A Vida Futebolística

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     Vejo o Futebol como um jogo emocionante e curioso; também o vejo como uma paixão e uma outra Família para mim.

     A importância do Futebol na formação dos rapazes é para quando perderem um jogo, não deixarem de acreditar em si próprios e terem mais confiança em si.

    Na minha opinião, o ambiente de um jogo de Futebol é muito emocionante; eis alguns tópicos para quem desejar desenvolver este tema:

      • Qual é o teu jogador favorito. O que admiras nele?
      • Qual foi o melhor jogo a que já assististe?
      • Qual é o teu Clube favorito ou a que pertences?
      • Que estádios já visitaste dentro e fora de Portugal?
      • Como vês o Futebol?
      • Como te sentes durante o jogo?

MA6C23-24

Olhar +: Poesia Visual

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Poesia Visual:

     1. Os alunos escolhem um objeto interessante ou uma imagem.

     2. Escrevem um poema que o descreva numa linguagem sensorial viva. 

     3. O poema deve tornar vivo o assunto, na experiência do leitor.

     Esta atividade de escrita, ao traduzir a informação visual em linguagem poética, ajuda os Alunos a experienciar a inesgotável riqueza dos aspetos mais simples da realidade que nos rodeia.

Autor:  Claude AI com a colaboração de OE

Assistente pessoal IA desenvolvido pela organização de pesquisa Anthropic  que treina sistemas de IA solícitos, honestos e inofensivos.

Escrever A Partir do Futuro

Exposição de Artes CAD – 12º – 23

     Como nas profecias auto-realizantes,  o exercício de nos colocarmos por hipótese num futuro bem delimitado, para se anunciar a si próprio onde se mora, como se está, com quem se vive, que ocupações nos realizam, de certa forma abre esse futuro, torna-o mais provável, atrai-o na nossa direção.

      Situar-se, por exemplo, num limiar de 10 anos para diante, e, a partir desse limite futuro, voltar-se para o momento atual, para olhar o conjunto dos anos vividos como um todo, como um trajeto com significado; em seguida, para simular esta comunicação desde “o futuro eu” com “o eu atual”, incutindo-lhe assim coragem, revigorando o sentido de um projeto, inaugurando as Boas-Vindas por haver.

Com LG e FC 6ºA – Partilha de Inspirações – OE

Que diz uma Ontologia da Manifestação?

Oficina de escrita.org      

      No contexto de uma Metafísica da Manifestação, e seguindo o pensamento do prof. Cerqueira Gonçalves e do seu intérprete prof Samuel Dimas, as noções chave de uma Ontologia cristã, seriam:  a Criação, a Incarnação e a Eucaristia (esta incluiria a redenção e a escatologia, mas em si mesma, iria muito além delas). 

     Assim, a noção de redenção teria um lugar secundário, dado que a necessidade de redenção releva de um problema e de uma consequente necessidade desencadeados pelo homem, mediante o exercício da sua vontade livre.  A fonte última dessa necessidade de redenção reside num acontecimento contingente e histórico. Poderia, simplesmente, não ter acontecido.

   Esta perspetiva releva de uma Ontologia da Manifestação, que rejeita todo o dualismo de base que pudesse atribuir ao mal a dignidade e a consistência de um princípio metafísico. Bem pelo contrário, na Ontologia da Criação, toda a realidade é dom gratuito, e o homem descobre-se diante do ser numa atitude de gratidão e de admiração.

     Ao contrário do que foi acima exposto, as metafísicas dualistas colocam no centro da sua visão do real a noção de uma “queda” ou de uma “falta primordial” que reclamaria uma “redenção” a atingir por meio de um “saber” e de uma “prática” reservados muitas vezes a uma elite privilegiada.

    Trata-se de uma tradição gnóstica, muito disseminada e mesmo escondida nas raízes de todo o pensamento ocidental ao longo das diversas épocas da nossa história humana. Esta forma de pensamento insiste no dualismo dos princípios metafísicos – um para o bem e outro para o mal – e, assim, considera a noção de redenção como sendo central e essencial.

    Esse dualismo gnóstico, que atravessa as eras do pensamento e que se tornou um traço específico da nossa filosofia ocidental, penetrou profundamente no próprio cristianismo. E fá-lo, precisamente, ao subordinar as noções de “Criação”, de “Incarnação” e de “Eucaristia” à noção de “Redenção”: este maniqueísmo dualista não hesita em instrumentalizar a noção de uma “Transcendência Viva” em favor das necessidades do ser humano.

Apontamento de Leituras de C. Gonçalves ofm e S. Dimas – OE

Animais Felizes em Casa

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     Em relação aos animais poderem ser felizes em casa, considero que é possível dentro de certas condições.

    Por um lado, os animais, para serem felizes em casa, precisam de água, comida, brinquedos e carinho dos seres humanos.

    Por exemplo, a Ricota, a minha gatinha, vem roçar-se por nós quando estamos sentados no sofá ou no chão, a fazer festas, pois sente-se feliz.

   Por outro lado, se os donos forem de férias ou passarem muitas horas fora de casa, os animais têm que ir para outro lugar acolhedor, para não se sentirem sozinhos. 

    Por exemplo, quando nós vamos de férias, a Ricota fica em casa da minha Avó, para não se sentir tão triste.

    Por estas razões, vemos que os animais podem ser felizes em casa, mas com certas condições.

MM6D

Oração da Manhã – 7 de Fevereiro

7 de Fevereiro 2022 

 

Pastoral – CAD

    

     Orgulha-te do caminho percorrido. Agradece. Mas não fiques parado lá onde estavas. O caminho continua. Diante de ti abre-se um horizonte de novos compromissos, de recomeços, de algo que tem que ser feito de forma diferente. Sem ansiedades! A cada dia um simples passo. Para que no fim possas agradecer pela estrada percorrida. 

    Apoia-te nos que te querem bem. Conversa. Pede ajuda. Está atento a quem possa precisar da tua palavra ou do teu silêncio. No início de mais um semestre, mais uma oportunidade. A melhor oportunidade de todas para poderes aprender e crescer. Estamos juntos. Aliás, só juntos podemos, de facto, ir mais longe. Preciso de ti para ir mais longe. Conta comigo. 

Momentos de Liberdade

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    Viver numa casinha, sem ninguém ao lado… Às vezes é mau estarmos isolados, mas às vezes é bom não termos ninguém a aborrecer, não temos preocupação com os outros e estamos no nosso mundo.

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    No verão vou ter uma prancha nova de Body Board; a minha  praia preferida é Tróia, vou sempre lá de férias.

    Adoro ficar na piscina da casa da minha prima até à meia-noite, só com as lanternas dos telemóveis.

Pixabay Iicense

    Agora brinco com os meus animais de estimação e as minhas duas Labradoras estão no quintal de minha casa. Também gostava de ir acampar com os meus primos no Alentejo.

MC6C

A Felicidade em Férias

     

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         Este Verão adorei o que fiz:

      • Andar a cavalo à beira mar, ver os meus colegas, apanhar conquilhas na praia, ao fim da tarde, fazer churrascos à noite, na praia, com os amigos; ver o por do sol no mar; a minha melhor amiga da escola, nos meus anos, veio comigo; ir apanhar flores no campo; almoçar fora com os meus Pais;  ir à biblioteca; andar de skate; andar de “moto do mar” (ai,  não sei dizer); fazer desenhos da paisagem: o mar na Meia Praia e a serra de Monchique…

      E as Pessoas:

      • Este verão adorei estar com os meus Pais, com o meu Irmão, com a minha Amiga da escola, com os meus Primos e Primas… 

          Para mim foram as melhores FÉRIAS de SEMPRE!

CB5D

Infinitos Universos…

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     A Felicidade está em termos Amigos e termos Família! Se vivêssemos num mundo perfeito, teríamos sempre 100, nem precisaríamos de ir à escola e teríamos as vacinas do Corona.

     Aqui para nós, o Ministério não precisava de por as aulas até às tantas. o 7º vai começar uma semana depois do 8º. Já passaram duas semanas depois que o 7º já foi para casa…

     Uma regra de vida para orientar a existência, seria: 

Oficina de Escrita

     O que devo fazer: tenho de ir à Escola e tenho de comer para sobreviver; o que gostava de fazer: gostava de comer porque sabe bem; por exemplo, hamburguer, pizza e sushi; o que quero ainda fazer: jogar videojogos, comer nas aulas, poder sair da escola nos recreios, ver a série do Loky da Marvel; o Loky é o deus da mentira, das ilusões, ele engana.

     Admiro o meu Pai; é inteligente como um relâmpago. Sabe quantas negas apanhou durante a vida dele? Apanhou uma nega! É forte e ensina bem. Quando fazemos algo mal, ensina-nos da pior maneira possível, e, às vezes resulta, como por exemplo: não podemos ir para casa sozinhos sem avisar.

      Consigo imaginar uma coisa impossível: ter poderes! Todos, mesmo: voar, lançar fogo, conseguir destruir o Universo com o dedo mindinho! O poder ABSOLUTO! Poder sobre o “Multiverso” – que são infinitos Universos paralelos uns aos outros e sobre o “Omniverso” – que são infinitos Multiversos paralelos uns aos outros!

Conversas na Oficina – Aluno Anónimo

Celebrando Alegrias

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Férias em Projeto

    MF –  Vou  ter o meu verão no Algarve, por isso vou andar de sofá! Estou a ver se consigo ir às Caraíbas ver os tubarões. 

    E ainda vem o meu aniversário no dia 2 de Agosto!

    Gostava de receber barro para moldar e pintar em casa…

   SS – Vou ficar na casa dos meus Avós o verão inteiro, na Roménia. É uma cidade com poucas pessoas e a minha Avó leva-me ao Aquapark.

M Convidado – Infelizmente, durante Julho e Agosto não vou poder ir à Equitação, que é a minha Paixão. Mas vou visitar o centro e o interior de Portugal. Na primeira semana de Setembro, vou para o Algarve, com os meus Avós. 

 Momentos Especiais

MF – Quando fui dormir 4 dias a casa da T. Fomos à Lagoa Azul e ficávamos acordadas até muito tarde, sempre a conversar!

Adorei o Confinamento: ganhei um Pastor-Alemão Bebé!

Já tem 8 meses e já tem 40kg…

SS – Quando a minha melhor Amiga foia minha casa passar o fim de semana. Estivemos no Condomínio todo a jogar “Among Us”, mas na vida real. O Martim calhava sempre como “Impostor”.

M Convidado –  Durante o Confinamento, que durou uns meses, fui a casa de uma amiga e fiquei lá a dormir. Jogávamos “Among Us” e calhava-me sempre o “Impostor.

 Oficina ao Ar LivreMA6A, SS6A M6A-Convidado

Introduzindo o Conceito de “Decrescimento”

Image par Gerd Altmann de Pixabay 

I

     A 26 de Julho,  a nossa Professora de Educação Positiva Helena Marujo, em conjunto com Ana Serrão,  investigadora em diversas áreas da Psicologia Positiva e responsável pela Cátedra da Unesco em Portugal, tiveram a gentileza de nos convidar para um Zoom patrocinado pela “Cátedra da Unesco para a Paz Global e Desenvolvimento Sustentável”, onde uma jovem doutoranda, Ana Poças Ribeiro, tinha sido convidada para nos falar sobre o atraente e enigmático conceito de “Decrescimento”.

    Este convite, que o Grupo de Educação Positiva aceitou com entusiasmo, não foi fortuito, mas, segundo a própria Prof. Helena, obedece a todo um projeto de “criar sinergias entre “Educação Positiva”, “Felicidade e Bem-Estar”, “Sustentabilidade e Paz Global”, todos eles viveiros de ideias e ações que se entrefecundam  e onde germinam os “Projetos de novos Modelos Económicos”.

    Ana Poças introduziu este conceito central como “um modelo a olhar e a atender, porque os nossos recursos são limitados. Nem sempre é o inverso do crescimento, mas também não é o não crescimento.”

    Convidando-nos a inscrever-nos no site Decrescimento.pt apresentou a metáfora que nos aproxima do conceito: “Um rio que transbordou e que regressa à sua forma original.”

wikiwand.pt Sustentabilidade

   No Diagrama que revela a área crítica de interseção entre Economia, Sociedade e Ambiente torna-se manifesta a centralidade e a urgência que afetam este tema delicado.

   Segundo Ana Poças, O Conceito de “Decrescimento inclui uma crítica do Crescimento, a oferta de Alternativas ao Consumo, formas criativas de Reduzir o Consumo e “Agência”, isto é, o que podemos fazer de concreto, individualmente, em Instituições e em comunidades.

    Ilustrou o caráter urgente da situação vivida por todos nós com uma imagem sobre a Crise Climática: como tem subido a temperatura desde 1850 a 2017.

  Em seguida recordou a extensão da Crise Ecológica: “Estamos no início da 6ª extinção em massa das espécies; 90% dos Peixes estão em perigo; em 2050 haverá mais plástico do que peixes.”

    “Os combustíveis fósseis formaram-se por processos naturais ao longo de milhões de anos; agora queimamo-los em poucas centenas de anos.”

     “Segundo o Acordo de Paris, em 2018, para limitar a 1,5º o aumento de temperatura, será preciso cortar quase completamente com os combustíveis fósseis”, apesar da dificuldade que representa o compromisso dos bancos mundiais, com seus investimentos profundos neste campo minado, ao mesmo tempo que tentam acelerar o investimento em energias alternativas.

By Thomasjam – This image is created based on free data from The World BankPreviously published: Not published elsewhere, CC0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=51473752

   E “Embora desde os anos 80 tenhamos essa noção, continua a aumentar o uso de carvão e de petróleo. Quem gasta mais? EU e US – gastam mais de 60%; a Ásia também gasta muito; a África – gasta muito pouco.”

   “1% das pessoas causa metade dos gases dos voos. 80% da População nunca andou de avião.”

  Os mais ricos são os mais poluidores: “há que mudar Estilos de Vida” – eis um dos conceitos centrais em torno de “O Decrescimento”.

    Também segundo esta abordagem da realidade que nós, seres humanos, criámos, o ideal de um “Crescimento perpétuo é um Erro”, pois “quanto mais aumenta o PIB, mais aumentam os materiais gastos; quanto mais aumenta o PIB, mais aumenta a hiper-competição e o individualismo.” 

    Ora, podemos hoje constatar cientificamente, através dos estudos lançados a nível mundial pela Psicologia Positiva, que “estes aumentos não são acompanhado por melhoria do Bem Estar da vida humana.”

   “Os 2153 bilionários do mundo possuem mais riqueza que 4,6 biliões ou 60% da População mundial.”

   Apesar desta extraordinária desigualdade de distribuição de recursos, a “Recessão” não é o “Decrescimento”; estamos como numa “bicicleta que não pode parar”.

    “Se reduzirmos o consumo, não podemos aumentar o PIB, no entanto há países onde o PIB per capita é inferior aos dos EUA,  mas com maior Esperança de Vida.”

   Assim, “O que está no cerne das crises é o Sistema Económico.”O Decrescimento” pretende diminuir “a produção e o consumo e, ao mesmo tempo, melhorar a qualidade de vida“.

     Estamos, pois, perante uma tríplice e incontornável ligação: “DemocratizaçãoSustentabilidade EcológicaRedistribuição e Solidariedade“.

     Veremos, na II parte, como encontrar as vias concretas de acesso às Alternativas desafiadoras que a hipótese plausível e fundamentada do “Decrescimento”, aqui representada na intervenção da Ana Poças, nos propõe.

Bibliografia indicada:

Donella Meadows – “Os Limites do Crescimento”

Limites ao Crescimento, Porque não?”

Fim da I Parte

Rumo à Felicidade

Image par Jan Alexander de Pixabay 

   SS – O que torna as pessoas felizes é a Família reunida.

  M Convidado – Uma pessoa sente-se feliz quando ganha uma coisa que se andou meses e meses a pedir, o que, felizmente, nunca aconteceu comigo. 

  MF A Liberdade torna as pessoas felizes. Na nossa idade (11 anos) a maior parte das pessoas já pode sair e ir a casa de amigos.

  SS – O meu Pai é um pouco mais restrito que os outros pais; tenho de fazer imensas coisas: ficar quieta, portar-me bem… A primeira vez que fui para casa de amigos foi no 5º ano.

     MF – As crianças não devem ser obrigadas a fazer o que não gostam. Toda a gente tem que fazer, mas as crianças deviam fazer menos.

    Por exemplo, toda a gente jovem tem de estar numa sala de aula, fechados, a escrever, a andar carregados como há 100 anos e ser proibido o telemóvel dentro das aulas, quando o telemóvel é fonte de conhecimento?

   SS – Em 8h na net pode-se aprender mais do que em 5 aulas!

   M. Convidado – O que deixa as crianças felizes é quando, finalmente, são ADOTADAS, como eu !

Oficina ao Ar LivreMF6A  SS6A e M6A 

Escrever é Difícil?

Estoril, 27/11/18 – OE

Carta de Marciano, 2016

Imagem: Oficina de Escrita

      Marciano, escrever é Difícil?

    Escrever – pode ser difícil, mas poderá ser mais claro do que falar?

     Difícil, porque nos convoca ao parapeito do momento e ele não se deixa aceder só pela consciência que temos de nós próprios.

   O momento presente, para se manifestar em pleno, exige que reconheçamos um “sim” incondicional a toda a realidade.

     Ele implica o pôr a nu um vazio que se aninha por baixo do que se vive e ameaça roubar-lhe significado.

     Escrever pode tornar-se mais claro do que falar: primeiro, as ideias convocadas acotovelam-se na estreiteza da mente que as censura, mas logo encontram a passagem viva para o largo espaço onde se alinham quando a vaga do sentido as transportou.

     O falar pode tornar-se apenas mais rápido e obscuro, não comprometer o corpo como a escrita, e até pode ficar desligado da sua raiz no tempo, onde viceja tudo o que é genuíno.

Com SG 5A, Partilha de Inspirações 11/18 – OE

 Dedicado ao meu Afilhado Marciano Boua