A Festa de Sonho

     sol nascente em vila neozelandesa à beira de lago

         Flickr.com Atribuição CC 2.0 Autor: Trey Ratcliff

          Boa Tarde,

     Estamos em direto do MCL, uma Festa de Sonho na Nova Zelândia.

     Partimos às 19h 30 do aeroporto de Lisboa e chegamos às 16h 37, num superjato. Os nossos clientes serão conduzidos e alojados em bungalows que flutuam no cimo do mar.

      Por teleconferência, juntam-se todos nos jogos escolhidos pelos monitores. Para os pequeninos haverá a Macaca, a Apanhada e outros jogos divertidos.

     Mas para os adultos que já estão comprometidos vamos preparar um jantar romântico no navio, com quartos debaixo de água e com um Jacuzi de onde se podem ver peixes e animais desconhecidos a nadar por ali e a espreitá-los.

     Teremos um Parque “Slide and Splash” com Montanhas Russas de água e competições de Natação com tartarugas gigantes.

    Por isso é que se devem inscrever no MCL.pt.

    Beijos e até à próxima!

Aluna Visitante

A Bailarina do Sol

bailarina na floresta

     Era uma vez uns meninos que acreditavam numa lenda que se chamava “A Bailarina do Sol”.

     Os meninos pensavam que ela dormia na Floresta, por isso, organizaram  os seus sacos-cama e até um mini frigorífico.

      Pensaram sobre todas as possibilidades  de a bailarina acordar, incluindo a de ela se tornar um monstro.

      Mas quando o tempo chegou, não souberam como, mas o Sol parecia ter caído numa Floresta que era conhecida por ter muita atividade estranha.

       Os miúdos, todos confusos, foram ver nas notícias o que tinha acontecido e viram que o Sol tinha mesmo caído!

      Então prepararam-se e foram para a Floresta. Mal entraram lá dentro ouviram: “- Ajuuuuuda!”.

     Foram a correr e encontraram o que parecia o Sol e só viram uma Bailarina gigante, de ferro, em cima do solo estragado e aberto.

     Quando olharam para a Bailarina, ela olhou-os de volta com um sorriso aterrorizante. Só a gozar, eles encontraram-na e ajudaram-na.

JPA6C

O Crocodilo Estudioso

crocodilo sorridente

   Pixabay Atribuição CC0

      Havia um crocodilo chamado Fluffy. Ele tinha escamas verdes e duras, os dentes muito afiados e um olhar que metia medo a toda a gente. Um dos seus maiores sonhos era ir para a Universidade, a fim de aumentar a sua inteligência e experimentar novas e diversas realidades.

    Fluffy vivia numa ilha exótica, rodeada por um mar de esmeralda, onde os dias se alongavam até o sol traçar um sulco dourado no horizonte.

     Os amigos de Fluffy não lhe davam descanso: os macacos peludos pregavam-lhe partidas todo o dia: atavam-lhe latas à cauda ou atiravam-lhe cascas de manga para a boca ,sempre que o apanhavam a dormir ao Sol com a bocarra escancarada.

     Os Tucanos de bico alaranjado deliciavam-se a catar pequenos insetos por entre as suas escamas, quando ele boiava, de manhã, no riacho da ilha.

     Porém, o perigo fatal que a todos ameaçava, era a presença de caçadores furtivos que infestavam a ilha.

     Eles moravam a bordo de um barco pirata que estava atracado ao largo da ilha.

     Fugiam sempre para lá depois de armar emboscadas e os animais não se conseguiam defender.

     Porém, um dos caçadores, o Roberto, acabou por sucumbir ao encanto da Floresta tropical que cobria toda a ilha. 

      O seu coração começou a pulsar ao ritmo da Natureza e encheu-se de amor pelos animais. 

       Entretanto, Fluffy nunca chegou a realizar o seu sonho pois não tinha notas nem dinheiro para isso. 

     Mas o barco pirata acabou por tornar-se numa escola flutuante: os piratas caçadores tornaram-se vegetarianos e passaram a dedicar-se a compreender as mensagens com que os animais comunicavam entre si.

     O crocodilo entrou em depressão. O caçador Roberto foi ajudá-lo, pagando-lhe aulas particulares de Matemática e de Surf.

PC7B e OE

A História de Pi

os saltimbancos de gustave doré

     Wikimedia.Org Atribuição Public Domain 

      Olá, chamo-me Pierrot, mas os meus amigos chamam-me Pi.

      Quando nasci , eu era um menino muito abastado, mas os meus pais sempre rígidos e nunca estavam comigo. Isso ainda piorou quando a minha irmã nasceu: aqueles olhares frios e nunca se importarem comigo.

    Então, com apenas os meus 12 anos de idade, decidi fugir, só com uma mochila cheia de lápis e folhas. Ai, ai, onde tinha eu a cabeça nessa altura?

     A minha sorte foi ter sido acolhido por um Grupo de Artistas de rua: eles passaram a ser a minha única e verdadeira Família.

     Bem, mas todos lá faziam alguma coisa e, mesmo não sendo obrigado, eu peguei nos lápis e comecei a desenhar as pessoas que iam passando.

     Nesse exato momento, eu descobri o meu grande dom do desenho!

      Passaram-se anos e anos desde essa altura. A Mãe Rosita e o tio Lasco diziam que eu era cada vez mais um homenzinho…

     Esperem, ainda não vos falei da minha Família de Artistas de Rua: a minha Mãe Rosita era a mais alta e a mais magrinha; ela tinha cabelos curtos, de cor preta e uns olhos verdes como a relva; vestia um vestido cheio de remendos e tinha uma voz de veludo que se ouvia nos quatro cantos do mundo.

      Já  o meu Tio Lasco era o maior ilusionista de todos os tempos. O meu número favorito era quando ele fazia surgir,de dentro da sua longa cartola, o nosso coelho albino.

      Também havia a Margarita, irmã da Mãe; era uma violinista estupenda. Já os meus irmãos adoptivos, Gas e Louslu, eram os maiores palhaços de todo o Globo: eles faziam desde acrobacias, malabarismos, e palhaçadas.

     Enquanto eles faziam todos os seus incríveis números, eu ia treinando…

MS8B

Os Piratas no Meio do Mar

barco pirata ao poente
          Max Pixel    Atribuição CC0

   O Capitão estava furioso e tão zangado que parecia que ia rebentar. Mas um dos marinheiros disse  o seguinte ao Capitão:

    – Eu vou aquecer a água e vou trazer o chá. 

E o Capitão respondeu:

   – Não, eu quero uma ilh ae tesouros!  E não quero mais nada, nem que digas um pio. Tu só dizes se encontrares uma ilha.

 O      marinheiro encontrou uma ilha, mas não era uma ilha qualquer: a ilha estava nas costas de uma baleia, mas a tripulação e o Capitão pensavam que era uma ilha e que tinha tesouros.

 O marinheiro disse ao Capitão:

  – Encontrei uma ilha com um tesouro que está ali ao fundo!

 E o Capitão disse:

 – Todos a bordo! Parece que vamos pegar a fundo até à ilha. 

  Eles estavam a andar muito, mas muito devagar, até demoraram 10 dias e 9 horas.  Onde estava o barco até à ilha, eram 100 quilómetros. 

   Eles estavam cansados, mas quando…

DS6B