O Super Herói Frederico

Image par petruchino80 de Pixabay 

     Um dia, os guardiões chamaram o F e disseram: 

    Vós sois o escolhido para testar a  vossa coragem e enfrentar as trevas do mal e vós tendes de escolher um de nós.

      Apareceu um feixe de luz e entrou na casa dos guardiões.

     O Frederico disse  – Uau! Isto é tão fixe!

     Os Guardiões disseram:

      – Vós tendes de escolher um Guardiâo: o rato, o cão, a girafa, o camaleão…

     – Já escolhi. – Disse ele.

     – Mas nós ainda não acabamos de dizer os animais… Qual é que vós escolhestes? 

     – Foi o Guardião Camaleão.

     – Qual é o seu poder? – Perguntou o Guardião Camaleão.

      – O meu poder é a superforça; e o seu poder é… 

    – O meu poder é camuflagem. 

   – Embora, vamos lá lutar – desafiou o Frederico.

   – Bora lá – concordou o Guardião Camaleão.

    Começou a luta. Batalharam e o Guardião disse:

    – Você não me vai ver.

    Até que o Frederico ganhou e os Guardiões exclamaram: 

    – Estás pronto para lutar contra o mal!

    Um dia, os Guardiões e o Frederico estavam dentro da base e o sinalizador dos inimigos apitou. O Frederico foi ter à cidade, na avenida principal com um salto superforte e encontrou um robô gigante infetado com a escuridão, que trazia um remoinho relâmpago na mão e dirigiu-se para o Frederico.

     Só que o Frederico pôs toda a sua energia na palma da mão e o robô foi para trás; mas era resistente e teve de levar outra vez com o seu próprio poder e o poder do Frederico.

(Continua)

FV5B

Um Monstro Positivo

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     Era uma vez um monstro chamado Duarte que era grande, com dois olhos castanhos e uma grande boca, com dentes muito afiados e a pele às cores.

    Este monstro é único porque tem dois poderes especiais: um deles é pôr toda a gente feliz e ter positividade. Vamos ouvi-lo:

   

    O Hobbie do Duarte é viajar pelo mundo e ir à praia para surfar. A língua que ele fala é o Monstrês, porque é uma língua que todos os monstros falam; a outra língua é Português, para falar com os seus amigos humanos.

    ” Eu gosto de ser um monstro, porque sou grande e gosto de ter poderes.

    Eu inventei um jogo que se chama “Monstrinhos”, com que brinco com os meus amigos humanos: eles fingiam ser monstros com poderes e usavam esses poderes para o bem.”

    “Eu gosto mais dos monstros bons porque eles não assustam os humanos e os monstros maus assustam os humanos sem razão.”

DB5A

A Cidade da Savana – III

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     O fotógrafo encontrou as 10 moedas de ouro e o tigre deixou-o passar. Quando ele chegou ao outro lado do rio, encontrou um castelo feito de pedras cinzentas escuras, que tinha mudas a crescer por todo o lado.

     Ele atravessou a ponte levadiça e, quando entrou no castelo, encontrou um tigre que lhe disse: 

    – Eu sou o mago deste castelo. Para ir ver o rei, tu vais ter de passar por mim e pelos meus truques mágicos!

     E ele fez um feitiço com o seu cajado e fez o fotógrafo voar acima do chão, e depois cair outra vez. 

    – Tu nunca irás conseguir passar por mim! – exclamou o mago e começou a lançar feitiços para parar o fotógrafo.

     Então, o mago lançou um feitiço em si mesmo, que o fez ficar muito grande! 

    – Desiste, fotógrafo! Nunca irás conseguir passar por mim!

     Mas, para a salvação do fotógrafo, apareceu do nada, no castelo, o macaco que lhe tinha dado indicações inicialmente! 

    – Toma isto. – Disse o macaco. E deu-lhe uns sapatos com molas. – Eu sou sapateiro, e estes sapatos são a minha especialidade!

    O fotógrafo deu um salto por cima do mago e foi até à sala do trono falar com o Rei Simba. O Rei foi até ele e disse-lhe: 

    – Parabéns, fotógrafo! A maioria das pessoas que passa por aqui não consegue passar pelo mago! Como foste corajoso, posso fazer-te um favor. 

    – Então, rei Simba, eu gostava de voltar para o meu mundo! – Pediu o fotógrafo. – Tudo bem, se é isso que desejas, esse desejo será concedido! – respondeu o Rei Simba.

    Quando o fotógrafo deu por si, estava outra vez  na savana, ao pé da fonte! Ele resolveu colocar uma placa ao pé da fonte, a dizer:

Image par 8982496 de Pixabay 

 Depois disso, ele voltou para sua casa e ficou em segurança.

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As Melhores Amigas

Image par Cheryl Holt de Pixabay

    Era uma vez uma menina chamada Mérida; ela adorava brincar. Certo dia, a Menina ia para a sua escola. Mérida estava muito animada.

    Mérida chegou à Escola e tentou arranjar algum amigo. Na hora de Mérida ir embora, a sua mãe deu-lhe um Kinder (ovo de chocolate).

   Mas sua Mãe notou que Mérida estava triste e perguntou o que se passava. Mérida disse que não tinha feito amigos e que estavam a gozar muito com ela.

    A Mãe decidiu fazer queixas à Diretora, mas Mérida implorou a sua Máe para não dizer. A Mãe disse que estava bem.

    No dia seguinte, Mérida foi para a Escola e, quando chegou, viu uma menina a ser gozada. Mérida decidiu ir ajudar a Menina e ajudou-a, dizendo:

    – Parem de gozar! E gostavam que acontecesse isso com vocês, não?

    Mérida e a menina e a menina, chamada Inês, foram as melhores amigas para sempre (BFF).

    O Ano foi passando, elas só brincavam e riam.

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À Conquista do Espaço

   

 Image par WikiImages de Pixabay 

   Acho esta enciclopédia muito gira e ensinou-me muito. Recomendo a pessoas que gostam de aprender sobre o Espaço.

  Gosto do Espaço porque  pensava coisas muito diferentes sobre ele e é divertido. Por exemplo, eu pensava que as estrelas não morriam e não sabia como eram as casas de banho da nave espacial.

   A estrela “Olho de Gato” está a morrer e forma um buraco negro no meio.

   O livro trata de como o foguetão é por dentro, como comiam e se sentavam em cadeiras e como dormiam, como eram as suas camas.

  “Daqui fala Vasco, de uma nave espacial; é a minha primeira viagem.

   As naves mudaram, agora são muito menos prováveis de ter problemas. Andam milhares de kilómetros!

Image par Ondřej Šponiar de Pixabay

   Agora estou a ir para Júpiter, estou com um amigo chamado João; ele está a desviar-nos dos milhares de luas de Júpiter. O João está muito feliz. O nosso treino foi muito rigoroso. Júpiter tem de raio 71.492.

   A casa de banho tem pegas onde os Astronautas se agarram ao assento; tem ar para aspirar os objetos através de tubos e tubos para sugar a urina.

  Agora estamos a passar a grande tempestade de Júpiter. Está difícil, tenho muito medo de que possa entrar algo para o turbo, que  faça parar a nave. Vêm milhares de pessoas a seguir a nós, porque assim começamos as construções da Estação Espacial.

VL5C

Aventura no Mar

Imagem: Oficina de Escrita

     No dia 11 de Agosto de 2020, estava um dia lindo de sol sem uma nuvem à vista. Havia seis crianças aborrecidas, quando uma se lembrou de que havia umas pranchas para alugar e foi a partir desse momento que a Aventura começou.

     Os seis amigos foram com as pranchas de Paddle, para muito longe da costa, jogar verdade ou consequência, no meio do mar.

      O jogo começou: a Bi desafiou o Vasco a ir até ao máximo fundo que conseguisse e ele aceitou. Ficou lá 20 segundos e, quando voltou, disse que tinha visto peixes, mas ninguém acreditou quando alguma coisa bateu contra a prancha.

     Os amigos ignoraram, mas aconteceu uma e outra vez, até que percebemos que eram mesmo peixes!

(Continua)

MA6A

O Nome do Leão – I

   

Image by Silvio Zimmermann from Pixabay

    Um dia,  um leão forte e corajoso que tinha uma família de que gostava muito. Ele nunca tinha sabido o seu nome, mas tinha um bando de leões que lhe chamavam “Chefe” ou “Sandapo”. 

    Gostava também do seu bando de Leões; a sua vida era assim: brincava com os seus leõezinhos, ia á caça, apanhava flores com a sua mulher… a vida dele era espetacular; até ia à noite ver a Floresta das árvores luminosas e, às vezes, saía com amigos.

    Um dia ele decidiu procurar a sua Família para, finalmente, saber o seu nome. Foi ver se encontrava os seus pais.

    Teve de atravessar o Oceano Gancolhavid, o Oceano Lompo e o Oceano Cango. Atravessou os Ocenaos a voar, porque ele era um reio muito corajoso e muito simpático.

(Continua)

EM5B

Baby Setler – I

 

Image by David Mark from Pixabay 

  I

O Assalto

     Era uma vez uma Família de seis pessoas, constituída por três crianças, um cão e dois adultos.

      O cão chamava-se Thor, a Mãe chamava-se Violeta, o Pai chamava-se J.P. e os Filhos eram Noah, que tinha 11, Alice, que tinha 10 e Lua, que tinha 3 anos.

       Eram uma Família feliz e normal, até que uma noite. Alice e Noah foram dormir, e, por volta da meia-noite, bateu alguém à porta, mas ninguém estava lá.

        À uma da manhã, bateram à porta outra vez; só que desta vez apareceu um ladrão que empurrou Violeta e deu um tiro em J.P.. Mss J.P. defendeu-se e a bala foi contra um armário metálico que refletiu a bala contra o ladrão.

     Lua acordo e veio para a cozinha, onde viu tudo.

      Lua começou a gritar; o cão acordara e desatou a ladrar…

(Continua)

LS6B

Os Hamburguers Desaparecidos

Image par Comfreak de Pixabay 

     Era uma vez, um senhor Frederico, que era alto e moreno, com bigode castanho, era cozinheiro e detetive nas horas vagas.

 A sua missão era ir à procura dos Hamburguers desaparecidos. Uma reportagem avisou: 

    Frederico viajou para os outros países á procura dos Hamburguers, perguntando:

  – Onde estão?

  – Nós não sabemos! – Disseram todos.

   Depois foi para um hotel, onde cheirou os hamburguers. Perguntou aos cozinheiros se sabiam onde estavam os hamburgures. 

     – Não sabemos ! – Disseram todos.

     Seguiu o cheiro e foi ver a uma fábrica abandonada. Ela estava a funcionar, mas estava abandonada. Entrou e viu uma pessoa, de costas, a cozinhar hamburguers só para ele. Perguntou: 

    – Porque tem os hamburguers só para si?

    – Porque gosto de hamburguers – respondeu ele. Explicou que tinha um “hamburguer-íman”, que tinha ido por todos os países buscá-los e que aquele lugar era uma fábrica de fogos de artifício.

      Naquela hora, foi para lá fogo e aquilo tudo explodiu. Frederico salvou-o e o homem dos hamburguers agradeceu.

EPÍLOGO

     Passados dez anos, o Frederico demitiu-se da profissão de Agente Secreto. Passou a sua vida todo fleiz a cozinhar com o seu amigo!

FV5B

Tudo Converge para a Melhor Pessoa do Mundo

Image par Gerd Altmann de Pixabay 

   Não estou a ter muita possibilidade de ficar em casa no meu conforto, a brincar com os meus amigos no computador, porque a Escola em presença não está a deixar.

  Se fosse Escola em vídeo-aula, havia TPC que nos mandavam nesse horário, em Tarefas, e nós ficávamos preparados e fazíamos logo.

    Quando estamos na Escola, nós trabalhamos, mas quando chegamos a casa, temos um monte de TPCs! Antes, nós ficávamos mais responsáveis com as Tarefas. Eu fiquei mais responsável quando tinha aulas por videoconferência.

   Estou a ouvir uma música de TikTok em que as pessoas dançam; A música abre-me os sentimentos; gosto muito de uma pessoa, ainda não lhe pedi namoro, mas estou preparado.

   Eu gostava de uma música que foi filmada por uma Amiga minha com a pessoa de quem eu gosto e outras amigas. Esta Amiga filmou de propósito, é uma música que me põe triste; ela mandou-me esta música só para eu poder ver este Alguém tão especial.

Criação Oral de Texto

LR7D

O Que O Verão Me Trouxe

   

Image par JL G de Pixabay 

    Sejamos honestos: eu não sou e não estou perto de ser “popular”, ou até de ter amigas com que posso contar dentro da escola, ou mesmo de chegar ao final do dia e dizer para mim mesma “este dia nunca vou esquecer, foi fantástico!”.

   Este verão relembrei-me do conceito da palavra “amigas” e que tenho amigas em quem posso confiar com a minha vida, que sei que estarão lá nos bons e maus momentos, nas risadas e nos choros, que são verdadeiras e de que nunca me vou esquecer o quanto uma boa amizade pode trazer à nossa vida, como ela pode transformar um dos piores dias de sempre no melhor, em apenas segundos.

   Todas as pessoas estão destinadas a encontrar essa amizade pela qual dariam tudo; às vezes encontramo-las na escola, outras vezes (e foi o que me aconteceu), temos de procurar noutros sítios por ela, mas, mais do que tudo, temos de acreditar que as vamos encontrar, dê por onde der, não há nada que pague um boa amizade.

   Não podemos desistir, porque não nos foram dadas de mão beijada, porque a vida é um desafio e cada um enfrenta um desafio maior ou menor, mas se tu tens um maior é porque acreditam que tu o consegues superar, porque não to dariam se achassem impossível, mas há sempre uma luz ao final do túnel, simplesmente o teu deve ser mais longo.

IM9B

“Uma Cura para a Cegueira”

Image par Helmut Strasil de Pixabay 

    Era uma vez uma mulher e um homem que começaram a namorar. Eles gostavam muito um do outro, mas havia um problema: a mulher era cega.
      Mas o homem adorava-a à mesma.

    Certo dia, resolveram passear; então viram um anúncio a dizer que havia cura. Havia cura para a cegueira.

     Então foram marcar a consulta. Passado algum tempo ligaram-lhes a dizer que podiam ir à consulta, por isso, resolveram ir.

    Quando acabou a consulta,  ela voltou a ver. Mas o que aconteceu foi que o namorado fez um transplante de olhos. Por isso passou a ficar cego. No momento em que ela o viu, olhou para ele e disse que não gostava de homens cegos. 

      Passados uns anos, ele resolveu escrever-lhe uma carta. E o que dizia a carta?

      Era:  

ZG8C

CAD em Isolamento – A Casa Abandonada

   

Image par Layers de Pixabay 

    Era uma vez dois amigos chamados Diogo e Manel, que já se conheciam há algum tempo; para matar as saudades foram fazer um piquenique na floresta.

   Era uma floresta aterradora, mas ao mesmo tempo sabia-se que havia lá um tesouro. Dizia-se que as árvores falavam, eram antigas, de troncos retorcidos, com muitas folhas verdes e lá viviam também coelhos e raposas.

   Aí encontraram uma casa misteriosa, que estava no meio de um lago; acharam tão curioso que quiseram lá entrar; dizia-se que essa casa tinha um tesouro.

 Por isso, eles tentaram tudo para lá entrar. E, finalmente conseguiram. E, finalmente, conseguiram.

  Afinal descobriram que a casa não era abandonada, mas vivia lá uma velhota. Quando soube que os dois rapazes entraram na casa, ficou muito assustada, pois podiam saber o tesouro que estava lá.

     Os rapazes perguntaram à Srª Drummond se ela vivia ali há algum tempo, se já tinha ouvido falar de alguma história sobre a casa ser assombrada ou haver lá um tesouro.

       Ela ficou muito incomodada com as perguntas, mas disse que nunca tinha ouvido falar de nada.

    Os rapazes ficaram muito desconfiados, mas disseram à velhota que iam embora, e que, no dia seguinte, voltavam para descobrir alguma coisa.

     Diogo e Manel não aguentaram e, quando viram que a velhota tinha saído, aproveitaram a oportunidade para entrar. 

     Enquanto estavam a vasculhar, não encontraram nada. Foram-se embora a pensar no assunto; será que não havia mesmo um tesouro e a Srª Drummond estava a dizer a verdade?

MC9C

CAD Em Isolamento – A Avalanche -II

 avalanche iiWikimedia Commons Author: Loutherbourg    

     – Eu chamo-me Érika Jasmina Tordil Laurin Blotsk. Mas pode chamar-me apenas Érika.

     – Então, Érika, o que te traz junto de nós, os Nebs?

    – Eu estava a subir a montanha para esquiar, e subitamente, vi uma avalanche vir em minha direção. Felizmente, eu abriguei-me atrás de uma grande rocha e fiquei lá por longas e duradouras nove horas. 

     – Nove Horas?! – exclamou Gobir muito espantado.

     – Sim, sim, nove horas. Eu mal me conseguia mexer; sentia o frio nos meus ossos, ou melhor nem sentia os ossos. Até que apareceu um Grupo de seres que me trouxeram até aqui.

     – E como te sentes agora? 

     – Estou melhor.

     – Que bom ouvir isso! Sabes como voltar para casa? 

    – Eu nem sei como vim aqui parar!

    – Não te preocupes. Irás ficar aqui até conseguirmos mandar-te de volta. Um dos meus guardas irá levar-te até a casa onde vais dormir. 

      Gobir murmura ao ouvido do guarda: 

      – Fica de olho nela e garanto-te que ela não pertence aos Vebs.

      Os Vebs são inimigos mortais dos Nebs e estão em guerra com eles. 

     O Guarda acompanhou Érika até uma casa que mais parecia as casas dos esquimós, mas só se conseguia ver a entrada, em forma de tubo branco de um diâmetro adaptado á altura dos Nebs mas que a iria obrigar a curvar-se para entrar.

     Érika perguntou ao guarda: 

     – É aqui que vou dormir? 

     – Sim – Respondeu o guarda, sério e sem expressar emoção.

     Quando Érika estava a falar com o guarda, um porta redonda  abriu-se na casa de gelo e saiu de lá uma Nebs muito surpreendida. Ela tinha cabelos brancos, olhos azuis, pele clara e parecia ter doze ano. 

     – Olá Senhor Guarda, a que devo esta visita?  – perguntou a jovem Nebs. 

      – Recebemos uma hóspede e o Chefe pediu se lhe podia dar alojamento.

       – Sim. mas é claro. A minha mãe tem um quarto amoroso e com certeza que não se irá importar. – respondeu a Nebs com um sorriso no rosto. 

        O Guarda deixou Érika e, sem se despedir, foi-se embora. 

IM8B

CAD em Isolamento – Aventura no Deserto

Image by Patricia Alexandre from Pixabay 

     Eles viviam no Deserto e as suas casas eram de palha; eram o Omar e o Zeid.

     Desejavam um sítio melhor para viver e já há anos que o procuravam.

    Até que um dia, encontraram alguém que se chamava Ruby: era uma cachorra esperta, mas não conseguia falar. Ficaram com ela e levaram-na.

     Outro dia, encontraram uma miragem, pois estavam cheios de calor!

    Aí, encontraram um rato do deserto escondido numa toca de areia, mas veio uma tempestade de areia que os fez flutuar até uma floresta cheia de mamíferos.

    Um morcego gigante e carinhoso levou-os até ao Iraque cheio de guerra, mas encontraram  uma Senhora muito simpática que os levou a um sítio muito seguro, sem guerra.

    Ficaram a viver naquele sítio pacífico para sempre.

OA5B

CAD em Isolamento –  História de Pescador

arapaimapikist.com

     Nas longínquas selvas amazónicas existe uma lenda sobre um Peixe que engole pessoas, mais conhecido por Arapaima.

     É um peixe gigante que vive nos rios da selva amazónica; já vários pescadores tentaram pescar esta fera das águas.

    Vamos acompanhar o famoso pescador que vai tentar pescar a lendária Arapaima.

     O pescador foi para uma pequena vila nas margens do rio Negro. Ele perguntou a vários moradores locais sobre a lenda da Arapaima e conseguiu uma valiosa informação: “Na casa do Rogério, o seu avô já viu uma Arapaima”. O pescador perguntou como era o peixe.

    O avô do Rogério disse que o peixe media 3 m, pesava mais ou menos 250 kg, tinha uma armadura de escamas e que engolia tudo o que lhe aparecia à frente.

   O pescador perguntou onde tinha encontrado a Arapaima. Ele levou-o para as redondezas da vila, nas margens do Rio Negro; disse que tinha encontrado a Arapaima naquele sítio.

    Depois de perguntar a mais moradores locais, confirmou o aparecimento da Arapaima nas margens do Rio Negro.

    O nosso valente Pescador veio numa tentativa para pescar a Arapaima. Na sua primeira tentativa ele não pescou a Arapaima, pescou algumas piranhas e bagres.

    O problema era que não sabia qual era a isca que deveria usar para pescar a Arapaima. Ele ficou a saber que  a Arapaima come piranhas com a ajuda de alguns moradores locais.

     Na sua segunda tentativa, o pescador usou, como isca, piranhas; ele tentou, tentou e tentou… E já no final do dia, ele fisgou a Arapaima!

    Eles lutaram durante duas horas, os dois estavam exaustos, mas depois que  já dominou o peixe, o pescador, quando estava a recolher a Arapaima, ele teve de cortar a linha e a Arapaima, bateu-lhe com a cauda e soltou-se.

     Eles encontraram-se de novo numa longa luta de força; eles lutaram por muito tempo, quando o pescador dominou o peixe, levou-o para o barco e mediu-o: tinha 5 metros e pesava quase 400 kg e era um exemplar com mais de 100 anos.

    Então o nosso pescador conseguiu pescar o exótico ser. E agora acabou a jornada de apanhar a lendária Arapaima!

ZH6D

 

CAD em Isolamento – A Maior Estrela

sistema solarAgência Universitária de Notícias       

       Era uma vez o Sol que queria ser maior. Então criou a Lua. Pediu à sua amiga, a Lua. Antes de qualquer coisa, a Lua perguntou ao Sol:

      – Como é que eu vim aqui parar?

     O Sol, com ar de pouca importância, respondeu:

     – Isso não interessa agora. O que interessa é que eu tenho de ficar maior.

      A Lua, com ar de muito aborrecida, quis saber: 

    – Ó Sol, e o que queres que eu faça?

     O Sol, com um ar de pouca dúvida, ripostou: 

    – O que achas? Estamos no século XXI. É só pedirmos a uma cientista, a Terra.

    Então a Lua criou a Terra. A Terra,  com um ar de muito nerd, disse: 

     – Sabiam que a ficção científica é muito divertida e muito interessante?

     A Lua, interrompendo-a:

    – Terra, não sejas tão nerd! Tu és cientista não és? 

     – Sim sou. Porque perguntas? Não tenho cara disso?

      – Sim, tens cara de ser nerd e muito totó. Mas precisamos que tornes o Sol maior.

    – Para isso preciso de uma ajudante e vocês são tão burros que nem sabem ler! Então preciso de chamar outro planeta.

     A Terra chamou Júpiter. Era um atleta que disse, com um ar muito importante: 

    – Sabem, já queimei dez calorias hoje.

    E a Terra comentou, com um ar muito inconveniente: 

    – Bolas ! enganei-me, chamei um ainda mais burro que os outros todos!

     Júpiter, com ar muito ofendido, replicou: 

    – Eu não sou burro, só não tenho cérebro para pensar como tu, sua Totó!

    Então, começaram todos à bulha. O Sol disse:

    – Chega! Vamos chamar um juiz para acabar com esta confusão.

    Chamaram Saturno. Saturno, com um ar muito incomodado, quis saber: 

     – O que é? Interromperam a minha sesta da Beleza! Sei que sou juiz, mas não precisam de me incomodar a cada hora.

     Virou as costas e foi-se embora, como se nada tivesse acontecido. A Terra esqueceu a confusão e perguntou ao Sol e à Lua: 

    – Mas afinal por que é que estamos todos aqui?

     E a eles, com uma ar muito do século XXI, o Sol respondeu:

    – Tipo, porque eu quero ficar maior, Dâaah. Então eu chamei-vos, para fazer uma experiência científica.

     A Terra explicou:

     – Ó seu burro, mas se queres que eu te torne maior, tens de me dar um bocado de todos os planetas do sistema solar.

    Então a Terra decidiu passar por todos os Planetas que poderiam estar ali e tirar um bocado de cada:

    – Vamos separar-nos e criar Planetas.

   O Sol criou Marte, a Terra criou Plutão, a Lua criou Vénus, Júpiter criou Urano e juntos criaram o último Planeta,

    o Juiz, novamente, com um ar enraivecido, exclamou: 

    – O que foi agora?

      O Sol exclamou: 

     – Só precisamos de um pedaço teu, seu arrogante!

    Então o Juiz deu-lhes um pedaço e foi-se embora. Depois a Terra juntou todos os bocados e fez uma poção. O Sol bebeu a poçáo e tornou-se a maior estrela da nossa Galáxia.

    Foi assim que o Sol se tornou a maior estrela do Universo!

Criação Oral de Texto – MF5B

CAD em Isolamento – Grandes Amigos

friendsImagem de Alexas_Fotos por Pixabay 

     Era uma vez 4 amigos que andavam sempre juntos, até que um dia, eles se irritaram uns com os outros e ficaram alguns meses separados.

     Mas um dos amigos, que se chamava Sebastião, tinha um outro grande amigo da escola antiga; esse tal amigo ajudou o Sebastião a voltar a estar de novo reunido com os outros amigos e o grupo voltou.

      O Sebastião disse ao amigo da escola antiga:

    – Obrigado, por nos teres ajudado a reunir de novo!!

      Ele respondeu-lhe assim:

    – De nada, estou sempre aqui para ajudar quem precisar.

    O Sebastião perguntou se ele não se queria juntar ao grupo. Ele respondeu :

    – Por mim alinho, mas se os outros não quiserem eu saio.

     O Sebastião disse:

 – Não faz mal se eles não te quiserem no grupo, porque se tu saíres eu também saio.

      Ele respondeu:

   Obrigado, então ficamos de acordo.

    O Sebastião, por sua vez, respondeu:

  – Está bem, este é o nosso acordo.

     Fim da I Parte

CAD em Isolamento   – AB6B

CAD Em Isolamento – A Lenda da Espada – III

a lenda da espada

     Imagem: Wikipedia

     Nesse momento, Artur esqueceu-se que receberia as suas memórias se usasse as duas mãos e matou toda a gente em quatro segundos.

     Assim, a discípula do Merlin conseguiu viver.

     Entretanto, um dos seus colegas mais próximos tinha ficado ferido. Foram andando para o esconderijo ao pé dos barcos. O colega que estava ferido ficou ali a descansar. Pediu para levarem o seu filho com eles.

     Quando saíram para entrarem no barco, o seu filho voltou para trás para ajudar o pai, mas o Rei entrou no esconderijo e viu que o colega estava ferido. Nesse momento, o filho entrou também. Então o Rei disse-lhe se não se importava de tirar uma orelha ao que estava ferido.

     O filho, que era inteligente,  sabia que se ele dissesse que se importava, o Rei tirava mesmo a orelha. O Rei avançou e o filho disse para ele parar. Mas o Rei era malvado. Então riu-se e cortou-lhe a orelha.

     Pegou na orelha e perguntou:

    – Onde é que eles vão?

     Mas o homem ferido não respondeu. Então ia massacrar o filho, para ele falar.

    De seguida, o Artur pegou na criança e levou-a para que o Rei não a apanhasse.

    O Rei sabia que não ia conseguir o que queria e então matou o ferido.

    A criança gritou, a dizer:

    – NÃO!

    Foram então para uma ilha pequena. A criança estava muito triste por o Pai ter morrido.

    O Rei Artur também estava triste, mas levantou a cabeça e preparou-se para a Guerra.

   Ele foi treinar e lavar-se.

   Enquanto isso, o Rei pegou na magia e usou-a.

   Nessa magia, falou pela cabeça do Rei Artur a dizer que ele, Rei, estaria na torre do castelo às sete horas da noite.

   Antes disso, tinha estado na sala do trono. Enquanto isso, a criança foi levada e então o Rei disse:

 – Se queres que eu poupe a criança, dá-me a espada e entrega-te.

Reconto Oral de Filme – LB5A

CAD em Isolamento – O Rapto do Dono do Panqueca II

cão e gato

Flickr.com   IgRVV

     O Panqueca foi à delegacia mais próxima e começou a latir para os polícias e a apontar com a cabeça na direção do Armazém.  

    O polícia percebeu que o Panqueca queria dizer algo, o Panqueca começou a correr para o Armazém e o Polícia foi atrás dele.

   Quando o Panqueca e o Polícia chegaram ao Armazém, estava em chamas e dava para ouvir miados fracos que vinham do Armazém 21.

    O Panqueca foi com o Polícia atrás dos miados; quando chegaram a Batatinha desmaiou com a fumaça tóxica. O Polícia chamou os bombeiros e mais reforço.

       Conseguiram salvar a Batatinha e apagaram o incêndio.

     O Panqueca foi às cegas farejar os três meliantes, que estavam a ser comandados pela Milk, e os reforços chegaram!

    Prenderam os três meliantes e a Milk foi para um veterinário. O Dono, que tinha estado amarrado a uma cadeira, foi solto pela Polícia e  foi ao encontro do Panqueca e abraçou-o!

     A Batatinha recuperou-se rapidamente. O Dono regressou à sua Família com o Panqueca.

     Com a colaboração do Panqueca conseguiram encontrar os 3 meliantes, o Dono e a Milk! 

    O Panqueca agradeceu muito a ajuda da Batatinha. O Panqueca entrou para o corpo da Polícia.

    Todos os amigos celebraram o grande final desta Aventura!

ZH6D