Image par Phuong Thai Thi Quynh de Pixabay
GS5A/2022

Liderar na Verdade, no Bem e no Amor
Oficina de Escrita do CAD: CADESCRITA
Image par Phuong Thai Thi Quynh de Pixabay
GS5A/2022
No verão de 2023, fiz um cruzeiro com a M. e fui à Grécia, Itália, Montenegro e Croácia. Ia ao bar e recebia bebidas grátis, a M. recebia uns puzzles que eram ímanes e nós íamos à água e brincávamos ao peixe M.1 e ao peixe M.2.
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No verão de 2019 fui às Maldivas com a V. Ela não sabia que ia viajar comigo: foi uma surpresa! Sempre que os outros iam mergulhar, eu e a L. – irmã da V. – íamos brincar para um coração, construído em areia, onde os caranguejos não entravam. Depois, quando voltávamos, eu e a L. parecíamos uns croquetes!
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Em janeiro de 2020, fui às ilhas Seychelles e, quando entrei no hotel, deram-me um urso de peluche com uma t-shirt com o nome do hotel. Aí, havia um cão e um gato que eram as mascotes do hotel; eram muito fofos e o cão ficava na beira da piscina.
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Em abril de 2019, fui a Nova Iorque e comprei a minha Bunny de peluche! Apanhei várias temperaturas como frio, muito frio e quente, muito quente. Uma vez em que estava a lanchar com a minha Mãe, pedi umas panquecas; eu pensei que eram uma ou duas, mas afinal era uma torre com dez panquecas!
Eu gostei muito destas viagens, porque, para mim, foram as de que tenho as melhores lembranças.
Escrita Autobiográfica – Viagens – MLC6C23-24
Image par Gordon Johnson de Pixabay
O que me faz voar é jogar futebol no Estoril-Praia. Sinto-me inspirado quando brinco com os meus amigos S. V. e V. e quando leio comédias.
Eu fico inspirado quando vejo jardins e flores para desenhar; também fico inspirado quando vejo poemas de amor. Gosto de brincar e divertir-me; eu nunca fico sem imaginação.
VHC5A23-24
Em mil Fontes, passeei e fui à praia com os meus Avós e tios: corri, saltei e brinquei com o meu primo. Li um livro sobre o Alentejo com a minha Avó e estive em Família, a jogar, nos meus anos.
FV6C23-24
O que me inspira é quando vou brincar com os meus cães para o jardim; o meu cão Bock é um Labrador e o meu cão Hulk é um Jack Russell. Fazem-me feliz; vou para o jardim sempre que me sinto em baixo, e, se me sinto triste, e estiver a chover, eu fico dentro de casa com a minha cadela Tokyo. Ela é muito divertida e atira a bola com o focinho se ninguém lhe der atenção.
MC7D23-24
O que me inspira é estar com a Família e os Amigos. O que me entusiasma é jogar futebol sozinho ou com os meus amigos; gosto mais de ser guarda-redes, as minhas equipas favoritas são o Benfica e o Estoril.
MM6A23-24
A situação que me inspira é estar a sonhar e a brincar; aprende-se muita “coisa” com isso. E não só se aprende, há tantas “coisas” além disso, que nos tornam felizes! Eu adoro brincar e estar com os meus amigos. Os meus anos são o dia mais feliz da minha vida!
MC7D23-24
Uma situação inspiradora pode ser muito ou pouco, como, por exemplo, tirar uma garrafa de plástico do mar e até colocar o lixo no lugar certo; mas, se realmente se quiser inspirar “o Mundo”, então crie uma empresa de reciclagem ou vá numa missão em África.
MC8C23-24
Image par Avelino Calvar Martinez de Pixabay
A chuva traz a vida, a felicidade e a tristeza, o amor e o ódio. Traz cores e a escuridão, a brincadeira e a meditação.
A chuva traz a vida da Natureza, espalhando e reutilizando a água; assim, ela faz o mundo ficar colorido como nos contos de fadas; mas é pena que as pessoas a achem triste, pois toda a gente fica “preso” em casa, já que não se querem molhar.
Porém, alguns gostam da chuva: abrindo um sorriso na cara, eles vão a correr, brincar e pular nas poças d’ água.
A chuva traz o amor, unindo famílias para ficarem em casa, em convívio, seja debaixo dos cobertores a ver filmes, seja a fazer tarefas domésticas em conjunto; traz o amor, dando um motivo de brincar e de se molhar em família, criando momentos inesquecíveis.
A chuva traz ódios, atrapalhando o progresso do dia, molhando as várias coisas e escurecendo logo o momento em que eu me ia bronzear.
Mas para alguns, a chuva traz energias negativas, é um peso na alma, criando assim um momento perfeito para meditar e filtrar essas energias.
A chuva é, afinal, o que cada um quiser fazer dela.
Escrita Livre – Variações sobre a Chuva – MC8C23-24
Image by Juni Kang from Pixabay
Quando estou sozinha, a Natureza acalma-me, com o vento a bater-me na cara.
Todas as paisagens me envolvem; todas são diferentes, por isso todas são belas! Mas se quiserem mesmo que vos conte sobre a minha paisagem favorita, foi uma paisagem cheia de pinheiros, com uma vista linda para o mar.
Na verdade, não cheguei a dizer ainda a minha opinião sobre por que é que a Natureza existe. Acho que a Natureza existe para as pessoas, quando estão nervosas ou tristes, e andam de um lado para o outro, chegam a parar só na Natureza. Essas pessoas olham para as lindas paisagens e sentem o vento na cara; elas acalmam-se de imediato e relaxam durante algum tempo.
E é por isso mesmo que eu gosto da Natureza.
Escrita Autobiográfica – Natureza – LR6C23-24
“Olhar+” é olhar pelos Amigos, para ver se estão bem.
VHC5A23-24
Para mim, “Olhar+” é olhar para os outros, olhar para outras coisas, em vez de ficar a ver TV ou Ipad.
VIA5A23-24
” Olhar +” para ter mais atenção, ter mais amigos…
MCA5A23-24
“Olhar +”… para nos focarmos nas aulas.
PL5A23-24
“Olhar+” é quando nós olhamos lá para fora, para ver as árvores, para as folhas verdes e os carros a passar.
BM5D23-24
“Olhar+” é olhar para o mundo, ajudar os mais pobres; é olhar para as pessoas que não têm amigos e ser amigo delas.
FR5B23-24
“Olhar+” pode ser ajudar um colega nosso a levantar-se, no Futebol.
FA5A23-24
“Olhar+”, ter mais atenção, para descobrir as diferenças entre nós, colegas do 6C.
MCA6C23-24
Olha à tua volta para teres cuidado.
MR6C23-24
“Olhar+”: Não nos insultarmos, termos mais atenção; se não usarmos o telemóvel, vamos olhar e vamos pensar no que vamos fazer; também é olhar + para o mundo à nossa volta.
BP6C23-24 e MA6C23-24
“Olhar +” é começar a olhar mais para os outros e olharmos ao nosso redor para sabermos estar com os outros.
MM6A23-24
“Olhar +” é absorver as mesmas “coisas” de formas diferentes, já que todos os dias vemos as mesmas “coisas”, como: a própria casa, a portaria da escola ou do trabalho, um amigo…
Essas são “coisas” que vemos tão frequentemente que as desvalorizamos, mas são super-importantes.
MC8CA23-24
AI generated Image par Vilius Kukanauskas de Pixabay
Neste início de 5º ano, o melhor momento até agora foi ter amigos novos de escolas diferentes, jogar futebol com os meus amigos, ter ficado com os meus melhores amigos do 1ºciclo. E gostei da minha nota a Português.
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A melhor coisa que me aconteceu foi quando fiquei com os meus amigos do 1º Ciclo na nova turma do 5ºano. E gostei da minha nota de Ciências.
BM5D23-24
Quando marco um golo, vêm todos a correr atrás de mim! O Professor de Matemática é muito querido para mim.
FA5A23-24
Olhar+ – Iluminar – Escrita Autobiográfica – 5ºAno 23-24
Image par 愚木混株 Cdd20 de Pixabay
Existem diversos tipos de exigência:
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Para otimizar a atividade de ler, o autor Chris Bailey sugere-nos alguns cuidados :
Com “Hyperfocus“, Subtema “Focar-se” – Partilha de Inspirações – OE
Na sua breve, mas densa obra “Hiperfoco“, o autor, Chris Bailey, apresenta–nos diversas formas simples de praticar a concentração, a fim de potenciarmos as melhores energias da nossa atenção. Esta verdadeira recriação da capacidade de nos focarmos não dá fruto apenas no quotidiano do trabalho, mas também permite desfrutar de uma nova qualidade de vida nas nossas relações familiares e de amizade.
Porquê? É que, explica o autor, desde que acordamos, estamos sempre atentos a algo, mesmo que seja aos pensamentos que divagam pela nossa mente distraída; o exercício da atenção acompanha toda a nossa vida consciente, podemos até dizer que “somos aquilo a que prestamos atenção”.
Por outro lado, o Autor recorda-nos que vivemos a época mais repleta de fatores de distração de toda a história da humanidade; um turbilhão de distratores incessantemente conspira para desviar o nosso foco; e, ao acrescentar que a atenção é limitada e finita, facilmente aceitaremos a sua conclusão de que a nossa capacidade de concentração merece ser preservada e fortalecida com estratégias práticas e aplicáveis em quaisquer circunstâncias, seja no trabalho produtivo ou criativo, na interação entre pessoas ou na reflexão pessoal.
Recomendando a leitura deste livro para o mês de Setembro, propomo-nos também ir partilhando algumas das suas preciosas sugestões, a que, aliás, nos convida e encoraja a própria generosidade do Autor.
Com “Hyperfocus“, Subtema “Focar-se” – Partilha de Inspirações – OE
O próximo Ano Letivo vai decorrer, todo ele, tanto sob o signo da festiva Celebração dos 50 anos do nosso Colégio, como na redescoberta dos horizontes de um “Olhar” que deseja ver melhor e, sobretudo, mais longe.
Conciliam-se naturalmente os dois desafios de Vida, pois não só o ato de celebrar torna visíveis riquezas ocultas no real quotidiano, como também a visão criativa de um olhar inovador se articula, naquele desvendamento, com a exultação inesgotável que o percorre.
O Presente, assim transformado num abrigo acolhedor para um Passado confiante, volta-se, com ele, para a formidável perspetiva de um Futuro repleto de vida, onde germina uma sementeira de surpresas que, no percurso da história comum, irão surgindo, no rasto, sempre fecundo, do Carisma original.
Esta passagem festiva virá, certamente, balizar, com a viva nota do seu entusiasmo, o intinerário promissor do novo Ano Letivo, a que o tesouro das Jornadas da Juventude pode e deve imprimir o seu ímpeto para ir mais adiante e mais alto, que constitui, também, o seu impulso divino.
Se “Educar é a nossa forma de Amar”, a nossa ação não está destinada a esgotar-se, mas antes a recriar-se, a cada nova geração, com toda a Comunidade Educativa, que cresce no tempo e se vai configurando, nesse imenso viveiro humano, onde Alunos, Irmãs, Assistentes e Docentes vão passando uns aos outros, na aventura de um Amor irrepetível, a chama original do Fundador.
Com a Comunidade do CAD – Partilha de Inspirações – OE
Gentileza de Bing IA da Microsoft
II
Clara ficou curiosa com aquela profecia antiga. Queria saber quem era aquela criança especial e como faria para trazer a felicidade de volta ao jardim. E continuou a ler:
“Essa criança eras tu, Clara. Tu foste escolhida pelo destino para ser a heroína do jardim. Tens o poder de restaurar a beleza e a alegria do jardim. Só precisas de acreditar em ti própria e seguir o teu coração.”
Clara ficou surpresa com aquela revelação. Ela não podia acreditar que ela era a criança especial da profecia. Ela não se sentia capaz de ser a heroína do jardim. E continuou a ler:
“Para chegar ao jardim, precisas de atravessar o portal mágico, que está escondido na última página deste livro. Para abrir o portal, tens de dizer as palavras mágicas, que estão escritas na capa deste livro. Para entrar no portal, basta fechar os olhos, segurar o livro com as duas mãos e dizer as palavras mágicas com toda a tua força.”
Clara sentiu-se animada com aquela aventura. Queria ir ao jardim e cumprir a sua missão. Virou o livro e olhou para a capa. Lá estavam escritas as palavras mágicas:
Clara fechou os olhos, segurou o livro com as duas mãos e disse as palavras mágicas com toda a sua força:

Então sentiu uma sensação estranha, como se estivesse a ser sugada por um redemoinho. Abriu os olhos e viu-se num lugar diferente: estava no jardim maravilhoso!
Ficou maravilhada com o que viu: as flores coloridas, as árvores frondosas, os animais saudáveis e as crianças sorridentes; viu os passarinhos a voar pelo céu azul; sentiu o perfume das flores, a frescura das folhas, o calor do sol e o vento no rosto; ouviu o canto dos pássaros, o riso das crianças, o som da água e o silêncio da paz.

Gentileza de Bing IA da Microsoft
Clara foi recebida pelos habitantes do jardim, que a reconheceram como a criança especial da profecia. Deram-lhes as boas-vindas e agradeceram-lhe por ter salvo o jardim do feitiço do feiticeiro malvado. Contaram-lhe que ele tinha fugido para longe, com medo do seu poder.
Convidaram-na para brincar com eles e mostraram-lhe todas as maravilhas do jardim. Eles ensinaram-lhes os seus jogos, as suas músicas, as suas danças e as suas histórias. Eles deram-lhe os seus presentes, as suas flores, os seus frutos e os seus abraços.
Aquelas crianças fizeram-na feliz.
Clara sentiu-se em casa no jardim. Sentiu-se parte daquela família. Sentiu-se amada.
Nunca mais quis voltar para a cidade grande e cinzenta. Nunca mais precisou de ler outro livro de contos de fadas.
FIM
História Criada e Oferecida por Bing IA da Microsoft, com formatação e adaptação a Português de Portugal por OE.
Image par Tetiana Garkusha de Pixabay
Hoje celebramos – também Portugal, mediante a presença do nosso Presidente em Kyev – a independência da Ucrânia, que nasceu a 24 de Agosto de 1991, por votação de maioria absoluta da população. Os países que, sucessivamente, assinaram o reconhecimento da identidade Nacional e soberania do povo Ucraniano, comprometeram a credibilidade da palavra dada como um compromisso de honra.
Ao longo de 32 anos, este país irmão sofreu diferentes e contínuas tribulações, culminando as ameaças à sua democracia com a angustiada situação de guerra, que já se estende por mais de 500 dias.
O Papa Francisco, durante as Jornadas Juvenis, também falou deste viver em sobressalto, por estar “uma guerra mundial feita aos pedaços” a transformar em ruínas tantos espaços vivos da nossa Casa Comum.
“Sinto grande dor pela querida Ucrânia, que continua a sofrer muito.”
Falou-nos do “caráter incompleto” que nos torna “peregrinos… desejosos de sentido, com saudade do Futuro”.
Ele bem sabe que, na convicção das novas gerações, as diferenças humanas – “nações, línguas, histórias” – estão aparelhadas para unir-nos, são desafio a um crescimento mútuo, são as primícias para um diálogo destinado a proteger a preciosa Paz.
Com JMJ 23 e Ucrânia – OE

1 – Qual é o tema desta pintura?
2 – O que te chama mais a atenção?
3 – Que cores consegues distinguir?
4 – Que formas predominam?
5 – Consegues reconhecer alguma textura em especial?
6 – Concentra-te no que sentes, ao contemplar a pintura:
6.1. Sentes que é calma ou agitada?
6.2 – Inspira tristeza, melancolia, alegria, sentido de aventura…
6.3 – Se fizeres esta reflexão em grupo, partilha as tuas emoções com os colegas.
7.1 – Usa a tua imaginação para criar uma história breve e única sobre esta pintura.
7.2 – Em 1889, Van Gogh adoeceu, quando pintava as cores luminosas no Sul da França e teve de ficar internado num hospício, com sofrimento mental de depressão e ansiedade. Ele encontrava uma profunda consolação em contemplar o céu estrelado da janela do seu quarto.
Tenta expressar – o que sentia? O que pensava? – Nestes momentos de paz noturna em que ia pintando o seu quadro.
Orientação para leitura de uma imagem, escrito em co-autoria: Bard AI da Google e OE.
“A inquietação é o melhor remédio para a rotina”, essa “espécie de normalidade que anestesia a alma”.
Assim o Papa Francisco exortou os nossos jovens a dar uma alma nova à sua inquietação, modulando-a em interrogações vitais a partilhar com todos: “Cada um de nós traz dentro de si as suas próprias interrogações”; “ponhamos estas questões no diálogo comum entre nós”; “ponhamos estas questões diante de Deus”.
Mas eis que refluiu a massa ondeante da exultação juvenil que iluminou o país como um relâmpago de Alegria…
As aclamações, as danças e os cantos levantaram, por baixo do solo falsamente seguro da rotina, as questões vivas, na sua ousadia inquietante.
Caiu um milhão de sementes de vida na terra assim revolvida pelos pés dos mensageiros. O coração, renovado, voltou a ser terreno de cultivo. Dará fruto?
“Estes eventos tendem a esgotar-se em si mesmos” – constata um antropólogo sensato a quem as estatísticas não deixam iludir; contudo, soa como quem decifrou a letra mas não ouviu a música.
Em mais de 120 países, “A Economia de Francisco” já se tornou um poderoso movimento, para citar apenas uma das ferramenta inquietantes que, nas mãos dos jovens, vai humanizando o mundo.
Mas ainda para além destas manifestações de Vida, quem poderá medir a transformação que se opera no invisível? Que estatísticas podem verificar a germinação secreta do inaudito no íntimo de cada jovem?
Só Aquele cujo “Amor vem de surpresa”, “que nos mantém alerta e sempre, de novo, nos surpreende”.
Com JMJ23 – Partilha de Inspirações – OE
O Papa Francisco está connosco e, se assim o desejarmos, veio para ficar. E com ele os jovens participantes na Jornada. Com efeito, para o Papa, os jovens têm “um potencial inimaginável” e são o “hoje”, não apenas o futuro, mas o verdadeiro presente da História.
Sim, vieram para ficar em Cascais; em primeiro lugar, por meio do impacto transformante das Jornadas Mundiais, de que ele próprio espera “sementes de Futuro”; em segundo lugar, o Papa também já vive em Cascais, com os jovens, por meio do florescimento das Scholas Ocurrentes que germinam entre nós, em pleno centro histórico, animadas por mais de 200 estudantes, desde 21 de Março de 2019.
Nestas “scholas” os jovens expressam-se através das Artes visuais e da música, elaboram projetos de intervenção no mundo real, com um sentido de “cidadania” e de “responsabilidade” que se alarga a todas as questões cruciais do nosso mundo.
O potencial de vida oculto nesta visita, a expressar-se no encontro que se desmultiplica em milhares de convívios cruzados, na partilha entre desconhecidos de países diferentes, nos diálogos entre amigos que prepararam longamente a jornada, nunca se esgota nos eventos celebrativos, pelo contrário, transborda deles com ímpeto irreprimível para fora das margens do tempo.
As palavras do Papa e as palavras dos Jovens, entrelaçadas em interminável diálogo, traçam juntas a mensagem que desenha um rosto interior em que se hão de reconhecer as gerações livres chamadas a conduzir o mundo.
JMJ Lisboa 2023 – OE
Apreciar o que é mais simples na vida, o que nos é oferecido sem condições:
Apercebermo-nos desta dimensão escondida no que há de mais simples na vida, pode acordar em nós as emoções nutritivas que expandem o ser.
Assim é a gratidão que nos abre aos outros, a paz que nos torna livres e a felicidade que nos sintoniza com a celebração silenciosa, mas intensa, da própria realidade à nossa volta, que cresce para o infinito.
Agenda 20024 – Olhar+ – Maio – Apreciar – com OE