A Felicidade em Férias

     

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         Este Verão adorei o que fiz:

      • Andar a cavalo à beira mar, ver os meus colegas, apanhar conquilhas na praia, ao fim da tarde, fazer churrascos à noite, na praia, com os amigos; ver o por do sol no mar; a minha melhor amiga da escola, nos meus anos, veio comigo; ir apanhar flores no campo; almoçar fora com os meus Pais;  ir à biblioteca; andar de skate; andar de “moto do mar” (ai,  não sei dizer); fazer desenhos da paisagem: o mar na Meia Praia e a serra de Monchique…

      E as Pessoas:

      • Este verão adorei estar com os meus Pais, com o meu Irmão, com a minha Amiga da escola, com os meus Primos e Primas… 

          Para mim foram as melhores FÉRIAS de SEMPRE!

CB5D

Infinitos Universos…

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     A Felicidade está em termos Amigos e termos Família! Se vivêssemos num mundo perfeito, teríamos sempre 100, nem precisaríamos de ir à escola e teríamos as vacinas do Corona.

     Aqui para nós, o Ministério não precisava de por as aulas até às tantas. o 7º vai começar uma semana depois do 8º. Já passaram duas semanas depois que o 7º já foi para casa…

     Uma regra de vida para orientar a existência, seria: 

Oficina de Escrita

     O que devo fazer: tenho de ir à Escola e tenho de comer para sobreviver; o que gostava de fazer: gostava de comer porque sabe bem; por exemplo, hamburguer, pizza e sushi; o que quero ainda fazer: jogar videojogos, comer nas aulas, poder sair da escola nos recreios, ver a série do Loky da Marvel; o Loky é o deus da mentira, das ilusões, ele engana.

     Admiro o meu Pai; é inteligente como um relâmpago. Sabe quantas negas apanhou durante a vida dele? Apanhou uma nega! É forte e ensina bem. Quando fazemos algo mal, ensina-nos da pior maneira possível, e, às vezes resulta, como por exemplo: não podemos ir para casa sozinhos sem avisar.

      Consigo imaginar uma coisa impossível: ter poderes! Todos, mesmo: voar, lançar fogo, conseguir destruir o Universo com o dedo mindinho! O poder ABSOLUTO! Poder sobre o “Multiverso” – que são infinitos Universos paralelos uns aos outros e sobre o “Omniverso” – que são infinitos Multiversos paralelos uns aos outros!

Conversas na Oficina – Aluno Anónimo

Celebrando Alegrias

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Férias em Projeto

    MF –  Vou  ter o meu verão no Algarve, por isso vou andar de sofá! Estou a ver se consigo ir às Caraíbas ver os tubarões. 

    E ainda vem o meu aniversário no dia 2 de Agosto!

    Gostava de receber barro para moldar e pintar em casa…

   SS – Vou ficar na casa dos meus Avós o verão inteiro, na Roménia. É uma cidade com poucas pessoas e a minha Avó leva-me ao Aquapark.

M Convidado – Infelizmente, durante Julho e Agosto não vou poder ir à Equitação, que é a minha Paixão. Mas vou visitar o centro e o interior de Portugal. Na primeira semana de Setembro, vou para o Algarve, com os meus Avós. 

 Momentos Especiais

MF – Quando fui dormir 4 dias a casa da T. Fomos à Lagoa Azul e ficávamos acordadas até muito tarde, sempre a conversar!

Adorei o Confinamento: ganhei um Pastor-Alemão Bebé!

Já tem 8 meses e já tem 40kg…

SS – Quando a minha melhor Amiga foia minha casa passar o fim de semana. Estivemos no Condomínio todo a jogar “Among Us”, mas na vida real. O Martim calhava sempre como “Impostor”.

M Convidado –  Durante o Confinamento, que durou uns meses, fui a casa de uma amiga e fiquei lá a dormir. Jogávamos “Among Us” e calhava-me sempre o “Impostor.

 Oficina ao Ar LivreMA6A, SS6A M6A-Convidado

Introduzindo o Conceito de “Decrescimento”

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I

     A 26 de Julho,  a nossa Professora de Educação Positiva Helena Marujo, em conjunto com Ana Serrão,  investigadora em diversas áreas da Psicologia Positiva e responsável pela Cátedra da Unesco em Portugal, tiveram a gentileza de nos convidar para um Zoom patrocinado pela “Cátedra da Unesco para a Paz Global e Desenvolvimento Sustentável”, onde uma jovem doutoranda, Ana Poças Ribeiro, tinha sido convidada para nos falar sobre o atraente e enigmático conceito de “Decrescimento”.

    Este convite, que o Grupo de Educação Positiva aceitou com entusiasmo, não foi fortuito, mas, segundo a própria Prof. Helena, obedece a todo um projeto de “criar sinergias entre “Educação Positiva”, “Felicidade e Bem-Estar”, “Sustentabilidade e Paz Global”, todos eles viveiros de ideias e ações que se entrefecundam  e onde germinam os “Projetos de novos Modelos Económicos”.

    Ana Poças introduziu este conceito central como “um modelo a olhar e a atender, porque os nossos recursos são limitados. Nem sempre é o inverso do crescimento, mas também não é o não crescimento.”

    Convidando-nos a inscrever-nos no site Decrescimento.pt apresentou a metáfora que nos aproxima do conceito: “Um rio que transbordou e que regressa à sua forma original.”

wikiwand.pt Sustentabilidade

   No Diagrama que revela a área crítica de interseção entre Economia, Sociedade e Ambiente torna-se manifesta a centralidade e a urgência que afetam este tema delicado.

   Segundo Ana Poças, O Conceito de “Decrescimento inclui uma crítica do Crescimento, a oferta de Alternativas ao Consumo, formas criativas de Reduzir o Consumo e “Agência”, isto é, o que podemos fazer de concreto, individualmente, em Instituições e em comunidades.

    Ilustrou o caráter urgente da situação vivida por todos nós com uma imagem sobre a Crise Climática: como tem subido a temperatura desde 1850 a 2017.

  Em seguida recordou a extensão da Crise Ecológica: “Estamos no início da 6ª extinção em massa das espécies; 90% dos Peixes estão em perigo; em 2050 haverá mais plástico do que peixes.”

    “Os combustíveis fósseis formaram-se por processos naturais ao longo de milhões de anos; agora queimamo-los em poucas centenas de anos.”

     “Segundo o Acordo de Paris, em 2018, para limitar a 1,5º o aumento de temperatura, será preciso cortar quase completamente com os combustíveis fósseis”, apesar da dificuldade que representa o compromisso dos bancos mundiais, com seus investimentos profundos neste campo minado, ao mesmo tempo que tentam acelerar o investimento em energias alternativas.

By Thomasjam – This image is created based on free data from The World BankPreviously published: Not published elsewhere, CC0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=51473752

   E “Embora desde os anos 80 tenhamos essa noção, continua a aumentar o uso de carvão e de petróleo. Quem gasta mais? EU e US – gastam mais de 60%; a Ásia também gasta muito; a África – gasta muito pouco.”

   “1% das pessoas causa metade dos gases dos voos. 80% da População nunca andou de avião.”

  Os mais ricos são os mais poluidores: “há que mudar Estilos de Vida” – eis um dos conceitos centrais em torno de “O Decrescimento”.

    Também segundo esta abordagem da realidade que nós, seres humanos, criámos, o ideal de um “Crescimento perpétuo é um Erro”, pois “quanto mais aumenta o PIB, mais aumentam os materiais gastos; quanto mais aumenta o PIB, mais aumenta a hiper-competição e o individualismo.” 

    Ora, podemos hoje constatar cientificamente, através dos estudos lançados a nível mundial pela Psicologia Positiva, que “estes aumentos não são acompanhado por melhoria do Bem Estar da vida humana.”

   “Os 2153 bilionários do mundo possuem mais riqueza que 4,6 biliões ou 60% da População mundial.”

   Apesar desta extraordinária desigualdade de distribuição de recursos, a “Recessão” não é o “Decrescimento”; estamos como numa “bicicleta que não pode parar”.

    “Se reduzirmos o consumo, não podemos aumentar o PIB, no entanto há países onde o PIB per capita é inferior aos dos EUA,  mas com maior Esperança de Vida.”

   Assim, “O que está no cerne das crises é o Sistema Económico.”O Decrescimento” pretende diminuir “a produção e o consumo e, ao mesmo tempo, melhorar a qualidade de vida“.

     Estamos, pois, perante uma tríplice e incontornável ligação: “DemocratizaçãoSustentabilidade EcológicaRedistribuição e Solidariedade“.

     Veremos, na II parte, como encontrar as vias concretas de acesso às Alternativas desafiadoras que a hipótese plausível e fundamentada do “Decrescimento”, aqui representada na intervenção da Ana Poças, nos propõe.

Bibliografia indicada:

Donella Meadows – “Os Limites do Crescimento”

Limites ao Crescimento, Porque não?”

Fim da I Parte

Rumo à Felicidade

Image par Jan Alexander de Pixabay 

   SS – O que torna as pessoas felizes é a Família reunida.

  M Convidado – Uma pessoa sente-se feliz quando ganha uma coisa que se andou meses e meses a pedir, o que, felizmente, nunca aconteceu comigo. 

  MF A Liberdade torna as pessoas felizes. Na nossa idade (11 anos) a maior parte das pessoas já pode sair e ir a casa de amigos.

  SS – O meu Pai é um pouco mais restrito que os outros pais; tenho de fazer imensas coisas: ficar quieta, portar-me bem… A primeira vez que fui para casa de amigos foi no 5º ano.

     MF – As crianças não devem ser obrigadas a fazer o que não gostam. Toda a gente tem que fazer, mas as crianças deviam fazer menos.

    Por exemplo, toda a gente jovem tem de estar numa sala de aula, fechados, a escrever, a andar carregados como há 100 anos e ser proibido o telemóvel dentro das aulas, quando o telemóvel é fonte de conhecimento?

   SS – Em 8h na net pode-se aprender mais do que em 5 aulas!

   M. Convidado – O que deixa as crianças felizes é quando, finalmente, são ADOTADAS, como eu !

Oficina ao Ar LivreMF6A  SS6A e M6A 

Escrever é Difícil?

Estoril, 27/11/18 – OE

Carta de Marciano, 2016

Imagem: Oficina de Escrita

      Marciano, escrever é Difícil?

    Escrever – pode ser difícil, mas poderá ser mais claro do que falar?

     Difícil, porque nos convoca ao parapeito do momento e ele não se deixa aceder só pela consciência que temos de nós próprios.

   O momento presente, para se manifestar em pleno, exige que reconheçamos um “sim” incondicional a toda a realidade.

     Ele implica o pôr a nu um vazio que se aninha por baixo do que se vive e ameaça roubar-lhe significado.

     Escrever pode tornar-se mais claro do que falar: primeiro, as ideias convocadas acotovelam-se na estreiteza da mente que as censura, mas logo encontram a passagem viva para o largo espaço onde se alinham quando a vaga do sentido as transportou.

     O falar pode tornar-se apenas mais rápido e obscuro, não comprometer o corpo como a escrita, e até pode ficar desligado da sua raiz no tempo, onde viceja tudo o que é genuíno.

Com SG 5A, Partilha de Inspirações 11/18 – OE

 Dedicado ao meu Afilhado Marciano Boua

Uma Salva de Agradecimentos

Image par Oberholster Venita de Pixabay 

A.B. – Agradeço por conseguir estar numa escola privada e os amigos que eu consegui fazer, e também aos meus pais que me foram fazendo trabalhar para conseguir passar estes anos todos e todas a pessoas que me ajudaram a preencher esta parte da minha vida.  

L.R. –  Agradeço estar numa boa escola.

T.B. Eu quero agradecer à comunidade educativa do CAD por tornar possíveis os meus sonhos de realizar projetos solidários. Quero dizer obrigado aos meus amigos e família que, nos maus momentos, estiveram sempre comigo, e quero agradecer a mim mesmo que, nos dias mais sombrios da minha vida, nunca desisti. 

         M.F.  Obrigada aos meus amigos por fazerem a minha vida feliz e divertida e à minha família porque sempre me apoiaram. 

       C.T.  Obrigada aos meus amigos por estarem   sempre presentes, por serem sempre aquela presença que não falha, quando eu preciso. Aos professores sempre a ajudar-me. À minha família, por estar lá nos momentos mais difíceis.

         M.A.  Agradeço aos meus amigos, por estarem sempre presentes,  para ajudar em tudo o que for preciso e que me fazem  sempre feliz . À minha família que sempre me apoia  e que me torna uma pessoa melhor.

Partilha Final em Google Docs – T.B.7C, M.A.7C, C.T.7B, A.B.7D, LR7D

Um Pai Brincalhão

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Pai, admiro em ti seres um bom atleta desportista: gostas de andar de bicicleta, jogar padel, jogar ténis…

Lembras-te quando me levavas às cavalitas? Tenho aquela fotografia de quando fomos à Disney e eu era pequenina…

Gosto muito de jogar contigo futebol, padel, ténis…dar passeios contigo no paredão…

Um dia, mais tarde, gostava que me ensinasses a conduzir um carro voador.

Pai, Obrigada por…seres brincalhão, 

Obrigada por…

Feliz Dia do Pai!!!

MC5B

A Natureza é Alegria


Image par Christo Anestev de Pixabay 

   Para mim a Natureza é Alegria, árvores, paisagens.

   Vivo mais a Natureza quando, por exemplo andei nas aulas de ski, quando era muito pequenina, tinha 4 ou 5 anos. Lembro-me da neve nas montanhas. Ou num hotel nos EUA, em Miami, o hotel tinha o mar, na própria praia do hotel e o mar era muito quentinho.

  Podemos apoiar a Natureza não destruindo as árvores; não destruindo a relva; não deitando lixo para o chão, regando as plantas, as árvores…

  Em Ciências, gostei de aprender sobre as formas dos animais: podem ser achatadas!

   Gosto normalmente de ir ao Algarve, ir à praia, e ficar lá desde manhã; às vezes até fazemos um picnic na praia, com cachorros quentes, e ficamos até ao por do Sol!

Criação Oral de Texto CAD -2º ConfinamentoMC5B

O ET DESENHADOR


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     Era uma vez, uma personagem em que a internet estava sempre a cair. Ela desconfiou que fosse porque mais alguém estava a partilhar a tela sem ela saber.

   Era um extraterrestre, pequenino, azul,  um azul muito vivo e clarinho. Não tinha antenas, era diferente te, mas uma cabeça gigante, com um sorriso de orelha a orelha.

   Ele vinha à Terra e entrava na net dos miúdos que estavam a desenhar, porque sentia-se envergonhado de não saber desenhar e queria aprender.

   Um dia, Bugado conseguiu ganhar confiança para contatar a Maria, que adorava desenhar na net. Ela conseguiu ensiná-lo a desenhar o que ele mais gostaria: um macaco que estava a comer uma banana em cima de uma árvore.

MC5B

 

O Que Nos Faz Voar – 1

Connosco na Oficina, CR e EM do 5ºB, partilhando “o que as faz voar”:

Image par Gordon Johnson de Pixabay 

CR Gosto muito de cavalos. Já andei neste verão. São muito altos, têm olhos grandes. A V. já saltou uma barra de um metro!

       Gosto de ficar com a Natureza e de sentir-me livre.

EM Também gosto muito de cavalos. Comecei a aprender na Quinta da Marinha.

       Gosto de ir às compras…

Image par Gordon Johnson de Pixabay 

CRGosto de desenhar. Quando desenho um sítio, parece que estou lá.

Desenho à vista e de imaginação.

Gostei de desenhar o meu avô a ver o telemóvel.

rohad daal

Wee Sen Goh

https://app.emaze.com/@AZCTLQOZ#2

EM Gosto muito de ler. Roald Dahl: “A Fábrica de Chocolates”, “O Pêssego Gigante”, agora estou a ler “Matilda”.

Gosto de desenhar Paisagens. Gosto de desenhar as Personagens dos Livros. 

Image par janjf93 de Pixabay 

CR Gosto de escrever sobre a realidade:

Escrever o meu dia, sobre a minha família, como me sinto.

Tenho um Diário para escrever tudo o que aconteceu no dia.

EM Gosto de escrever temas de fantasia.

Por exemplo: “Eva a Cavalo

Vamos sem máscaras, há muitas árvores.

Tenho um Caderno onde escrevo as coisas boas que faço.

Conversas na Oficina – CR e EM 5B

Carta à Terra – “A Poluição Caiu Consideravelmente”

Image par Marco Roosink de Pixabay 

       Olá Terra,

     Hoje vou falar sobre como está a correr a poluição nesta pandemia.

     Com o planeta focado em combater a pandemia de Covid-19, a poluição caiu consideravelmente, como consequência da diminuição da atividade económica, cancelamento de voos e menor circulação de carros.

     Mas, assim como em outras situações de crise, os níveis provavelmente voltarão a atingir picos após o fim da pandemia.

     Em Nova York, a poluição de automóveis diminuiu 50% em comparação ao ano passado. Faz sentido, já que a cidade caiu em 35% com a chegada do coronavírus.

    Além que o dióxido de carbono diminuiu até 10% e o metano também apresentou quedas; então eu acho que está a correr bem em níveis de diminuição da poluição.

       Na minha opinião, acho que é bom;  mas mau, ao mesmo tempo, pois há muitos casos e mortes de Covid-19.

Trabalho de Português da Prof Laura Almeida – Junho 2020

MR7

70 Anos CAD – “Basta Viver com Alegria” – (2004)

“Viver é estranho e, afinal, ninguém sabe bem ao certo como as coisas são”.

 “Hipopótimos, uma História de Amor

a vida é estranhaImage par enriquelopezgarre de Pixabay 

     A Vida é muito estranha, embora não pareça.

    Porque é que nós existimos? Quem é Deus? Qual o sentido da Vida?

     Ninguém sabe e talvez seja melhor não sabermos. Apenas temos de viver com alegria e não com tristeza, para saber qual é o sentido da vida humana.

     Basta acreditar em Deus para sabermos quem Ele é.

    O resto, como o Santo Graal, a Arca da Aliança e outros, deixo-os aos cientistas que nunca os vão encontrar.

70 Anos CAD – Questão de Teste, Março de 2004

Catarina N, nº9 6ºA – 2004

70 Anos CAD – Viver as nossas Fantasias (2004)

“Viver é estranho e, afinal, ninguém sabe bem ao certo como as coisas são”.

 “Hipopótimos, uma História de Amor

viver é estranhoImage par Anja🤗#helpinghands #solidarity#stays healthy🙏 de Pixabay 

     É verdade, sim, viver é mesmo estranho, pois nós vivemos o nosso quotidiano pensando que há milhares de milhões de coisas que não passam a nossa imaginação, dos nossos sonhos, da nossa fantsia, mas a verdade é que até as nossas fantasias mais absurdas podem se tornar verdadeiras.

     Por exemplo, os homens das cavernas, se calhar, um dia sonharam com carros, computadores, telemóveis, etc… sem darem grande importância.

      E o mesmo acontece connosco.

70 Anos CAD Questão de Teste, Março de 2004

Pedro V, nº24 – 6ºA

Vivemos Vulneráveis Como Em Pátria Nossa

blue nightImage by Noel Bauza from Pixabay 

     Solidão que se interpreta como ausência: o caminhar de uma expectativa onde as perguntas lacerantes são acolhidas.

     A presença oculta da morte incontornável confere a cada passo o cunho do que é autêntico.

     Vivemos vulneráveis como em Pátria nossa; fazemos do que permanece aberto por incompletude o impulso para a demanda.

      A Solidão é então espessura em movimento e torna-se navegável.

    A dor de ser acrisolado é a de caminhar por dentro, para dentro, até onde se pode livremente abrir uma exterioridade absoluta, “mais íntima a mim que eu próprio”.

     Não há prestígio, poder, olhar alheio, autoconsciência, saber de si. O ser despiu-se, porque se apostou e já não se detém a si próprio, desincluiu-se de si.

Partilha de Inspirações – “Dilatados Horizontes” – Agenda CAD – OE

CAD em Isolamento – As Pandemias na História -II

5 – Gripe Espanhola

segunda onda

wikimedia.org

   Também conhecida como a “Mãe das Pandemias” – a peste negra é o pai, o filho é o corona, o irmão é a quantidade de gripes que existem.

    Tudo começou nos EUA, no Estado do Kansas, quando o exército americano se preparava para instalar-se na Europa. O capitão Joe MacCarter disse: “ É apenas uma constipação” – pensava que dentro de umas semanas iria ficar bem, o que não foi o esperado e a doença provocou mais de 30 milhões de mortos.

    Os encarregados do lixo transportavam os cadáveres que eram deixados ao pé do lixo. Nos EUA, as casas construídas em madeira favorecem o contacto do vírus. Tudo piorou quando, no regresso dos soldados vindos da Guerra, os casos começam a disparar.

    Os Espanhóis é que avisaram o mundo de que havia um vírus desconhecido a provocar mortes. A guerra poderia ter-se prolongado por mais tempo, se a Espanha não tivesse avisado o mundo.

4 – Gripe de Hong Kong

h3n2easebay times.com

     Além de outras 2 Gripes que assolaram a Europa: gripe asiática, durou dois anos, fez 15 milhões de mortos, afetou principalmente China, índia, EUA.

    Causou um milhão de mortos, ainda hoje não se sabe ao certo quais são os sintomas: grande emagrecimento, febre, tosse seca.

3 – SARS

   sars

wikimedia.org

    Esta foi uma doença muito grave, mas nem mil mortos chegou a provocar – estou afalar da Síndrome Respiratória Aguda Grave.

   Causou apenas cerca de 813 mortes, o que significa que não foi uma pandemia grave.

2 – A Gripe das Aves

   gripe das aves

wikimedia commons Virus da gripe aviaria

     Descoberta em 14 de Agosto de 2009, no México,  causou muitas mortes, cerca de 300 mil mortes; embora muito mortífera, a taxa de contágio era muito menor que o coronavírus.

Improviso Oral do Aluno com base nas sua pesquisa pessoal – FM5C

CAD em Isolamento – A Peste Negra na Europa – II

O Aluno ditou de improviso, com base nas suas aprendizagens académicas e nas suas pesquisas pessoais:

A Peste no Século XIV

funeral de vítimas da peste

Wikipedia Commons Por Desconhecido

    Com a doença da Peste, nasciam certos tumores nas virilhas ou axilas – eram inchaços. Ao contrário do Coronavírus: a Peste Negra matou mais pessoas, mas o Coronavírus, penso que não conseguirá.

  Existiram vários tipos de Peste Negra como a peste bubónica e a peste Septicémica – fazia furúnculos e bolhas grandes no corpo, que  podiam ser grandes inchaços: “Uns cresciam como maçãs outros como um ovo”.

      Ainda hoje existe a Peste, mas já há tratamento.

A Revolta Camponesa

     o rei medieval

    Wikipedia commonsA revolta dos camponeses” Froissart

     Os camponeses começaram a receber menos salários.

  Nos campos, os Senhores perderam os seus trabalhadores, aumentaram os impostos e diminuíram os salários.

   Várias cidades de Itália faziam quarentena, construíam muralhas para não deixar entrar pessoas estranhas sujeitas à Peste Negra.

    Em resultado, os salários dos artesãos foram congelados por completo, e o comércio foi afetado:

 “Surgiram revoltas populares por toda a Europa: camponeses e artesãos exigiam melhores condições de vida.”

    Com esta crise, a Nobreza e o Rei começaram a receber mais e a dar menos.

   Diminuição da População

     difusão da peste negra na europa

A Difusão da Peste Negra na Europa  Ancient History Encyclopedia

     A população Diminuiu devido à Grande Fome.Temos uma espécie de gordura no corpo, mas se não comermos durante vários dias, a pessoa fica muito fraca depois de usar essas reservas e aumenta a possibilidade de levar com ataques cardíacos.

    A população continuou a diminuir devido à Peste Negra. Como não havia notícias como hoje em dia há, as pessoas não se apercebiam do que era a Peste Negra.

    Só quando tinham os sintomas da febre máxima, os tumores nas virilhas. Vómitos, convulsões, diarreia com sangue, tosse com sangue e pus. O corpo sofria hemorragias e sangramentos.

    Há quem diga que o Papa também morreu na época da Peste Negra.

    Só muito poucas pessoas sobreviviam, era muito raro, a medicina era muito primitiva. Os médicos tiveram de inventar tratamentos, mas foram inúteis, mesmo com o fato de proteção vestido, eles podiam infetar-se.

    As ervas aromáticas disfarçavam o mau cheiro e evitavam que as partículas de infeção que saíam pelo ar fossem contagiar outros.

   As principais queixas eram bubões que as pessoas tinham nas axilas e nas virilhas.

    Um famoso pintor que vivia em França, ao fazer a sua arte dentro de casa, via pessoas pobres dizimadas e familiares a puxar doentes em carrinhos de mão. Queimavam as pessoas que morriam.

Os “Culpados” da Peste

     

Clemente VI – o Papa que protegeu os Judeus

     Este “castigo divino” teve os seus “Culpados”: os muçulmanos foram acusados em Espanha e em Portugal foram acusados os Judeus.

       Agora há pessoas que culpam os Chineses.

     Em 1988,  houve a grande depressão na China;  muitas pessoas  – os agricultores de pequena dimensão – começaram a comer tartaruga e cobra; com a China à beira do colapso,  autorizaram o consumo de animais selvagens e até de alguns em extinção. Hoje em dia comem pangolins, ratos,  minhocas, alguns insetos.

     Muitas pessoas entre os cristãos pensavam que a praga tinha sido lançada pelos judeus, acusados de envenenar as águas das fontes. Alguns foram queimados vivos em fogueiras.

      Viveram-se tempos de perseguição e intolerância

   Durante a crise da Peste Negra, na Europa, um terço da população morreu – 400 milhões de pessoas ficaram infetadas, só 200 milhões de pessoas é que não adoeceram, mas  viviam no dia a dia com medo da morte e com intolerância contra o povo Judeu, perseguindo os judeus e matando-os.

Improviso Oral sobre História do Século XIV – FM5C

Festa das Mães 2020 – SER MÃE

     ser mãe

   Photo by Elly Johnson on Unsplash

     Ser mãe é ter o maior amor do mundo e receber o melhor carinho que existe!

      É amar sem pedir nada em troca.

    Ser mãe é descobrir a imensa capacidade do nosso coração de amar.

ser mãePhoto by Elly Johnson on Unsplash

       Um dia da mãe diferente de todos os outros, mas ainda mais unidas com o que de melhor temos: o nosso AMOR.

Ana Isabel, Mãe de CM6C

70 anos CAD – A Família Mais Unida – (2011)

   Família

         Photo by Kevin Delvecchio on Unspla

     Somos a Família Bispo, famíla essa constituída por 4 pessoas: eu, a minha irmã, a minha Mãe e o meu Pai.

    Depois, tenho os meus Avós paternos , os Tios, os meus Bisavós e o meu querido Primo Miguel. Adoro a mina Família tal como é, muito unida.

     Gostava de ter mais uma irmã, mas os meus pais dizem que por agora, é complicado.

    Gostaria de ser bióloga, assim faria o que gostava, sentia-me realizada e conseguia a minha independência financeira.

     Diariamente, tenho o privilégio de ter os meus dois Pais, Irmã e Avós junto a mim.

     Gostaria de casar e ter filhos, confesso que uma Filha faria as minhas delícias…

      A Família é tudo para mim, sem ela jamais conseguia viver.

     A minha Família é a mais unida do Mundo!

Desejo Felicidades para o 5º C.

70 Anos de CAD – MB5C nº 22 do 5ºC – 2011