pontas de pedra que riscavam as paredes das cavernas; podiam gravar ou pintar memórias de caça; também usavam sons de búzio para se comunicar.

    No nosso Planeta interior, há tempestades quando estamos zangados, o dia está nublado quando estamos tristes e chove quando estamos a chorar. Mas quando há sol é porque estamos felizes e descontraídos.

     Gosto do meu Planeta interior.

    Acho que ele tem zonas inexploradas; por exemplo, na Adolescência, temos dores nos pés: significa que estamos a ficar maiores; as borbulhas na cara – há quem lhe chame “puberdade” – é quando começamos a entrar na Adolescência. À medida que envelhecemos, os ossos cada vez ficam mais frágeis, menos protegidos e a pele desidratada. 

    À medida em que formos crescendo, vamos descobrir “coisas” que há dentro de nós, que antes, quando éramos mais novos, não sabíamos que existiam…

Conversas na Oficina – FM5C

Leitura e comentário de “Os dois Planetas” em Exploradores Emocionais

 Ecologia Emocional para Crianças, de Mercé Conangla e Jaume Soler 

Variedades do Coração

   coração

   Photo by Nick Fewings on Unsplash

     O que sei sobre o meu coração é que tem muitos sentimentos. Adoro-o tal como é; há muitas zonas dentro de mim que ainda não visitei.

    O meu coração protege-se pela Alegria, repõe energias e alimenta-se pela Felicidade.

    Quando gosto de alguém, sinto que tenho uma força interior imensa. Senti-a, quando comecei a descobrir o que era o Amor.

   Isto pode parecer um pouco romântico, mas, para mim, o Amor tem de ser Amor verdadeiro. Por Amor de Deus!

    Senti esse impacto, numa Festa de aniversário, em que estava “superbem” e uma jovem adulta, me disse: “- Quando tiver uma filha, vai ser igualzinha a ti!”

    Senti-me muito bem.

    Também me sinto mais forte e  confiante quando os rapazes me dizem que sou bonita. A minha Família diz-me que sou bonita, mas é natural, pois gostam de mim tal como sou, mas há rapazes que não conheço, que dizem que sou bonita, e eu fico mais feliz.

     Dentro de mim há muitos tesouros por explorar…

SS6D

Questões do Livro Exploradores Emocionais!” Ecologia Emocional para Crianças – Mercé Conangla y Jaume Soler