CAD em Isolamento – Aventura no Deserto

Image by Patricia Alexandre from Pixabay 

     Eles viviam no Deserto e as suas casas eram de palha; eram o Omar e o Zeid.

     Desejavam um sítio melhor para viver e já há anos que o procuravam.

    Até que um dia, encontraram alguém que se chamava Ruby: era uma cachorra esperta, mas não conseguia falar. Ficaram com ela e levaram-na.

     Outro dia, encontraram uma miragem, pois estavam cheios de calor!

    Aí, encontraram um rato do deserto escondido numa toca de areia, mas veio uma tempestade de areia que os fez flutuar até uma floresta cheia de mamíferos.

    Um morcego gigante e carinhoso levou-os até ao Iraque cheio de guerra, mas encontraram  uma Senhora muito simpática que os levou a um sítio muito seguro, sem guerra.

    Ficaram a viver naquele sítio pacífico para sempre.

OA5B

CAD em Isolamento –  História de Pescador

arapaimapikist.com

     Nas longínquas selvas amazónicas existe uma lenda sobre um Peixe que engole pessoas, mais conhecido por Arapaima.

     É um peixe gigante que vive nos rios da selva amazónica; já vários pescadores tentaram pescar esta fera das águas.

    Vamos acompanhar o famoso pescador que vai tentar pescar a lendária Arapaima.

     O pescador foi para uma pequena vila nas margens do rio Negro. Ele perguntou a vários moradores locais sobre a lenda da Arapaima e conseguiu uma valiosa informação: “Na casa do Rogério, o seu avô já viu uma Arapaima”. O pescador perguntou como era o peixe.

    O avô do Rogério disse que o peixe media 3 m, pesava mais ou menos 250 kg, tinha uma armadura de escamas e que engolia tudo o que lhe aparecia à frente.

   O pescador perguntou onde tinha encontrado a Arapaima. Ele levou-o para as redondezas da vila, nas margens do Rio Negro; disse que tinha encontrado a Arapaima naquele sítio.

    Depois de perguntar a mais moradores locais, confirmou o aparecimento da Arapaima nas margens do Rio Negro.

    O nosso valente Pescador veio numa tentativa para pescar a Arapaima. Na sua primeira tentativa ele não pescou a Arapaima, pescou algumas piranhas e bagres.

    O problema era que não sabia qual era a isca que deveria usar para pescar a Arapaima. Ele ficou a saber que  a Arapaima come piranhas com a ajuda de alguns moradores locais.

     Na sua segunda tentativa, o pescador usou, como isca, piranhas; ele tentou, tentou e tentou… E já no final do dia, ele fisgou a Arapaima!

    Eles lutaram durante duas horas, os dois estavam exaustos, mas depois que  já dominou o peixe, o pescador, quando estava a recolher a Arapaima, ele teve de cortar a linha e a Arapaima, bateu-lhe com a cauda e soltou-se.

     Eles encontraram-se de novo numa longa luta de força; eles lutaram por muito tempo, quando o pescador dominou o peixe, levou-o para o barco e mediu-o: tinha 5 metros e pesava quase 400 kg e era um exemplar com mais de 100 anos.

    Então o nosso pescador conseguiu pescar o exótico ser. E agora acabou a jornada de apanhar a lendária Arapaima!

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CAD em Isolamento – Sonhar as Férias

caravanaImage par Jill Wellington de Pixabay 

     As férias que os meus Pais e nós planejávamos era alugarmos umas daquelas caravanas gigantes e irmos explorar as florestas, andar de bibcleta e cada dia ser uma nova aventura!

     Nós iremos andar de bicicleta, mas ao contário de ao pé da nossa casa, nós poderemos andar por todo o lado, pisando as folhas caídas no chão, observando a beleza nas árvores e respirando o ar puro da Natureza.
        O meu pai me ensinaria a utilizar a bússula….

     Eu sempre gostei de viagens e de aventuras, porque descubro novas culturas, novos monumentos entre outras coisas.

    Acho que todos têm um desejo em comum, que é viajar. Aposto que a maioria das pessoas tem uma viagem dos seus sonhos.

   A  viagem dos meus  sonhos sempre foi ir às Caraíbas – quer dizer, o país mais longe a que cheguei, foi Espanha-.

   Recordo-me quando eu tinha 6 ou7 anos, de colecionar panfletos de todo os sítios novos a que eu ia; depois, no final do ano, eu tinha uma pasta de panfletos abarrotada!

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CAD 3ª FASE – A Guitarra Que Gostava de Ser Tocada

violaImage by Efes Kitap from Pixabay 

     Era uma vez uma Guitarra que gostava de ser tocada; havia duas pessoas que tocavam naquela Guitarra.

     As duas pessoas eram uma rapariga e um rapaz; a rapariga chamava-se Luísa e o rapaz chamava-se Joaquim.

     A Luísa era quem mais tocava Guitarra, porque ela era quem mais queria aprender. Ficava as semanas todas a tocar, enquanto o Joaquim não se interessava assim tanto: só tocava segunda, quarta e sexta-feira.

     Uma tarde, quando chegaram do Colégio, a Luísa foi tocar; quando a mãe chegou, perguntou se podiam tocar o que conseguiam.

     A Luísa pediu para ser primeiro o Joaquim; quando ele começou a tocar, não conseguia tocar direito. E a Mãe disse:

     – Tens que treinar mais.

    Quando chegou a vez da Luísa, a Mãe ficou impressionada, porque a Luísa conseguia tocar bem e rápido.

       Depois, o Joaquim foi treinar e a Mãe disse:

       – Luísa, toma o teu prémio, por tocares muito bem.

      – Obrigada pela Guitarra nova! – Exclamou a Luísa.

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CAD -3ª Fase – “Os Lagartos Aterrorizadores”

 

T- Rex

Flickr.com Author: Sandra Strait

     Existem muitas raças de Dinossauros reais, e a minha raça favorita é o T-Rex.

      Existem muitos esqueletos de Dinossauros debaixo da Terra. Eles viveram há 200 milhões de anos atrás e foram a espécie dominante durante 135 milhões de anos.

    Do nada veio um asteroide gigantesco que bateu na Terra e mudou o clima. Os Dinossauros não conseguiram resistir.

    Sir Richard, em 1842, deu-lhes o nome de “Dinossauros” porque significa “Lagarto Aterrorizante”.

     Alguns Dinossauros chegavam a ter mais de 30 metros de comprimento e 15 de altura.

        O T-Rex era carnívoro e alimentava-se de outros animais.

https://kidskonnect.com/animals/dinosaur/

OA5B

A Viola Que Tornava Invisível

     viola

   Pxfuel.Com

    Era uma vez uma menina chamada Beatriz que gostava muito de jogar. O que ela mais jogava era Minecraft, na sua X-Box. Andava sempre a construir casas.

     Houve um dia em que a Mãe da Beatriz foi a uma loja e comprou uma viola. Quando chegou a casa, chamou a Beatriz que foi logo ter com a Mãe e perguntou:

       – A Mãe vai começar a tocar guitarra?

       – Isto não uma guitarra, é uma viola e é para ti.

       A Beatriz levou a guitarra para o quarto e começou a pensar:  – “Por que é que eu tenho uma guitarra se nem sequer sei tocar?”

     A Mãe disse à Beatriz:

     – Beatriz, não é uma Guitarra, é uma Viola. E eu sei como resolver o teu problema.

      – Tu podes instalar Yousician  e Guitar Tuna. São ótimas para ti. Não te esqueças que é uma viola.

      – Ok, Mãe.

   A Beatriz instalou as suas Apps e começou a experimentar. Viu que a Guitar Tuna é para afinar a viola e a outra é para aprender a tocar músicas.

   No fim do dia, a Mãe pediu à Beatriz que tocasse uma música que tivesse aprendido.

    A Beatriz tocou e ainda não tocava bem, mas estava bom para principiantes.

    – Beatriz, vou-te por no Verão, num Campo chamado MusiCasa; e vais para a Viola.

     No verão, a Beatriz foi 20 semanas para o “Musicasa” e, quando acabaram as 20 semanas, a Mãe pediu para a Beatriz tocar. A Betriz tocou; já tocava bem e tornou-se invisível.

    A Beatriz e a Mãe descobriram que quem tocava bem na Guitarra tornava-se invisível.

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As Minhas Férias de Verão Inesquecíveis

     

       Flickr.com Autor: Vítor Oliveira

      Eu, o meu pai, o meu amigo e os dois cães, partimos dia 27 de Junho. 

     Eu e o meu Pai já planeamos algumas atividades: por exemplo, vamos com duas redes apanhar caranguejos, mas bem cedo.

    Depois de os apanharmos, devolvemo-los ao mar, mas antes de os devolvermos à lagoa, nós pegamos no balde onde estão, despejamos na areia, eles começam a correr e nós fazemos apostas a ver quem chega primeiro ao mar, mas os cães acabam por torturar os caranguejos: ou pisam-nos com as patas ou agarram-nos com a boca e atiram-nos para onde eles quiserem.

    Também vai haver Praia, todos os dias, muito cedo de manhã, vamos para a praia; para não apanharmos muita gente, instalamo-nos nas dunas com as nossas coisas: toalhas, guarda-sol, etc.

    O meu Pai vai levar só um dos cães de cada vez para a praia, enquanto eu e o meu amigo vamos apanhar ondas nas nossas pranchas de bodyboard.

   Vão ser momentos muito divertidos e inesquecíveis, porque, quando estamos dentro da onda, não nos apetece sair de lá, pois é calmo.

     Quando acabarmos, vamos relaxar para a piscina com as nossas boias, a apanhar sol; também vamos jogar golfe e vai ser formidável, porque já não jogamos há muito tempo.

     Vamos andar de Buggy pelo jardim inteiro da casa que é enorme, com relva, algumas palmeiras e figueiras; vou apanhar figos para a minha Mãe.

     Mais à noite, cansados, vamos ver filmes na Netflix, de terror, de aventura e ação, de comédia, com os cães deitados ao pé do sofá.

    E o melhor de tudo, vamos dormir com os nossos cães nos nossos quartos! Vamos usá-los como peluches; o Jungle, que é o pastor alemão, tem mais cara de ir dormir ao nosso lado, enquanto o Stark, tem cara de ir refastelar-se em cima de nós e mexe-se imenso até adormecer!

TB6A

CAD em Isolamento – Fazem-me Sentir Livre

galopeImage par ArtTower de Pixabay 

      Os cavalos são muito lindos e têm várias raças.

    Eu admiro-os porque eles, quando estão a correr, fazem-me sentir que sou livre e posso fazer o que eu quiser.

    Estive num Campo de Férias, na Quinta da Bicuda, onde se podia cuidar, lavar, andar, fazer aulas com os cavalos. Era muito divertido!  Lá também havia cães de guarda: dois pequenos e um grande e meigo.

     Havia um cavalo que se chamava Bacaton, que eu montava, e outro que se chamava El-Dorado, que eu não montava, mas era muito lindo. 

    O Bacaton era castanho escuro e olhos claros, mas tinha um defeito: era cego de um olho, mas eu adorava montá-lo e nunca me deixava cair.

    O El-Dorado tinha pêlo branco, e crina dourada. Gostava dele porque era bonito e gostava de montá-lo.

Gentileza da Autora

     No primeiro dia, em que fui para o Campo de Férias, estava muito nervosa, não sabia fazer nada, escovava com a escova errada, não sabia pôr a sela, não sabia levar o cavalo para picadeiro…  Mas no último Dia, já sabia tudo!

     Às quintas feiras sempre fazíamos jogos com os cavalos – por exemplo, com uma égua chamada Penélope e uma taça no meio do picadeiro, cheia de rebuçados, nós tínhamos de montar sem sela – eu não sabia, estava muito nervosa; uma menina ajudou-me e tínhamos de agarrar nos rebuçados com um pau que tinha uma tacinha na ponta, e voltar a trepar.

     Também fazíamos uma Festa de Pijama no picadeiro: comíamos uma ceia, montávamos as tendas no picadeiro, ficavam cheias de areia e dormíamos lá!

   Havia um cavalo chamado Chocolate, que náo deixava fazer nada: cada vez que eu ia tentar tirar a terra dos cascos, com a ferramenta que tem um bico não muito afiado, ele não deixava. 

     O meu cavalo ideal seria de pelo preto ou castanho, olhos claros, crinas de médio comprimento, um pouco mais claras que o pêlo e muito meigo.

    Quando os cavalos selvagens correm, eu sinto que posso fazer tudo e penso que cada cavalo tem o seu jeito de ser. É tal como acontece com os humanos.

CM6C

No Paraíso de Vale de Vargo

brasão

      Meu irmão e eu vamos ficar separados: os meus pais acham que é bom; ele vai duas semanas ao Alentejo e depois trocamos.

    No Alentejo dou passeios de bicicleta; vamos de bicicleta pelos caminhos de uns terrenos, com oliveiras, que são do meu avô.

    À noite vejo netflix e com a minha avó também vejo filmes, é muito melhor ver filmes em família. Comemos Gaspacho e açorda à Alentejana!

    O meu outro avô, lá na sua pequenina aldeia pouco conhecida, tem “a baixa”, com um banco onde os homens se reúnem para conversar. Vou a pé entre as duas casas dos meus avós.

     Nos meus avós paternos é que existe um terreno gigante, só tem uma galinha pois o meu cão comeu-as. Cultivam nêsperas, tomate, fruta e legumes.

    O meu avô materno, o avô das olivieiras, tem um limoeiro e  ainda lhe pôs uma pernada de tangerineira e agora a árvore dá limões e tangerinas! Ele tem também uma pequena oliveira que tem o tronco todo entrançado.

   O meu cão é um pastor Alemão e teve de ir viver com o meu avô paterno por ser muito grande. Quando estamos de férias e vamos lá, ele conhece o barulho do carro, empina-se no portão assim que nos ouve. Aquele cão come tudo, empina-se à árvore que é uma nespereira e come nêsperas. Come nozes, quando eu lhas parto. Não pode sair do quintal pois ataca outros cães.

    Se passa um cão na rua ele vai logo ao portão e ladra, ladra, ladra até o cão desaparecer. A minha avó é que o vai acalmar. Mas com as pessoas é simpático.

     A vida na aldeia é mais calma, algumas pessoas trabalham muito, o meu avô acorda às seis da manhã e passa o dia todo no quintal. Os dois avós passam lá o dia todo, têm sempre muito que fazer lá fora.

     Uma vez, nós, lá no quintal, apanhamos um piriquito que andava à solta. Pusemos numa gaiola durante uns dias, e o meu avô disse:  – Coitado do Animal! – E soltou-o. O Piriquito não saía de lá, ficava sempre no jardim. Porque sabia que na gaiola havia sempre comida, então entrava e saía pela porta aberta.

   Todos os dias, ele estava do lado dos cães; há um terreno com terra lavrada, depois um terreno separado por muro onde estão os cães. O piriquito estava do lado dos cães, e todos os dias ia comer dentro da gaiola.

    O pastor alemão – o Jaguar –  dá-se bem com os outros cães: o Terréu, – este nome é porque os pais do meu avô tinham um cão chamado assim; há um muito velhinho que é surdo, é pequenino; e no nosso lado, temos ainda uma fêmea, pequenina, muito minha amiga: tem muito pelo e é amarelado, chama-se “Minie” .

     Havia ainda um labrador que morreu, porque um carro lhe bateu e desde aí ficou mal; o meu pai e o meu avô não me deixavam tocar nele.

    Os meus primos que vivem em França também vão lá, pois têm lá a sua avó que é a irmã do meu avô paterno. Encontramo-nos numa parte do verão, porque lá em França as férias são diferentes.

Conversas na Oficina  – AS6C

CAD em Isolamento – A Maior Estrela

sistema solarAgência Universitária de Notícias       

       Era uma vez o Sol que queria ser maior. Então criou a Lua. Pediu à sua amiga, a Lua. Antes de qualquer coisa, a Lua perguntou ao Sol:

      – Como é que eu vim aqui parar?

     O Sol, com ar de pouca importância, respondeu:

     – Isso não interessa agora. O que interessa é que eu tenho de ficar maior.

      A Lua, com ar de muito aborrecida, quis saber: 

    – Ó Sol, e o que queres que eu faça?

     O Sol, com um ar de pouca dúvida, ripostou: 

    – O que achas? Estamos no século XXI. É só pedirmos a uma cientista, a Terra.

    Então a Lua criou a Terra. A Terra,  com um ar de muito nerd, disse: 

     – Sabiam que a ficção científica é muito divertida e muito interessante?

     A Lua, interrompendo-a:

    – Terra, não sejas tão nerd! Tu és cientista não és? 

     – Sim sou. Porque perguntas? Não tenho cara disso?

      – Sim, tens cara de ser nerd e muito totó. Mas precisamos que tornes o Sol maior.

    – Para isso preciso de uma ajudante e vocês são tão burros que nem sabem ler! Então preciso de chamar outro planeta.

     A Terra chamou Júpiter. Era um atleta que disse, com um ar muito importante: 

    – Sabem, já queimei dez calorias hoje.

    E a Terra comentou, com um ar muito inconveniente: 

    – Bolas ! enganei-me, chamei um ainda mais burro que os outros todos!

     Júpiter, com ar muito ofendido, replicou: 

    – Eu não sou burro, só não tenho cérebro para pensar como tu, sua Totó!

    Então, começaram todos à bulha. O Sol disse:

    – Chega! Vamos chamar um juiz para acabar com esta confusão.

    Chamaram Saturno. Saturno, com um ar muito incomodado, quis saber: 

     – O que é? Interromperam a minha sesta da Beleza! Sei que sou juiz, mas não precisam de me incomodar a cada hora.

     Virou as costas e foi-se embora, como se nada tivesse acontecido. A Terra esqueceu a confusão e perguntou ao Sol e à Lua: 

    – Mas afinal por que é que estamos todos aqui?

     E a eles, com uma ar muito do século XXI, o Sol respondeu:

    – Tipo, porque eu quero ficar maior, Dâaah. Então eu chamei-vos, para fazer uma experiência científica.

     A Terra explicou:

     – Ó seu burro, mas se queres que eu te torne maior, tens de me dar um bocado de todos os planetas do sistema solar.

    Então a Terra decidiu passar por todos os Planetas que poderiam estar ali e tirar um bocado de cada:

    – Vamos separar-nos e criar Planetas.

   O Sol criou Marte, a Terra criou Plutão, a Lua criou Vénus, Júpiter criou Urano e juntos criaram o último Planeta,

    o Juiz, novamente, com um ar enraivecido, exclamou: 

    – O que foi agora?

      O Sol exclamou: 

     – Só precisamos de um pedaço teu, seu arrogante!

    Então o Juiz deu-lhes um pedaço e foi-se embora. Depois a Terra juntou todos os bocados e fez uma poção. O Sol bebeu a poçáo e tornou-se a maior estrela da nossa Galáxia.

    Foi assim que o Sol se tornou a maior estrela do Universo!

Criação Oral de Texto – MF5B

CAD em Isolamento – A Avalanche

avalanche

   Wikimedia Commons Autor: Loutherbourg

      Naquela manhã, Érika  estava impaciente para sair. Ela queria muito ir para a Montanha, para poder esquiar.

    Érika saiu de casa bem cedo, para ser a primeira a chegar.

    A Montanha era enorme, a neve tinha uma brancura intensa e luminosa, cada vez que se dava um passo em direção ao cume, sentia-se o vento fresco que cheirava a liberdade.

     Vindo do nada, o chão começou a tremer, Érika olhou para a montanha e viu uma avalanche a avançar na sua direção.

      Aterrorizada, só teve tempo de se pôr atrás de uma grande rocha perto dela.

     Érika ficou lá presa por nove horas; já estava a perder a esperança. Sentia o seu coração a bater, não conseguia controlar os seus dentes, não sentia os dedos dos pés.

   Inesperadamente, Érika ouviu um barulho que se assemelhava a alguém a escavar  a neve. Nesse momento, a Esperança voltou, gritou com todas as forças que ela tinha: “- Eu estou aqui, Ajudem-me”.

  Pouco tempo depois, apercebeu-se de que não estavam a escavar do lado de fora, mas dsim do interior da terra. Érika pensou que estava a delirar, mas não. De repente, o ruído terminou.

    Apareceram uns seres pequeninos, um pouco menores que Érika, que se moviam graciosamente, vestiam uma roupa leve de cores claras, e pareciam estar à vontade naquele clima gélido.

      Olhavam  com uma expressão curiosa e espantada, e falavam uma língua que ela nunca tinha ouvido. Apenas o chefe e outros cidadãos,  que não estavam ali, sabiam falar Inglês. 

         O Grupo que a tinha encontrado levou-a até à sua aldeia, por baixo  do chão, no interior da Montanha. 

      Érika estava na casa do Chefe, onde recebeu comida quente, roupas novas, pois estava encharcada, e mantas, porque estava cheia de frio. Quando já se começava a sentir melhor, o Chefe veio falar com Érika. 

     – Chamo-me Gobir Zulin Plet Vink Snowy, o IV. Mas pode chamar- me Gobir. 

                                        ( Fim da Parte I)

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CAD em Isolamento – Shazam II

RelâmpagoImage par My pictures are CC0. When doing composings: de Pixabay 

     Mas quando levou um murro do campeão do mal, foi como ser esfaqueado pela faca mais afiada do mundo, no coração. Era também igual para o campeão do mal, pois ele também tinha superforça.

     Só que o campeão do mal invocou os espíritos e eles previam o futuro e já conheciam a Família dele; por isso foram atrás dela e agarraram-nos a todos.

     Num parque de diversões, fizeram uma troca: se o Shazam desse os seus Poderes, para o campeão do mal, ele pouparia a Família. Mas o Shazam, como é lógico, sabia que se desse os Poderes o Campeão do mal poderia governar o Mundo.

     Por isso, ele fez um truque, e a partir dos raios fez um clone e quando esse clone fingiria, o Shazam, devagarinho, libertaria a sua Família.

     Quando os libertou, lembrou-se das cadeiras que estavam no covil do feiticeiro e finalmente descobriu o seu Poder Absoluto.

     Então, pegou num bastão e pediu para todos os seus irmãos dizerem o nome dele 3 vezes, para ele partilhar os seus poderes.

    Como eles ainda eram todos mais ou menos adolescentes, ficaram um bocado à toa. Mas disseram todos “Shazam” três vezes.

      Quando passaram todos os poderes, eles derrotaram logo o campeão do mal.

Reconto Oral de Filme – LB5A

Fim

CAD em Isolamento – A Viola Cantora

     guitarra

Free Clipart Library

       A viola ou a guitarra clássica é um instrumento de cordas.

     A Guitarra tornou-se popular depois da II Guerra Mundial, nas décadas de 50 e 60.

     A sua origem mais antiga vem do Médio Oriente, da Ásia Central e da índia.

     O som é produzido pelos dedos em contacto com as cordas; é preciso usar pelo menos 4 dedos a segurar as cordas e um por detrás do braço.

     Julian Bream é um dos melhores guitarristas de guitarra clássica do mundo. Ele gosta tanto de música que se torna num bom exemplo para todos os estudantes de guitarra.

     Em conclusão a viola é um instrumento que, se for bem tocada, pode oferecer uma música incrível.

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CAD em Isolamento – SHAZAM – I

     Relâmpago

   Image par My pictures are CC0. When doing composings: de Pixabay 

     Há muito, muito tempo, havia um feiticeiro muito poderoso, que  juntando-se com os seus irmãos, podia ter um poder enormíssimo.

     Só que a esse feiticeiro, graças ao seu propósito de vida, Deus escolheu-o para proteger o mundo contra um campeão do mal.

     Quando esse campeão foi escolhido, o feiticeiro já era muito velho; então, ele tinha de passar os seus poderes para alguém que tinha o coração puro. Mas ele ainda não o tinha encontrado.

      Já era tão velho, quando já só tinha poucas horas de vida, ele não teve alternativa senão pegar numa pessoa – Shazam –  e passar os poderes, sem saber se ele era bom ou mau.

     Mas o feiticeiro não lhe podia explicar os poderes que ele agora tinha, nem o poder enormíssimo que consegue derrotar o campeão do mal.

    A única pista que Shazam tinha de ter mais poder era que, no covil do feiticeiro, havia várias cadeiras e não eram somente para ele.

      Enquanto isso, o campeão do mal foi ter com o seu pai a voar, e mostrou aquilo que ele sempre tinha dito e o pai estava sempre a dizer-lhe que não era verdade. Então, chegou-se ao pai e matou-o. Também matou o seu irmão que estava com ele.

      A partir daí começou a tentar governar a cidade que ele tinha, só que os espíritos que o controlavam disseram que o campeão do feiticeiro já estava em destaque – digamos assim.

     Então, o campeão do mal foi tentar encontrá-lo antes que ele descobrisse todos os seus poderes, senão era tarde demais. E ele o derrotaria.

    Então foi em busca para o encontrar; primeiro, foi a um centro comercial e Shazam estava ali, só que, para seu favor, ele estava a gravar vídeos do seu poder, porque era pobre e então sempre queria ganhar algum dinheiro.

     Desta forma, o campeão do mal sempre iria atrás dele, até ele perceber que não podia gravar vídeos, mas sim tentar alcançar o seu máximo poder.

     Shazam também era adotado e, quando foi adotado, finalmente teve algum dinheiro. A partir daí ele não tinha precisado mais de gravar os seus poderes.

     Sempre ia para o seu quarto com o seu irmão adotivo mostrar os poderes que tinha e o seu irmão adotivo nunca tinha visto algo assim em toda a sua vida.

    Então ele sempre ia mostrar-lhe o que estava a aprender sozinho, pois a sua Família não compreenderia os poderes.

    Por isso, só dizia aos irmãos adotivos.

    Os seus irmãos, sem ele dizer, começaram a perceber que ele tinha poderes. Ele só tinha poderes quando dizia “SHAZAM” e invocava  os Poderes, a partir de um raio que caía do céu sobre ele, só que não doía.

      A partir daí ganhava os poderes de voar, disparar raios pelos dedos das mãos e também superforça; e ainda não sentia quase dor.

Continua

Reconto Oral de Filme – LB5A

CAD em Isolamento – A I Guerra Mundial – II

Improviso Oral do Aluno sobre a I Guerra, com base nas suas leituras e investigação pessoal.

Portugal na I Guerra

                       Prisioneiros Portugueses em 1918 – Wikipedia Commons

    Não tendo Portugal obedecido ao bloqueio naval com o Reino Unido, a Alemanha invade Moçambique e, no dia seguinte, declara guerra a Portugal.

     A maioria dos Portugueses lutou nas trincheiras do Canal da Mancha até à Suiça.

      Passando para 1917, o Reino Unido, com a esperança de poder parar com essa guerra, prometeu aos Árabes um grande império árabe nos territórios Árabes Otomanos, por isso estes planearam um cerco às linhas de comboio, mais conhecido como a Revolta de Hejaz.

     Mas ao mesmo tempo, o Reino Unido prometeu à França, e aos seus Aliados que iam dividir entre si os territórios Otomanos, caso ajudassem na guerra.

Máquinas de Guerra

avião derrubadoNational Museum of US Navy

    Ao mesmo tempo, em 1917, a Guerra não foi assim tão má, mas, mesmo assim, ainda foram descobertos vários avanços eletrónicos, como por exemplo, na batalha de Liège, os Britânicos utilizaram tanques de guerra, o que assustou os Alemães.

    Mas ainda assim esses tanques não fizeram grandes estragos, pois estavam cheios de problemas técnicos.

  Nesse mesmo ano foram criados aviões equipados com metralhadoras pesadas, e ainda foram criados novas armas mais leves e mais fortes. Como por exemplo, Aviões 17 – Heindoven.

A Trégua de Natal

christmas truceFlickr.com  Autor: Diego Sideburns

     No Natal de 1917, entre os Alemães e Ingleses que estabam na França, é conhecida a “Trégua de Natal”: os franceses e ingleses de um lado e os alemães do outro, saíram das trincheiras e trocaram presentes, conversaram e enterraram os mortos que estavam em “terra de ninguém”, que era o espaço vazio entre trincheiras.

     A Revolução Russa

     

Ivan Vladiimirov prendendo os generais  -02 – 1917 wikimedia commons

      Passando para 1918,  o Império Otomano, já muito cansado e sem mantimentos, assina um acordo com a Alemanha e os Aliados e sai da Guerra.

    A Rússia, nesse mesmo tempo, precisava desesperadamente de mantimentos, pois já nem tinham comida para os cavalos.

    O comunismo na Rússia começou a crescer bastante, pois ofereciam três coisas: o pão, a paz e a terra, que era o que a maioria dos russos queria naquela época.

     A Revolução De Fevereiro, foi uma das histórias civis mais sangrentas da História da rússia, ficou um pequeno Governo russo para substituir o Governo do Czar.

     Esse mesmo Governo fez a péssima escolha de continuarem na Guerra.

    Os Russos, ao lutarem contra a Alemanha, em S Petersburgo, suspeitaram que os Arménios estavam a ajudar os Alemães, por isso houve um genocídio em que milhares de Arménios que viviam na Rússia foram mortos, incluindo bebés.

     O Império Austro-Húngaro, já quase sendo engolido pelos Russos, fez um tratado  de paz com a Rússia, informando que ia sair da Guerra: foi o tratado de Brest-Litovsky.

      Ao mesmo tmpo, com esse tratado, a Rússia sai da Guerra. Mas não ia ficar feliz depois de sair, porque houve a Guerra civil russa entre os brancos e os vermelhos: os vermelhos, apoiados pelo Império Otomano e a Alemanha, os brancos apoiados pelos Aliados, Estados Unidos e Nova Zelândia.

 O Dia 11 do 11, às 11h

Le jour de gloire

    wikimedia commons

     Neste momento só faltava a Alemanha, que não quer parar com a Guerra. Para terminá-la, no dia 11 do mês 11, às 11 horas, a Alemanha rende-se, dando fim à Guerra.

 Improviso Oral sobre a História da I Guerra Mundial – FM5C

CAD em Isolamento – A Verdadeira Vida na Aldeia

   boi com franja

Imagem de Pexels por Pixabay 

     É bom viver na Aldeia, na situação da Covid-19, porque há ar puro e muito espaço livre.

   A Aldeia dá-nos liberdade e alimento. A liberdade de fazer piqueniques no nosso terreno, brincar e correr.

ovelha e cordeiro

   Imagem de 272447 por Pixabay 

     Os animais, no campo, como porcos, coelhos, galinhas, ovelhas, estão ao ar livre, a correr, também podemos caçar javalis, perdizes e lebres;  aquilo que criamos, ou vendemos ou comemos.

  Na Agricultura, tem de se trabalhar no duro para sobreviver; também fazer as nossas próprias cabanas e engenhocas.

cebolasImagem de Couleur por Pixabay 

  Já plantei feijão, tomate, pepino, abóbora, melancia, batata, cenouras, alface  couves e alho.

   No ritmo dos dias na Aldeia, o trabalho é intenso, mas tranquilo porque se ouvem os pássaros a cantar e às vezes, temos que acordar ás sete e despegar às sete da tarde ou oito da noite, já com o sol a pôr-se numas nuvens laranja.

hortaMuséum de Toulouse

  Na Aldeia há muito convívio, como por exemplo, se alguém nos ajudar, nós, em troca, damos almoço, lenha ou outros mantimentos.

   Também se conhecem uns aos outros exceto os mais pequeninos. 

   Por isso é que as Aldeias têm que ser respeitadas e estimadas.

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CAD em Isolamento – Uma Sereia Invulgar II

     areia

Image par David Mark de Pixabay 

     A Sereia nadou pelas profundezas do mar, à procura do seu amor verdadeiro.

     Quando estava a nadar, encontrou um rapaz de cabelo louro, e, num impulso, beijou-o.

    Mas o feitiço não se concretizou.

     Ela, muito irritada, percebeu que ele não era o rapaz que ela tanto procurava.  De longe ouviu-se uma voz . A Sereia viu que era um Tritão que tinha ficado preso  a uma rocha e tentou ajudá-lo.

    Mas reparou que ele tinha um tridente na mão, e percebeu que era uma armadilha: que ele não estava nada aflito, era só para a apanhar, como ela era uma Sereia invulgar.

     Ela tentou escapar, mas não conseguiu. Gritava, gritava, mas ninguém a ouvia. Ele envolvia-a em cordas de navios afundados. De repente, apareceu outro Tritão que, escutando os gritos desesperados dela, tentava ajudá-la, mas não conseguia.

      Sofia reparou que os seus olhos eram como um mar claro, os seus braços fortes e morenos desfaziam os nós e, no último momento, quase já sem esperança, sente que ele consegue resgatá-la.

       Depois destes momentos trágicos, ele nadou vigorosamente, mantendo o braço à volta dela e conquistaram a margem sul. Pousou-a suavemente na areia fina e ela voltou a ser a jovem que era antes.

        O feitiço foi quebrado porque ela tinha beijado o amor da sua vida. 

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CAD em Isolamento – SARSCOV -19 – II

corona virusImagem de enriquelopezgarre por Pixabay 

  Esta II parte do texto responde a algumas perguntas sobre o Sarscov 19. Entre as dez perguntas mais faladas estão:

    Quando é que a Pandemia vai acabar?

     Para explicar melhor, vamos representar o país como um navio que vai em direção a um iceberg.

   Com as pessoas  mais contaminadas, o barco vai mais rapidamente para o iceberg.

     Para controlar a Pandemia, é preciso algumas medidas:

    Por exemplo, a obrigação de usar máscara e luvas, quando se vai para fora.

    Fechar espaços públicos onde estão aglomerados de pessoas, por exemplo, parques e praias.

    Pôr as cidades em quarentena como Lisboa, Porto e Coimbra.

   Para esclarecer as perguntas sobre as prevenções ao Coronavírus, como as vitaminas A e E, não há nenhum estudo que comprove que as vitaminas ajudem a combater o SarsCov-19.

     A Cloroquina no Brasil ficou esgotada em várias farmácias porque as pessoas pensam que é preventivo, ajuda a não ter o SarsCov-19.

    Mas, num estudo recente, não tão aprofundado, descobriram que a Cloroquina não tem benefício sobre a doença. Além disso, tem vários efeitos colaterais, são para as grávidas, pessoas com problemas no pâncreas, problemas cardiovasculares, crianças e idosos.

    A importância da Quarentena, é que sem ela, as pessoas seriam contaminadas em larga escala e ocupariam todos os serviços públicos de saúde. 

        Os Países vão sofrer o impacto de grandes crises económicas sem produção de materiais para o comércio muitos cidadãos pararam de receber o seu dinheiro.

      Na China, houve uma onda de furtos em lojas, farmácias e mercados; isto é um efeito do desespero  das pessoas quanto à a sua própria sobrevivência.

    Os animais apanham o Coronavírus, isto é a Covid-19?

    Em Hongkong morreu o primeiro cão com coronavírus devido a problemas respiratórios. Suspeita-se que um tigre num Jardim Zoológico, no Japão, tem coronavírus, porque está com dificuldades para respirar e tem febre.

     Mas o que é importante é respeitar todas as normas do sistema de saúde.

CAD em Isolamento – ZH6D

CAD em Isolamento – Grandes Amigos

friendsImagem de Alexas_Fotos por Pixabay 

     Era uma vez 4 amigos que andavam sempre juntos, até que um dia, eles se irritaram uns com os outros e ficaram alguns meses separados.

     Mas um dos amigos, que se chamava Sebastião, tinha um outro grande amigo da escola antiga; esse tal amigo ajudou o Sebastião a voltar a estar de novo reunido com os outros amigos e o grupo voltou.

      O Sebastião disse ao amigo da escola antiga:

    – Obrigado, por nos teres ajudado a reunir de novo!!

      Ele respondeu-lhe assim:

    – De nada, estou sempre aqui para ajudar quem precisar.

    O Sebastião perguntou se ele não se queria juntar ao grupo. Ele respondeu :

    – Por mim alinho, mas se os outros não quiserem eu saio.

     O Sebastião disse:

 – Não faz mal se eles não te quiserem no grupo, porque se tu saíres eu também saio.

      Ele respondeu:

   Obrigado, então ficamos de acordo.

    O Sebastião, por sua vez, respondeu:

  – Está bem, este é o nosso acordo.

     Fim da I Parte

CAD em Isolamento   – AB6B

CAD em Isolamento – O Bebé Que Adivinhava Pensamentos

     menino que lia os pensamentos

Imagem de Reinhardi por Pixabay 

     Era uma vez um Bebé que tinha um ano; a Família dele era um pouco grande: havia 4 crianças a contar com o Bebé, e dois adultos, o Pai e a Mãe.

    O mais velho chamava-se Tomás e havia dois irmãos gémeos que eram o Henrique e o Afonso e o Bebé que se chamava Bernardo.

    Tomás tinha 16 anos e era um irmão muito responsável, que gostava de desporto. Os irmãos gémeos tinham onze anos e o Bernardo tinha um ano.

    Numa tarde chuvosa, o Afonso e o Henrique começaram a jogar a ver quem conseguia adivinhar o pensamento um do outro.

   Quando o Bernardo entrou no quarto, conseguiu adivinhar o pensamento do Afonso.

     O Afonso e o Henrique ficaram a olhar para o Bernardo com um ar de espanto e chamaram o Tomás porque os Pais tinham ido viajar.

      Quando o Tomás entrou, perguntou:

      – O que é que se passa?

      O Afonso disse:

     – O Bernardo conseguiu falar e adivinhar que eu estava a pensar em irmos andar de bicicleta!

       O Tomás sugeriu:

     – Já agora, vamos andar, para ver se o Bernardo consegue.

     – Mas o Bernardo não tem bicicleta! – Disse o Henrique.

    – Eu empresto a minha. – Disse o Afonso.

    Quando foram andar na rua, baixaram o banco, o Bernardo pôs-se na bicicleta e conseguia andar perfeitamente.

   – Vou telefonar à mãe para perguntar como é que é possível um Bebé de um ano  conseguir já falar e andar de bicicleta sem rodinhas! – Exclamou o Tomás.

      Quando o Tomás telefonou à Mãe, e perguntou, a Mãe explicou que ele tinha sido encontrado na rua, perdido.

    – Mas também não sei como é que o Bernardo consegue fazer isso tudo. Não te preocupes, amanhã nós voltamos para os anos do Bernardo. E vamos dar-lhe uma bicicleta.

CAD em Isolamento – BB5C