CAD em Isolamento – Aprender Ao Nosso Ritmo

 

1.Ferramentas Digitais 

toolsImagem de ijmaki por Pixabay

1.1. Classroom – Foi útil nos trabalhos, para os entregar, se tivermos dúvidas,  para falar com os professores.

1.2. Google Docs e Google Slides – Uso mais os slides. Servem para corrigir o que escrevo, ou para interpretar o que leio; imagine que há uma palavra que não conheço: aparece uma imagem a dizer o que é e já percebo.

1.3. Escola Virtual – É boa  para receber trabalhos; faço exercícios para aprender melhor. Faço tarefas na Escola Virtual e quando chegar a Tarefa da Professora, já estou mais preparado.

1.4. Aulas Zoom – Algumas são difíceis de compreender, de ler; são boas para aprender mais um pouco e não estamos uma quarentena toda em casa. Tenho 50% de dificuldade de me concentrar. Nas aulas presenciais é mais fácil estar com atenção.

A Qualidade da Aprendizagem

Imagem de Kidaha por Pixabay 

2.1. O Sistema de Tarefas  serve para aprender. Em comparação com o sistema de testes aprende-se mais, porque podemos fazer mais vezes os mesmos ou outros exercícios e posso fazer ao meu ritmo.

2.2. Nas aulas presenciais aprendo mais do que nas Aulas Zoom

Sugestões: A maioria das aulas serem de manhã e algumas à tarde.

Voto: Desejo umas boas férias e que nos encontremos todos para o Ano!

Conversas na Oficina – DS7B

Cad em Isolamento – É Preciso Silêncio para Trabalhar

1 Ferramentas DigitaisDigital ToolsImage par Gerd Altmann de Pixabay 

1.1. Classroom – Gostei muito da aplicação do Classroom. Principalmente a organização que a aplicação nos traz, ao termos a possibilidade de entregar os nossos trabalhos realizados por esse meio de comunicação.

1.2. Google Docs e Google Slides – prefiro fazer os trabalhos escritos no caderno do que no Google Docs ou no Google Slides. Aprendi a teclar mais rápido, mas por exemplo, em Matemática, não se consegue fazer exercícios em Google Docs. Eu prefiro também a escrita, para não estar tanto tempo a fixar o écran.

1.3. Escola Virtual – Com o Classroom, a Escola Virtual é muito necessária. Antes desta Pandemia, a Escola Virtual era como uma bengala, digamos assim, mas neste momento não é tão necessária, pois o cCassroom já indica as tarefas.

1.4. Aulas Zoom – Achei que as aulas Zoom são boas e más ao mesmo tempo. Por exemplo: torna-se muito difícil ter aulas de Matemática pela plataforma Zoom, mas, por outro lado, outras aulas como por exemplo, as de História, são melhores se forem por Zoom, pois há menos fatores de distração e também porque nessas aulas não é necessário estar presente para a aula evoluir.

2. O Silêncio é Preciso

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2.1 Nos nossos horários, as manhãs têm furos entre aulas. Acho que a intenção dos professores era termos descanso entre aulas. Mas no fim de tudo, só atrapalhou, porque não era possível realizarmos trabalhos entre aulas pois seríamos interrompidos. O nosso pensamento seria interrompido, e não se podem fazer intervalos nalgumas tarefas da Escola Virtual.

2.2. Terça de manhã e à tarde tenho aulas; a seguir às aulas tenho a Prof. Teresa Cabaço até às 17h; depois tenho Volley até às 18h 30.

2.3.  Quarta de manhã tenho 3 aulas seguidas –  para mim é preferível ter tudo seguido  – depois tenho Inglês extra das duas até às quatro, e logo às 4h 30 tenho Volley. 

2.4.  Quinta feira tenho, de manhã, aulas com intervalos – de que não gosto nada – de seguida tenho meia hora para almoçar, depois tenho Oficina de Escrita até às 16h e às 16h 30 tenho o meu Volley.

 2.5. Terça, quarta e quinta não são dias disponíveis para fazer Tarefas;o que me resta é fazer entre as 13h 30 e as 16 h de segunda feira e das 16h às 16h 30 de sexta feira, às vezes para completar algo.

  Proposta Final – Preciso de silêncio para trabalhar. Gostava de ter aulas todas seguidas de manhã e vir para casa de tarde para poder estudar e fazer os trabalhos.

3 – Qualidade Da Aprendizagem 

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   Sinto que aprendi mais que no Sistema Presencial,  porque, com as Tarefas, vim a consolidar mais a matéria,  ao contrário do que acontecia com as aulas presenciais, pois com os testes, a matéria não ficava consolidada na nossa cabeça. Estas Tarefas não eram como se fossem trabalhos de casa, era como se fossem testes para mim.

Conversas na Oficina – IM8B

CAD e Isolamento – Virtual versus Presencial

Ferramentas Digitais

learning toolsImage par Gerd Altmann de Pixabay

Vantagens do Classroom Sem dúvida o melhor, em termos de entrega de trabalho e para a organização dos alunos; tem uma lista a dizer “a fazer”, indica os trabalhos que não estão concluídos e os que não têm data fixa. Temos um stream para cada aluno, vamos vendo e está lá apontado tudo o que nos falta fazer.

Desvantagens da Escola Virtual – Gosto imenso, mas como estão muitas escolas a usá-la a determinadas horas. Que é quando me dá jeito, por exemplo, à tarde, fica muito lento e não se mexe. Uma vez tentei de manhã, estava menos lento. Em termos de organização também é muito bom.

Qualidade da Aprendizagem

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  Nas Aulas-Zoom estamos distraídos. Estava habituada a as professoras nas aulas me chamarem para estar atenta; ainda não tenho autonomia a estar concentrada nas aulas Zoom e aposto que há mais alunos com esta opinião, temos de ser sinceros, mas alguns alunos estão no telemóvel, durante as Aulas-Zoom. As aulas virtuais são interativas, mas são muito menos interativas do que na Escola.

 Tarefas versus Aulas

     Nas Tarefas aprendi mais do que propriamente nas Aulas. Os professores mandavam as tarefas e sei que eram de acordo com a matéria que davam na semana; mas como não estava tão atenta, nas Tarefas recuperava. Sentia-me mais autónoma, mais ativa, tinha o Google para pesquisar, tinha os livros, perguntava aos amigos. De manhã, as aulas são às 9h 30 e ainda não acordamos.

   Aulas Presenciais versus Aulas Virtuais

    Disciplinas mais fáceis de aprender online: não gosto de nenhuma disciplina online, mas se tivesse mesmo que ser, as mais fáceis seriam de Moral. Em EV, depende dos trabalhos, eu era dependente do professor, mas agora consegui, o Professor descobriu maneiras de ajudar.

    História e Geografia também poderiam ser online. As disciplinas essenciais para serem presenciais são Matemática e Português. Inglês também, pois preciso da Professora.

    Físico-Química também deve ser presencial. Eu gostava imenso de Físico-Química e agora desinteressei-me. No sétimo ano não tinha muito boas notas, mas com explicações com o meu Avô comecei a gostar. Agora, no 9º ano, tinha notas decentes, mas se conseguisse estudar um bocadinho mais tenho consciência de que seriam brilhantes. Eu estava sempre a olhar para a Professora: sinto que tenho de estar ali na linha; agora. online. perdi o interesse.

     Há muito menos alunos a fazer perguntas do que presencialmente. Ontem, estava a entrar para a aula de EV quando  a minha Mãe estava a entrar na Escola e fiquei super-triste porque  soube que um dos melhores vigilantes vai-se embora.

Conversas na Oficina – MB9C

CAD em Isolamento – Uma Maneira Digital de Aprender

     Ferramentas Digitaiszoom

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     Classroom e  Google Mail  – São boas aplicações, porque permitem ver as tarefas, ficamos mais organizados, pois indicam as datas de entregas e as páginas, os exercícios, pode-se usar os comentários para falar com os professores.

    Google Docs e Google Slides Para mim, prefiro escrever à máquina, mas acho ainda um bocado confuso o Google Docs e o Google Slides, pois não sei bem utilizar. Podíamos ter formação para estas aplicações.

    Escola Virtual Não gosto quando os professores mandam trabalhos e não recebo notificação. Aconteceu comigo e com mais alguns colegas. Acho que a Escola Virtual é uma boa aplicação para a aprendizagem, é uma maneira digital de aprender.

   Aulas-Zoom – Acho que são boas para aprender, mas depois depende se o aluno tem boa internet ou não, pois pode estar a falhar. Acho que os alunos, ou pelo menos eu, estou mais atenta nas aulas presenciais.  Os alunos desligam as câmaras e os microfones. Não acontecia tanto no início, mas agora estão cansados.

2. Qualidade da Aprendizagem

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  Acho que aprendi um pouco, não tanto como nas aulas presenciais. Os testes ajudam para memorizar o que se aprendeu. Prefiro estudar assim com mais fichas e poucos testes. Sinto-me mais autónoma, mais ativa, tendo as Tarefas, com uma data de conclusão.

Sugestões Para 2020-2021

   Refeitório em Segurança Pode haver horários diferentes para almoço, os alunos sentarem-se de duas em duas em cadeiras, sentarem-se também em alternado, para não terem ninguém à frente; nos dias de sol, fazerem  pic-nics nas bancadas do pavilhão.

   Máscaras Podemos usar máscaras feitas em casa, mas temos de colocar filtros dentro.

    Projetos de Verão 2020Cá em casa vamos remodelar a casa toda, vai demorar mais do que as férias. A C. fez anos, já recebeu uma cama nova. Vamos ter quadros novos no quarto e quadro branco para desenharmos. Temos uma piscina de montar no jardim, vamos todos os dias depois do almoço.

Conversas na Oficina – CA8A

CAD em Isolamento – Sobre a Experiência Digital

Ferramentas Digitais

toolsImage par kirillslov de Pixabay 

O Classroom com Tarefas  – Não deve continuar, porque senão os “Sôtres” enchem-nos de tarefas gigantes, e ainda por cima com as aulas presenciais! Mas se vão ser menos testes e se fizermos as tarefas todas e vamos ter pontos nas tarefas, então pode ser.

Google Docs e/ou Google Slides – Prefiro usá-los assim,  ganhei um bocadinho de velocidade no computador. É mais uma coisa com peso.

Escola Virtual – Vale a pena continuar, porque as tarefas são mais fáceis e estou com o objetivo de ganhar os prémios todos de lá, já recebi 8 medalhas. Em cada medalha diz o que se ganhou.

Aulas ZoomO ponto positivo das videoconferências é que se torna mais fácil e consegui subir as notas. O ponto negativo é que a ligação da net é frágil, o som trava muito e a imagem falha.

2. A Qualidade da Aprendizagem

learningImage par Oberholster Venita de Pixabay

   Nas aulas Zoom

    Se para o ano vamos rever a matéria deste ano, algumas pessoas não vão mostrar que aprenderam, pois não estão atentas nas aulas; na verdade, não dá vontade de estar lá, mas de estar no telemóvel. Eu gosto mais das aulas presenciais.

   Nas Tarefas 

   Sinceramente aprendi um bocadinho, não sei é se preferia passar de ano estando na aula, mas acho que se estivesse na escola podia não passar de ano. Isto que aconteceu foi a meu favor, só tenho uma negativa até agora, que é a Francês; progredi em relação ao 1º Semestre.

     Comparação entre o Sistema de Tarefas e o Sistema de Testes

  Os “Stôres não ensinam enquanto estamos a fazer as Tarefas, enquanto que, na sala de aula, a Professora está a explicar e ajuda-nos a compreender o que estamos a fazer. No sistema de Tarefas temos de fazer sozinhos. Este Sistema tira-me o stress e faz com que eu aprenda melhor. Tem um ponto mau, pois como nunca temos de recordar o que aprendemos, como fazemos no sistema de testes, acabamos por esquecer mais facilmente.

Conversas na Oficina – LJ7A

CAD em Isolamento – Por Uma Aprendizagem de Qualidade

Uso das Ferramentas Digitais

ferramentasImage par 200 Degrees de Pixabay 

     Tarefas com o Classroom – Gostei de usar o Classroom, é mais fácil de irmos ver os trabalhos que temos de fazer;   na Escola, mandam os TPC pelo caderno, e depois nós podemos fazê-los, mas se formos ao computador, podemos lembrar-nos mais facilmente. Às  vezes não tinha o livro, não podia fazer a tarefa.  Gostava de continuar a ter um Plano Semanal de estudos com as tarefas e as matérias que vamos dar.

Google docs e Google Slides  Não achei muito bem; dificulta mais a escrever; não há trabalho manuscrito, tens que mexer nas teclas; mas, por outro lado, é bom, porque aprendemos alguma coisa: a usar as ferramentas digitais.

  Tutoriais São bons, ajudam um bocadinho mais nas Tarefas que depois os Professores mandam  fazer. A 1ª vez ouço e vejo de seguida os  Tutoriais; depois, ao fazer a tarefa, se não me lembrar de alguma coisa, vou ao Tutorial e vejo outra vez.

   Escola Virtual Achei um bocadinho mau, porque, muitas vezes, não conseguia entrar. Por outro lado, as pessoas, às vezes não conseguem enviar os trabalhos por Classroom ou não há e usam a Escola Virtual.

    Aulas Zoom Ao início, achei difícil, depois adaptei-me. Quando estou muito tempo à frente do computador, fico com dores de cabeça. Na sala de aula, qualquer aluno pode ser chamado a responder, aqui, só responde quem quiser, e o aluno pode estar noutro separador, com outra atividade.

Qualidade da Aprendizagem

Image par Coffee Bean de Pixabay 

     Nas aulas presenciais aprendo melhor, porque se tiver uma dúvida, o professor pode responder logo; também temos mais convívio social. Nas aulas digitais, por exemplo, se tiver uma dúvida e for dizer ao “Str.”, podemos ter uma falha de internet e não conseguir comunicar.

    Com as Tarefas sinto que aprendi um bocadinho. O sistema de Testes é mais difícil que o Sistema de Tarefas, porque nestas podemos ir ao Google ou ao Livro, enquanto nos testes temos de estudar para tirar boa nota. Prefiro os testes: dão-me curiosidade. Fico ansioso quando o professor diz que vai entregar, para ver a nota que vem.

    As Tarefas foram  em muito mais quantidade, porque havia poucas aulas, ao contrário dos TPC, que antes eram muito menos, por causa do dia letivo ser tão comprido. No Sistema de TPC, a Aprendizagem tinha mais qualidade.

Sugestões

    Podemos utilizar um Método Misto: aquilo que podíamos salvar do Sistema Presencial eram os tpc, as aulas presenciais e os testes; do Sistema Digital, podíamos aproveitar as Aulas-Zoom e o Classroom. Se não pudermos estar todos na sala, uma semana ia metade da Turma, outra semana ia a outra; uma semana, uma metade ficava nas Aulas Presenciais e na otura semana ficava nas Aulas Zoom.

      Perspetiva de Férias no Nobre Reino da Agricultura

    Temos Vacas leiteiras para cuidar e vacas normais; temos novas plantações para tratar: alfaces enormes, tomates, pepinos, melancias, bróculos… Às 6h 30 da manhã, levanto-me para ir regar dia sim dia não.

Conversas na Oficina – TS6D

CAD em Isolamento – Ferramentas Digitais e Aprendizagens Novas

1.Aplicações Digitais

digital toolsImage par ZeroTolerance de Pixabay 

     1.1. Tarefas na Classroom – Sinto que foram boas, porque estavam organizadas por disciplinas, com todos os trabalhos e suas datas, bem como, se um aluno tivesse trabalhos em atraso, podia recuperar.

    1.2. Google docs e G. Slides – Não são muito importantes, porque podemos fazer esses trabalhos em word ou no caderno, e tirar fotos. O Google docs é importante para os professores que não compreendam a letra dos alunos.

   1.3. Escola Virtual Gostei muito, é uma boa ferramenta, porque vem primeiro a matéria a explicar e só depois podemos resolver os exercícios.

  1.4. Aulas-Zoom – Acho que eram muito melhores as aulas presenciais; o professor controla melhor, os alunos em casa estão mais livres, nós podemos estar a fazer outras coisas. Eu conseguia estar mais ou menos atenta, dependendo das disciplinas. Por exemplo, nas aulas de Português e de Inglês eu consegui estar atenta, porque no décimo ano preciso dessas duas disciplinas para o que quero seguir, portanto faço um esforço.

     2.Qualidade da Aprendizagem

Image par 200 Degrees de Pixabay 

      Prefiro os trabalhos com este sistema de tarefas. Com o sistema de testes, nós estudávamos, podíamos saber muito bem a matéria, mas por exemplo, podia algo correr mal, nós tínhamos estudado muito, muito, mas não tínhamos a nota esperada.

  Com os trabalhos em tarefas, é muito melhor, porque a pessoa pode estudar e vai consultando, vai estudando ao seu ritmo. Pode ser muito trabalho, mas aprendo mais assim.

Conversas na Oficina – MC9C

CAD em Isolamento – Aplicações Digitais e Qualidade da Aprendizagem

Aplicações Digitais

digital learningImage by Arivle One from Pixabay 

     A minha Apreciação do uso das Aplicações Digitais durante a fase de Isolamento – Classroom, Zoom, Escola Virtual, Gmail:

   O Classroom é útil para enviar trabalhos, conseguimos controlar, é melhor para nos organizarmos, o feedback é útil, pode-se enviar dúvidas aos profes e receber respostas.

    As Aulas-Zoom adaptam-se bem para falar; consigo estar com atenção, distraio-me menos. E é mais fácil para os profes controlarem.

    Não usei muito a Escola Virtual: é útil para ver vídeos ou os manuais. Se não sei do meu caderno, vou lá.

    Gmail: não foi muito útil, ao início não entrava nas aulas-Zoom pelo Classroom, mas agora já me habituei.

Qualidade da Aprendizagem

como aprendiImage by Oberholster Venita from Pixabay 

    Não aprendi muito, preferia aprender nas aulas. Nas aulas presenciais, os Professores estavam sempre a perguntar e a rever matéria, enquanto que, nestas aulas, eles dão a matéria, mas temos menos aulas, não dá para “digerir” as matérias.

   A pessoa aprende mais numa aula presencial do que numa virtual. Temos testes, estudamos mais, agora é um bocado mais livre. Como as pessoas vão estudando para os testes, concentram-se naquela matéria, agora esquecemo-nos. 

Quanto ao conforto dos TPC 

shcool

Image by OpenClipart-Vectors from Pixabay 

    É melhor fazer nas aulas, há pessoas que verificam e tiram as dúvidas, temos menos tarefas, é menos preocupante. Alguns alunos fazem na hora, assim não tenho de fazer depois e preocupar-me com isso.

Sugestões

   As aulas online podem ser ao mesmo tempo que as aulas em presença, estando metade das turmas online, a seguir a aula real pelo Zoom. Também podia haver aulas só de manhã, para evitar o refeitório e depois, à tarde,  já podia ser outro turno.

  A Marina, na Biblioteca, podia contar quantas pessoas entravam, e todas punham luvas à entrada. Também se podem desinfetar os teclados de computador.

Autovaliação Oral da Aprendizagem Digital  – MA6B

 

CAD em Isolamento – Preparando o Ano Letivo 2020/21

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  Aplicações a Manter no Trabalho do Novo Ano

   Uma aplicação que usamos agora, o Classroom, ajudou-me a aprender: há datas a dizer quando se deve entregar as tarefas, o que facilita a nossa organização.

   Quando vamos buscar material levantamo-nos; se usamos o Classroom no tablet, é mais rápido, a própria diversidade dos modos de realizar as tarefas, alternando entre o manual e o digital, torna o trabalho mais leve.

     O Google Slides dá muito jeito para preparar as apresentações: ajuda a dividir o que estamos a criar em partes pequenas e a descobrir como elas se ligam.

   Um outro aplicativo que comecei a usar mais foi o G-Mail, quando recebemos os e-mails dos Professores, a dizer “Muito bem” ou um link para uma aula, ou a marcar um trabalho…

Estratégias de Trabalho a Manter no Novo Ano

back to schoolImage par Oberholster Venita de Pixabay 

   Senti-me com mais atenção às aulas. Na sala tens muita coisa para distrair e aqui não, estás em casa. E já não existe aquela desculpa “Ah, não quero ir às aulas” – agora estamos sempre em casa.

   Gostava de continuar a receber mails dos professores, fazer os tpc com as minhas amigas, de continuar a trabalhar no classroom.

   Sugestão para Avaliações: o professor manda um anexo com uma ficha para fazermos, como nos formulários Google e nós depois fazíamos sozinhos.

Conversas na Oficina – CM6C

CAD em Isolamento – Regresso A Uma Nova Escola

O que mais gosto na Escola

escola coraçãoImage par Gordon Johnson de Pixabay 

     A minha disciplina favorita é EV; podes desenhar o que quiseres, fazer diferentes tipos de criação artística, pegar em lápis, em cores, uns papéis que ao toque parecem lisos, não tem altos e baixos.

    A disciplina que me parece mais fácil é HGP. Basicamente nao tens coisas para decorar, só as datas; o professor, ao tentar explicar uma guerra faz uma representação que me facilita perceber. É bom saber o que as pessoas do passado viveram, como foram surgindo as coisas, as pessoas, os comboios,  as maneiras de ver.

    A disciplina que acho mais difícil é Português: tem demasiada gramática que é preciso decorar, tal como pronomes, adjetivos, o sujeito… Para estudá-la uso um caderno, faço um esquema e leio várias vezes para conseguir decorar.

     Nos intervalos , antes da Quarentena, eu ia passear pela Escola e, às vezes, ao pé da papelaria da Rosa, há um espaço, onde a B. a L. e a C. ficamos lá a dançar e a conversar.  Com estas 3 Amigas é que passo os intervalos. Sei que são minhas amigas pois a C, já conheço desde o 1º ano; a B e a L vieram de novo para o Colégio no 5º ano. Já convivemos há muito tempo, sei que são de confiança.

Na Escola Semi-Virtual

escola virusImage par chiplanay de Pixabay 

     Em vez de escolhermos dois amigos para as turmas do próximo ano, escolhemos mais um, 3 e ficamos juntos nas miniturmas  de 15 alunos.

    O professor ou professora de cada disciplina pode criar atividades em que aprendemos ao mesmo tempo; quando nós levamos tpc para casa, podemos telefonar a um companheiro que nos ajuda a estudar e que nós ajudamos a ele, formando pequenos Grupos de estudo.

    Os alunos de sétimo ano podem preparar trabalhos combinando disciplinas diferentes e  podem dar aulas aos professores sobre as disciplinas que eles não dão e mostrar como as crianças pensam.

    Como nós precisamos de ar livre  – e é muito mais seguro – vamos para fora, fazer aulas no Jardim, uma turma de 15 fica no Anfiteatro, outra turma fica nas mesas do jardim coberto.

     Em História podíamos ir a um sítio que marcou muito a História de Portugal e ficar lá a dar aulas, como por exemplo, os Castelos da Idade Média, Aljubarrota, o Palácio da Pena.

     Assim como houve uma concentração, com o programa da Cristina Ferreira, ao ar livre e as pessoas dentro do carro a assistir, também podíamos fazer a Festa do CAD 2021 ao ar livre, num recinto onde coubessem os carros dos pais, com écran gigante e um palco.

     Devemos andar sempre com máscara na Escola, lavar as mãos antes e depois das aulas, tentar não tocar em nada; levar um esguicho de alcóol em gel; podemos fazer picnics ao ar livre ….para deixar o refeitório com menos pessoas. quando acabamos de comer, não podemos pôr os cestos um ao lado dos outros.

CM6C

Aprendizagem Sócio-Emocional – II

Flickr.com Atribution:  CC BY -NC-ND 2.0 Author: Salzburg Global Seminar

                                        Apontamentos da Formação dada por Teresa Cabaço e Sara Simões

     No novo enfoque que reabilita a centralidade da qualidade das relações humanas no ecossistema da aula, o professor concebe-se ainda como um líder.

     Agora, ele deve gerir e dinamizar, para além do processo cognitivo de aprendizagem, outras três dimensões. Elas revelam -se como condições necessárias do êxito dessa mesma aprendizagem: o ambiente comum, as relações humanas e as tarefas em curso.     

          O AMBIENTE 

      O professor deve estabelecer as condições que permitam  deixar emergir um sentimento de segurança, de pertença e de acolhimento recíprocos entre todos os alunos.

    Esta primazia dada ao estabelecimento de um ambiente favorável à aprendizagem deriva do pressuposto de que  a energia para mobilizar as funções executivas da cognição brota da qualidade das relações entre os intervenientes no processo.

            Se os alunos se sentirem aceites, acolhidos e protegidos e a diversidade das expressões for valorizada, nenhum aluno se sentirá estranho à aventura comum de aprender e cada um se poderá sentir motivado a contribuir com o seu melhor.

           Na segunda Formação sobre Aprendizagem Sócio-Emocional seremos iniciados nas várias estratégias a que o Professor pode recorrer para instilar no ecossistema da aula esta atmosfera positiva e inspiradora para todos. 

Aprendizagem Sócio-Emocional – Formação do SPO

Aprendizagem Sócio-Emocional – I

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Salzburg Global Seminar  CCBYNCND2.0 Flickr.com

                                                Apontamentos da Formação dada                                            por Teresa Cabaço e Sara Simões

     No passado dia 16 de Outubro,  a comunidade de Educadores do CAD acolheu a primeira partilha de uma série de Formações oferecidas pelas nossas colegas da Unidade de Serviços de Psicologia,  sobre a centralidade de que se reveste a Aprendizagem Sócio-emocional,  para um sistema educativo que, nos nossos dias, entrou em profunda renovação. 

       O papel do Professor, neste novo contexto, é entendido como o de um líder, mas não apenas um líder na sua especialidade académica, que deve continuar a dominar com rigor e maestria.

     Agora, esta liderança é aprofundada e  alargada a outros aspetos que estruturam  a vida de uma Escola, na medida em que esta se entende, em primeiro lugar, como uma Comunidade de Pessoas que se orientam por Valores comuns.

         Tais valores, consignados no nosso Projeto Educativo e diretamente inspirados no Ideário das Escolas Amor de Deus, harmonizam-se, na sua essência, com o reconhecimento das Pedagogias atuais de que a qualidade do relacionamento humano permanece a pedra de toque do sucesso efetivo da “Aventura Educativa”. 

       Tentaremos acompanhar de perto, bem como partilhar com os nossos alunos, o enriquecimento que esta reflexão inspiradora e  prática virá trazendo à construção empenhada de um aperfeiçoamento –  sempre a caminho –  das nossas aprendizagens e do nosso viver em comum. 

Aprendizagem Sócio-Emocional – Formação do SPO

Aprendizagem Sócio-Emocional – III

 

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 Flickr.com Salzburg Global Seminar Atribution: CC-BY – NC – ND 2.0 Author: Wolfgang Irber

A Relação Professor-Aluno

                                     Apontamentos da Formação dada por Teresa Cabaço e Sara Simões

   A Presença Pedagógica refere-se à Relação Professor-Aluno: aprender é aprender com o outro. As interações estão no foco para favorecer a aprendizagem, com um clima de tranquilidade que se deve à Presença Pedagógica do professor.

     A aprendizagem é relacional e afetiva: há que reconhecer a singularidade de cada um. O vínculo é essencial. Espera-se uma atitude inclusiva e persistente, há que fornecer feedback e reforço apropriado.

     Envolver o aluno: promover uma atitude consciente e responsável. Só procurar conhecê-los já lhes dá autoestima. O professor não desiste de nenhum aluno. Quando a avaliação está quase no 3, dar um encorajamento.

     Envolver o aluno é trabalhar a responsabilidade do aluno. Às vezes têm capacidade cognitiva, mas pensam que não são competentes na escola.

“Aprendizagem Sócio-Emocional” – Formação do SPO

Coaching na Escola

  coaching

     Imagen de Tumisu en Pixabay Pixabay License

     No contexto da renovação que inspira a nossa Escola, concluiu-se, no passado dia 4, uma Formação em “Coaching para Docentes”, oferecida pela plataforma ClickProfessor e orientada pela Formadora Giovana Pires.

   A arte do Coaching só é realizável na verdade da existência, isto é, ela implica, tal como a verdadeira filosofia, a entrada num dinamismo interior em vista de uma mudança real na pessoa do coach, antes de, por sua vez, poder apoiar os outros.

    Durante a Formação, somos despertados para um novo nível de atenção às reações emocionais; para uma preocupação mais descentrada sobre a importância de mantermos relações sustentáveis e respeitadoras mesmo no seio de conflitos laborais ou pessoais.

     A indicação inicial que nos foi dada “Pensar, Sentir, Agir” – a contracorrente da sequência intuitiva “Sentir, Agir, Pensar”-  continua viva e atuante, apesar do ritmo sacudido em que a Escola avança para uma renovação desejada, com alguma ansiedade e multiplicadas solicitações vindas de diferentes momentos de formação.

    Todas as Formações de qualidade trazem ideias e exemplos inovadores, que devem ainda ser interiorizados e só depois, implementados, ajustando-se ao nosso contexto; mas a Formação de Coaching traz, de raiz, um desafio concreto que tem “mordente sobre a vida” e lança o formando num compromisso radical de mudança que é, ao mesmo tempo, íntimo e relacional.

    Enquanto pessoas, somos nós próprios únicos e singulares, mas enxertados num feixe de relações vivas, isto é, somos-com-os-outros.

      Daí, a abertura de um espaço exterior – a arte do Coaching supõe também que a arena da vida quotidiana se torne o laboratório experimental onde aprendemos a reconhecer o trabalho de fatores aliados e o outro, incontornável, de fatores a desenvolver.

    É na proximidade de pessoas com quem já aprofundamos laços de amizade, bem como na de pessoas com quem comungamos nos esforços e vitórias do exercício docente que podemos encontrar o apoio, a partilha e o encorajamento mútuos para tornar operante a nossa iniciação na caminhada transformante que é o Coaching.

     Assim, poderíamos partilhar os livros do autor Juan Bou Pèrez e alguns materiais oferecidos na Formação, criando-se um minigrupo de colegas interessados, na Escola,  a fim de aproveitar e incorporar, com tempo, os ensinamentos da Formação, para tentar replicar os seus desafios, no contexto concreto que estamos a viver.

    Podemos certamente aproximar a abordagem do Coaching à da aprendizagem Sócio Emocional, que está a ser apresentada pela nossa equipa do SPO em ações de formação internas; ambas visam a pessoa integral do aluno e colocam ênfase nas suas dimensões de realização pessoal e relacional. 

     A Oficina de Escrita pode beneficiar da aplicação das inúmeras  Ferramentas de Coach Docente que foram transmitidas e que estão prontas para o trabalho com os Alunos. Estas Ferramentas podem ser ainda partilhadas com as diferentes comunidades de trabalho educativo que constituem a Família Amor de Deus. 

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Recordar – Aplicação Prática II:”2 Coisas”

jovem estudando com os livros pelo arImagem de Pexels por Pixabay

     No seu  precioso livro “Powerful Teaching“, Pooka Agarwal e Patrice Bain – a 1ª Doutorada em Ciências da Aprendizagem e ambas Professoras –  partilham algumas Estratégias simples de pôr em prática no quotidiano da aula e que se revelam essenciais para os alunos construirem uma Aprendizagem consistente.

    Para  oferecerem o seu máximo potencial, estas “Práticas de Recordar”, a realizar pelos Alunos, devem:

      • Ser escritas ou verbalizadas, não apenas pensadas.
      • Devem ser suscitadas pelo Professor ou Tutor, de modo regular, intencional e sistemático. 
      • Todas elas aceitam variantes e podem ser adaptadas, de forma flexível, ao tipo de aula, à personalidade da Turma, às preferências de cada Aluno ou de pequenos Grupos.

1 – Duas Coisas – questão a colocar no meio ou perto do final de uma aula. Consiste em pedir, por exemplo:

    • Escrevam duas “coisas” que aprenderam hoje.       
  •   Quais as 2 ideias principais desta Unidade, que retiveram ?
    • Duas “coisas” deste tópico que gostariam de aprofundar.
    • Dois exemplos da vossa experiência pessoal que possam relacionar com esta lição.

     Os alunos escrevem de imediato, sem consulta de manual ou de apontamentos. A aula segue o seu curso imediatamente.

1.1. Variante 1

    Depois de terem escrito o que foi pedido, cada aluno  troca com o seu par: cada um pode acrescentar a contribuição do colega, recebendo, assim, um “feedback” informal.

1.2. Variante 2

    Depois de terem partilhado com  o seu par, os alunos podem, ainda, partilhar em pequeno Grupo ou em Grupo-Turma apenas uma das suas escolhas. 

BENEFÍCIOS

     Os Alunos verificam a adequação das suas respostas e aprendem outras, uns com os outros; participam ativamente na exposição do assunto em estudo; criam apontamentos fora da interação da aula, recordando-a; aplicam o esforço a uma “dificuldade desejável” – o que imprime durabilidade ao que está a ser aprendido.

OE

Fontes:

Powerful Teaching

Retrieval Pratice

 

 

 

Pseudo-Estratégias – 1: “Estilos”

Imagem: Oficina de Escrita

     Neste momento de viragem para a nossa Comunidade Educativa, tentamos recolher pistas orientadoras a partir da experiência preciosa daqueles que vão à nossa frente no caminho da Inovação da Escola.

   Os resultados validados cientificamente no âmbito das Ciências da Aprendizagem alertam-nos para o facto de se deverem evitar algumas formas de ensinar que se revelaram ser ineficazes para uma real aprendizagem dos alunos.

      Uma das abordagens de ensino mais intuitivas e, por isso, mais divulgadas, cujos efeitos na aprendizagem efetiva não tem resultados consistentes:

     Ensinar segundo os “Estilos de Aprendizagem” preferidos por cada aluno.

Recursos 

    1 – Artigos de Divulgação –

1.1. No excelente siteThe Learning Scientists”  – uma página de títulos de artigos que explicam, em detalhe e em linguagem acessível,  por que motivo a ideia dos “Estilos de Aprendizagem” não se traduz em práticas pedagógicas eficazes.

Página de Resumos de Artigos

1.2.  The Effortful Educator: Aprender Mitos versus Aprender Factos

1.3. Ted Talk sobre este assunto

1.4.   The Atlantic O Mito dos “Estilos de Aprendizagem

   2 –  Artigos Académicos –  fundamentação científica que denuncia a inconsistência desta abordagem.

2.1. Frontiers in Psychology– Site de psicologia educacional: (https://www.frontiersin.org/articles/10.3389/fpsyg.2015.01908/full)

2.2. O Mito dos “Estilos de Aprendizagem” no Ensino Superior (https://www.frontiersin.org/articles/10.3389/fpsyg.2015.01908/full)

2.3. Relatório Científico: O efeito na compreensão após a aplicação de “Estilos de Aprendizagem” no Ensino.

  OE

Faíscas Aleatórias

   faísca aleatória

     Image parFree-Photos de Pixabay 

     No seu livro “Build your Business on Ideas” a autora, Jodie Newman, ensina a interromper bruscamente a sequência linear do pensamento lógico, quando este se esforça laboriosamente para enfrentar um desafio ou resolver uma questão difícil.

     Esta interrupção intencional visa infletir subitamente a linha do pensamento sequencial e gerar um fluxo de ideias inesperadas, capazes de encontrar uma solução imprevisível.

    A este elemento disruptivo, o autor chama a”Faísca Aleatória”

      O instrumento que provoca a ruptura pode ser uma palavra ou  frase, um som, uma imagem, um objeto, desde que não tenha nenhuma relação aparente com o assunto em debate.

     Dá-se um salto na forma de pensar sobre um assunto se for possível provocar uma associação imprevisível com  ele. 

    Esta adoção de um novo ângulo de visão quebra o molde antigo que aprisionava a mente; descentra cada um de nós dos nossos pontos de vista pessoais; as “faíscas” tornam-se ferramentas de um pensamento criativo.

    As três etapas deste processo são:

      1. Deflagração da “faísca” ou “ruptura inaugural”;

    2. A descoberta de uma relação inesperada com o assunto em questão;

    3. A configuração inédita que assume aquilo que se pretendia solucionar, aperfeiçoar ou recriar.

Fonte:Build Your Business On Ideas” 

Exemplo de aplicação de “Faíscas Aleatórias” no seu site, com o Gerador de Faíscas: http://thebusinessallotment.co.uk/spark

OE

Um Diário de Trabalho

Imagem – Aluno do CAD 7º ano

     Michele Martin é especialista em acompanhar pessoas que transitam entre “dois mundos”, afastando-se da margem de um trabalho bem conhecido, para partir em demanda de um outro, mais conforme ao seu sonho, às suas competências, aos  valores que as orientam.

     Depois, resta ainda adaptar-se e abrir-se aos novos desafios de um trabalho mais livre e, por isso mesmo, mais exigente.

      Em múltiplos artigos do seu “The Bamboo Project”, a autora vem confirmar, com testemunhos de seus clientes e amigos,  os benefícios vitais que resultam da adesão à prática de acompanhar as transições e novas descobertas, com um Diário de Trabalho

     Na nossa última Reunião de Professores, partilhamos as preocupações inerentes ao iminente processo de transformação e mudança.

    Elas podem ser outros tantos tópicos de um “Diário de Trabalho” que dê corpo à reflexão que a “Viagem da Inovação” suscita em todos nós:

      • Cativar  e envolver os Alunos no processo da Mudança.
      • Os diversos modos de contribuir para a Realização Pessoal dos Alunos.
      • A adequação de novas Estratégias à estruturação do ano em semestres.
      • A disposição dos espaços físicos em consonância com novas formas de trabalho comum.
      • A cooperação com os Pais.
      • Formas de proporcionar a melhoria das Aprendizagens.
      • Necessidade de estarmos atualizados em relação às inovações que já deram provas da sua eficiência noutras Escolas.

     Elaborar e manter, com perseverança, um “Diário de Trabalho” pode revelar-se um apoio estimulante, para esclarecer hesitações, afinar decisões e registar surpresas, numa etapa de alterações em profundidade, como aquela em que já principiamos a navegar na nossa Escola.

OE