A Garagem das Motas

moto com rodinhas

Motorcycle Team Zündapp Ks 750 Max Pixel. CCO 1.0

     Era uma vez um Senhor chamado Alberto e ele gostava muito de andar de mota.

     Num belo dia, Alberto recebeu um clente que se chamava Zé. Mas o Zé, quando chegou lá, viu o Alberto muito triste. Então tentou ajudá-lo, mas o Alberto estava sempre a esconder alguma coisa.

     O Zé perguntou-lhe:

    – Alberto, estás bem?

     E Alberto respondeu:

     – Não, não estou! É que, tu sabes que eu já fui um grande corredor de motas! E como agora estou velho, fico muito triste de estar a vender as minhas motas, porque… andar de mota é a minha vida.

     Então o Zé foi para casa e não conseguia parar de pensar no Alberto; teve uma grande ideia e ficou uma noite inteira a fazer essa ideia genial!

      Num dia lindo de morrer, o Zé foi ter com o Alberto e deu-lhe essa ideia genial. Sabem o que era?

      Uma mota com rodinhas! Alberto chorou imenso por aquela mota e foi radical para sempre!

ZG7C

A Viagem da Vida

à proa de navio que avançaImage parEvren Ozdemir de Pixabay Pixabay License

     Algo que me motiva a avançar, neste momento, é o Projeto de Matemática, que fazemos em Grupo, sobre “O que é a Matemática para mim.”

    Também me motiva o trabalho em Grupo, sobre a revista “Cais”, que está entregue aos Sem Abrigo e onde se trata de apoiar os Pobres e a salvar o Planeta. (cais.pt/revista-cais/)

     O Professor mostrou-nos um vídeo com ondas de Tsunami, que arrastavam tudo. Como se fôssemos arrastados por ondas de Tsunamis, assim são as adversidades da vida.

     O que nos ajuda a não desanimar é ser-se bom nadador e ter boa resistência às correntes do Tsunami, para podermos escapar e sobreviver.

    Isto corresponde a pensarmos nas virtudes da vida para conseguirmos esquecer o que nos acontecer de mal.

     Esta Viagem da vida também é como se fosse embarcar num veleiro e convidasse um amigo para vir comigo: assim tenho em quem posso confiar na vida.

     Estar com os amigos ajuda-nos a ter mais liberdade. A eles posso dizer o que penso, mostrando quem sou.

    O que traz harmonia à minha vida é o Amor da Família e pela Família.

    A Viagem da minha vida é única, porque não há ninguém como eu.

AB6B

A Largada do 7º Ano

corrida de motos de águaImage parHerbert Aust de Pixabay 

     O que dá sentido à Viagem deste novo Ciclo são os Amigos. 

   Brincar, ganhar ou perder, magoar-me ou não me magoar… 

   O que me faz sentir bem são jogos de computador: conseguir umas “skin” no “Counter-Strike” e também GTA 5 online, com um cartão de 50 euros. 

    Jogar online é como voar: uma espécie de sonho acordado que parece real, uma forma descontraída de tornar mais rápidos os nossos reflexos. 

     O que me faz avançar é estudar, prestar atenção às miúdas… Para a Viagem do 7º, estou nervoso, porque tenho a certeza que é mais difícil.

     Quanto ao Francês, estou mais preocupado, porque não estou habituado e não consigo perceber muitas vezes as palavras e as frases.

    Mas também avançamos a fazer Projetos: em TIC – que, como é tecnologia, é a minha disciplina favorita – estamos a fazer um “Power Point” no Classroom. Vou fazer Gifs de Gatos a saltar e a falhar o salto.

    Na Viagem do 7º ano,  vêm connosco o Pepe, os Amigos, a Família, algum Ovni que nos observa escondido e… o Pewdipie, o Sven, o Jorgen e Ikea Tower!

    As adversidades estão a salpicar o 7º ano todo, a começar por não conseguirmos parar de falar na Oficina, porque as ideias saltam pelo ar como panquecas loucas.

    Como por exemplo, a ideia de irmos em viagem pela Austrália, viajarmos pela Europa, por vezes jogarmos Club Penguin e levarmos os nossos melhores Amigos.

    O calor do susto faz-te transpirar instantaneamente: é quando cai uma caneta de ponta fina, apanhas um susto da “Setôra” e quase morres do coração – Brincadeira!

      Entre Amigos, podemos ser genuínos, podemos falhar, vencer ou improvisar no meio dos truques da Vida.

Texto a 3 Mãos – LJ7A, VE7C e OE

Por Uma Ecologia das Emoções

ecologia das emoçõesGentileza de Edicare.com

     Para Bento Espinosa, também conhecido por “O Filósofo da Alegria”,  uma única energia vital repassava todos os estratos da realidade: o ímpeto para ser mais.

     Ao nível humano, esse dinamismo vivo vinha  já a expressar-se como o ato primitivo e fundador da vontade, a que ele chamou “o desejo de persisitir no ser”.

     Este fluir constante, que nos equilibra no viver, poderia precipitar o futuro; bastaria que a nossa imaginação inteligente fosse gizando o chamariz dos projetos que suscitam um mundo novo.

     Teríamos assim uma energia básica, comum a todo o Universo, que seria o sentido escondido da corrente do tempo: só ela permite um desenvolvimento sustentável, não se esgota, é vivificante para quem a utiliza, enfim, é Ecológica por excelência.

     O livro de Ecologia Emocional para Crianças  – Energias e Relações para Crescer de Mercé Conangla e Jaume Soler – é dedicado às  várias modalidades de energia que influenciam o destino do Mundo.

    São comparadas as energias físicas, que surgem no interior do Planeta com as energias emocionais que brotam no coração do ser Humano.

     Algumas, poluentes para a vida natural e facilmente esgotáveis,  desequilibram os ecossistemas de animais e plantas e tornam  insustentável o desenvolvimento dos povos.

    A elas  correspondem, no habitat do convívio humano, o Medo e a Raiva: se não podemos evitá-las no seu arranque espontâneo, podemos aprender a canalizá-las e a transformá-las.

    Outras são superabundantes, amigas do ambiente, inesgotáveis  e limpas. Como a energia do Sol – que oferece 4 mil vezes mais energia anual do que precisamos.

       A elas correspondem o Amor e a Alegria, poderosas emoções criativas, que se renovam continuamente, voltam para o futuro a mente luminosa, e abrem à confiança o acolhimento dos outros.

     Com suas atividades imaginativas, pontuadas de questões para pensar, este livro pode encorajar os atuais Projetos nascentes dos nossos Alunos, que, desde já, promovem a Vida e contagiam a Paz.

Com o 2º Ciclo – Partilha de Inspirações  – OE

Net Segura

net seguraAutor: Ollie Bray Tradução Livre Flickr.com CC-By-NC-SA

     Na aula de Português também temos TIC e a professora explicou que não devíamos entrar em determinados sites, a não ser recomendados pela Família ou Amigos. Isto faz parte das Regras de Segurança para navegar na Net.

    Vimos uma Animação em que um miúdo foi à Biblioteca e alguém lhe disse: 

    – Toma lá este endereço para jogar jogos grátis.

   Ele foi e afinal, era um Tablet de onde saltava um outro miúdo que avisava:

    – Cuidado! Isto pode levar-te a sites muito perigosos!

   O primeiro miúdo respondeu:

   – Eu tenho anti-vírus.

    Mas o miúdo do Tablet disse:

   – Tens de atualizar sempre o teu anti-vírus!

Conversas na Oficina – ZD5A

Metas Globais: Ajudar o Planeta

meta 14

Gentileza de ODS.pt

A Vida no Mar

     Pesquisando na Net, podemos ver que há uma grande quantidade de poluição no mar. Em 2050, se continuarmos assim, vai haver mais plástico do que peixe, no Mar. 

meta 6

 Gentileza de ODS.pt

Água Potável e Saneamento

     Agora imagine que, ao tomar banho, enquanto uma pessoa põe o gel de duche, desliga a água. Já estamos a ajudar, porque há muitas pessoas no mundo que não têm água potável.

     Durante os Ciclones, em Moçambique, as pessoas ficaram sem água; beberam lama e ficaram doentes com cólera.

meta 1Gentileza de ODS.pt

Acabar com a Pobreza 

      A Professora mostrou um vídeo, em que, jovens em vários países fizeram algum Projeto para ajudar o Planeta. 

    Na Turquia, inventaram uma ideia de que eu gostei muito: criaram sacos e objetos com cascas de banana!

     Na Índia, havia muitas casas de banho públicas. Uma miúda criou um Projeto em que, ao puxar o autoclismo, se gastava menos água.

     Uma senhora, na Síria, ajudou as mulheres a aprenderem. Antes eram muito mal tratadas e não tinham escolas. 

ondaPixabay License Image by Gerd Altmann from Pixabay 

Projeto Solidário em Curso

     Fizemos um trabalho escolhendo, cada um, uma criança que precisa de ajuda.

     A minha é uma menina, chamada Wayna; tem 8 anos de idade, vive nas Filipinas, em Manila; quer ser veterinária – na foto aparece com um cãozinho ao colo.

    O que posso fazer para ajudar? Eu posso fazer pulseiras para angariar dinheiro; compro-lhe roupas e envio para lá.

Conversas na Oficina – FM5C

A Viagem do 5º Ano

navio entre as ondasImage by Yuri_B from Pixabay 

     A chegada à Viagem do 2º Ciclo faz sentido, porque está na altura de crescer.

     O que ajuda a avançar é a Matemática: o “Stôr impressiona-me na forma como fala; também gosto muito de HGP: aprender factos sobre o Planeta Terra – que, para mim, inclui toda a História.

    O destino desta Viagem vai ser certo, porque, como disse na primeira frase, está na altura de crescer.

     Por exemplo, estou num Cruzeiro que leva 300 pessoas e aparece uma rocha onde as ondas batem muito fortemente; a única passagem é atravessar um remoinho com cerca de 3 metros.

    Poderia passar ou não. Teria de enfrentar os meus medos.

     Comparando isto com o 2º ciclo: por exemplo, uma disciplina de que não gosto – Português, porque estamos sempre a escrever. Podemos pedir canetas que deslizem bem, para não termos dores musculares.

     Quem escolho para ir mais perto de mim nesta Viagem é o Pai e a Mãe: dão Amor e Carinho que se transforma em Educação.

    A Aprendizagem é o que torna única esta Viagem do 5º Ano.

MC5A  

“Mar Limpo”

Retirar o plástico do Mar

    1.1. O plástico deve ser retirado para o Oxigénio do nosso Planeta não acabar.

    1.2. As pessoas pensam que só as árvores produzem o Oxigénio e não dão muita importância ao mar. Mas os seres vivos que produzem o Oxigénio também vivem no Mar: fitoplasma, algas, algumas bactérias.

    Plano de Limpeza 

balde-redeImagem: gentileza do Autor

    Para limpar a superfície do Mar, construímos uma espécie de balde, coberto com uma rede, onde os pedaços maiores de plástico podem ficar presos.

    O balde tem um diâmetro de 25 a 30 metros, com bóias ao redor para flutuar. Para ser transportado, tem quatro ganchos e, para ser localizado, tem luzes à volta; a energia vem dos painéis solares e das correntes de água.

Imagem: Gentileza do Autor

     Para estabilizar, a engenhoca tem umas membranas por baixo, onde a água bate e elas dobram e depois voltam. Assim, o balde fica estável nas correntes ou no mar agitado.

      A água entra pela rede e sai por uns filtros laterais. Os pedaços pequenos de plástico passam pelos buracos de rede e ficam presos nos filtros laterais. Os filtros podem ser mudados limpos e substituídos a cada sete dias.

A Cobra Z

Imagem: Gentileza do Autor

Finalidade – A Finalidade da Cobra é apanhar lixo que está a maior profundidade, onde não chega o balde. 

Controle – É controlada por controle remoto.

Forma de Localização – É localizada via Satélite.

Forma – Tem a forma de um cilindro, com 30 a 35 m de diâmetro, com um metro de espessura.

Motor – Motor de submarino, com uma grade para proteger dos detritos, a fim de não travarem a hélice.

Materiais – Tem um esqueleto de aço flexível. A base é de ferro inoxidável.

câmara

Imagem: Gentileza do Autor

Constituição –  Na base, tem uma câmara; um motor de submarino; uma rede para proteger a hélice; uma lanterna no meio da hélice, para iluminar a maiores profundidades.

Imagem: Gentileza do Autor

     Por cima da cabeça do tubo há painéis solares e uma antena de equilíbrio.

antena-satélite

   Imagem: Gentileza do Autor

     Na parte final da cauda, há uma espécie de balão, ligado com um tanque de oxigénio comprimido. Ele solta-se e incha, em caso de emergência. 

balão de oxigénioImagem: Gentileza do Autor

HZ6B

O Que Gostaria de Fazer no 5º Ano

O Que Gostaria de Fazer:
Em Ciências Naturais
Aprender/Ensinar a minha Turma sobre o tema: 
Tubarões  – Vida Aquática
Com as Metas Globais
Escolha da Meta Global para o nosso Grupo: 
1 – Fome Zero
2 – Erradicar a Pobreza
3 – A Vida na Água
E criar um Projeto para fazer a Diferença no Mundo.
 
Objetivos de Estudo
Em HGP, estudar Relações Internacionais e Histórias Internacionais.
Em Ciências, aprofundar como é que o Planeta Terra é o único  a ter Vida.
 
Objetivo Comunitário de Turma 
  5C: Contribuir para um ambiente amigo.
FM5C 

Máquina de Absorver Plástico no Mar

   mar limpo

Imagem: Desenho do Autor

     Absorver os Plásticos no Oceano

     Queremos ajudar o Planeta, despoluindo o Mar e impedir que os animais se envenem com plásticos.

     1. A Professora pequisou “Invenções para retirar o plástico do Mar”: vimos um balde de lixo que absorve o lixo que está espalhado no mar e apanha garrafas de água, sacos de plástico, palhinhas e talheres de plástico.

     2. Vi uma reportagem em França, em que uma baleia morreu pois tinha dentro 40 sacos de plástico que tinha comido no Mar. 

     Plano de Limpeza

      Vamos de submarino para o fundo do Mar, preparar as máquinas de apanhar lixo, que estarão espalhadas pelo Mar.

    Cada uma destas máquinas pode ser formada por um tubo assente no fundo das águas costeiras. Ele absorve o lixo que está espalhado no mar, como garrafas, sacos de plástico, palhinhas e talheres de plástico.

      Os buracos laterais, ao longo do tubo, absorvem o lixo; os plásticos sobem para um depósito onde se agrupam e a água sai por um pequeno tubo lateral.

        Do outro lado do tubo de saída da água, uma ventoinha trabalha com a força do Mar; esta faz com que as aberturas aspirem os pedaços de plástico.

     Como afastar os peixes pequenos, para não serem sugados? Eis o problema em discussão, no nosso Grupo, neste momento. 

AS6C

Recordar: Aplicação Prática III – “Brain Dump”

 jovem estudando com os livros pelo ar

     Imagem de Pexels por Pixabay

  Continuando a partilha do estudo do nosso livro inspirador,   “Powerful Teaching“, Pooka Agarwal e Patrice Bain – explicitam outra  Estratégia que Conduz os alunos a elaborar o seu conhecimento com maestria e durabilidade.

   Mais uma vez recordamos aqui que estas “Práticas de Recordar” devem:

      • Ser escritas ou verbalizadas, não apenas pensadas.
      • Ser suscitadas pelo Professor ou Tutor, de modo regular, intencional e sistemático. 
      • Todas elas aceitam variantes e podem ser adaptadas, de forma flexível, ao tipo de aula, à personalidade da Turma, às preferências de cada Aluno ou de pequenos Grupos.

     Brain Dump” é uma expressão que sintetiza duas ideias: a de uma atividade mental que deve fluir, e até, transbordar, espontaneamente, sem ordenação prévia, sem pistas ou tópicos que induzam uma organização anterior ao próprio ato de recordar.

    Poderia ser traduzida informalmente por “despejar a mente”; porém, as próprias autoras nos propõem convidar os alunos a criar nomes para estas atividades, à medida que as praticam, pois esta linguagem comum, partilhada pela Turma, aumenta o seu sentido de apropriação da estratégia.

     As Autoras foram a ponto de pedir a professores de todo o mundo que partilhassem os nomes inventados pelos seus alunos para esta atividade: “stop and jot”, “free flow”, “data dump”, “brain pop” são alguns exemplos sugestivos.

       Quando Aplicar: 

  1 –  Esta atividade pode ser realizada, por exemplo, no final de uma unidade temática de qualquer disciplina, como, por exemplo, “A Grécia Antiga”; “As Funções”; “O Sistema Circulatório”, “O Realismo em Literatura”.

    2 – Também pode ser aplicada no meio de uma simples aula.

   Duração da Atividade: 

   1 – Usar o tempo que a sua intuição achar melhor. Há turmas que acabam por escrever durante 30 minutos seguidos ou mais. Mas mesmo que haja muito menos tempo disponível, a aprendizagem dos Alunos também vai beneficiar em relação à informação que nem tiveram tempo de recordar.

Como Aplicar: 

      1 – Pedir aos Alunos que escrevam tudo aquilo de que se possam lembrar sobre o assunto em curso ou sobre a Unidade finalizada.

    2 – Continuar normalmente a aula.

Recomendações:

   2 – Podem utilizar-se diferentes tipos de formatos: o ato de recordar pode ser inteiramente livre; pode ser orientado por alguns tópicos; pode ser escrito à mão ou em teclado.

  3 – Esta atividade pode constituir uma ferramenta de avaliação formativa, em vista de dar “Feedback” aos Alunos, mas nunca deve ter qualquer cotação.

   Depois da Atividade:

   1 – Pode seguir simplesmente com a aula.

   2 – Pode pedir uma partilha de pares durante poucos minutos, em que cada Aluno deverá acrescentar algo novo ao que tinha escrito.

   3 – Para proporcionar aos Alunos uma reflexão, pode pedir para verificarem:

   3.1. Algo em comum que ambos escreveram.

   3.2. Algo novo que nenhum dos dois escreveu.

 3.3. Algo que ficou confuso, incompleto ou mal compreendido.

3.4. Como se conseguiram recordar do que escreveram?

Benefícios: 

1 – Depois de comparar os seus próprios resultados com uma atividade anterior, semelhante a esta, os alunos ganham muita confiança.

 2 – Os Alunos sentem uma genuína satisfação ao constatarem tudo aquilo que foram capazes de escrever por si mesmos.

Benefícios:

Esta atividade intensifica a aprendizagem, a organização do conhecimento, a habilidade de fazer inferências. 

Powerful Teaching

Retrieval Pratice

 

Questões do Início

veleiro aventuraPixabay License Image by Hanne Hasu from Pixabay 

     “Pensar em problemas possíveis com antecedência, e encontrar soluções, tornou-se, para mim, um hábito. O meu Pai costumava incutir-me esta atitude mental quando eu ia navegar, ainda criança.

     Ela acabou por tornar-se num dos melhores e mais úteis  exercícios mentais; ainda me surpreendo a agir desta maneira, em toda a parte, sem me dar conta sequer. ”

Laura Dekker

     Na primeira etapa de um Trabalho de Projeto, com a expectativa apaixonada que é própria de todo o pondo de partida inaugural, configura-se a esperança, colocam-se as perguntas cautelosas, ponderam-se os perigos: 

questões de projeto 

      A Jovem navegadora testemunha de uma lição de vida, que é também uma herança paterna.

     Veio a tornar-se um movimento tácito da alma:  é um traço próprio no seu querer sempre partir do conforto pessoal; é uma força íntima no seu rumar ao desconhecido; é uma estratégia de triunfo no seu modo de viver a coragem.

     E no nosso Projeto: com que problemas nos podemos deparar?

   As questões com que vamos carpinteirando este início dos nossos trabalhos aparelham o novo Ano Semestral para uma aprendizagem diferente: mais em conjunto refletida, mais ativamente conquistada, mais arriscadamente navegada.

Em visita aos 6B e C – OE

“EstuDar” – “Uma Hipótese de Felicidade”

equipa do estuDarImagem: Gentileza de estuDar.eu

     Falamos de uma Associação Juvenil; de Alunos do CADseus Amigos; de uma inspiração poderosa; de forças transidas de Futuro que conspiram para a invenção de um Outro Mundo: ele nasce já, meio escondido, por entre o tumulto vão do que apenas gira sobre si mesmo.

    Eis aqui, tão perto, entre nós, no próprio CAD, um Projeto de Solidariedade fundado por Jovens Amigos.

    O que parecia ser uma miragem para “super-heróis”, aos olhos do jovem Pedro, afinal Co-Fundador, revelou-se-lhe, de repente, como  realidade incontornável, num ímpeto de nascente. 

     O surpreendente convite da amiga Marta, que lhe interrompeu uma fase de cansaço no final do 10º ano, foi para ele o momento de uma inspiração transformadora.

    A Marta, desde pequenina, tinha identificado o seu material escolar, pela energia combinada das cores e das formas, com um kit de arte e invenção.

   Foi pelo confronto brutal com a destruição dos ciclones em Moçambique que a Marta chegou a conceber o potencial transformador da Beleza contido na humilde simplicidade do material escolar. 

     Tinha nascido o “EstuDar”, Projeto tão generoso quanto ousado, que é a própria marca de fogo da Juventude.

     Em 31 dias de propaganda e recolha esforçada, a primeira Campanha angariou 4891 unidades de material que foram entregues à Helpo  – conhecida pela sua lealdade – com destino a Moçambique.

gráfico das recolhasImagem: Gentileza de estuDar.eu

      Aqui fica o convite a apostarmos também nesta “Hipótese de Felicidade” – como diz a Marta – que é afinal a própria “Vida”, na sua verdade mais pura, quando facilitamos aos Outros o acesso à “Cor” e à “Alegria”.

      Participações, Donativos, Contactos, por aqui.

Com a Marta e o Pedro – OE

Um Sonho Realizado

     motocross

     Mohamed Assan pxhere Public Domain

     Era uma vez um menino que se chamava Lourenço. Ele gostava muito dos seus Pais. Era um aluno bem disposto que fazia paródias com os amigos e estava atento nas aulas.

     Ele sonhava ter uma mota elétrica, mas não tinha dinheiro para pagar. Então, pediu ao Pai se podia abrir uma banca para vender fruta e conseguir fazer o seu dinheiro.

     Dois anos depois, sempre a vender fruta, conseguiu! No mesmo dia, fechou a loja e foi logo comprar. Foi à Fnac e comprou o último modelo: uma Yamaha laranja e azul com potência de 1400 cm3 de cilindrada e bateria para 2000 km.

     Queria ter comprado um capacete, mas já não tinha dinheiro para ele; ainda teve de juntar mais 600 euros.

      Na primeira volta, nem se conseguia pôr em cima da mota. Lá conseguiu voltar para casa e deixou-a na garagem, a carregar.

      O Pai, que tinha uma acelera de 300 cm3 de cilindrada, ensinou o Lourenço a andar, a fazer razias, a dar éguas, cavalinhos e outros truques. A mota tinha direção assistida, por isso não era preciso inclinar o corpo nas curvas.

      E ele escreveu a agradecer: 

obrigadaagradecimentoLM6B 

(Em parte Ditado)

Aventuras de Onze Amigos – III

III

A Força das Armadilhas

templo em ruínasPixabay License Image parMystic Art Design de Pixabay 

      Os amigos entraram no Templo e pensaram: 

      – Oh, Não! Armadilhas!

     Os amigos ficaram um pouco assustados com as armadilhas e desataram a correr. Esquivaram-se muito bem das flechas, que eram a primeira armadilha. A segunda eram cobras, mas os amigos conseguiram passar; a terceira armadilha eram bichos venenosos; a quarta era um compasso gigante, e eles gritaram:

     – Oh, um compasso gigante!

     A quinta armadilha era um detetor matemático.

   Até que encontraram uma porta grande, e, atrás dela, estavam as 11 Jóias da Imaginação! Cada um pegou na sua. Mas quando cada um já tinha a sua jóia, o Breakfirst surgiu, apanhou-as e fugiu com elas!

      – Vamos atrás dele! – Gritaram os amigos.

     E lá foram apanhar o Breakfirst. Entretanto, a meio do caminho, o Sebastião propôs:

     – Não vamos conseguir apanhá-lo, mas podemos fazer uma armadilha. 

      – Mas como é que vamos passar para a frente dele? – Perguntou o Martim. 

     – Provavelmente ele quer destruir o avião, mas eu sei um atalho – disse o Sebastião.

      Foram pelo atalho do Sebastião e fizeram uma armadilha. Os amigos ficaram muito tempo à espera, até que apareceu o Breakfirst e caiu na armadilha como um patinho.

      Os amigos apanharam as jóias e foram para casa.  Há noite, o Breakfirst foi para o seu castelo assombrado.

17 – 18 TF5B

Aventuras de Onze Amigos – II

II

As 11 Joias da Imaginação

as onze joias da imaginaçãoPixabay License Image parOpenClipart-Vectors de Pixabay

     Os onze amigos ficaram superfelizes por estarem todos juntos na Selva!

     Passados alguns dias, quando o Tiago estava a passear, viu  um Templo antigo e muito grande e foi  contar aos outros.

     Quando contou aos outros, eles não acreditaram; então o Tiago disse:

      – Olhem, vão ver o Templo antigo!

      Eles pensaram, pensaram e começaram a seguir o Tiago até ao Templo. Ao longo do caminho, repararam num animal que parecia inofensivo, mas, quando olharam bem, era um homem negro, chamado Breakfirst, que disse:

     – Eu vou apanhar as jóias da imaginação, para torná-las negras.

     – Não! Tu não vais apanhar as nossas jóias preciosas!  – exclamaram os amigos.

     Depois, o Breakfirst começou a correr muito rápido para apanhar as 11 jóias da imaginação.

     – Oh, Não! Ele vai fugir! Vamos atrás dele! – Gritou o Tiago.

     – Claro, que bela ideia! E os amigos seguiram em frente atrás do malvado homem Breakfirst.

17 – 18 TF5B

Plano De Viagem

mala de viagem

Imagem de Thanks for your Like • donations welcome por Pixabay

I

Plano de Viagem 

  • Tipo de Viagem (solidária; científica; cultural; espiritual; aventura)
  • Finalidade da Viagem
  1. Duração da Viagem? Tempo/Etapas
  2. Para onde?
  3. Rota de Navegação;
  4. Fazer o quê? – Finalidade da Viagem;
  5. Com Quem? Pessoas/Animais/Tripulantes;
  6. O que preciso levar? – Preparação da Viagem.  

II

RETORNO

  • Concretizei aquilo que me propus? Alcancei a minha Finalidade?
  1. O que trouxe desta Aventura?
  2. Que tesouros trouxe, que experiência ganhei?
  3. Como posso partilhar com os outros esta Viagem? – relato oral; escrita, livro, vídeo (animação), expressão plástica…

Prof Paula X. e Prof Paula V. Para o 6º B e 6º C