Erradicar a Pobreza

meta 1ods.pt

     Escolhemos a Meta “Erradicar a Pobreza” para o nosso trabalho. Fiz com a CM; também faço com ela os trabalhos de Artes. O nosso trabalho é sobre uma menina chamada Taíra que tem várias necessidades.

     Ela vive na Mongólia, que faz fronteira com a China; tem mais de 3 milhões de habitantes e quase um terço vive em extrema pobreza.

     Escolhemos o objetivo 1, porque achamos que a Pobreza é o maior problema do mundo, que está a existir agora, principalmente em países que fazem fronteira com países muito ricos. Sabemos que também há pobreza na China, mas por outro lado, este país está em grande desenvolvimento.

CA5A

Um Mapa da Minha Vida

mapa artesanalImage by Pexels from Pixabay 

     Se eu fizesse um mapa da minha vida, escolhia a minha casa, a escola Amor de Deus e as casas das minhas amigas. 

   Os momentos que quero guardar são o jantar de Finalistas nos Salesianos do Estoril, quando entrei no Amor de Deus e quando comecei a ser a melhor amiga da Rita.

     No mapa, as casas seriam corações, as escolas seriam estrelas e os momentos seriam ondinhas.

     O que me impede de ser eu própria é as pessoas gozarem comigo; o que me ajuda a ser eu própria são as amigas: com as minhas amigas tenho liberdade, confio nelas e sinto-me bem.

      Na Escola de Ténis do André, aprendo a estar concentrada; canso-me muito, mas, acima de tudo, eu gosto imenso.

        No Colégio, recebo Sabedoria e Amizades novas; se eu for uma pessoa má, consigo aprender com os outros e tornar-me numa pessoa melhor.

MM6D

Um Momento Louco

escorrega de água

     Image by Zsolt Oravecz from Pixabay

     No Acqua show, este verão, diverti-me ao máximo com os meus amigos.

      Andei num dos maiores escorregas de água da Europa; fui com o Pai, a Mãe e a irmã; mas eles tiveram medo da experiência .

   Senti dor nas costas, ao descer, e não conseguia respirar, porque a corrente era muito rápida, a uma altura de 20 ou 30 metros, em que a água caía quase a pique.

     Entrávamos numa espécie de cápsula e ficávamos parados. O Senhor que nos lançava disse-me: “Um…Dois…”  e atirou-me logo!

     Ouvia explosões de água, gritos e risos das pessoas.

    Este foi um dos melhores dias do verão 2019!

DJ6D

Sondando as Fontes da Energia Humana

ecologia das emoçõesGentileza de Edicare.com

     Continuamos a partilhar a leitura do livro de Ecologia Emocional para Crianças  – “Energias e Relações para Crescer” de Mercé Conangla e Jaume Soler –  dedicado às  várias modalidades de energia que influenciam o destino do Mundo.

    Já vimos que as fontes de energia emocional, que subtendem o nosso agir e pensar  e orientam a qualidade da nossa comunicação, têm analogia com o dinamismo vivo da Natureza.

   Todos reconhecemos as energias básicas: alegria, amor, raiva, medo… mas para além do ato em que transbordam em nós e nos conduzem, podemos acolhê-las quando afluem e sermos nós a conduzi-las?

   Vimos que as energias limpas e superabundantes podem ser utilizadas sem limite: não cessam de promover a vida, de harmonizar o equilíbrio dos ambientes, de suscitar o convívio dos seres.

    Mas a natureza escondida das suas fontes implica um esforço para encontrá-las; depois outro para trazê-las à superfície: desejamos canalizá-las para agirmos de um modo transformador.  

     De que natureza é esse esforço que faz a prospeção das energias? 

   Conseguimos distinguir como crescem e sobem em nós, influenciando ou até dominando a nossa reação, a nossa comunicação com os outros?

    Conseguimos reconhecer a maré crescente de uma emoção pelas reações do nosso próprio corpo?

    Poderá ser útil investigar em nós as alterações que a maré de uma emoção provoca?

    Conseguimos explicar como o que sentimos influencia o nosso agir?

    • Podemos fazê-lo através de um diário? 
    • Podemos tentar uma reflexão através de  diálogos com amigos?
    • Pode ajudar-nos a experiência de um adulto em quem confiamos?

Com Prof Paula Xv – Partilha de Inspirações OE

Férias no Campo

campo de abóborasPexel.com

     Na minha primeira semana de verão estive a ajudar os meus avós a tratar do Gado, a regar a horta, a carregar lenha do moinho, a carregar sacas de farinha de 30kg, a cozer o pão.

     Nas duas semanas seguintes, estive a trabalhar para a minha madrinha e o meu padrinho.

     Primeiro, estive a cortar erva para os bois: apanhamos um reboque cheio.

     Fomos plantar abóboras e beterrabas, carregar farinha para cozer pão, lavar os parques do bois: eu estava lá dentro dos parques com o pau a enxotá-los para não saírem enquanto a máquina limpava o esterco.

     Nas melhores noites no campo, andava no trator à noite, trabalhava à noite, por exemplo: “esparrar”, porque está fresco. Ou ia brincar com os primos às apanhadas e passear até S. Martinho; à noite ia à feira de S. Bernardo.

    Ser agricultor é ter uma vida ocupada e bonita, temos muito espaço para brincar e ganhamos muito dinheiro, o ar é mais puro, temos  muitas tarefas para fazer e nunca paramos, só à noite, às vezes às 9 h 30 ou 10h 45.

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Uma Luta Real

   Os noivos reais

     Era uma vez um Príncipe Guerreiro que amava uma Princesa Boa.

     Certo dia, uma Princesa Malvada, que era bonita, descobriu que o Príncipe Guerreiro amava a Princesa Boa.

     Ela convidou o Príncipe Guerreiro para o seu Castelo e ele aceitou.

    No dia seguinte, o Príncipe Guerreiro foi ter com a Princesa Malvada, tomar um chá com ela.

     A princesa Malvada, meteu no chá uma poção de amor, mas um certo macaco, como tinha super-poderes, descobriu que o chá estava enfeitiçado.

     O macaco foi a correr ter com o Príncipe guerreiro para o impedir de tomar o chá. Como o macaco ainda não tinha chegado a tempo, ele bebeu o chá e o macaco apanhou-os aos beijos.

    O macaco foi ter com a aia e disse-lhe que o Príncipe Guerreiro estava apaixonado pela Princesa Malvada. E a aia, nesse mesmo dia, tirou o feitiço ao Príncipe guerreiro , para poder casar com a princesa boa.

    No dia seguinte, o Príncipe Guerreiro casou-se com a Princesa Boa, tiveram 4 filhos e viveram felizes para sempre. 

JV6A

O Leão Que Comia Morangos

leão, modificadoImage parLulilanne de Pixabay 

     Era uma vez um Leão chamado Alberto. Era grande, tinha umas largas patas e uma juba cor de pêssego. Era um leão carinhoso, mas cauteloso.

     Ele vivia numa floresta onde havia muitos morangueiros e pessegueiros. Esse leão era muito diferente, pois ao contrário dos outros todos, não gostava de comer outros animais, como veados e vacas. Ele não comia carne, comia morangos!

     Mas um dia, ele comeu mais morangos do que devia comer. Então, começou a ficar com borbulhas cor de rosa em todo o lado. Alberto ficou desesperado, pois não sabia o que havia de fazer.

     Até que teve uma ideia: foi ter com o macaco que curava várias doenças com ervas.

     Quando chegou e explicou o que tinha acontecido ao macaco, este fez um chá de ervas. O leão bebeu e, ao fim de alguns dias, as borbulhas cor de rosa foram desaparecendo.

      Assim que desapareceram, o Alberto voltou a comer morangos. Quantos mais morangos comia, mais borbulhas lhe voltavam a aparecer.

     O Leão foi então ter outra vez com o macaco. Este, ao fim de muitos testes, chegou à conclusão que o Leão tinha ficado alérgico aos morangos.

     Alberto, ao receber a notícia, ficou muito triste, pois sempre que comesse morangos ficaria com borbulhas cor de rosa, mas também não podia fazer nada.

     Quando voltou para a floresta, a única coisa que então podia comer eram os pêssegos. Nunca lhe fizeram mal e deram à sua juba aquele tom de fogo vivo.

AB7A

A Raposa Cor de Rosa

 Foto: Miguel R   Grafiti Street Art – Lisboa

    Era uma vez uma raposa cor de rosa que tinha uma coroa e uma coleira com uma estrela. Ela adorava purpurinas e brilhantes e vivia no seu Reino.

     O nome dela era Rosa; o seu trabalho era passar tempo com crianças e brincar.

     Ela não era a única importante; havia outras três que se sentavam com ela e eram as guardiãs: a “Branco” que era uma leoa, a “Amarelo” que era um veado e a “Azul” que era uma coruja.

     Cada uma delas tinha um Mundo próprio: o mundo da “Branco” chamava-se “Terra Natal”, o mundo da “Amarelo” era “As Luzes de Outono” e o da “Azul” era “As Lágrimas do Oceano”.

     Mas a Rosa não tinha o seu próprio mundo; se ela tivesse um mundo, ela levaria para lá todas as crianças que não tinham casa, comida, e sentiam frio. Mas com o seu coração, ela aqueceria essas crianças; com o coração mais amável do mundo, o mais brilhante e lindo do mundo – assim o disse às guardiãs.

     Então, as Guardiãs começaram a olhar umas para as outras e disseram:

     – Sim, nós vamos deixar-te ter o teu próprio mundo.

      A Rosa começou a chorar lágrimas de felicidade. Chamou ao seu mundo “Onde os sonhos de todas as Crianças se tornam Realidade”.

      Depois de milhares de anos, o Reino continuava a evoluir, cada vez maior, cada vez com mais crianças, cada vez com mais amor no Mundo.

CR7A

Implicar-se na Aventura

   veleiro farol

   Imagem: Aluno do Colégio Amor de Deus

     Pessoas Novas, que são muito amigas, que dão umas às outras o que gostam, é isso que me motiva! 

    O destino deste 6º ano é eu ir aos Estados Unidos, aprender Inglês.

     Podem aparecer rochas à frente, que podem furar o barco. É como poder ser suspenso do Colégio no 6º ano. Esses momentos dão-nos força para combatermos os maus. 

    Posso levar todos comigo… Atrás, amarrada ao barco, numa prancha segura: são as pessoas de quem nós gostamos.

    Mais perto, vai comigo o Matias, que é o meu melhor amigo.

    Estamos sempre a apanhar ar fresco, ao contrário de ir de avião, onde não podemos apanhar ar fresco: sinto-me livre a jogar Fortnite com os meus Amigos.

    A Beleza desta viagem é como irmos todos a uma Festa e virmos fantasiados. Espero que este 6º ano seja perfeito!

LR6A

Memórias do 4º Ano

luta de almofadasPhoto by Allen Taylor on Unsplash

      Os Amigos, no primeiro Ciclo, eram, entre outros, o Zé, o Santiago R, o Martim e o outro Santiago…

       Brincavam comigo, ajudavam-me em algumas coisas, eram pessoas em quem eu podia confiar. A Professora era querida, e, às vezes, punha vídeos no Youtube.

         Das Visitas de Estudo gostei muito e foram muito giras.

        As minhas disciplinas preferidas eram Ginástica e Matemática. No recreio gostava de brincar à apanhada, às escondidas e a jogar futebol.

       Já fui  visitar a Professora Anabela com dois amigos: o Zé duvidou muito que já estivemos sentados naquelas carteiras tão pequenas!

DC5A

Escrever a Si Próprio

escrever-a-si-propiroImagem: Oficina de Escrita

    Escrever a si próprio, muito tempo depois, quando as expectativas se cumpriram ou tomaram um perfil inesperado que nos transformou.

      Escrever a si próprio, muitos anos passados, quando a curva do último limite está à vista e temos de fazer adivinhar à jovem de outro tempo o que lhe permanece invisível na subida.

    Escrever a si próprio, dirigindo ao que ficou inconsolado uma energia que compensa o fracasso porque já o pressupõe.

     Escrever a si próprio, tomando nos braços a criança que tropeçou à beira-mar, no ímpeto da sua correria alada.

      Dizer-lhe, no canto do vento que sopra do mar, como se funde na alegria de todos os mundos o tão simples mistério de ela existir.

        Escrever a si próprio, acender os portões de luz que abrem para todos os outros. 

Com IM10 – Partilha de Inspirações – OE

Memórias no 1º Ciclo: A Professora

By Amangpintor – Own work, CC BY-SA 4.0, Wikimedia Commons

     Se eu traçasse um mapa da minha Vida, um dos pontos mais importantes seria a minha Professora da Primária. Chamava-se Patrícia Batista Coelho, mas eu e os meus colegas tratávamo-la por “Tixa”.

     Lembro-me perfeitamente que, no 3º ano, a Tixa dava-nos mais tempo de intervalo e trazia umas cordas para nós brincarmos e a Tixa também saltava à corda!

     Tenho tantas memórias dela… se eu dissesse tudo, só saíamos daqui amanhã.

     Lembro-me quando a Tixa me deixava apresentar trabalhos de História, como, por exemplo, o trabalho que fiz sobre a “Jugoslávia”.

      Às vezes, quando eu chegava a casa, a Tixa dizia à minha Mãe que eu sabia mais coisas de História do que ela, porque era uma matéria de que eu gostava muito.

    A melhor memória de todas foi quando fizemos uma festa ao Johnson – que era o nosso esqueleto da sala. Foi o melhor dia da minha Vida!

     Eu estou com muitas Saudades dela!

FM5C

10º Ano – Perspetivas

steve JohnsonAutor: Steve Johnson Unsplash.com

     Ano Novo, Etapa Nova. O 10º ano é um ano diferente, tudo muda. Ainda não estou preparada para mudar espiritual e mentalmente.

     O 10º ano exige uma grande mudança. Em 3 meses temos de crescer e de refletir sobre o nosso Futuro. Todas as nossas decisões preverão o Futuro.

      Artes é o meu futuro Profissional. Sempre foi e sempre será a minha Paixão. Ajuda-me a expressar os meus sentimentos e, cada vez que desenho, quero desenhar cada vez mais. É como um vício, um bom vício.

Junho/19

     Cheguei, finalmente, cheguei!

     Artes é uma Paixão, criatividade é a inteligência a divertir-se! Até ao momento tem sido uma experiência inesperada e realmente fascinante.

     As aulas não são aulas tradicionais, aborrecidas e desmotivantes; são aulas construtivas e cheias de luz projetada na folha de papel por desenhar.

     A partir de agora, o Futuro é o meu foco. Qualquer ação irá definir o meu Destino de uma maneira precisa ou vaga.

      Qualquer decisão definirá o meu rumo profissional e pessoal, o que me irá ajudar a criar uma mentalidade aberta  e mais realista.

       Que o 11º Ano seja outro Ano que me ajude a crescer e a tornar-me o meu “Eu” ideal!

Outubro/19 –  IM

A Turma Unida

a turma unidaImage parArtTower de Pixabay

     Este ano ando a esforçar-me mais: acho que estas primeiras Fichas foram mais fáceis, porque, ao prestar mais atenção, compreendo melhor os materiais.

     O destino desta Viagem é conseguir não ter nenhuma negativa. O destino é incerto, porque ainda não sei as notas que vou ter, mas o meu suposto é ter boas notas!

     Um momento difícil pode ser uma negativa que me iria abalar muito. A minha forma de ultrapassar será pensar nos testes que hão -de vir. Porque, se estiver sempre abalada com esta situação, vou ter sempre más notas, não vou conseguir preocupar-me com as outras.

      Poderia levar comigo o meu Projeto: a minha máquina que retira a poluição do Mar. Assim, não estou só a ajudar-me a mim própria, mas também aos outros.

       Quem eu quero que vá mais perto de mim é a minha Família, porque são as pessoas que eu nunca vou largar nem por nada deste mundo. Vou levá-los para todos os sítios possíveis. A minha Família vai-me apoiar para realziar o sonho de termos um Mundo melhor!

      Ajudar o Mundo ajuda-me a ser eu própria, porque gosto de ajudar as pessoas; eu sou assim, nasci assim; quando o meu Pai adormece no sofá, vou pôr-lhe uma mantinha, pois não quero que sinta frio, tenho medo que fique doente, quero que esteja confortável.

     A nossa Turma, quando ouve música, fica mais unida. O estarmos todos juntos torna esta Viagem única.

SS6D

Uma Viagem Inesquecível

veleiro no marImage parBruno Glätsch de Pixabay 

     O que dá sentido a esta Viagem é fazer novos Amigos, estudar mais…

     Os novos Amigos são Beleza, são toda a gente e o estudo é interessante, porque todos os dias nós aprendemos coisas novas para sermos alguém no Futuro.

     Eu tenho a certeza que hei-de chegar lá, ao destino da Viagem, só tenho que trabalhar mais. Tenho que aproveitar a vida antes de ser adulta, porque ser criança é divertido: podes comer as bolachas que quiseres, podes viver o tempo a brincar com pessoas novas que são maravilhosas.

     A Pessoa que escolho para ir mais perto é a Maria, porque é querida, amigável, maravilhosa.

    O que me inspira mais nela é que, se tem um problema, esse problema não consegue não deixá-la ser quem ela é. Está sempre disposta a fazer tudo, a ajudar, é a minha melhor amiga.

     O que me ajuda a ser eu própria é que posso inspirar-me enquanto desenho, mas tem mais força o tempo que passo com os meus Colegas e Amigos: as histórias que eles contam é que me inspiram para desenhar, para escrever…

     O que torna a minha Viagem única são os novos Colegas, novos Professores, novas Vigilantes, mas também eu sou única no Mundo e isso me faz ser feliz.

CR7A

Projeto para um Mundo Melhor

Imagem: Gentileza da Autora

     Temos que retirar a poluição dos Oceanos para não acabar a água na vida, pois é tão importante para todos os seres vivos.

       Podemos construir uma máquina  que gira: à medida que gira, ela anda por todo o Oceano. Vai girando e girando, vai recolhendo água limpa e poluição.

    A Máquina de retirar o plástico do Mar tem forma cilíndrica e circular, com 100 metros de perímetro.

     Tem uma abertura no meio e duas bocas aspiradoras. Uma das bocas está coberta por uma rede que separa a água limpa da poluição. A outra boca aspira os pedaços de plástico.

     Para o motor girar, só precisa da corrente do Mar que vai levar a máquina para onde quisermos, pelo Oceano.

     A roda tem uma corda com cerca de 1 quilómetro que a liga ao Barco. Com intervalos marcados no cronómetro fazemos a recolha da roda e despejamos os pedaços de plástico.

SS6D

6º Ano – Uma Viagem Única

vaga e veleiroImage parSoorelis de Pixabay 

     O que me motiva mais, para avançar, são os meus Amigos.

     Esta Viagem vai até ao 3º Período e o destino é certo, porque vou-me esforçar por ter boas notas.

     Durante a Viagem, temos de enfrentar os “Testes-Tempestades”. Para os vencer, temos de estudar. Um grande truque meu é pedir ajuda à minha Mãe.

      Apanhando lixo e plásticos, ajudamos o Mundo e assim, levamos a todos na nossa Viagem. Escolho os meus Amigos, para irem mais perto, a bordo, comigo.

     Os Pais encorajam-nos a irmos sempre mais longe; os Amigos motivam-nos a termos sempre mais liberdade.

      O que nos torna únicos: a cada ano que passa, ficamos diferentes, ficamos mais espertos, talvez mais famosos…Por isso a Viagem é bela.

DJ6D

O Desafio Internacional de Blogs de Estudantes

Desfio Internacional de Estudantes

Image:m: The Students Blogging Challenge

     O Desafio de Blogs de Estudantes é um evento digital de amplitude Global que a Comunidade Virtual “Edublogs”, dedicada à causa da Educação,  promove a cada semestre, desde há cerca de 11 anos, reunindo milhares de Alunos de todo o mundo.

      A partir de 6 de Outubro, ao longo de 8 semanas, cerca de 1200 Estudantes de 23 Países, inscritos individualmente ou por Turma, pelos seus Professores, escrevem, gravam, ou filmam sobre um tema comum semanal.

       Ao mesmo tempo, comentam nos artigos publicados pelos Colegas, visitando-se entre países e continentes diferentes. Envolvem-se em conversas enriquecedoras e estabelecem laços duradouros de amizade. Aperfeiçoam a sua literacia digital  ao aprender a utilizar novas formas de comunicação colaborativa e de expressão criativa.

     Entretanto, uma equipa de Comentadores Voluntários visita os blogues que foram atribuídos a cada um, encorajando o trabalho dos estudantes e as múltiplas conversas que se vão entrelaçando nos comentários.

    Em 2008,  teve lugar o 1º Desafio Internacional – em que duas Turmas de 6º ano do nosso Colégio participaram – fundado por Sue Wyatts, uma Professora da Tâsmania, agora reformada, mas que continua a apoiar incansavelmente o Desafio nos bastidores, depois de entregar a sua gestão visível à Professora Primária Kathleen Morris

Desafio de 2019Comentador no Desafio de Blogs de Estudantes 2019

    Após anos de participação como Comentadora, a Oficina de Escrita do CAD participa, desta vez, a partir do próprio site, a fim de partilhar, com os nossos Alunos, esta experiência de viva camaradagem Global.

    Na verdade, cremos que ela contribui para abrir aos mais jovens um espaço seguro de partilha generosa e esboçar um Futuro mais aberto à confiança entre todos os povos.

OE 

Uma Viagem Aventureira

farolImage parnatureworks de Pixabay 

     Para iniciar esta Viagem, levo comigo os meus Amigos, a minha Família, a Sabedoria e os erros do passado.

    Para avançar, o que mais me motiva é o amor que recebo da minha Família, as minhas novas Amigas e a minha nova Turma.

     Eu espero chegar ao final do 3º Ciclo com as minhas melhores Amigas e com as melhores notas, para fazer os meus Pais felizes.

    Eu não quero ter negativas, porque eu não quero que os meus Pais fiquem tristes comigo. Também espero não ficar “chateada” com as minhas Amigas.

    Nesta Viagem Aventureira, eu quero levar a todos, mas quem quero mesmo levar mais perto são as pessoas que eu amo, as melhores pessoas que eu já conheci em toda a minha vida.

    Eu sou quem sou graças a todas estas pessoas que acabei de referir: são pessoas maravilhosas.

     Gosto muito de jogar ténis: é o desporto de que mais gosto e graças ao meu Pai posso praticá-lo.

     Acho que eu e a minha Irmã somos as pessoas mais felizes do mundo.

     Quando eu crescer, acho que vou ser tão feliz quanto sou agora, ou talvez ainda mais, graças aos meus Pais. Quando eu crescer, quero ser Engenheira e acho que vou continuar a ser a mais feliz do mundo.

AB7A